Sábado, 28 de Janeiro de 2012
Mar português, Praia do meco

Praia do meco

Ondas, Praia do meco

Ondas, Mar português

Mar Português, Praia do Meco

Mar português, Praia do meco

 

Eu gosto da praia no Inverno

 

Praia do Meco, Sesimbra

Janeior de 2012

Jorge Soares



publicado por Jorge Soares às 11:50
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Sexta-feira, 27 de Janeiro de 2012
Gente de Setúbal

Gente de Setúbal

Gente de Setúbal

Gente de Setúbal

Gente de Setúbal

Gente de Setúbal

 

Parque Urbano de Albarquel

Setúbal

Janeiro de 2012

Jorge Soares



publicado por Jorge Soares às 19:46
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Só nós dois é que sabemos

Só nós dois é que sabemos

 

Só nós dois é que sabemos
O quanto nos queremos bem
Só nós dois é que sabemos
Só nós dois e mais ninguém
Só nós dois avaliamos
Este amor, forte, profundo...
Quando o amor acontece
Não pede licença ao mundo.

Anda, abraça-me... beija-me
Encosta o teu peito ao meu
Esquece o que vai na rua
Vem ser minha, eu serei teu
Que falem não nos interessa
O mundo não nos importa
O nosso mundo começa
Cá dentro da nossa porta.

Só nós dois é que sabemos
O calor dos nossos beijos
Só nós dois é que sofremos
As torturas dos desejos
Vamos viver o presente
Tal-qual a vida nos dá
O que reserva o futuro
Só Deus sabe o que será

 

Ouvir

 




publicado por Jorge Soares às 00:06
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Quinta-feira, 26 de Janeiro de 2012
Gente de Lisboa

Gente

Lisboa

Gente de Lisboa

Lisboa

Lisboa

 

Lisboa

janeiro de 2011

Jorge Soares



publicado por Jorge Soares às 21:20
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Sei que estou só

Sei que estou só

 


Sei que estou só e gelo entre as folhagens
Nenhuma gruta me pode proteger
Como um laço deslaça-se o meu ser
E nos meus olhos morrem as paisagens.

Desligo da minha alma a melodia
Que inventei no ar. Tombo das imagens
Como um pássaro morto das folhagens
Tombando se desfaz na terra fria.

Sophia de Mello Breyner Andresen

 

Ouvir pelo Tiago Bettenncourt

 

Cais das Colunas,
Lisboa, Janeiro de 2012
Jorge Soares


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Quarta-feira, 25 de Janeiro de 2012
Gosto da praia no Inverno

Praia do Meco, ondas

Praia do Meco

Praia do Meco

Praia do meco

Gosto da praia no Inverno

 

Praia do Meco numa tarde de Janeiro

Sesimbra, Janeiro de 2012

Jorge Soares



publicado por Jorge Soares às 20:39
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Escrevi teu nome no vento

Cais das colunas

 

Escrevi teu nome no vento
Convencido que o escrevia
Na folha dum esquecimento
Que no vento se perdia

Ao vê-lo seguir envolto
Na poeira do caminho
Julguei meu coração solto
Dos elos do teu carinho

Em vez de ir longe levá-lo
Longe, onde o tempo o desfaça
Fica contente a gritá-lo
Onde passa e a quem passa

Pobre de mim, não pensava
Que tal e qual como eu
O vento se apaixonava
Por esse nome que é teu

E quando o vento se agita
Agita-se o meu tormento
Quero esquecer-te, acredita
Mas cada vez há mais vento 

 

Ouvir cantado pela carminho

 

 
A luz de Lisboa, o Tejo, barcos, gaivotas, tudo isto só pode ser fado....
Cais das Colunas,
Lisboa, Janeiro de 2012
Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 00:03
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Terça-feira, 24 de Janeiro de 2012
Janeiro, detalhes do renascer da natureza

A folha

Dente de Leão

Trevos

Flores

Flores

 

Parque Urbano de Albarquel

Setúbal, janeiro de 2012

Jorge Soares



publicado por Jorge Soares às 21:22
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Um deste dias vou poder apaixonar-me outra vez

A guitarra

 

Um deste dias vou poder
apaixonar-me outra vez
sem me importar de saber
se vai durar um ano ou um mês

