Quarta-feira, 31 de Março de 2010

Flores silvestres

Flor de silva

Flores silvestres

Papoila

Papoila vermelha

Flores silvestres

 

O sol voltou e com ele chegou a primavera com as suas cores fortes

 

Flores silvestres da serra da Arrábida

Setúbal, Março de 2010

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 20:54
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A Mulher

 

Mulher - Florbela espanca

 

A mulher

 

Ó Mulher! Como és fraca e como és forte!
Como sabes ser doce e desgraçada!
Como sabes fingir quando em teu peito
A tua alma se estorce amargurada!
Quantas morrem saudosa duma imagem.
Adorada que amaram doidamente!
Quantas e quantas almas endoidecem 
Enquanto a boca rir alegremente!
Quanta paixão e amor às vezes têm
Sem nunca o confessarem a ninguém
Doce alma de dor e sofrimento!
Paixão que faria a felicidade.
Dum rei; amor de sonho e de saudade,
Que se esvai e que foge num lamento!

 

Florbela Espanca

 

Setúbal

Março de 2010

 

Jorge Soares


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Terça-feira, 30 de Março de 2010

Estava sol!!!!!!

Chegou o sol à figueirinha

Praia da figueirinha

Dia de sol na Figueirinha

Dia de sol na praia da figueirinha

Pessoas na praia da Figueirinha

Hospital e Farol do Outão

 

Primeiro fim de semana com sol em muito tempo, estava um ventinho frio, mas estava sol.... e a malta aproveitou a praia.... as saudades eram mesmo muitas. Agora é que reparei que estão todos a olhar para o mesmo lado....  o que viam era o Hospital e o farol do Outão... que é o está na ultima imagem... ou isso, ou estava a passar algum barco.

 

Praia da Figueirinha, Setúbal

Março de 2010

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 22:42
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Setúbal

Setúbal

 

 

No teu poema 
existe um verso em branco e sem medida, 
um corpo que respira, um céu aberto, 
janela debruçada para a vida. 
No teu poema existe a dor calada lá no fundo, 
o passo da coragem em casa escura 
e, aberta, uma varanda para o mundo. 
Existe a noite, 
o riso e a voz refeita à luz do dia, 
a festa da Senhora da Agonia 
e o cansaço 
do corpo que adormece em cama fria. 
Existe um rio, 
a sina de quem nasce fraco ou forte, 
o risco, a raiva e a luta de quem cai 
ou que resiste, 
que vence ou adormece antes da morte. 
No teu poema 
existe o grito e o eco da metralha, 
a dor que sei de cor mas não recito 
e os sonhos inquietos de quem falha. 
No teu poema 
existe um cantochão alentejano, 
a rua e o pregão de uma varina 
e um barco assoprado a todo o pano. 
Existe um rio 
a sina de quem nasce fraco ou forte, 
o risco, a raiva e a luta de quem cai 
ou que resiste, 
que vence ou adormece antes da morte. 
No teu poema 
existe a esperança acesa atrás do muro, 
existe tudo o mais que ainda escapa 
e um verso em branco à espera de futuro.

 

Carlos do Carmo

 

Setúbal, Março de 2010

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 08:00
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Segunda-feira, 29 de Março de 2010

Eu gosto de libelinhas .....

Libelinha

Libelinha

Libelinha Vermelha

Libelinhas

Libelinha

Libelinhas

 

... estas são do verão passado, este ano já vi uma ou duas, mas para além de não ter a máquina à mão, eram pequeninas.

 

São lindos os bichinhos

 

Setúbal, Agosto de 2009

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 21:50
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Tristeza

Solidão e tristeza

 

Tristeza

 

 

Falo-me em versos tristes,
Entrego-me a versos cheios
De névoa e de luar;
E esses meus versos tristes
São ténues, céleres veios
Que esse vago luar
Se deixa pratear.

Sou alma em tristes cantos,
Tão tristes como as águas
Que uma castelã vê
Perderem-se em recantos
Que ela em soslaio, de pé,
No seu castelo de prantos
Perenemente vê...
Assim as minhas mágoas não domo
Cantam-me não sei como
E eu canto-as não sei porquê.

 

Fernando Pessoa

 

Jorge Soares


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Domingo, 28 de Março de 2010

Cores das flores

Cores

Cores da primavera

Cores da primavera, flores

Cores da primavera

Cores

 

 

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 11:46
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Sexta-feira, 26 de Março de 2010

Cores....

Amarelo

Azulado

Lilas

Lilás.

