Domingo, 31 de Maio de 2009

O paraiso é por ali

O paraiso é por ali, Parque Terranostra, Furnas, São Miguel, Açores

 

 O paraíso é por ali. eu vou por aqui. aprendi que afinal há paraísos.

não há paraísos.
aprendi a dizer que não há.
há. 

é profunda a verdade. tão verdade que não há mentira.
ninguém mente.
tanto como o paraíso.

o paraíso é a palavra mais mentirosa do universo.

como a verdade. dimensional. metafórica. onda de abuso na violência da palavra - verdade. que não existe como forma. fórmula que os idiotas usam para esconder a cara.
afogam-se nela. triunfantes.
a maçã não existe.
articulo a palavra. abro as vogais. fecho o medo.
a verdade não existe. impetuosa. chata. segura. com efeito, não creio.
vamos lá ver o paraíso. eva. adão. não.
dê-me um gin-tónico.

Bandida. (Incluído no seu livro Apoplexia, pág.78)

 

O Paraiso é algures por ali, Parque Terra Nostra, Furnas, Povoação, São Miguel, Açores

Agosto de 2008

 

Câmara: SONY  DSLR-A350, ISO: 100, Exposição: 1/80 seg., Abertura: 10.0 Extensão focal: 18mm
 


publicado por Jorge Soares às 18:47
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Setúbal com Sol

Setúbal

Setúbal, a baixa

Setúbal num dia se sol


O gato na montra... ao sol

A velha chaminé no museo do trabalho em Setúbal

 

De paseio pela baixa de Setúbal num dia de sol de Março

Setúbal, Março de 2009

 


publicado por Jorge Soares às 09:58
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Sábado, 30 de Maio de 2009

Detalhes da Irlanda:Passeio à chuva

Carrigaline, Irlanda

Carrigaline, Cork Irlanda

Carrigaline, Irlanda

Carrigaline, Irlanda

Barcos, Carrigaline, Cork, Irlanda 

De Crosshaven a Carrigaline são uns 10 Kms, onde havia uma linha de caminho de ferro há agora um passeio que serpenteia junto ao rio, um belo passeio por entre campos e bosques frondosos... pena a chuva.

 

Crosshaven, Carrigaline, Cork, Irlanda

Abril de 2007


publicado por Jorge Soares às 19:18
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Sexta-feira, 29 de Maio de 2009

O pardal e os tojeiros

O pardal irlandês

O pardal no tojeiro

O pardal

O pardal e as flores amarelas

O pardal 

 

O Pardal irlandês nos tojeiros

Carrigaline, Cork, Irlanda

Abril de 2009


publicado por Jorge Soares às 19:12
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Pus o meu sonho num navio

 Barcos no Rio Judeu

 

Pus o meu sonho num navio 

e o navio em cima do mar; 
- depois, abri o mar com as mãos, 
para o meu sonho naufragar 

Minhas mãos ainda estão molhadas 
do azul das ondas entreabertas, 
e a cor que escorre de meus dedos 
colore as areias desertas. 

O vento vem vindo de longe, 
a noite se curva de frio; 
debaixo da água vai morrendo 
meu sonho, dentro de um navio... 

Chorarei quanto for preciso, 
para fazer com que o mar cresça, 
e o meu navio chegue ao fundo 
e o meu sonho desapareça. 

Depois, tudo estará perfeito; 
praia lisa, águas ordenadas, 
meus olhos secos como pedras 
e as minhas duas mãos quebradas.

 

Cecília Meireles

 

Fim de tarde no Rio Judeu, Seixal

Outubro de 2008

Jorge

PS:Obrigado Flor


publicado por Jorge Soares às 08:04
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Quinta-feira, 28 de Maio de 2009

Mar português 2

Portimão

Mar de Portimão

Mar de Portimão

Mar de Portimão

Mar de Portimão

 

Mar de Portimão

Abril de 2009


publicado por Jorge Soares às 21:15
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O Silêncio

O silêncio da nossa companhia

 

 O Silêncio

 

 

Quando a ternura 
parece já do seu ofício fatigada, 

e o sono, a mais incerta barca, 
inda demora, 

quando azuis irrompem 
os teus olhos 

e procuram 
nos meus navegação segura, 

é que eu te falo das palavras 
desamparadas e desertas, 

pelo silêncio fascinadas. 

