Sábado, 31 de Julho de 2010

Há tesouros na areia da praia

Conchas na areia da praia em Troia

Conchas na areia da Praia em Troia

Conchas na areia da praia em Troia

Conchas na areia da Praia em Troia

Conchas na areia da Praia em Troia

 

Conchas na areia da praia em Tróia, Setúbal

Junho de 2010

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 10:21
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Sexta-feira, 30 de Julho de 2010

Outras perspectivas

Uma perspectiva diferente

Flores

Perspectivas, flores

Flores em perspectiva

Flores em perspectiva

 

Flores, um olhar desde outra perspectiva

Salema, Vila do Bispo

Junho de 2010

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 17:07
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.... a ternura súbita

Menina brinca na areia da praia de Albarquel

 

Procuro-te

 

Procuro a ternura súbita, 
os olhos ou o sol por nascer 
do tamanho do mundo, 
o sangue que nenhuma espada viu, 
o ar onde a respiração é doce, 
um pássaro no bosque 
com a forma de um grito de alegria. 

Oh, a carícia da terra, 
a juventude suspensa, 
a fugidia voz da água entre o azul 
do prado e de um corpo estendido. 

Procuro-te: fruto ou nuvem ou música. 
Chamo por ti, e o teu nome ilumina 
as coisas mais simples: 
o pão e a água, 
a cama e a mesa, 
os pequenos e dóceis animais, 
onde também quero que chegue 
o meu canto e a manhã de maio. 

Um pássaro e um navio são a mesma coisa 
quando te procuro de rosto cravado na luz. 
Eu sei que há diferenças, 
mas não quando se ama, 
não quando apertamos contra o peito 
uma flor ávida de orvalho. 

Ter só dedos e dentes é muito triste: 
dedos para amortalhar crianças, 
dentes para roer a solidão, 
enquanto o verão pinta de azul o céu 
e o mar é devassado pelas estrelas. 

Porém eu procuro-te. 
Antes que a morte se aproxime, procuro-te. 
Nas ruas, nos barcos, na cama, 
com amor, com ódio, ao sol, à chuva, 
de noite, de dia, triste, alegre — procuro-te. 

Eugénio de Andrade, in "As Palavras Interditas"

 

 

Praia de Albarquel

Setúbal

Junho de 2010

Jorge Soares

 



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Quinta-feira, 29 de Julho de 2010

De volta ao quintal da minha mãe: Abelha no trevo branco

Abelha no trevo branco

Abelha na flor de trevo Branco

Abelha na flor de trevo Branco

Abelha na flor de Teevo Branco

Abelha na flor de trevo branco

 

Abelha em flor de trevo Branco

Alviães, Palmaz, Oliveira de Azemeis, Aveiro

Julho de 2010

 

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 19:19
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Quarta-feira, 28 de Julho de 2010

Setúbal: Mar de Prata em Albarquel

Mar de prata, Albarquel

Mar de prata, Albarquel, Setúbal

Mar de prata, Setúbal, Praia de Albarquel

Mar de prata, Albarquel

Mar de Prata em Albarquel

 

Fim de tarde na praia, pessoas, gaivotas, mar de prata....

Praia de Albarquel, Setúbal

Junho de 2010

Jorge Soares


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Aqueles que só sabem amar

Mulher passeia na praia de Albarquel

 

amo aqueles que só sabem amar
enfrentando a vida
porque passam pela loucura.
amo aqueles que buscam o sol
por entre o escuro
porque amam sós.
amo aqueles que abandonam o passado
enfrentando a vida
porque procuram soluções.
amo aqueles que percorrem o mundo
sempre em busca do amor
porque conhecem a dor.
amo aqueles que sonham no acordar
por entre frases soltas
porque seus olhos reflectem amar.
amo aqueles que só sabem viver no acordar.

 

(Poema de Ricardo Biquinha in Luz.de.Tecto)

 

 

Mulher passeia na praia de Albarquel

Setúbal

Junho de 2010

Jorge Soares


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Terça-feira, 27 de Julho de 2010

Óbidos: Os rostos do mercado medieval

Mercado Medieval de Óbidos

Mercado medieval, Óbido

Mercado Medieval, Óbidos

Mercado medieval, Óbidos

Mercado Medieval, Óbidos

 

Mercado Medieval de Óbidos.