Correr e saltar num dia 
depois não dormir tranquilo
pensar que o amor é isto 
e descobrir que afinal é aquilo

Já não há canções de amor
como havia antigamente
já não há canções de amor

Um destes dias vou ser capaz
de encontrar a felicidade
avançar em marcha atrás
ir de verdade em verdade 

Dizer que o amor é aquilo
que ontem estava descoberto
e ver que no fim duma paixão
espreita sempre um deserto

Já não há canções de amor 
por não haver quem acredite 
já não há canções de amor 
por não haver quem acredite 

E vós almas tão ingénuas
cujo amor não tem saída
que buscais nas tolas canções 
o açúcar que adoça a vida

Não percebeis que é o engano
que prova que há uma chance 
acertar à primeira não é humano
é a essência do romance

Já não há canções de amor
como havia antigamente 
já não há conções de amor 
vou investigar o caso 
com o máximo rigor
tirar a limpo a verdade
que há nas canções de amor 
vou saber se ainda é possível
escrever canções de amor 

 

Rui Veloso

 

Ouvir:

 


Setúbal, Janeiro de 2011

Jorge Soares



publicado por Jorge Soares às 00:14
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Segunda-feira, 23 de Janeiro de 2012
Eu gosto de Gatos

Gato

O gato

O Gato

O Gato

Eu gosto de gatos

 

Setúbal

Janeiro de 2012

Jorge Soares



publicado por Jorge Soares às 21:15
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Cais das colunas

Pôr do Sol em Lisboa

 

Também já ali  estive assim, só, a tentar enganar a tristeza da solidão com a quietude do rio e a beleza do pôr do Sol, foram incontáveis as vezes que a caminho do quarto onde costumava morar, me sentei ali a ver o vai vem dos barcos e o voo das gaivotas. É sem dúvida o meu lugar preferido de Lisboa.

 

Já não recordo a última vez que lá estive ou sequer lá passei, hoje fomos lá com os miúdos, havia uma enorme multidão, muitíssimos turistas e até um grupo de música brasileira... mas há coisas que não mudam, o voo as gaivotas, a serenidade do Tejo e pôr do sol magnifico.

 

Cais das Colunas, 

Lisboa, Janeiro de 2012

Jorge Soares



publicado por Jorge Soares às 00:02
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Domingo, 22 de Janeiro de 2012
Quinta dos Lóridos, Soldados de Terracota

Soldados de Terracota

Soldados de Terracota, Quinta dos Lóridos

Soldados de Terracota

Soldados de Terracota, quinta dos Lóridos

Soldados de Terracota, Quinta dos Lóridos

 

Soldados de Terracota

Quinta do lóridos

Bombarral, Setembro de 2011

Jorge Soares



publicado por Jorge Soares às 12:37
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Sábado, 21 de Janeiro de 2012
Janela da Alma

Janela da alma

 

Janela da alma que
reflecte os cacos
da vida estilhaçada que temos.
O vidro partido
cortou a garganta num grito inaudível
quando te quis revelar
o que não desejaste ouvir.

Sangue escorreu do golpe
que na minha pele fizeste incidir
depois de quebrares
o frágil equilíbrio do esplendor
que foi por essa janela te descobrir.

Tanto tempo volvido
e ao observar-te agora 
neste indiferente lugar
reparo que já não somos iguais!
O nosso fulgor se esbateu
e o amor se perdeu.

Eu tenho as cicatrizes
dos golpes que 
no meu espírito habitam,
mas tu tens a derrota
da lenta destruição 
em que te encontras agora.

Permanece a certeza
por essa janela
não me voltarei a deslumbrar,
mesmo que a vida se lembre
de se deter
para nos contemplar!…

Cristina Monteiro

 

Jardins de Monserrate

Sintra, Novembro de 2011

Jorge Soares



publicado por Jorge Soares às 18:08
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Quinta dos Lóridos, Budas

Buda

Buda, quinta dos Lóridos

Quinta dos Lóridos

Quinta dos Lóridos

Quinta dos Lóridos, Buda

 

Quinta dos Lóridos,

Bombarral, setembro de 2011

Jorge Soares



publicado por Jorge Soares às 18:00
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Sexta-feira, 20 de Janeiro de 2012
Pavão

Pavão, Jardim de Cascais

Pavão, Cascais

Pavão, Cascais

Pavão

Pavão

 

