Sábado, 31 de Outubro de 2009

Sintra numa tarde de Outono

Palácio de Monserrate, Sintra

O castelo dos Mouros entre as Brumas

Fonte

Sintra, O centro da Vila

Sintra, Lanterna 

Sintra, Outubro de 2009

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 14:40
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Sexta-feira, 30 de Outubro de 2009

Também gosto de coisas simples

Coisas simples

Coisas simples, a abelha e a espiga

Coisas simples e belas

A abelha e a espiga, a beleza da simplicidade

A bela e a espiga 

 

Aqui está-se sossegado,  
Longe do mundo e da vida,  
Cheio de não ter passado,  
Até o futuro se olvida.  
Aqui está-se sossegado. 

 

Fernando Pessoa

 

Ainda o quintal da minha mãe

Alviães, Oliveira de Azemeis, Abveiro

Outubro de 2009

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 16:31
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Eu gosto de macros .....

Detalhes 

Como se alguém não tivesse ainda percebido.

 

No mês de Outubro já não restam muitas flores, por cima de um muro as flores da hera estavam povoadas por um bando de abelhas e outros insectos, algumas das abelhas tinham verdadeiros carregamentos de pólen ...deram umas belas imagens.

 

Alviães, Palmaz, Oliveira de Azeméis, Aveiro

Outubro de 2009

Jorge Soares

 

Oct 10, 2009, Câmara: SONY DSLR-A350, ISO: 100, Exposição: 1/1000 seg., Abertura: 6.3, Extensão focal: 200mm


publicado por Jorge Soares às 10:34
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Quinta-feira, 29 de Outubro de 2009

Eu gosto do lilás

 Flores lilás

Flores lilás

Lilás

Purple.. flores lilás

Flores lilás

 

E gosto especialmente do tom de lilás destas flores...lindas

 

Do quintal da minha sogra

Portalegre

Julho de 2009


publicado por Jorge Soares às 16:52
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Quarta-feira, 28 de Outubro de 2009

Simples ....

As coisas mais simples da natureza..são as mais belas 

.. e belas

 

A natureza está cheia de coisas belas, basta olhar.

 

Alviães, Palmaz, Oliveira de Azemeis, Aveiro

Outubro de 2009

Jorge Soares

 

 

 

Oct 10, 2009 Câmara: SONY  DSLR-A350, ISO: 320, Exposição: 1/320 seg., Abertura: 5.6, Extensão focal: 200mm

 


publicado por Jorge Soares às 22:26
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Rosas do Outono

Rosas do Outono

Rosas vermelhas

Rosas do Outono

Rosas do Outono

Rosas do Outono 

 

De volta ao quintal da minha mãe, as rosas que mesmo no Outono florescem de um vermelho vivo e fantástico

 

Alviães, Palmaz, Oliveira de Azemeis, Aveiro

Outubro de 2009

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 17:16
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E o patinho feio virou ......

Ganso negro no jardim do bonfim 

.. um belo e elegante ganso.

 

Jardim do Bonfim, Setúbal

Outubro de 2009

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 08:00
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Terça-feira, 27 de Outubro de 2009

Setúbal:Pato mandarim no Bonfim

Pato Mandarim

Pato mandarim no Jardim do Bonfim

Pato mandarim em Setúbal

Patos no Jardim do Bonfim 

Casal (acho eu, que de patos percebo pouco) de patos Mandarim no Jardim do Bonfim, Setúbal

Outubro de 2009

Jorge Soares


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Libelinha

Libelinha 

Setúbal, Outubro de 2009

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 08:53
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Segunda-feira, 26 de Outubro de 2009

O pisco

O pisco 

 

O Pisco e o cuco

 

Desde Janeiro
Se alevanta o pisco
E enlevado canta
O degelo do inverno

Depois em Fevereiro
Pesquisa os valados
A acender fogueiras
De flores que estremece

E em Março sonha Outubros
De frutos maduros e novos
Olvidando sempre que o cuco
Na noite se oculta a trocar-lhe os ovos

 

Retirado da internet, não encontrei referência ao auto

 

Alviães, Palmaz, Oliveira de Azemeis, Aveiro

Outubro de 2009

Jorge Soares

 

Oct 11, 2009, Câmara: SONY , Modelo: DSLR-A350, ISO: 100, Exposição: 1/640 seg., Abertura: 7.1,Extensão focal: 200mm


publicado por Jorge Soares às 07:59
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Domingo, 25 de Outubro de 2009

Outro pato mandarim

Pato mandarim no Jardim do Bonfim 

Já aqui falei do pato mandarim, foi a propósito de um que andava no parque Urbano em São João da Madeira. Agora há um aqui bem perto de casa, no Jardim do Bonfim...acho que vai andar por cá muitas vezes .. é giro e vaidoso, não é?

