Sexta-feira, 31 de Julho de 2009

Num dia de chuva .....

Flores da Irlanda

Flores da Irlanda

Flores

Flores da Irlanda

Tulipas vermelhas 

.... as cores das flores da Irlanda.

 

Agora que por estes lados o calor aperta, até sinto saudades da chuva e dos dias frescos da Irlanda... apesar da chuva, as flores são lindas.

 

Carrigaline, Cork, Irlanda

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 19:42
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Quinta-feira, 30 de Julho de 2009

Mar de Portugal:Foz do Porto

Mar do Norte, Porto Portugal

Mar de Portugal, Foz do Porto

Foz do Porto

Mar na Foz do Porto

Mar do Porto 

Dia de Verão na Foz do Porto, sol, calor, vento e ondas.

 

Porto, Julho de 2009

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 18:52
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Rosa Branca

Rosa Banca 

 

 De Rosa ao peito na roda

Eu bailei com quem calhou
Tantas voltas dei bailando
Que a rosa se desfolhou

Quem tem, quem tem
Amor a seu jeito
Colha a rosa branca
Ponha a rosa ao peito

Ó roseira, roseirinha
Roseira do meu jardim
Se de rosas gostas tanto
Porque não gostas de mim?

 

Mariza

 

Podem escutar a Mariza a cantar Rosa Branca, aqui

 

Bragança

Julho de 2009

Jorge Soares

 

Jul 25, 2009, Câmara: SONY  DSLR-A350, ISO: 100, Exposição: 1/1250 seg., Abertura: 5.6, xtensão focal: 55mm

E


publicado por Jorge Soares às 10:58
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Quarta-feira, 29 de Julho de 2009

Setúbal:Fim de tarde no Castelo de São Felipe

Fim de tarde no castelo de São Felipe

A Baia de Setúbal desde o Castelo de São Felipe

Fim de tarde desde o Castelo de São Felipe, Setúbal, os moinhos

O Castelo de São Felipe, Setúbal

Castelo de São Felipe 

 

Fim de tarde no Castelo de São Felipe, Setúbal

Julho de 2009

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 19:13
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A grande Alegria

 A grande alegria


Poema da grande alegria

Olhavas-me tanto
E estavas tão perto de mim
Que, no meu êxtase,
Nem sabia qual fosse
Cada um de nós...
Era num lugar tão longe
Que nem parecia neste mundo...
Num lugar sem horizontes,
Onde, sobre águas imóveis,
Havia lótus encantados...
Vinham de mais longe...
De ainda mais longe,
Músicas sereníssimas,
Imateriais como silêncios...
Músicas para se ouvirem com a alma, apenas...
E tudo, em torno,
Eram purificações...
Não sei para onde me levavas:
Mas aqueles caminhos pareciam
Os caminhos eternos
Que vão até o último sol...
E eu me sentia tão leve
Como o pensamento de quem dorme...
Eu me sentia com aquela outra Vida
Que vem depois da vida...
Eleito, ó Eleito,
Eu queria ficar sonhando
Para sempre,
Tão perto de Ti
Que, no meu êxtase,
Nem se pudesse saber
Qual fosse cada um de nós...

 

Cecília Meireles
(1901-1964)

 

Óbidos, Vila do Natal

Janeiro de 2009

 

Jan 3, 2009, Câmara: SONY DSLR-A350,ISO: 125,Exposição: 1/50 seg.,Abertura: 5.0,Extensão focal: 28mm,Flash: Não

 


publicado por Jorge Soares às 07:57
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Terça-feira, 28 de Julho de 2009

Hisbiscus ao fim de tarde

 

Flores ao fim de tarde

Flores

Hisbiscus laranja

Hisbiscus Branco 

Num dos meus passeios de fim de tarde, quando o sol já se escondeu para os lados da Arrábida, algures numa rua de Setúbal, Hisbiiscus num quintal.

 

Setúbal, Julho de 2009

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 18:31
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Segunda-feira, 27 de Julho de 2009

O bichinho das pintas pretas e a flor amarela....