 

Eugénio de Andrade

 

Fotografia tirada  no Parque das nações, Lisboa

Agosto de 2008


publicado por Jorge Soares às 08:00
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Quarta-feira, 27 de Maio de 2009

O melro de bico amarelo

O melro de bico amarelo

O melro

O Melro algarvio

O melro a saltar a cerca

O melro

 

Andava há uns tempos a tentar apanhar um destes, por aqui há alguns, mas os melros de Setúbal são esquivos e fugidios, mal me vêem por perto, fogem a sete asas. Este é um melro algarvio e pelos vistos gosta dos turistas, andava por ali a depenicar a relva e deixou-se fotografar.

 

Carvoeiro, Lagoa, Algarve

Abril de 2009

 


publicado por Jorge Soares às 18:32
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Último Soneto

Rosas


Que rosas fugitivas foste ali!
Requeriam-te os tapetes, e vieste...
--- Se me dói hoje o bem que me fizeste,
É justo, porque muito te devi.

Em que seda de afagos me envolvi
Quando entraste, nas tardes que apareceste!
Como fui de percal quando me deste
Tua boca a beijar, que remordi...

Pensei que fosse o meu o teu cansaço ---
Que seria entre nós um longo abraço
O tédio que, tão esbelta, te curvava...

E fugiste... Que importa? Se deixaste
A lembrança violeta que animaste,
Onde a minha saudade a Cor se trava?...

                      Mário de Sá-Carneiro


publicado por Jorge Soares às 07:29
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Terça-feira, 26 de Maio de 2009

Ainda o quintal da minha mãe:Orquídeas

Orquídea amarela

Orquidea laranja e rosa

Orquídea Pink

Orquídeas castanhas

Orquídeas 

Um ramalhete de orquídeas coloridas, que a minha mãe tem para todos os gostos.

Alviães, Palmaz, Oliveira de Azeméis

Abril de 2009


publicado por Jorge Soares às 18:36
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Quinto Poema do pescador

Monumento aos pescadores, Setúbal

 

Quinto Poema do pescador

 

Eu não sei de oração senão perguntas 

ou silêncios ou gestos de ficar 
de noite frente ao mar não de mãos juntas 
mas a pescar. 
Não pesco só nas águas mas nos céus 
e a minha pesca é quase uma oração 
porque dou graças sem saber se Deus 
é sim ou não. 


Manuel Alegre 

 

Fim de tarde em Setúbal

Monumento ao Pescador, Setúbal

Março de 2009

 

 

Mar 22, 2009. Câmara: SONY.  Modelo: DSLR-A350. ISO: 100. Exposição: 1/125 seg. Abertura: 9.0. Extensão focal: 55mm. Flash utilizado: Não

 


publicado por Jorge Soares às 07:53
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Segunda-feira, 25 de Maio de 2009

Mar Português

Mar do Algarve

Mar Português

Mar do Algarve, Carvoeiro

Mar do Algarve, Carvoeiro

Praias do Algarve

 

Mar do Algarve, Mar Português

Carvoeiro, Lagoa, Algarve

Abril de 2009


publicado por Jorge Soares às 19:48
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Domingo, 24 de Maio de 2009

Detalhes da Irlanda:Crosshaven

Crosshaven

Crosshaven, Cork, Irlanda

Crosshaven, Irlanda

Crosshaven, Carrigaline, Irlanda

Crosshaven, Irlanda

Crosshaven, Carrigaline, Cork, Irlanda 

Num dia de chuva, Crosshaven, Cork, Irlanda

Abril de 2009


publicado por Jorge Soares às 12:55
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Sábado, 23 de Maio de 2009

De tarde

 Papoila

 

De tarde

 

Naquele pic-nic de burguesas,
Houve uma coisa simplesmente bela,
E que, sem ter história nem grandezas,
Em todo o caso dava uma aguarela.