 

As cores da Primavera

 

Setúbal, Março de 2009

 

Jorge Soares


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Uma após uma as ondas apressadas

Uma após uma as ondas

 

 

Uma Após Uma


Uma após uma as ondas apressadas

Enrolam o seu verde movimento

E chiam a alva 'spuma

No moreno das praias.

Uma após uma as nuvens vagarosas

Rasgam o seu redondo movimento

E o sol aquece o 'spaço

Do ar entre as nuvens 'scassas.

Indiferente a mim e eu a ela,

A natureza deste dia calmo

Furta pouco ao meu senso

De se esvair o tempo.

Só uma vaga pena inconseqüente

Pára um momento à porta da minha alma

E após fitar-me um pouco

Passa, a sorrir de nada.

 

Ricardo Reis

 

Praia do Malhão, Vila Nova de Mil Fontes

Junho de 2009

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 08:31
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Quinta-feira, 25 de Março de 2010

O silêncio do vazio

Parque infantil, Jardim do Bonfim

Parque infantil, brinquedos, Jardim do Bonfim

Brinquedos, Parque infantil do Jardim do Bonfim

Parque infantil, JArdim do Bonfim, Setúbal

Jardim do Bonfim

 

Parque infantil do Bonfim numa tarde de Março, sem crianças fica um enorme vazio e os brinquedos tornam-se frios e tristes... pronto, até eu que gosto de chuva, já estou farto deste tempo.... horrivel.

 

Jardim do Bonfim, Setúbal

Março de 2010

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 21:10
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o Poema que não há

Balada do poema que não há, rosa

 

Balada do Poema que não há

 

Quero escrever um poema 
Um poema não sei de quê 
Que venha todo vermelho 
Que venha todo de negro 
Às de copas às de espadas 
Quero escrever um poema 
Como de sortes cruzadas 

Quero escrever um poema 
Como quem escreve o momento 
Cheiro de terra molhada 
Abril com chuva por dentro 
E este ramo de alfazema 
Por sobre a tua almofada 
Quero escrever um poema 
Que seja de tudo ou nada 

Um poema não sei de quê 
Que traga a notícia louca 
Da história que ninguém crê 
Ou esta afta na boca 
Esta noite sem sentido 
Coisa pouca coisa pouca 
Tão aquém do pressentido 
Que me dói não sei porquê 

Quero um poema ao contrário 
Deste estado que padeço 
Meu cavalo solitário 
A cavalgar no avesso 
De um verso que não conheço

 

Manuel Alegre


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Quarta-feira, 24 de Março de 2010

Detalhes de outras primaveras

Detalhes da primavera, flor lilás

Rosa, pink

Flor amarela

Rosa

Flor de marmeleiro

 

Fotografias de Março do ano passado, este fim de semana passei pelo mermeleiro onde tirei a ultima, as folhas começam agora a despontar, bem diferente do ano passado em que as flores já estavam bem visiveis.

 

Setúbal, Março de 2009


publicado por Jorge Soares às 21:09
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Auto-Retrato

 

 

Poeta é certo mas de cetineta 
fulgurante de mais para alguns olhos 
bom artesão na arte da proveta 
marciso de lombardas e repolhos. 

Cozido à portuguesa mais as carnes 
suculentas da auto-importância 
com toicinho e talento ambas partes 
do meu caldo entornado na infância. 

Nos olhos uma folha de hortelã 
que é verde como a esperança que amanhã 
amanheça de vez a desventura. 

Poeta de combate disparate 
palavrão de machão no escaparate 
porém morrendo aos poucos de ternura. 

Ary dos Santos, in 'Fotosgrafias'

 

Porque é mais ou menos assim que me sinto.

 

Gato no Miradouro de São Domingos

Setúbal, Março de 2009

Jorge Soares



publicado por Jorge Soares às 08:00
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Terça-feira, 23 de Março de 2010

Uma gaivota voava ......

Gaivota no Jardim da Algodeia

Gaivota no jardim da algodeia

Gaivota a voar

Gaivota

Gaivota no Jardim da Algodeia

 

Gaivota no Jardim da Algodeia

Setúbal, Março de 2010

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 19:42
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Tempo

 

Tempo

 

Tempo — definição da angústia. 
Pudesse ao menos eu agrilhoar-te 
Ao coração pulsátil dum poema! 
Era o devir eterno em harmonia. 
Mas foges das vogais, como a frescura 
Da tinta com que escrevo. 
Fica apenas a tua negra sombra: 
— O passado, 
Amargura maior, fotografada. 

Tempo... 
E não haver nada, 
Ninguém, 
Uma alma penada 
Que estrangule a ampulheta duma vez! 

Que realize o crime e a perfeição 
De cortar aquele fio movediço 
De areia 
Que nenhum tecelão 
É capaz de tecer na sua teia! 

