Quinta-feira, 30 de Setembro de 2010

Dias de Praia 7

Dias de Praia

Dias de Praia, Praia Montalvo

Dias de Praia, Playa Montalvo

Dias de Praia, ler na praia, Praia Montalvo, Sanxenxo

Dias de Praia, Playa Montalvo, Galicia,

 

Praia Montalvo, Sanxenxo, Galiza, Espanha

Agosto de 2010

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 20:57
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Estou de olho em ti

Abutre

 

Paco, o Abutre do aquário de O Grove

 

Galiza, Espanha

Agosto de 2010


publicado por Jorge Soares às 17:39
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Auto-Retrato

Auto retrato

 

 

 

No retrato que me faço
- traço a traço -
às vezes me pinto nuvem,
às vezes me pinto árvore…
às vezes me pinto coisas
de que nem há mais lembrança…
ou coisas que não existem
mas que um dia existirão…
e, desta lida, em que busco
- pouco a pouco -
minha eterna semelhança,
no final, que restará?
Um desenho de criança…
Corrigido por um louco!

 

Mário Quintana

 

Ponte de Lima

Agosto de 2010

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 08:00
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Quarta-feira, 29 de Setembro de 2010

Dias de Praia 6

Dias de praia, Praia Montalvo,sanxenxo

Playa Montalvo

Praia Montalvo, Portonovo, sanxenxo

Praia Montalvo

Playa Montalvo, Sanxenxo

 

Dias de Praia, óptimos dias para namorar... ou para pensar no namorado :-)

 

Playa Montavo, Porto Novo, Sanxenxo, Galiza, Espanha

Agosto de 2010

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 19:24
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Pequenina

Subir escadas

 

Eu bem sei que te chamam pequenina
E ténue como o véu solto na dança, 
Que és no juizo apenas a criança, 
Pouco mais, nos vestidos, que a menina... 

Que és o regato de água mansa e fina, 
A folhinha do til que se balança, 
O peito que em correndo logo cansa, 
A fronte que ao soffrer logo se inclina... 

Mas, filha, lá nos montes onde andei, 
Tanto me enchi de angústia e de receio 
Ouvindo do infinito os fundos ecos, 

Que não quero imperar nem já ser rei 
Senão tendo meus reinos em teu seio 
E súbditos, criança, em teus bonecos! 

Antero de Quental, in "Sonetos"

 

Ponte de Lima

Agosto de 2010

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 09:10
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Terça-feira, 28 de Setembro de 2010

Jogos de luz

Jogos de luz, pavilhão de Portugal

 

É noite no parque das nações em Lisboa..  gosto do jogo de luz, das cores suaves  nocturnas.. gosto

 

Lisboa

Agosto de 2010

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 23:31
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Dias de Praia 5

Dias de praia, Playa Montalvo

Dias de praia, Praia Montalvo

Dias de praia, Praia Montalvo

Dias de praia, Playa Montalvo

Dias de praia, Playa Montalvo

 

Praia Montalvo, Portonovo, Sanxenxo, Galiza, Espanha

Agosto de 2010

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 20:44
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Pois é... eu gosto de gatos

Gato

 

"Mulheres e gatos fazem o que querem enquanto que os homens e cães devem relaxar e se acostumar com esta idéia." (Robert Heinlein)


publicado por Jorge Soares às 17:25
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Acorda, menina linda

Acorda menina linda

 

 

Acorda, menina linda

Vem oferecer 
O teu sorriso ao dia 
Que acabou de nascer 
Anda ver que lindo presente 
A aurora trouxe para te prendar 
Uma coroa de brilhantes para iluminar 
O teu cabelo revolto como o mar 

Acorda, menina linda 
Anda brincar 
Que o Sol está lá fora à espera de te ouvir cantar 
Acorda, menina linda 
Vem oferecer 
O teu sorriso ao dia 
Que acabou de nascer 

Porque terras de sonho andaste 
Que Mundo te recebeu 
Que monstro te meteu medo 
Que anjo te protegeu 
Quem foi o menino que o teu coração prendeu ? 

Acorda, menina linda 
Anda brincar 
Que o Sol está lá fora à espera de te ouvir cantar 
Acorda, menina linda 
Vem oferecer 
O teu sorriso ao dia 
Que acabou de nascer 

Anda a ver o gato vadio 
À caça do pássaro cantor 
Vem respirar o perfume 
Das amendoeiras em flor 
Salta da cama 
Anda viver, meu amor 

Acorda, menina linda 
Vem oferecer 
O teu sorriso ao dia 
Que acabou de nascer

 

Jorge Palma

 

Ouvir aqui

 

 

Num daqueles dias na praia... Praia Montalvo, Galiza, Espanha


publicado por Jorge Soares às 08:00
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Segunda-feira, 27 de Setembro de 2010

Dias de praia 4

Dias de Praia, praia Montalvo

Dias de praia, Playa Montalvo

Dias de praia

Dias de praia, Praia Montalvo

Dias de praia, Praia Montalvo

 

Praia Montalvo, Galiza

Agosto de 2010

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 17:23
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Um tornado na serra da Arrábida?