Foi quando tu, descendo do burrico,
Foste colher, sem imposturas tolas,
A um granzoal azul de grão-de-bico,
um ramalhete rubro de papoulas.

Pouco depois, em cima duns penhascos,
Nós acampámos, inda o Sol se via;
E houve talhadas de melão, damascos,
E pão-de-ló molhado em malvasia.

Mas, todo púrpuro a sair da renda
Dos teus dois seios como duas rolas,
Era o supremo encanto da merenda
O ramalhete rubro das papoulas!

 

Cesário Verde, O Livro de Cesário Verde, Biblioteca Ulisseia de Autores Portugueses, 1995

 

Obrigado Otilia

 

Num dia de chuva em Setúbal, uma papoila molhada.

Setúbal, Maio de 2009


publicado por Jorge Soares às 22:16
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Detalhes da Irlanda:O despontar da Primavera

O despontar da primavera em Carrigaline, Irlanda

A atureza a renascer, Carrigaline, Cork, Irlanda

O despontar da Primavera, Cork, Irlanda

A natureza é linda!

O despontar da Primavera, Carrigaline, Cork, Eire 

A natureza renasce, o despontar da Primavera em Carrigaline, Cork, Irlanda

Abril de 2009


publicado por Jorge Soares às 10:51
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Lágrima de preta

Lágrima de preta

 

Lágrima de preta

Encontrei uma preta
que estava a chorar,
pedi-lhe uma lágrima
para a analisar.

Recolhi a lágrima
com todo o cuidado
num tubo de ensaio
bem esterilizado.

Olhei-a de um lado,
do outro e de frente:
tinha um ar de gota
muito transparente.

Mandei vir os ácidos,
as bases e os sais,
as drogas usadas
em casos que tais.

Ensaiei a frio,
experimentei ao lume,
de todas as vezes
deu-me o que é costume:

nem sinais de negro,
nem vestígios de ódio.
Água (quase tudo)
e cloreto de sódio.
 

António Gedeão 


publicado por Jorge Soares às 00:18
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Sexta-feira, 22 de Maio de 2009

Papoilas vermelhas

 Flores silvestres... papoilas

Papoila

Papoila vermelha

Papoila

Papoila

 

Gosto de sair de casa com a máquina a tiracolo e ir por aí, na parte de trás de onde vivo passa um ribeiro, há uns dias atrás ainda corria um fino rego de água, acho que hoje já não corre nenhuma....  mas as margens continuam mais ou menos assim, vestidas com as cores da Primavera....a natureza é linda, basta saber olhar.

 

Papoilas vermelhas

Setúbal, Abril de 2009

 

 


publicado por Jorge Soares às 19:04
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Quinta-feira, 21 de Maio de 2009

Algar Seco

Lua de Abril

Algar Seco, Carvoeiro, Algarve

Algar Seco, Algarve

Algar Seco

Algar Seco

 

Algar Seco, Carvoeiro, Algarve

Abril de 2009

 

 


publicado por Jorge Soares às 19:36
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Eu me ausento de ti, meu pátrio Sado

Eu me ausento de ti meu pátrio Sado- Bocage

 

Eu me ausento de ti, meu pátrio Sado, 

Mansa corrente deleitos, amena, 
Em cuja praia o nome de Filena 
Mil vezes tenho escrito, e mil beijado: 

Nunca mais me verás entre o meu gado 
Soprando a namorada e branda avena, 
A cujo som descias mais serena, 
Mais vagarosa para o mar salgado: 

Devo enfim manejar por lei da sorte 
Cajados não, mortíferos alfanges 
Nos campos do colérico Mavorte; 

E talvez entre impávidas falanges 
Testemunhas farei da minha morte 
Remotas margens, que humedece o Ganjes. 