Pavão no Parque Marechal carmona

Cascais, Outubro de 2011

Jorge Soares



publicado por Jorge Soares às 19:49
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O dinossauro

Dinossauros em Lisboa

 

A exposição era mesmo muito muito pobre.. pelo menos para quem no Verão esteve no Museu de história natural em Londres e no Museu do Jurássico nas Astúrias, o melhor era mesmo este exemplar, sobretudo quando temos por trás um pôr do sol fantástico

 

Lisboa

Novembro de 2011

Jorge Soares



publicado por Jorge Soares às 00:03
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Quinta-feira, 19 de Janeiro de 2012
A vida nos bancos do Jardim

Jardim da Algodeia

O banco

Bancos

Bancos do Jardim da Algodeia

Bancos

Banco

 

Bancos do Jardim da Algodeia

 

Setúbal

Jorge Soares



publicado por Jorge Soares às 21:29
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Laranja vivo

Flores

 

Reparei nesta flor no dia em que chegamos, um ponto de cor quente no meio das cores frias do inverno, o primeiro que pensei foi em  como é que ela conseguiu sobreviver e estar assim viçosa nesta altura....  no dia a seguir tudo estava branco e coberto de geada, tudo à volta estava gelado, mas ela continuava lá... um ponto laranja no meio de um mar de branco gelado.

 

Póvoa Dão, Viseu

Dezembro de 2011

Jorge Soares



publicado por Jorge Soares às 00:15
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Quarta-feira, 18 de Janeiro de 2012
Momentos

Momentos doces

Momentos

Momentos

Momentos

Momentos

Momentos

 

Jorge Soares



publicado por Jorge Soares às 21:06
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Iluminar o caminho

Candeeiro

 

E assim, depois de muito esperar, num dia como outro qualquer, decidi triunfar...
Decidi não esperar as oportunidades e sim, eu mesmo buscá-las.
Decidi ver cada problema como uma oportunidade de encontrar uma solução.
Decidi ver cada deserto como uma possibilidade de encontrar um oásis.
Decidi ver cada noite como um mistério a resolver.
Decidi ver cada dia como uma nova oportunidade de ser feliz.
Naquele dia descobri que meu único rival não era mais que minhas próprias limitações e que enfrentá-las era a única e melhor forma de as superar.
Naquele dia, descobri que eu não era o melhor e que talvez eu nunca tivesse sido.
Deixei de me importar com quem ganha ou perde.
Agora me importa simplesmente saber melhor o que fazer.
Aprendi que o difícil não é chegar lá em cima, e sim deixar de subir.
Aprendi que o melhor triunfo é poder chamar alguém de"amigo".
Descobri que o amor é mais que um simples estado de enamoramento, "o amor é uma filosofia de vida". 
Naquele dia, deixei de ser um reflexo dos meus escassos triunfos passados e passei a ser uma tênue luz no presente. 
Aprendi que de nada serve ser luz se não iluminar o caminho dos demais.
Naquele dia, decidi trocar tantas coisas...
Naquele dia, aprendi que os sonhos existem para tornar-se realidade.
E desde aquele dia já não durmo para descansar... simplesmente durmo para sonhar.

 

Walt Disney

 

 

 

Viseu, Dezembro de 2011

Jorge Soares



publicado por Jorge Soares às 00:06
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Terça-feira, 17 de Janeiro de 2012
O Cisne zangado

O cisne zangado

O Cisne Zangado

O Cisne zangado

O Cisne Zangado

O Cisne

O Cisne

 

O Cisne zangado

Jardim do Bonfim

Setúbal, Novembro de 2011

Jorge Soares



publicado por Jorge Soares às 21:18
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Quando a luz dos olhos meus

Quando a luz dos olhos meus

Quando a luz dos olhos meus 
E a luz dos olhos teus 
Resolvem se encontrar 

Ai, que bom que isso é meu Deus 
Que frio que me dá o encontro desse olhar 

Mas se a luz dos olhos teus 
Resiste aos olhos meus 
Só pra me provocar 

Meu amor juro por Deus 
Me sinto incendiar 

 


 

Praia, Cabo verde

Fevereiro de 2010

Jorge Soares



publicado por Jorge Soares às 00:03
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Segunda-feira, 16 de Janeiro de 2012
Flores do Inverno