Julho de 2010

Jorge Soares


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Não há raças, há seres

Não há raças, há seres

 

 

Nome

 

Não há raças, há seres
Não há religiões, há crenças
Há fome, muita fome
Há doenças imensas
Sem nome

Não há seres, não há raças
Não há crenças nem religiões
Há fome, muita fome
Há doenças imensas
Sem nome

Há tantos seres de todas as raças
Cheios de fome
Armas imensas sem nome
Doenças e tantas desgraças
Com nome

(Poema de João Sevivas)

 

Algures em Troia

Setúbal

Junho de 2010

Jorge Soares


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Segunda-feira, 26 de Julho de 2010

Óbidos: Mercado Medieval

Parada Medieval, Óbidos

Parada medieval, Óbidos

Parada medieval, Óbidos

Mercado Medieval, Óbidos

Tocadora de Tambor, Mercado Medieval, Óbidos

 


publicado por Jorge Soares às 17:16
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Sem titulo .. não me apeteceu!

Fim de tarde na Praiinha, Praia, Cabo Verde

 

 

Criança Eterna

 

Vi nos voos dos pássaros
O entardecer escapar-se por entre
Os traços verdes do arvoredo.
Sob os olhos do anoitecer uma alma
Amparada no florir de um beijo
Em instantes de sol e doçura;
Um coração a sangrar por nada ter
Para dar e tudo perder e um homem
Que toda a sua riqueza consigo transporta.

E vi sombras de fogo num peito,
Uma alegria descontente em horas
Que são minutos quando dois corpos
Em seu leito se enamoram; e vi bolsos
De mar e de luz no desassossego
E em tudo vi a criança eterna…
Vi-me a mim.

De Alves Bento Belisário in, Inquietudes, pág. 38 (2005)

Retirado de Poesia Portuguesa

A vida deveria ser feita de momentos assim, momentos serenos, cheios de paz... devia mesmo!
Fim de tarde em Cabo Verde
Fevereiro de 2010
Jorge Soares

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Domingo, 25 de Julho de 2010

Gaivotas na Praia

Gaivotas na praia de Salema

Gaivotas na praia, Salema, Algarve

Gaivotas na Praia, Salema, Algarve

Gaivotas na Praia, Salema, Algarve

Gaivotas na Praia, Salema, Algarve

Gaivotas na Praia, SAlema, Algarve

 

Salema, Vila do Bispo, Algarve

Junho de 2010

Jorge Soares


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Sábado, 24 de Julho de 2010

Setúbal: Pato no lago do Jardim do Bonfim

Pato no Jardim do Bonfim

Pato no jardim do Bonfim

Jardim do Bonfim, pato no lago

Pato no lago do Jardim do Bonfim

 

Jardim do Bonfim, Setúbal

Abril de 2010

Jorge Soares


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Sexta-feira, 23 de Julho de 2010

Basta olhar a natureza e teremos belos momentos de verdadeira poesia

Borboleta

 

Basta olhar a natureza e teremos belos momentos de verdadeira poesia.

Rosinda

Retirado de Sonhar ao Luar

 

 

Borboleta numa flor das dunas da praia da Ilha do Pessegueiro, Porto Covo, Alentejo

Maio de 2010

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 09:43
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Quinta-feira, 22 de Julho de 2010

Lémur de Cauda Anelada no Alentejo

Lémurs do Monte Selvagem

Lémurs no Monte Selvagem

Lémur

Lémurs

Lémur

 

O lémur-de-cauda-anelada (Lemur catta) é um primata estrepsirrino de grandes dimensões e o lémure mais reconhecível devido à sua cauda anelada de cores preta e branca. Pertence à família Lemuridae, uma das quatro famílias de lémures. É o único membro do género Lemur. Tal como os outros lémures é endémico da ilha de Madagáscar. Denominado localmente por Hira(malgaxe) ou Maki (francês e malgaxe),[4] habita florestas de galeria e zonas arbustivas de espinhosas, nas regiões mais a Sul da ilha. É omnívoro e é o mais terrestre dos lémures. O animal é diurno, estando activo exclusivamente em horas com luz de dia.

O lémur-de-cauda-anelada é altamente social, vivendo em grupos de até 30 indivíduos. Quem domina são as fêmeas, uma característica comum nos lémures mas pouco comum entre outros primatas. Para permanecerem quentes e para reafirmar os laços sociais, amontoam-se formando uma bola de lémures. O lémur-de-cauda-anelada também expõe o seu corpo ao Sol, sentando com postura erecta encarando a superfície inferior, com o seu pêlo branco mais fino exposto em direcção à luz solar. Como outros lémures, esta espécie depende fortemente do sentido do olfacto e marca o seu território através de glândulas odoríferas. Os machos têm uma forma peculiar de marcação por odores e participam num comportamento de luta de cheiros, impregnando a sua cauda com o seu odor e provocando lufadas de cheiro contra os oponentes.