 

Jardim do Bonfim, Setúbal

Outubro de 2009


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Sábado, 24 de Outubro de 2009

Insectos e flores

Abelha e flor amarela

Bicho

Bichinho vermelho

Borboleta alentejana

Borboleta Irlanda

Abelhas 

 

Flores e insectos, lindos e inseparaveis

Jorge Soares


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Sexta-feira, 23 de Outubro de 2009

A Abelha

A abelha na flor amarela

 

 

A abelha que, voando, freme sobre

A colorida flor, e pousa, quase

Sem diferença dela

À vista que não olha, 

 

 

Não mudou desde Cecrops. Só quem vive

Uma vida com ser que se conhece

Envelhece, distinto

Da espécie de que vive. 

 

 

Ela é a mesma que outra que não ela.

Só nós - ó tempo, ó alma, ó vida, ó morte! -

Mortalmente compramos

Ter mais vida que a vida.  

 

Fernando Pessoa

 

Setúbal, Abril de 2009

Jorge Soares

 

Apr 19, 2009, Câmara: SONY DSLR-A350, ISO: 100, Exposição: 1/1250 seg., Abertura: 5.6, Extensão focal: 160mm


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Quinta-feira, 22 de Outubro de 2009

Outono em Setúbal

Vista do Jardim de Albarquel

Vista do Castelo de São Felipe

Inicio de Outono em Setúbal, folhas de carvalho

Outono em Setúbal, abelha

Flores do Outono

Canoagem no Sado, Setúbal 

Inicio de Outono em Setúbal, a cidade, o Sado e a serra da arrábida

Parque urbano de Albarquel

Outubro de 2009

Jorge Soares


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Asas

Asas são para voar 

 

 

 

 

Asas servem para voar,

Para sonhar, ou para planar

Visitar, espreitar, espiar,

Mil casas do ar.

 

As asas não se vão cortar;

Asas são para combater,

Num lugar infinito no vacuo,

Para respirar o ar.

 

Asas servem para voar,

Para sonhar, ou para planar

Visitar, espreitar, espiar,

Mil casas do ar.

 

As asas não se vão cortar;

Asas são para combater,

Num lugar infinito no vacuo,

Para respirar o ar.

 

As asas são

Para proteger, te pintar

Não te esquecer,

Visitar-te, olhar-te, espreitar-te

Bem alto do ar.

 

E só quando quiseres pousar

Da paixão que te roer,

É um amor que vês nascer

Sem prazo, idade de acabar.

Não há leis para te prender

Aconteça o que acontecer.

 

Mas só quando quiseres pousar

Da paixão que te roer,

É um amor que vês nascer

Sem prazo, idade de acabar. (x2)

Não há leis para te prender

Aconteça o que acontecer.

 

Não vejo leis para te prender

Acontença o que acontecer.

Não há leis para te prender

Aconteça o que acontecer..

 

GNR

 

Jardim do Bonfim

Setúbal

Outubro de 2009

Jorge Soares

 

Oct 4, 2009, Câmara: SONY DSLR-A350, ISO: 100, Exposição: 1/500 seg., Abertura: 4.5, Extensão focal: 120mm

 


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Quarta-feira, 21 de Outubro de 2009

Cisnes no Bonfim:Asas são para voar?