Bichos no Alentejo

As flores amarelas e os insectos

a flor amarela e o insecto no alentejo

O insecto e a flor amarela 

 

Portalegre

Julho de 2009


publicado por Jorge Soares às 19:53
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Domingo, 26 de Julho de 2009

Bungavilias vermelhas

Bungavillia

Bungavillias vermelhas

Bungavillia vermelha

Bungavillias vermelhas 

 

Bungavillias Vermelhas

Portalegre, Julho de 2009

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 22:27
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Sábado, 25 de Julho de 2009

De Vermelho:Resistir às pétalas húmidas, quem?

Rosa vermelha 

DE VERMELHO

Espaço intocado entre terra e céu
Guardado numa massa corpórea
Possui alma, flor oculta ao léu
Oriunda do éden, fantasia etérea

Abaixo da cintura rosa sem candura
Vibra ao imaginar-se desejada
Exalando inebriante odor, tão pura...
E as falenas voam encantadas

Jardim das maravilhas no além
A ser desbravado por alguém
Atrevido ou em mesuras e galanteios

Resistir às pétalas úmidas, quem?
Tão núbil, graça que outra não tem
Vestida de vermelho, bombom e recheio!

 

Tânia Mara Camargo

 

Abril de 2009

Jorge Soares

 

Apr 4, 2009, Câmara: SONY DSLR-A350, ISO: 400, Exposição: 1/125 seg., Abertura: 5.6, Extensão focal: 100mm, Flash utilizado: Sim


publicado por Jorge Soares às 14:32
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Sexta-feira, 24 de Julho de 2009

Ataque aéreo?

Ataque aéreo? 

 

Por vezes acontece, estava a focar o bichinho das pintas pretas e nem dei pela rápida aproximação do invasor aéreo, que parou na flor ao lado, mas assim de repente, parece um ataque aéreo fulminante

 

É nestas alturas que fico a pensar que deveria ter uma lente de macros..... já viram a fotografia que daria se estivessem os dois nitidos?

 

Bom fim de semana a todos

Portalegre

Julho de 2009

 

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 16:50
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Quinta-feira, 23 de Julho de 2009

Num dia de calor no Alentejo ......

Fas ultimas flores do verão

O bichinho e as flores amarelas

As flores e o bichinho amarelo

As ultimas flores do Alentejo

O bichinho amarelo, Portalegre 

 

... debaixo das oliveiras já tudo é castanho e seco, não restam pastos só um pouco de verde pintalgado de amarelo, as ultimas flores antes que os mais de 30 graus terminem por secar mesmo tudo.

 

Parei a experimentar umas macros, de repente reparei nas pintas negras por entre o amarelo das pequenas flores... e aqui está ele.

 

Portalegre

Julho de 2009

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 19:37
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Ilusão perdida

 A espera

 

Florida ilusão que em mim deixaste 
a lentidão duma inquietude 
vibrando em meu sentir tu juntaste 
todos os sonhos da minha juventude. 

Depois dum amargor tu afastaste-te, 
e a princípio não percebi. Tu partiras 
tal como chegaste uma tarde 
para alentar meu coração mergulhado 

na profundidade dum desencanto. 
Depois perfumaste-te com meu pranto, 
fiz-te doçura do meu coração, 

agora tens aridez de nó, 
um novo desencanto, árvore nua 
que amanhã se tornará germinação. 

Pablo Neruda, in 'Cadernos de Temuco' 
Tradução de Albano Martins

 

 

 
Setúbal

Março de 2009

 

Jorge Soares

 

Mar 21, 2009,Câmara: SONY DSLR-A350,ISO: 100,Exposição: 1/320 seg.,Abertura: 9.0Extensão focal: 55mm

 


publicado por Jorge Soares às 01:13
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Quarta-feira, 22 de Julho de 2009

Ao mau tempo ... flores lilás

Flores a contraluz.. lilás

Flores, contraluz, Lilás

Lilás, flores

Flores lilás

 

 

Parece que o lilás é a cor da moda, não é por moda mas gosto especialmente destas flores, gosto do contraste entre a combinação do lilás e amarelo com o verde vivo das folhas, e num dia farrusco e triste como o de hoje...... ao mau tempo, Flores!