Bocage, in 'Rimas'

 

Fotografia tirada na Baixa de Setúbal num fim de tarde de Abril de 2009


publicado por Jorge Soares às 11:19
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Quarta-feira, 20 de Maio de 2009

Ainda as flores silvestres do Algarve

Esteva vermelha... flores do Algarve

Flor de esteva, florees silvestres do Algarve

Flores silvestres no Algarve

Flores silvestres, a Primavera no Algarve

Flores Silvestres.. chuchu-mel.. Algarve

 

Das falésias à beira mar no Algarve, flores silvestres

Carvoeiro, Lagoa, Algarve

Abril de 2009


publicado por Jorge Soares às 18:46
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Vem sentar-te comigo Lídia, à beira do rio.

Vem sentar-te comigo Lidia.. à beira Rio - Fernando Pessoa

 


Vem sentar-te comigo Lídia, à beira do rio.
Sossegadamente fitemos o seu curso e aprendamos
Que a vida passa, e nao estamos de maos enlaçadas.
                  (Enlacemos as maos.)

Depois pensemos, crianças adultas, que a vida
Passa e nao fica, nada deixa e nunca regressa,
Vai para um mar muito longe, para ao pé do Fado,
                  Mais longe que os deuses.

Desenlacemos as maos, porque nao vale a pena cansarmo-nos.
Quer gozemos, quer nao gozemos, passamos como o rio.
Mais vale saber passar silenciosamente
                  E sem desassosegos grandes.

Sem amores, nem ódios, nem paixoes que levantam a voz,
Nem invejas que dao movimento demais aos olhos,
Nem cuidados, porque se os tivesse o rio sempre correria,
                   E sempre iria ter ao mar.

Amemo-nos tranquilamente, pensando que podiamos,
Se quiséssemos, trocar beijos e abraços e carícias,
Mas que mais vale estarmos sentados ao pé um do outro
                   Ouvindo correr o rio e vendo-o.

Colhamos flores, pega tu nelas e deixa-as
No colo, e que o seu perfume suavize o momento -
Este momento em que sossegadamente nao cremos em nada,
                   Pagaos inocentes da decadencia.

Ao menos, se for sombra antes, lembrar-te-as de mim depois
sem que a minha lembrança te arda ou te fira ou te mova,
Porque nunca enlaçamos as maos, nem nos beijamos
                    Nem fomos mais do que crianças.

E se antes do que eu levares o óbolo ao barqueiro sombrio,
Eu nada terei que sofrer ao lembrar-me de ti.
Ser-me-ás suave à memória lembrando-te assim - à beira-rio,
                    Pagã triste e com flores no regaço.

                                           Ricardo Reis

Fotografia tirada em Crosheaven, Irlanda, no passeio frente ao rio estava este banco original, não resisti... assim como não resisti ao poema do Fernando Pessoa.... 

Jorge Soares

 


publicado por Jorge Soares às 00:59
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Terça-feira, 19 de Maio de 2009

Detalhes da Primavera:Flores do Algarve

Flores do Algarve

Flores do Algarve

Flores do Algarve

Flores do Algarve

Flores do Algarve

 

Dos meus passeios pelas arribas e junto ao mar, para além de muitas gaivotas, ficaram estas, flores silvestres do Algarve.

 

Carvoeiro, Lagoa, Algarve

Abril de 2009


publicado por Jorge Soares às 19:15
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Praia

Sophia de Mello Breyner, Praia

 

Praia

 

Na luz oscilam os múltiplos navios

Caminho ao longo dos oceanos frios

 

As ondas desenrolam os seus braços

E brancas tombam de bruços

 

A praia é lis e longa sob o vento

Saturada de espaços e maresia

 

E para trás fica o murmúrio

Das ondas enroladas como búzios.

 

Sophia de Mello Breyner

 


publicado por Jorge Soares às 07:23
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Segunda-feira, 18 de Maio de 2009

Detalhes da primavera:a flor e o insecto

A flor  e o bichinho

A flor e o bichinho

Flores silvestres

A flor e o insecto

 

Ainda os meus passeios a pé pelo sopé da Serra da Arrábida, uma bela flor e o seu pequeno visitante

Setúbal, Abril de 2009


publicado por Jorge Soares às 19:15
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El silencio del mar!