Sendo um primatas mais vocais, o lémur-de-cauda-anelada utiliza numerosas vocalizações, incluindo avisos de alarme e de coesão de grupo..[5] Apesar de não possuir um cérebro muito grande (em relação aos primatas simiformes), experiências mostraram que o lémur-de-cauda-anelada pode organizar sequências,[6] perceber operações aritméticas básicas[7] e seleccionar preferencialmente ferramentas com base nas suas qualidades funcionais.[8]

Apesar de estar listada como espécie quase ameaçada pela Lista Vermelha da IUCN e sofrendo de destruição de habitat,[2] o lémur-de-cauda-anelada reproduz-se de maneira expedita em cativeiro e é o lémure com maior população em jardins zoológicos de todo o mundo, atingindo números superiores a dois mil indivíduos.[9] Vive tipicamente 16 a 19 anos em estado selvagem e 27 anos em cativeiro.

 

Fonte Wikipédia

 

Lémur de Cauda Anelada no Monte Selvagem

Lavre, Montemor o Novo, Alentejo

Março de 2010

Jorge Soares


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É o vento que me leva

Gaivotas em voo

 

 

Viagem

 

É o vento que me leva. 
O vento lusitano. 
É este sopro humano 
Universal 
Que enfuna a inquietação de Portugal. 
É esta fúria de loucura mansa 
Que tudo alcança 
Sem alcançar. 
Que vai de céu em céu, 
De mar em mar, 
Até nunca chegar. 
E esta tentação de me encontrar 
Mais rico de amargura 
Nas pausas da ventura 
De me procurar... 

Miguel Torga, in 'Diário XII'

 

Gaivotas na praia em Salema, Lagos,  Algarve

Junho de 2010

Jorge Soares


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Quarta-feira, 21 de Julho de 2010

Passarinha de pena azul (Halcyon)

Pássaro em Cabo verde

Passarinha de pena azul

Passarinha de pena azul, Cabo verde

Passarinha de pena azul, Cabo Verde

 

Passarinha (Halcyon leucocephala) é um guarda-rios com uma grande zona de distribuição que vai de Cabo Verde (ilhas de Brava, Fogo e Santiago),Mauritânia, Senegal e Gâmbia, até à Etiópia, Somália e sul da Arábia, a leste, e África do Sul, a sul.

 

Este bichinho estava comodamente sentado numa das muitas árvores que rodeavam o hotel,  a ver o pôr do sol sobre o mar.

 

Praia, Ilha de Santiago, Cabo Verde

Fevereiro de 2010

Jorge Soares


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Contemplo o que não vejo

O Pássaro e as flores

 

Contemplo o que não vejo. 
É tarde, é quase escuro. 
E quanto em mim desejo 
Está parado ante o muro. 

Por cima o céu é grande; 
Sinto árvores além; 
Embora o vento abrande, 
Há folhas em vaivém. 

Tudo é do outro lado, 
No que há e no que penso. 
Nem há ramo agitado 
Que o céu não seja imenso. 

Confunde-se o que existe 
Com o que durmo e sou. 
Não sinto, não sou triste. 
Mas triste é o que estou. 

Fernando Pessoa, in "Cancioneiro"

 

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 13:57
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Terça-feira, 20 de Julho de 2010

O Gaio (Garrulus glandarius)

 

Gaio

Gaio

Pássaro

Gaio na relva

Pássaro na relva, o Gaio

 

O Gaio (Garrulus glandarius)

 

Identificação

 

As penas azuis das asas são a característica mais fácil de detectar nesta espécie, pois contrastam bastante com a tonalidade acastanhada do dorso e peito. As asas possuem também um padrão preto-e-branco,  tornando a combinação de cores muito visível quando se encontra em voo. O uropígio branco, a cauda preta  e o bigode escuro completam as características mais marcantes deste corvídeo.

Abundância e calendário

 

O gaio encontra-se bem distribuído de norte a sul do território, sendo mais abundante na metade norte e no  extremo sul. Frequenta sobretudo zonas florestais, mas também pode ser visto em meio urbano, desde que  aí existam árvores grandes. Pode ser observado durante todo o ano, pois é uma espécie residente.