Um tornado na serra da Arrábida?

Nuvens sobre a serra da Arrábida

 

Juro que não é uma montagem, a fotografia foi tirada da praia do Portinho da Arrábida, o que vemos é a serra da Arrábida ..e são nuvens. ..e não, não é um tornado....  é um céu azul com nuvens altas... e um rasto de um avião... mas digam lá que não enganava o mundo... é que parece mesmo um tornado sobre a serra.

 

Setúbal

Setembro de 2010

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 08:03
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Domingo, 26 de Setembro de 2010

O rio Tejo em Almourol

Rio Tejo em Almourol

Rio Tejo em Almourol

Rio Tejo em Almourol

Rio Tejo em Almourol

Rio Tejo em Almourol

Rio Tejo em Almourol

 

O Tejo desde as margens em frente ao castelo.

Almourol, Vila Nova da Barquinha

Setembro de 2010

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 14:39
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Sábado, 25 de Setembro de 2010

Castelo de Almourol - História

Castelo de Almourol

 

O Castelo de Almourol, no Ribatejo, localiza-se na Freguesia de Praia do Ribatejo, Concelho de Vila Nova da Barquinha, Distrito de Santarém, em Portugal.

Erguido num afloramento de granito a 18 m acima do nível das águas, numa pequena ilha de 310 m de comprimento por 75 m de largura, no médio curso do rio Tejo, um pouco abaixo da sua confluência com o rio Zêzere, à época da Reconquista integrava a chamada Linha do Tejo, actual Região de Turismo dos Templários. Constitui um dos exemplos mais representativos da arquitectura militar da época, evocando simultaneamente os primórdios do reino de Portugal e a Ordem dos Templários, associação que lhe reforça a aura de mistério e romantismo. Com a extinção da Ordem do Templo o castelo de Almourol passa a integrar o património da Ordem de Cristo (que foi a sucessora em Portugal da Ordem dos Templários).

 

Antecedentes e toponímia

Embora os autores não sejam unânimes acerca da primitiva ocupação humana deste sítio, acreditando-se que remonte um castro pré-histórico, a pesquisa arqueológica trouxe à luz testemunhos do período romano (moedas do século I a.C.) e do período medieval (medalhas). Alguns autores, ainda, identificam em alguns trechos na base das muralhas, exemplos do aparelho construtivo de tipo romano (ver Décimo Júnio Bruto Galaico).

A partir do século III, o sítio foi ocupado por outros grupos, nomeadamente os Alanos, os Visigodos e os Muçulmanos, estes últimos a partir do século VIII. No século XIII, a fortificação já existia, por eles denominada como Al-morolan (pedra alta).

Não se pode precisar a origem do seu nome, assim como se torna difícil clarificar o significado e a própria grafia do qual são conhecidas variações: Almoriol, Almorol, Almourel, Almuriel. Outros autores estabelecem ligação com o termo Moron, que Estrabão teria referido como cidade situada à beira Tejo, ou com o termo Muriella, que consta da descrição da delimitação do Bispado de Egitânia

 

Características

 

A construção, em cantaria de granito e alvenaria argamassada, é de planta irregular (orgânica), reflexo da irregularidade do terreno, e apresenta uma divisão demarcada em dois níveis, um exterior inferior e outro interior mais elevado.

  • primeiro nível acede-se através da entrada principal onde se encontram lápides que fazem referência à intervenção de Gualdim Pais e onde são mencionados o nome do obreiro e o ano em que a intervenção tomou lugar. Neste espaço as muralhas apresentam nove altas torres circulares (quatro eqüidistantes a oeste, e cinco a leste) encontrando-se aqui também a porta da traição e vestígios do que terá sido um poço.
  • Subindo alguns degraus e atravessando outra porta entra-se no segundo nível, a zona interior mais elevada onde se ergue a torre de Menagem quadrangular, elemento característico dos templários, erguida no século XII. Esta estrutura de três pisos apresenta já só as sapatas como elemento original (onde se apoiaria o vigamento de madeira) e uma cruz patesca acima da janela, símbolo adoptado pelos templários. Aqui os panos de muralhas coroadas por merlões e seteirasapresentam escadarias que fazem o acesso ao topo da muralha e ao caminho que o percorre, o adarve. A comunicação entre as diversas partes do castelo pode ser feita através de várias passagens de cantaria.