 

Setúbal, Julho de 2009


publicado por Jorge Soares às 17:59
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Alentejo floriste e eles envelhecem

O velho alentejano 

Alentejo floriste e eles envelhecem 


Enrolo-me nos raios suaves do sol pôr
Esqueço a tarde, não vejo o tempo passar 
Nem tão pouco os pássaros a se abrigar
Esqueço o verão, o campo e o sol abrasador

Olho-te Alentejo, eterno grande amor
Sinto cada ruga socalcos no olhar
Daquele velho sentado a dormitar
Pensando esconder a mágoa no calor

Da juventude que um dia te entregou
Quando acreditava em ti, pó e sangue
Todos os anseios e ideais em vida soterrou

Amordaçou o sentir na lágrima que correu
Assim te regou com o seu próprio sangue
Alentejo floriste e ele envelheceu


ANTONIA RUIVO

 

Vila Nova de Milfontes, Odemira

Junho de 2009


Jun 13, 2009, Câmara: SONY DSLR-A350, ISO: 100, Exposição: 1/160 seg., Abertura: 7.1, Extensão focal: 70mm


publicado por Jorge Soares às 07:55
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Terça-feira, 21 de Julho de 2009

Mar do Alentejo, Mar Português

Praia do Malhão

Praia do Malhão, mar do Alentejo

Mar do Alentejo, Praia do Malhão

Praia do Malhão 

 

Praia do Malhão, Vila Nova de Milfontes, Odemira

Julho de 2009


publicado por Jorge Soares às 18:17
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Rosa pálida

Uma rosa

 

 

Rosa pálida, em meu seio 
Vem, querida, sem receio 
Esconder a aflita cor. 
Ai!, a minha pobre rosa! 
Cuida que é menos formosa 
Porque desbotou de amor. 

Pois sim... quando livre, ao vento, 
Solta de alma e pensamento, 
Forte de tua isenção, 
Tinhas na folha incendida 
O sangue, o calor e a vida 
Que ora tens no coração. 

Mas não eras, não, mais bela, 
Coitada, coitada dela, 
A minha rosa gentil! 
Coravam-na então desejos, 
Desmaiam-na agora os beijos... 
Vales mais mil vezes, mil. 

Inveja das outras flores! 
Inveja de quê, amores? 
Tu, que vieste dos Céus, 
Comparar tua beleza 
Às filhas da natureza! 
Rosa, não tentes a Deus. 

E vergonha!... de quê, vida? 
Vergonha de ser querida, 
Vergonha de ser feliz! 
Porquê?... porquê em teu semblante 
A pálida cor da amante 
A minha ventura diz? 

Pois, quando eras tão vermelha 
Não vinha zângão e abelha 
Em torno de ti zumbir? 
Não ouvias entre as flores 
Histórias dos mil amores 
Que não tinhas, repetir? 

Que hão-de eles dizer agora? 
Que pendente e de quem chora 
É o teu lânguido olhar? 
Que a tez fina e delicada 
Foi, de ser muito beijada, 
Que te veio a desbotar? 

Deixa-os: pálida ou corada, 
Ou isenta ou namorada, 
Que brilhe no prado flor, 
Que fulja no céu estrela, 
Ainda é ditosa e bela 
Se lhe dão só um amor. 

Ai!, deixa-os, e no meu seio 
Vem, querida, sem receio 
Vem a frente reclinar. 
Que pálida estás, que linda! 
Oh!, quanto mais te amo ainda 
Dês que te fiz desbotar. 

Almeida Garrett, in 'Folhas Caídas'

 


Num dos meus passeios de fim de tarde de verão, algures numa avenida em Setúbal, uma rosa num quintal... linda!
 