Miguel Torga, in 'Cântico do Homem'

 

Bragança, Torre da Sé

Agosto de 2009

Jorge Soares


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Segunda-feira, 22 de Março de 2010

Flores

 

 

Flores de CAbo Verde

 

Flores de CAbo Verde

 

Flores

 

Flores de Cabo Verde

Fevereiro de 2010

Jorge Soares


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Desejo

Dente de leão...desejo

 

 

Não desejemos, Lídia, nesta hora

 

 Ténue, como se de Éolo a esquecessem, 

A brisa da manhã titila o campo, 
E há começo do sol. 
Não desejemos, Lídia, nesta hora 
Mais sol do que ela, nem mais alta brisa 
Que a que é pequena e existe. 

 

Ricardo Reis, In Odes

 

 

Carrigaline, Irlanda

Abril de 2009

Jorge Soares


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Domingo, 21 de Março de 2010

Gaivota ao fim da tarde

Gaivota

Gaivota a ver o fim de tarde

Gaivota

Gaivota 

Gaivota a ver o sol do fim da tarde

 

Algar Seco, Carvoeiro, Lagoa, Algarve

Abril de 2009

Jorge Soares

 

 

 


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Sábado, 20 de Março de 2010

As cores da Primavera ....

Flores, Primavera

Flores, lirios azueis

Rosas da Primavera

Amarelo Primavera

Orquídeas brancas 

 

... do ano passado, que este ano está atrasada.

 

As flores do Quintal da minha mãe

Alviães, Palmaz, Oliveira de Azemeis

 

Primavera de 2009

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 20:25
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Sexta-feira, 19 de Março de 2010

Cabo Verde: Achada de Santo António

Achada de Santo António, Praia Cabo Verde

Achada de Santo Antonio

Achada de Santo António, Praia, Cabo Verde

Achada de Santo António, Praia, Cabo Verde

Achada de Santo António, Cidade da Praia, Cabo Verde

Achada de Santo António, Praia, Cabo Verde 

 

Achada de Santo António, Praia, Cabo Verde

Fevereiro de 2010

Jorge Soares

 


publicado por Jorge Soares às 19:34
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Os Putos

 Os putos

 

 

Os putos

 

Uma bola de pano, num charco

Um sorriso traquina, um chuto

Na ladeira a correr, um arco

O céu no olhar, dum puto.

 

Uma fisga que atira a esperança

Um pardal de calções, astuto

E a força de ser criança

Contra a força dum chui, que é bruto.

 

Parecem bandos de pardais à solta

Os putos, os putos

São como índios, capitães da malta

Os putos, os putos

Mas quando a tarde cai

Vai-se a revolta

Sentam-se ao colo do pai

É a ternura que volta

E ouvem-no a falar do homem novo

São os putos deste povo

A aprenderem a ser homens.

 

As caricas brilhando na mão

A vontade que salta ao eixo

Um puto que diz que não

Se a porrada vier não deixo

 

Um berlinde abafado na escola

Um pião na algibeira sem cor

Um puto que pede esmola

Porque a fome lhe abafa a dor.

 

                     José Carlos Ary dos Santos

 

Cabo Verde, Fevereiro de 2010

Jorge Soares

 


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Quinta-feira, 18 de Março de 2010

Caracois a fazer pela vida

 Flores lilás

Caracois a comer flor

Caracois

Caracois

 

Estes são fáceis de caçar... são lentos  

 

Setúbal, Março de 2010


publicado por Jorge Soares às 20:35
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....Não fales palavras vãs.

 

Não digas ....

 

Não digas onde acaba o dia.

Onde começa a noite.

Não fales palavras vãs.

As palavras do mundo.

Não digas onde começa a Terra,

Onde termina o céu.

Não digas até onde és tu.

Não digas desde onde é Deus.

Não fales palavras vãs.

Desfaz-te da vaidade triste de falar.

Pensa, completamente silencioso.

Até a glória de ficar silencioso,

Sem pensar.