Os cisnes do Bonfim

Asas abertas, cisnes do Jardim do Bonfim, Setúbal

O cisne em Setúbal

O cisne voador, Setúbal

Cisne 

Não, neste caso as asas não são para voar, mas eles fazem um estardalhaço enorme quando de um lado ao outro do lago desatam a bater as asas e levam tudo o que encontram pela frente. .é ver os pobres patos a tentar sair do caminho dos monstros brancos que afinal... não vão a lado nenhum

 

Jardim do Bonfim, Setúbal

Outubro de 2009

Jorge Soares


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Seria eterno

Flores

 

Seria eterno, se não fosse entrando 
por aquele país de solidão, 
aonde ver a luz alarga, quando 
e alarga, à volta, a vinda do verão. 

Seria eterno. Assim somente o brando 
movimento de entrar se lhe mensura, 
conforme ver, ao ir-se dilatando, 
amplia o campo útil da ternura. 

E, enquanto entra, um cântico de brisa 
lembra quanto por campos foi outrora 
tempo apagando a sua face lisa, 

qual se alisando, se apagasse a hora. 
E, indo entrando, a solidão se irisa 
e o vai esquecendo pelo tempo fora. 

Fernando Echevarría, in "Figuras" 

 

Jorge Soares

Junho de 2009

 

Jun 10, 2009, Câmara: SONY , DSLR-A350, ISO: 100, Exposição: 1/640 seg., Abertura: 5.6, Extensão focal: 200mm


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Terça-feira, 20 de Outubro de 2009

Quinta da Regaleira II

Quinta da Regaleira

Quinta da Regaleira, Sintra

Quinta da Regaleira

Quinta da Regaleira, Sintra

Quinta da Regaleira

 

Quinta da Regaleira, Sintra

Outubro de 2009

Jorge Soares 


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O lago do Jardim do Bonfim

Cisne no Jardim do Bomfim em Setúbal

 

No Jardim do Bonfim há um lago, houve um tempo em que no seu centro que havia uma fonte multicolorida que conjugava  os repuxos de agua com a musica que saía de várias colunas dispostas a toda a volta do lago, também havia um jardim escola e um café com sala de jantar envidraçada e uma esplanada no primeiro andar com vista para os repuxos do lago e para todo o jardim.

 

O café há muito que fechou, o jardim escola foi para obras, diziam que ia abrir uma escola de hotelaria e que os alunos fariam funcionar o café e um restaurante.

 

Pouco tempo antes das eleições li algures que a fonte seria reparada e colocada a funcionar, música incluída.... devo ter percebido mal, porque no lugar onde estavam os repuxos está agora o recipiente com a alimentação dos patos e cisnes, e em vários pontos do lago nasceram pequenas ilhas com vegetação.

 

Não é que eu tenha algo contra os patos e os cisnes, mas onde está a fonte reparada? e em que ano lectivo abre a escola de hotelaria?, e porque é que um jardim como este onde todos os dias há centenas de pessoas, não consegue ter um concesionário que abra o café?

 

E estes bichinhos lindos e simpáticos não estariam igual d efelizes no lago do Jardim da Algodeia que até tem agua corrente em lugar desta estagnada?

 

Eu e as minhas perguntas difíceis.

 

Jardim do Bonfim, Setúbal

Setembro de 2009

Jorge Soares

 

Oct 4, 2009, Câmara: SONY DSLR-A350, ISO: 160, Exposição: 1/400 seg., Abertura: 4.5, Extensão focal: 120mm


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Segunda-feira, 19 de Outubro de 2009

Flores no Outono

Flores da regaleira num dia de chuva

Flores num dia de chuva

Flores da Quinta da regaleira

Flores na quinta da regaleira, Sintra

Flores na Quinta da Regaleira

 

Num dia de Outono na Quinta da Regaleira, Sintra

Outubro de 2009

Jorge Soares 


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Identidade

Quinta da regaleira, o poço 

Identidade

 

Preciso ser um outro 
para ser eu mesmo 

Sou grão de rocha 
Sou o vento que a desgasta 

Sou pólen sem insecto 

Sou areia sustentando 
o sexo das árvores 

Existo onde me desconheço 
aguardando pelo meu passado 
ansiando a esperança do futuro 

No mundo que combato morro 
no mundo por que luto nasço 

 

Mia Couto, in "Raiz de Orvalho e Outros Poemas"

 

Quinta da Regaleira

Sintra, Outubro de 2009

Jorge Soares

 