Jorge Soares
 
Jul 2, 2009, Câmara: SONY , DSLR-A350,ISO: 400,Exposição: 1/200 seg.,Abertura: 5.0,Extensão focal: 160mm

publicado por Jorge Soares às 07:59
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Segunda-feira, 20 de Julho de 2009

A abelha e a flor amarela

A abelha

A abelha e a flor amarela

A abelha

A abelha na flor amarela 

Fim de tarde de um dia nublado no Jardim da Algodeia, a abelha e a flor amarela.

Setúbal, Julho de 2009

Jorge Soares


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Domingo, 19 de Julho de 2009

Setúbal à noite:Praça du Bocage

Praça du Bocage à noite

Camara Municipal de Setúbal

Praça du Bocage à noite, Setúbal

Praça du Bocage à noite, igreja de São Julião

Setúbal à noite, Bucage 

Setúbal, Julho de 2009

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 11:50
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Sábado, 18 de Julho de 2009

Fim de tarde em Setúbal

Setúbal à noite

Monumento a Luisa Todi

Calçada na Luisa Tody, Setúbal

Setúbal à noite, Luisa Tody 

 

Fim de tarde em Setúbal

 

Julho de 2009

Jorge Soares

 


publicado por Jorge Soares às 20:20
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Sexta-feira, 17 de Julho de 2009

Fonte das Ninfas

Fonte das ninfas

Fonte das Ninfas, Setúbal

Fonte das ninfas, Luisa Tody, Setúbal

Fonte das Ninfas, Setúbal

Fonte das Ninfas, Luisa Tody, Setúbal

 

 

Num passeio de fim de tarde até à baixa de Setúbal, quando cheguei à fonte já o sol se tinha posto. As obras da Polis de Setúbal deram um ar mais arranjado à fonte, está bonita e muito melhor enquadrada... tenho que lá ir de dia.

 

Setúbal, Julho de 2009

Jorge Soares 


publicado por Jorge Soares às 19:15
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Quando as crianças brincam

Criança a correr na praia

 

Quando as crianças brincam
E eu as ouço brincar,
Qualquer coisa em minha alma
Começa a se alegrar


 

E toda aquela infância
Que não tive me vem,
Numa onda de alegria
Que não foi de ninguém.


Se quem fui é enigma,
E quem serei visão,
Quem sou ao menos sinta

Isto no meu coração. 

 

Fernado Pessoa

 

Praia do Meco, Sesimbra, Setúbal

Novembro de 2008

 

Jorge Soares

 

Nov 9, 2008, Câmara: SONY,DSLR-A350, ISO: 100, Exposição: 1/400 seg., Abertura: 11.0, Extensão focal: 70mm


publicado por Jorge Soares às 07:43
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Quinta-feira, 16 de Julho de 2009

Fim de tarde à beira mar

 Algar Seco, Algarve

Algar Seco, Algarve

Gaivota

Gaivota a ver o mar, Carvoeiro, Algarve

Fim de tarde à beira mar

 

 

Gosto da luz do fim do dia, a luz dourada do pôr do sol torna as coisas mágicas... gosto

 

Fim de tarde no Algar Seco, Carvoeiro, Lagoa, Algarve

 

Abril de 2009


publicado por Jorge Soares às 19:05
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Cata-vento

Catavento 

Vento do Sul,
moreno, ardente,
vens sobre minha carne,
trazendo-me semente
de brilhantes
olhares, encharcados
de flores de laranjeira.

Tornas vermelha a lua
e soluçantes
os álamos cativos, porém vens 
demasiado tarde!
Já enrolei a noite de meu conto
ali na estante!

Sem nenhum vento,
presta-me atenção!
gira, coração;
gira, coração.

Vento do Norte,
urso branco do vento!
Vens sobre minha carne
tiritante de auroras
boreais,
com teu manto de espectros
capitães,
e rindo-te, aos gritos
do Dante.
Oh! polidor de estrelas!
Porém vens
demasiado tarde.
Meu armário está musgoso
e lhe pedi a chave. 