 

Cecilia Meireles in Cânticos

 

Pôr do sol em Cabo Verde

Fevereiro de 2010

Jorge Soares

 


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Quarta-feira, 17 de Março de 2010

De flor em flor

Abelha na flor de tevo

Abelha na flor do trevo

abelha

Moscardo na flor

Moscardo de flor em flor 

Num dia de sol envergonhado no Jardim do Bonfim em Setúbal

 

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 19:33
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Nas ruas da noite

 Nas ruas da noite em Lisboa

 

 

Nas ruas da noite

 

No crepitar de estilhaços

de estrelas sobre os espaços

da Lisboa rua em rua —

crucificámos abraços

encruzilhados nos passos

que à noite a lua insinua

 

Em nossas bocas unidas

sangrámos todas as feridas

dos beijos amordaçados —

salvámos vidas vencidas

que andam na treva perdidas

como num mar afogados

 

Cegos de sombras e lama

Quando a sede que se inflama

numa inquisição divina —

bebemos o vinho em chama

que sanguíneo se derrama

no candeeiro da esquina

 

Embriagados de lume

sem dissipar o negrume

do fumo que nos oprime —

rezamos em seu queixume

no cio do meu ciúme

fados do amor feito crime

 

Crucificamos abraços

encruzilhados nos passos

que a noite nua desnua —

crepitantes de estilhaços

de estrelas quando em pedaços

vêm morrer sobre a rua

 

Fernando Pinto Ribeiro

 
Lisboa e os seus candeeiros
Novembro de 2008
Jorge Soares

publicado por Jorge Soares às 08:00
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Terça-feira, 16 de Março de 2010

Pescadores em Cabo Verde II

 Meninos pescadores em Cabo Verde

Pescadores em Cabo Verde

Pescadores em Cabo Verde

Pescadores em Cabo Verde

 

Os meninos pescadores na Cidade Velha, Santiago, Cabo Verde

Fevereiro de 2010

Jorge Soares

 

 

 


publicado por Jorge Soares às 22:06
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Ao longe o mar

 Ao longe o mar

 

Ao longe o mar

 

Porto calmo de abrigo

De um futuro maior

Inda não está perdido

No presente temor

 

Não faz muito sentido

Já não esperar o melhor

Vem da névoa saindo

A promessa anterior

 

Quando avistei

Ao longe o mar

Ali fiquei

Parada a olhar

 

Sim, eu canto a vontade

Canto o teu despertar

E abraçando a saudade

Canto o tempo a passar

 

Quando avistei

Ao longe o mar

Ali fiquei

Parada a olhar

 

Quando avistei

Ao longe o mar

Sem querer deixei-me

Ali ficar

 

Madredeus

 

Pôr do Sol em Agua de Pau, São Miguel, Açores

Agosto de 2008

Jorge Soares


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Segunda-feira, 15 de Março de 2010

Pescadores em Cabo Verde

A chegada à praia dos pescadores em Cabo Verde

Pescador em Cabo Verde

Pescadores em Cabo Verde

Pescadores em Cabo Verde

Moreia, em cabo verde

Peixe 

 

Os homens saem a meio da noite, sozinhos ou aos pares vão mar adentro, os barcos são a remos é a força dos braços que os leva e que os traz, a pesca é a linha e naquele dia o produto de 12 horas de trabalho na maioria dos casos podia-se contar pelos dedos das mãos. Regressam por volta do meio dia, na praia esperam as mulheres e as crianças que haverão de ir vender o pouco que o mar  decidiu partilhar.

 

É vida a dura dos pescadores em Cabo Verde.

 

Ilha de Santiago, Fevereiro de 2010

Jorge Soares


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O pensamento tem poder infinito ....

O pensamento tem poder infinito ....

 

 ...Ele mexe com o destino, acompanha a tua vontade.

Ao esperar o melhor, crias uma expectativa positiva que detona o processo de vitória.

Ser optimista é ser perseverante, é ter uma fé inabalável e uma certeza sem limites de que tudo vai resultar.

Ao nascer o sentimento de entusiasmo, o universo aplaude tal iniciativa e conspira a teu favor, colocando-o ao serviço da humanidade.

Tu é que escreves a história da tua vida - ao optar pelas atitudes construtivas - cresces como ser humano Positivo atrai positivo. Alegria chama alegria.

Ao exalar esse estado optimista, a nossa consciência desperta energias vitais que vão trabalhar na direcção das tuas metas.

Sê incansavelmente optimista. Faz bem para o corpo, para a mente e para a alma.

É humano e natural viver aflições, só não é inteligente conviver com elas por muito tempo.

Sê mais paciente contigo mesmo. Entende as tuas limitações. Sem esforço não existe vitória.

Ao escolher com sabedoria viver a tua vida com optimismo, o teu coração sorri, os teus olhos brilham e a humanidade agradece por existires."

 

(Pablo Neruda)

 

Setúbal, Março de 2009

Jorge Soares


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Domingo, 14 de Março de 2010

Um cheirinho a Primavera

Flor lilás

Papoila vermelha

Flores lilás

Flor de trevo e borboleta da couve

Flores amarelas 

 

O sol continua envergonhado e o frio ainda assenta arraiais, mas pouco a pouco a Primavera vai dando um ar da sua graça

 

Setúbal, Março de 2010

Jorge Soares


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