 

Fonte: Aves de Portugal

 

Tenho umas dezenas de fotografias deste bichinho que  insistia em se alimentar na relva que rodeia a piscina do parque de Campismo São Miguel

 

São Teotónio, Odemira

Alentejo

Junho de 2010

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 16:47
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A felicidade das pequenas coisas

 

 

A felicidade das pequenas coisas

 

Que felicidade 
Acordar e ver a cor do céu! 
Tomar um banho com sabão 
Beber um café fumegando 
Abrir o trinco da porta 
E sair em passeio 
Levando um caderno e um livro. 
Sentar na esplanada da praça 
E ver as crianças brincando. 
Dar migalhas aos pombos na palma da mão 
E ficar em sustida alegria sorrindo 
Quando um pardal se afoita em sentar-se à mesa. 
Que felicidade 
Olhar o céu e desenhar com os olhos 
Paisagens de nuvens coloridas! 
Ver os barcos que levam saudades vagarosas 
No azul do rio que se lança no abraço do oceano 
Que bom o aroma 
Dos ramos das floristas mergulhados nos baldes de zinco 
Florindo as esquinas de arco-íris! 
Convidando quem passa em solidário aroma, 
Que bom o pão fresco na padaria 
Onde se derrete a manteiga! 
Que delicia inigualável a do leite das manhãs! 
Entrar em casa, pisar o tapete 
E ao rodar da chave a saudação 
Dos pipilos dos pássaros contentes! 
Escutar uma canção enquanto se inventa o almoço 
Escutar as notícias e saber de toda a gente 
Por vezes com lágrimas, por vezes com sorrisos.... 
E abrir uma janela de magia 
Aonde o mundo se reúne em diálogo 
Num ponto de encontro chamado Amizade!

 

MARIA PETRONILHO

Retirado de aqui

 

Pequena papoila vermelha que nasceu por entre as pedras da calçada

Setúbal

Abril de 2010

Jorge Soares


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Segunda-feira, 19 de Julho de 2010

Setúbal: Gaivota

Gaivota

Gaivota na doca pesca

Gaivota

Gaivota

Gaivota

Gaivota

 

Gaivota na Doca Pesca em Setúbal

Abril de 2010

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 19:54
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Sei Bem que Nunca Serei Ninguém

 

 

Sei Bem que Nunca Serei Ninguém

 

Sim, sei bem 
Que nunca serei alguém. 
Sei de sobra 
Que nunca terei uma obra. 
Sei, enfim, 
Que nunca saberei de mim. 
Sim, mas agora, 
Enquanto dura esta hora, 
Este luar, estes ramos, 
Esta paz em que estamos, 
Deixem-me crer 
O que nunca poderei ser. 

Ricardo Reis, in "Odes"
Heterónimo de Fernando Pessoa

 

A rola observa o pôr do Sol em Montargil

Alentejo

Junho de 2010

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 09:59
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Domingo, 18 de Julho de 2010

Mar Português: Praia de Salema

Praia de Salema

Praia de Salema, Algarve

Praia de Salema

Praia de Salema, Algarve

Praia de Salema

 

Praia de Salema, Lagos, Algarve

Junho de 2010

Jorge Soares


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Sábado, 17 de Julho de 2010

Salema

Salema, Algarve

Salema

Salema

Salema, Algarve

 

Salema, Lagos

Algarve

Junho de 2010

Jorge Soares


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Sexta-feira, 16 de Julho de 2010

Flor da Paixão

Flor da paixão

Flor da paixão, flor de maracujá

Flor da paixão

Flor de maracujá

Flor de maracujá~

 

Passion fruit em inglês, Fruit de la Passion em francês e Passionsfrucht em alemão.

 

A palavra Maracujá  tem origem na língua Índia Tupi do Brasil, e significa alimento em forma de cuia, os índios conheciam este fruto e as suas características desde tempo imemoriais. Os frades Jesuítas foram responsáveis pela sua catalogação e pelas referências às suas propriedades calmantes

 

Reza a historia que as primeiras sementes chegaram a Roma no inicio do século 17, sendo atribuído ao papa PAULO V a origem do nome Fruto da paixão, que dá o nome á Flor, Flor da Paixão.

 

Desengane-se quem atribui significados mais românticos a este nome, a sua origem tem a ver com a religião, os frades associaram a cor e a forma da flor à paixão de cristo.... eu gosto de maracujá, não sou muito apreciador dos maracujás que por cá se cultivam, aqueles pequeninos e roxos, gostava dos maracujás que eu conheci na Venezuela, enormes, amarelos e muito ácidos, que davam um sumo natural ácido, quase picante e verdadeiramente delicioso.... e na altura não fazia ideia que aqueles frutos vinham..... da Flor da Paixão

 

Fonte: O que é o jantar? (Acreditem ou não, fui ao google, coloquei Flor da paixão,  e o primeiro resultado é mesmo para o meu outro eu )

 

Estas foram colhidas num  dia nublado de verão num quintal de Porto Covo.