Flores de inverno

Flores de inverno

Flores de Inverno

Flores do Inverno

Flores do Inverno

 

Jardim da Algodeia, Setúbal

Dezembro de 2011

Jorge Soares



publicado por Jorge Soares às 20:58
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Ausência
Rosa sem pétalas

 

Ausência

 

Por muito tempo achei que a ausência é falta. 
E lastimava, ignorante, a falta. 
Hoje não a lastimo. 
Não há falta na ausência. 
A ausência é um estar em mim. 
E sinto-a, branca, tão pegada, aconchegada nos meus 
                                                                            [braços, 
que rio e danço e invento exclamações alegres, 
porque a ausência, essa ausência assimilada, 
ninguém a rouba mais de mim. 

Carlos Drummond de Andrade, in 'O Corpo' 

 

Alviães, Oliveira de Azemeis
Dezmbro de 2011
Jorge Soares

 



publicado por Jorge Soares às 00:35
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Domingo, 15 de Janeiro de 2012
Quinta dos Lóridos, Buda 2

Quinta dos Lórido; buda

Quinta dos Lóridos, Buda

Quinta dos Lóridos, Buda

Quinta dos Lóridos, Buda

Quinta dos Lóridos

 

Quinta dos Lóridos

Bombarral

Setembro de 2011

Jorge Soares



publicado por Jorge Soares às 17:51
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Sábado, 14 de Janeiro de 2012
Quinta dos Lóridos, Buda

Quinta dos Loios

Quinta dos Loridos

Buda

Quinta dos Lóridos

Quinta dos Lóridos

 

Quinta dos Lóridos

Bombarral, setembro de 2011

Jorge Soares



publicado por Jorge Soares às 14:50
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Sexta-feira, 13 de Janeiro de 2012
O Outono no quintal

Azulejos

Azeitonas

Detalhes de um quintal

Outono no quintal, folhas de cerejeira

Folhas

 

O outono no quintal

Portalegre, Dezembro de 2011

Jorge Soares



publicado por Jorge Soares às 19:18
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Não há rosa como ela

Não há rosa como ela

 

Tenho um vasinho de rosas à janela
Que ela trouxe consigo
Quando as vejo tão formosas,
Lembro-me dela
lembro-me dela ao postigo

Lembro-me dela ao postigo,
tão mimosa
E agora põe-se à janela
Os cabelos cor de trigo, não há rosa...
Não há rosa como ela

Não há rosa como ela na cidade
Nem nos campos donde vim
Agora põe-se à janela com vaidade
À noite à espera de mim

Lembro-me dela ao postigo
E agora põe-se à janela
É só isto que vos digo:
Não há rosa como ela

 


Baile  Popular

 

Ouvir

 
Não, esta rosa não é da minha janela, foi  colhida algures num quintal de Setúbal ... mas olhei paraa fotografia e lembrei-me desta musica dos Baile Popular...
Setúbal, Dezembro de 2011
Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 00:22
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Quinta-feira, 12 de Janeiro de 2012
Viseu: A Sé

Viseu

Viseu

Viseu

Viseu

 

Sé de Viseu

Dezembro de 2011

Jorge Soares



publicado por Jorge Soares às 21:31
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Lá muito ao longe… está a luz! Eu já a vi!

A luz

 

Lá muito ao longe… está a luz!

Eu já a vi!

E agora…

Procuro o caminho que a Ela conduz…

 

Mas afastai-vos, caridoso intento!

Saí da minha frente,

Gentes que ouvistes meu lamento!

 

Perdoai o meu tom brutal, irado…

… Mas eu não quero fazer o tema copiado!

 

Eu quero ir sozinha!

Consciente dos meus passos!

Ainda que gaste a vida em sofrimento…

Eu quero ir sozinha!...

 

Deixai-me passar!...

Deixai-me enganar e recomeçar…

Deixai-me ficar aos bocados pela estrada,

Deixai-me que procure em direcção errada,

Mas deixai-me ir sozinha!...

 

E se eu morrer antes de alcança-la,

A Luz saberá

Que eu gastei a vida a procurá-la!...

 

Maria José Rijo 

 

Pôr  do Sol em Monsaraz

Alentejo, Agosto de 2011

Jorge  Soares



publicado por Jorge Soares às 00:03
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