El silencio del Mar - Mario Benedetti

 

El silencio del mar

brama un juicio infinito

más concentrado que el de un cántaro

más implacable que dos gotas

 

ya acerque el horizonte o nos entregue

la muerte azul de las medusas

nuestras sospechas no lo dejan

 

el mar escucha como un sordo

es insensible como un dios

y sobrevive a los sobrevivientes

 

nunca sabré que espero de él

ni que conjuro deja en mis tobillos

pero cuando estos ojos se hartan de baldosas

y esperan entre el llano y las colinas

o en calles que se cierran en más calles

entonces sí me siento náufrago y sólo el mar puede

salvarme

 

Mario Beneddeti

 

O escritor uruguaio Mario Benedetti morreu hoje na sua casa de Montevideu, informou a família. Deixa mais de 80 obras: romance, poesia e conto. No ano passado publicou "Testemunha de um mesmo" e em Setembro disse aos jornalistas que estava a terminar um livro de poesia chamado "Biografia para encontrar-se", escreve o site da televisão brasileira Globo.

 

Jorge

 


publicado por Jorge Soares às 00:23
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Domingo, 17 de Maio de 2009

Detalhes da Irlanda:Os patos no lago de Carrigaline

O lago, os cisnes e os patos

Os patos

Os patos

Os patos

Os Patos de Carrigaline 

Os patos no lago em Carrigaline, Cork, Irlanda

Abril de 2009


publicado por Jorge Soares às 15:18
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Sábado, 16 de Maio de 2009

Amarelo

Amarelo flor

Flores amarelas

Amarelo

A abelha nas flores amarelas 

De volta ao quintal da minha mãe, as flores amarelas e a abelha.

Alviães, Palmaz, Oliveira de Azeméis, Aveiro

Abril de 2009


publicado por Jorge Soares às 17:44
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Sexta-feira, 15 de Maio de 2009

Fim de tarde no Carvoeiro

Fim de tarde no carvoeiro

Fim de tarde no Carvoeiro

Carvoeiro, Lagoa, Algarve

Praia do Carvoeiro

Gaivota 

Fim de tarde no Carvoeiro, Lagoa, Algarve

Abril de 2009


publicado por Jorge Soares às 21:26
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Luna de Abril

 

Luna de Abril, Andrés Eloy Blanco

 

Luna de abril, descotada,
con aguazal circunscrito,
desnuda, con desnudez
pura de pecho con niño.
Luna llena, ubre de vaca,
con lucero becerrillo;
¡qué puro se pone el pecho
cuando se le cuelga el niño!

Esta noche yo no siento
ni sombra de odio por nadie
ni pena de verme preso,
ni ganas de que me quiten
los grillos que me pusieron.

Nada hay más impuro, nada,
que el pecho de las mujeres,
pero no hay nada más puro
ni mejor para mirarlo
que un pecho fuera del pecho
y un niño al lado.

 

Andrés Eloy Blanco

 

Fotografia na praia dos 3 irmãos, Alvor, Algarve

Abril de 2009

 

 


publicado por Jorge Soares às 00:03
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Quinta-feira, 14 de Maio de 2009

Joaninha Avoa Avoa

Joaninha

A voa A voa, Joaninha

Joaninha

Joaninha

Joaninha na flor amarela

 

Joaninha voa voa
Joaninha voa voa
Que o teu pai está em Lisboa
A tua mãe no Moinho
A comer pão com toucinho
Joaninha voa voa 
Que o teu pai está em Lisboa
Com um rabinho de sardinha
Para comer, que mais não tinha

 

Ainda o quintal da minha mãe, as joaninhas que por lá andavam

 

Alviães,Palmaz, Oliveira de Azeméis, Aveiro

Abril de 2009


publicado por Jorge Soares às 18:11
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