Alentejo

Junho de 2010

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 17:00
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As Bolas de Sabão

As bolas de Sabão

 

As Bolas de Sabão

 

As bolas de sabão que esta criança
Se entretém a largar de uma palhinha
São translucidamente uma filosofia toda.
Claras, inúteis e passageiras como a Natureza,
Amigas dos olhos como as cousas,
São aquilo que são
Com uma precisão redondinha e aérea,
E ninguém, nem mesmo a criança que as deixa,
Pretende que elas são mais do que parecem ser.

 

Algumas mal se vêem no ar lúcido.
São como a brisa que passa e mal toca nas flores
E que só sabemos que passa
Porque qualquer cousa se aligeira em nós
E aceita tudo mais nitidamente.

Alberto Caeiro

 

Jardim do Bonfim

Setúbal

Junho de 2010

Jorge Soares


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Quinta-feira, 15 de Julho de 2010

Flor de Cerejeira

Flor de cerejeira

Flor de cerejeira

Flor de cerejeira

Flor de cerejeira

 

Em Setúbal não há muitas cerejeiras.... esta está bem perto de minha casa, os frutos são pequeninos e muito vermelhos

Flor de Cerejeira

Setúbal

Abril de 2010

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 17:58
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Como os anos passam por nós

Somos o que já vivemos

 

 

Antes e depois

 

Quem te apurou?
Como os anos passam por nós
É ver o tempo deixar-nos sós
E esperamos

Que justifiquem ou que nasça pelo menos alguma razão
Ao motivo pelo qual vai cedendo o corpo então
Aos anos

Sinto mais do que preciso
Perco a voz ganho juízo
E quem fui eu não sou mais
Mudam gostos ganho peso
Perco medos e cabelo
E quem fui eu não sou mais

Algo melhorou!
Ficámos sábios… pelo menos aos olhos dos outros
Ser responsável compete a poucos
A bem poucos....
Não dependemos, daqui para a frente, de ninguém
Quer dizer… O sexo agora implica quase sempre alguém
E Ainda bem!!!!

Sinto mais do que preciso
Perco voz ganho juízo
E quem fui eu não sou mais
Mudam gostos ganho peso
Perco medos e cabelo
E quem fui eu não sou mais

Não choro as partes que estão para trás (2x)

Não concluo
O meu tempo não é uma canção
Que tem quase sempre rima certa, métrica e refrão
E esta... acabou.

 

 

Klepth

http://www.youtube.com/watch?v=L31rAC88DqI

 

Obrigado Dulce ..... já agora, leiam e comentem aqui

 

Praia do Carvalhal, Grândola, Setúbal

Esta também faz parte da série  Alentejo também é mar

Junho de 2010

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 13:43
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Quarta-feira, 14 de Julho de 2010

Ainda os detalhes de uma primavera cheia de cor

Detalhes.... a pétala do pampilho

Detalhes

Detalhes da primavera

Detalhes.. dente de Leão

Detalhes.. papoila

Detalhes.. flor de dente de leão

 

Está visto que eu gosto mesmo é de Macros..... muito

 

Setúbal

Abril de 2010

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 17:15
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Pequenina

Eu e o meu outro eu

 

És pequenina e ris ... A boca breve 
É um pequeno idílio cor-de-rosa ... 
Haste de lírio frágil e mimosa! 
Cofre de beijos feito sonho e neve! 

Doce quimera que a nossa alma deve 
Ao Céu que assim te faz tão graciosa! 
Que nesta vida amarga e tormentosa 
Te fez nascer como um perfume leve! 

O ver o teu olhar faz bem à gente ... 
E cheira e sabe, a nossa boca, a flores 
Quando o teu nome diz, suavemente ..

 

Florbela Espanca

 

Jorge Soares

 



publicado por Jorge Soares às 10:49
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Terça-feira, 13 de Julho de 2010

Borboleta da couve (Pieris brassicae)

Borboleta na flor lilás

Borboleta na flor

Borboleta na flor

Flor na borboleta

Borboleta na flor

 

"A borboleta da couve (Pieris brassicae) é um insecto da familia Pieridae.

A borboleta branca da couve é bastante comum em toda a Europa, especialmente no sul e aparecendo em menor número no norte, não ultrapassando os 62º de latitude norte. Pode ser encontrada também no Norte de África e Ásia, estendendo-se até aos Himalaias onde pode habitar a altitudes de 1800 metros e até mesmo 2000 metros. Prefere zonas cultivadas, com abundância de brássicas, parques e jardins."

 

Fonte: Olhares .... o texto, que as fotografias são mesmo minhas :-)

 

Nas margens da Barragem de Montargil.

Junho de 2010

Jorge Soares


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