Oct 5, 2009, Câmara: SONY DSLR-A350, ISO: 400, Exposição: 1/10 seg., Abertura: 3.5, Extensão focal: 18mm, Flash utilizado: Não


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Domingo, 18 de Outubro de 2009

Sintra:Quinta da Regaleira

Quinta da regaleira

Quinta da regaleira num dia de chuva

Quinta da regaleira, o poço

Quinta da Regaleira

Quinta da Regaleira 

A Quinta da Regaleira num dia de chuva

Sintra, Outubro de 2009

Jorge Soares


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Sábado, 17 de Outubro de 2009

Bragança à noite

Bragança à noite, a fonte

Bragança à noite, a fonte

O cauteleiro, bragança à noite

A torre, Bragança

O pelourinho, Bragança

 

 

Bragança, Agosto de 2009

Jorge Soares


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Sexta-feira, 16 de Outubro de 2009

O castelo do queijo

Porto, Castelo do queijo

Porto, Castelo do queijo

Porto castelo do queijo

Castelo do queijo

Porto Castelo do queijo

 No penedo do Queijo, outrora local sagrado para povos celtas que aí celebravam seus cultos, existiu primitivamente um forte, edificado no século XV.

 

O Forte do Queijo

 

Em ruínas em meados do século XVII, serviu como alicerce para esta pequena fortificação marítima, erguida às custas da Câmara Municipal da cidade do Porto durante a Guerra da Restauração da independência portuguesa, com traça do engenheiro militar francês Miguel de L´Ècole, tendo a obra sido dirigida por Fernando César de Carvalhais Negreiros (capitão da Armada Real). Sobre a sua periodização e as razões para a sua construção, aponta-se:

Não se sabe ao certo o ano em que foi fundado este Castelo de S. Francisco Xavier do Queijo; é de presumir o tenha sido pelos anos de 1661 ou 1662, estando as nossas costas ameaçadas pela armada da Galiza (Henrique Duarte de Sousa e Reis. Apontamentos para a História do Governo Militar do Porto até ao séc. XIX.)

Essas datas constam, a primeira, de um auto onde se define o local escolhido para a construção do forte, e, a segunda, de um ofício cujo texto permite depreender que, por essa altura, já as suas obras iam adiantadas.

No início do século XVIII, entretanto, em 1717, a Câmara do Porto requereu a sua desativação a D. João V (1706-1750), justificando que o castelo chamado do Queijo era inútil e supérfluo e que apenas servia para fazer uma grande despesa ao Cofre desta Cidade, no pagamento dos oficiais que se criaram para a assistência do dito Castelo, onde nunca residem, aproveitando-se da conveniência do soldo. O parecer do Conselho de Guerra do soberano, entretanto, indeferiu este requerimento em 1720.

No contexto das Guerras Liberais, durante o cerco do Porto esteve ocupado pelas forças conservadoras de D. Miguel (1828-1834), apesar do bombardeio combinado da artilharia das baterias da Luz e dos navios da esquadra liberal de D. Pedro (1826), que bastante castigaram a sua estrutura. Depois da jornada do Lordelo foi abandonado e saqueado pela população.

Entregue à guarda da Companhia de Veteranos (1839), durante a revolta da Maria da Fonte (1846), tendo sido ocupado pelas tropas da Junta do Porto, foi alvejado pela fragata Íris, fiel ao governo de Maria II de Portugal (1826-1828, 1834-1853). Em 1890, ficou entregue à Guarda Fiscal que a conservou até 1910.

 

Via Wikipédia

 

Porto, Agosto de 2009

Jorge Soares


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É urgente ....

É urgente o amor

 

 

É urgente o amor.

É urgente um barco no mar.

 

É urgente destruir certas palavras,

ódio, solidão e crueldade,

alguns lamentos,

muitas espadas.

 

É urgente inventar alegria,

multiplicar os beijos, as searas,

é urgente descobrir rosas e rios

e manhãs claras.

 

Cai o silêncio nos ombros e a luz

impura, até doer.

É urgente o amor, é urgente

permanecer.