Sem nenhum vento,
presta-me atenção!
gira, coração;
gira, coração.
Brisas, gnomos e ventos
de nenhuma parte.
Mosquitos da rosa
de pétalas pirâmides.
Alísios desmamados
entre as árvores rudes,
flautas entre a tormenta,
deixai-me!
Possui fortes cadeias
minha recordação,
e está cativa a ave
que desenha com trinos
a tarde.

As coisas que se vão não voltam nunca,
toda a gente bem sabe,
e em meio à clara multidão dos ventos
é inútil queixara-se.
Choupo, maestro da aura, não é certo?
É inútil queixar-se!
Sem nenhum vento,
presta-me atenção!
gira,coração;
gira, coração.


Federico Garcia Lorca
Granada 1.920

 

Portalegre, Julho de 2009

Jorge Soares

Jul 11, 2009, Câmara: SONY DSLR-A350, ISO: 100, Exposição: 1/160 seg., Abertura: 13.0, Extensão focal: 70mm


publicado por Jorge Soares às 07:50
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Quarta-feira, 15 de Julho de 2009

A borboleta nas Dunas

Borboleta nas dunas

Borboleta nas dunas

Borboleta nas dunas da praia do Malhão

Borboleta nas dunas

Borboleta nas dunas

 

Nas Dunas da Praia do Malhão, Vila Nova de Milfontes, Odemira

Junho de 2009 

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 18:39
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Portalegre:Capela do Calvário

Capela do Calvário, Portalegre

 

Alguns historiadores afirmam desconhecer a data da sua edificação, sendo-lhe atribuídos os séculos XVII, XVIII, como prováveis da construção da capela. É, portanto, uma incógnita que persiste.

Tem um altar com imagens aderentes e dois oratórios escavados nas esquinas que se dobram um pouco além da porta principal.

Colocado num ponto elevado, tem no adro um cruzeiro de pedra mármore, assente numa base quadrada, e sobre ela uma circunferência também em mármore, com caveiras esculpidas.

Na frontaria tem cruzes de azulejos, com inscrições referentes aos Passos da Paixão.

Em tempos, fazia-se uma procissão de Portalegre até ao calvário. Os penitentes que nela tomavam parte caminhavam de cara tapada e cada qual levava o peso que julgava capaz, para aliviar o seu pecado: madeiros aos ombros, pedras e correntes presas às pernas.

Numa daquelas procissões em Portalegre, reza a história, que um penitente entrou numa pequena casa quase ao pé do calvário e deu o seu fim a um menino de berço, porque a mãe o rejeitara e casara com outro. Tal procissão, terminou deste esse acontecimento.

Via Wikipédia
 
Portalegre, Julho de 2009
 
Jorge Soares
Jul 11, 2009, Câmara: SONY DSLR-A350, ISO: 100, Exposição: 1/250 seg., Abertura: 13.0, Extensão focal: 35mm


publicado por Jorge Soares às 08:02
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Terça-feira, 14 de Julho de 2009

Porque a natureza é sempre linda

Flores de Julho

Julho em Setúbal

Flores de Julho

Flores de Julho

Flores de Julho 

A natureza é fantástica, sempre bela, mesmo quando simples e singela, ... basta olharmos.

 

Num fim de tarde de um dia nublado no Jardim da Algodeia

Setúbal

Julho de 2008

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 19:16
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Segunda-feira, 13 de Julho de 2009

Monumento Antifascismo 2

 

Monumento anti-fascista, Setubal

 

O monumento é constituído por três tetrapodes de ferro, idênticos aos que são utilizados na protecção das zonas portuárias e costeiras, que serão amarrados com centenas de metros de cordas e correntes, pesa mais de 10 toneladas e tem cerca 12 metros de altura.

 

O projecto, elaborado há 37 anos mas nunca concretizado, foi oferecido pelo escultor José Aurélio à Câmara Municipal de Setúbal na sequência do interesse manifestado por uma comissão pró-monumento, que se propôs homenagear os antifascistas setubalenses que lutaram contra o antigo regime do estado novo.

 

Para o autor, José Aurélio, os tetrapodes, que resistem ao avanço da mar nas zonas costeiras, simbolizam a resistência ao regime totalitário e as cordas e correntes representam o elemento humano, essencial a essa resistência.

 

Na base pode ler-se:

 

"Aos resistentes que com a sua acção lutaram e lutam contra o fascismo, pela Liberdade, pela Democracia e pela Paz. 25 de Abril sempre!".

 

Foi inaugurado a 25 de Abril de 2005

 

Setúbal, Julho de 2009

 

Jul 2, 2009, Câmara: SONY DSLR-A350, ISO: 100, Exposição: 1/50 seg., Abertura: 5.6, Extensão focal: 18mm Flash utilizado: Não


publicado por Jorge Soares às 21:50
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Monumento antifascismo

O monumento da Luisa Todi

Monumento na Luisa Todi

Monumento na Luisa Todi, Setúbal

Monumento na Luisa Tody, Setúbal 

 

Fim de tarde na Avenida Luisa Tody em Setúbal

 

Monumento Anti-Fascismo

Julho de 2009

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 19:08
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O cisne

O cisne 

O cisne, quando sente ser chegada
A hora que põe termo a sua vida,
Música com voz alta e mui subida
Levanta pela praia inabitada.

Deseja ter a vida prolongada
Chorando do viver a despedida;
Com grande saudade da partida,
Celebra o triste fim desta jornada.

Assim, Senhora minha, quando via
O triste fim que davam meus amores,
Estando posto já no extremo fio,

Com mais suave canto e harmonia
Descantei pelos vossos desfavores
La vuestra falsa fé y el amor mio.

 

Luis Vaz de Camões

 

Aug 19, 2008, Câmara: SONY , Modelo: DSLR-A350, ISO: 100, Exposição: 1/250 seg., Abertura: 6.3 Extensão focal: 55mm

 

Parque  Terra Nostra, Furnas, Povoação, São Miguel, Açores


publicado por Jorge Soares às 07:59
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Domingo, 12 de Julho de 2009

Igreja do Bonfim, Portalegre

Igreja do Bonfim, Portalegre

Igreja do Bonfim, Portalegre

 

Fachada principla, igreja do Bonfim, Portalegre

Janela, Igreja do Bonfim, Portalegre

Porta lateral, Igreja do Bonfim 

Ao fim de 16 anos de governo do Bispado portalegrense, D. Diogo Correia, 4º prelado da Diocese, foi habitar uma quinta perto da cidade de Portalegre, que por isso passou a chamar-se Quinta do Bispo.

Reza a tradição que foi nela que D. Diogo modelou a imagem representando Ecce Homo, que mandou colocar em determinado ponto da quinta. A imagem, feita de barro, por muito tempo conservou a cor natural. D. Diogo morreu na dita quinta a 9 de Outubro de 1614.

Em 1714, alguns devotos mandaram encarnar a imagem, e ao mesmo tempo construiu para ela um pequeno nicho, o qual mais tarde foi transformado na actual Igreja, que passou a ser protegida pela esposa de D. João V e passou a ter o título de Real Igreja do Bonfim, a qual encerra uma decoração de talha e pinturas de valor incalculável,

D. Álvaro Pires de Castro Noronha, Bispo de Portalegre, nomeado por D. João V, lançou a primeira pedra para a sua fundação, em 21 de Dezembro de 1721.

Tinha irmandade com 24 deputados, 12 clérigos, 12 seculares e Sua Majestade e Protectora.

Os paramentos eram ricos, brancos de tela de prata.

Tinham os seguintes altares: Senhora da Luz, Senhor do Bonfim e Senhora do Amparo.

Em 1852 a Igreja foi restaurada.

Foi outrora centro de romarias e actualmente realizam-se junto desta igreja as festas do Senhor do Bonfim no último domingo de Setembro. 

 

Fonte, Wikipédia

 

Portalegre, Julho de 2009


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