 

Eugénio de Andrade

 

Pronto, eu sei que não combina lá muito com a fotografia... mas pelo menos o poeta é do Porto

 

Castelo do queijo, Porto

Agosto de 2009

Jorge Soares

ug 3, 2009, Câmara: SONY DSLR-A350, ISO: 100, Exposição: 1/250 seg., Abertura: 13.0, Extensão focal: 70mm


publicado por Jorge Soares às 07:57
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Quinta-feira, 15 de Outubro de 2009

O pescador

Pescador à beira Sado em Setúbal

Pescando à beira Sado

Pesca à beira Sado, Setúbal

Pescador em Setúbal

Pescador em Setúbal 

Sábado de neblina em Setúbal, pegamos nas bicicletas e vamos até à beira rio. Junto ao Sado o pescador solitário tenta roubar ao rio uma parte do seu tesouro... enquanto lá estive não picou nenhum.

 

Pescador à beira Sado

Setúbal, Setembro de 2009

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 18:56
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Trova do vento que passa

Pergunto ao vento que passa

 

Pergunto ao vento que passa

notícias do meu país

e o vento cala a desgraça

o vento nada me diz.

 

Pergunto aos rios que levam

tanto sonho à flor das águas

e os rios não me sossegam

levam sonhos deixam mágoas.

 

Levam sonhos deixam mágoas

ai rios do meu país

minha pátria à flor das águas

para onde vais? Ninguém diz.

 

Se o verde trevo desfolhas

pede notícias e diz

ao trevo de quatro folhas

que morro por meu país.

 

Pergunto à gente que passa

por que vai de olhos no chão.

Silêncio -- é tudo o que tem

quem vive na servidão.

 

Vi florir os verdes ramos

direitos e ao céu voltados.

E a quem gosta de ter amos

vi sempre os ombros curvados.

 

E o vento não me diz nada

ninguém diz nada de novo.

Vi minha pátria pregada

nos braços em cruz do povo.

 

Vi minha pátria na margem

dos rios que vão pró mar

como quem ama a viagem

mas tem sempre de ficar.

 

Vi navios a partir

(minha pátria à flor das águas)

vi minha pátria florir

(verdes folhas verdes mágoas).

 

Há quem te queira ignorada

e fale pátria em teu nome.

Eu vi-te crucificada

nos braços negros da fome.

 

E o vento não me diz nada

só o silêncio persiste.

Vi minha pátria parada

à beira de um rio triste.

 

Ninguém diz nada de novo

se notícias vou pedindo

nas mãos vazias do povo

vi minha pátria florindo.

 

E a noite cresce por dentro

dos homens do meu país.

Peço notícias ao vento

e o vento nada me diz.

 

Mas há sempre uma candeia

dentro da própria desgraça

há sempre alguém que semeia

canções no vento que passa.

 

Mesmo na noite mais triste

em tempo de servidão

há sempre alguém que resiste

há sempre alguém que diz não.

 

Manuel Alegre

 

Pescador à beira Sado

Setúbal, Setembro de 2009

Jorge Soares

 

Máquina SONY DSLR-A350, Exposição 1/500, Abertura f/8, ISO 100, MeteringMode Pattern, Dist.Focal 200 mm


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Quarta-feira, 14 de Outubro de 2009

Todos diferentes .....

Pessoas da festa do avante

Pessoas da festa do avante

Pessoas da festa do avante

As pessoas da festa do avante 

... todos iguais na festa do Avante

Atalaia, Seixal

Setembro de 2009

Jorge Soares


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Janela para o Outono

Sintra, uma janela para o Outono 

Sintra, Setembro de 2009

Jorge soares


publicado por Jorge Soares às 09:16
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Terça-feira, 13 de Outubro de 2009

Este ano o Outono foi naquele dia

O Outono chegou a Sintra

Folhas do Outono

O outono em Sintra

A chuva e o Outono

Candeeiro em Sintra

Outono em Sintra

 

Agora é difícil de acreditar, lá fora estão 30 graus às seis da tarde, costumamos falar de verão envergonhado, é caso para dizer, Outono envergonhado, mas naquele dia em Sintra, o Outono parecia ter chegado... e eu apanhei uma daquelas molhas

 

Aposto que um destes dias o frio aparece em força e passamos num instantinho do verão para o Inverno ... o Outono foi naquele dia.

 

Sintra, Outubro de 2009

Jorge Soares


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