Pelo ilhote, outros caminhos foram construídos, permitindo não só o percurso pela vereda que abraça o castelo, como também a possibilidade de vislumbrar de várias perspectivas a paisagem envolvente.

Lendas

Várias histórias populares exacerbam o romantismo associado ao castelo templário, entre as quais:

  • Nos primeiros tempos da Reconquista, D. Ramiro, um cavaleiro cristão, regressava orgulhoso de combates contra os muçulmanos quando encontrou duas mouras, mãe e filha. Trazia a jovem uma bilha de água, que, assustada, deixou cair quando lhe pediu de beber rudemente o cavaleiro. Enfurecido, acabava de tirar a vida às duas mulheres quando surgiu um jovem mouro, filho e irmão das vítimas, logo aprisionado. D. Ramiro levou o cativo para o seu castelo, onde vivia com a própria esposa e filha, as quais o prisioneiro mouro logo planeou assassinar em represália. Entretanto, se à mãe passou a ministrar um veneno de acção lenta, acabou por se apaixonar pela filha, a quem o pai planeava casar com um cavaleiro de sua fé. Correspondido pela jovem, que entretanto tomara conhecimento dos planos do pai, os apaixonados deixaram o castelo e desapareceram para sempre. Reza a lenda que, nas noites de São João, o casal pode ser visto abraçado no alto da torre de menagem e, a seus pés, implorando perdão, o cruel D. Ramiro. (in: PINHO LEAL, Augusto Soares d’Azevedo Barbosa de. Portugal antigo e moderno: diccionário geographico, estatistico, chorographico, heráldico, archeológico, histórico, biographico e etymologico de todas as cidades, villas e freguezias de Portugal e de grande número de aldeias… (12 vols.). Lisboa: 1872 e segs.)

 

  • Um senhor árabe de Almourol foi atraiçoado pelo cavaleiro cristão por quem a sua filha se apaixonou, e a quem esta revelou os segredos de entrada no castelo. O cavaleiro usou a informação para fazer uma emboscada e o emir e a sua filha preferiram lançar-se das muralhas ao rio a ficarem em cativeiro.
  • O heróico cavaleiro Palmeirim foi acometido por uma grande tempestade que forçou o navio em que viajava, da Inglaterra para Constantinopla, a arribar na costa portuguesa, fundeando no rio Douro. Desembarcando na cidade do Porto, o cavaleiro tomou ciência das aventuras de alguns cavaleiros que tinham travado combate com o gigante Almourol, que em seu castelo a meio do rio Tejo custodiava a bela princesa Misaguarda e suas damas. Em busca de aventuras, o Palmeirim se desloca para o sul, onde, à margem do Tejo avista à distância o Castelo de Almourol. Aproximando-se, vê o fim da luta entre dois cavaleiros numa praça junto do castelo, reconhecendo no vencedor o Cavaleiro Triste, com o qual já duelara. Em sinal de vitória, o Cavaleiro Triste junta o seu escudo ao de outros, que também já a haviam obtido. Neste escudo encontrava-se retratada a sua dama, a bela princesa Misaguarda, por quem o Palmeirim fica enamorado. Travando-se o combate entre o Palmeirim e o Cavaleiro Triste, cai a noite, encerrando a luta sem um vencedor. O Cavaleiro Triste é recolhido ao castelo para tratar de suas feridas, enquanto que o Palmeirim vai procurar auxílio em uma aldeia próxima. Nem um, nem outro, entretanto, alcançam o favor da princesa, que aconselha o primeiro a se retirar e desistir de novos combates por um ano, enquanto que o Palmeirim retoma o seu caminho para Constantinopla. Após esse feito, o gigante Almourol foi atacado e vencido por outro gigante, Dramusiando, sob a proteção do qual ficam, doravante, a bela princesa e sua corte. (in: MORAIS, Francisco de. Crónica de Palmeirim de Inglaterra (1567).)

Fonte Wikipédia


publicado por Jorge Soares às 18:00
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Castelo de Almourol

Castelo de Almourol

Castelo de Almourol

Castelo de Almourol

Castelo de Almourol

Castelo de Almourol

 

Castelo de Almourol

Vila Nova da Barquinha

Setembro de 2010


publicado por Jorge Soares às 12:19
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Sexta-feira, 24 de Setembro de 2010

Dias de Praia 3

caminando em Playa Montalvo

Caminhando na Praia Montalvo

Caminando em Playa Montavo

Playa Montalvo

Playa Montalvo

 

Não está bom para o banho?.. não importa, caminhamos

 

Playa Montavo, Porto Novo, Sanxenxo, Galiza, Espanha

Agosto de 2010

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 19:56
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Livre

Cavalo alado

 

Livre não sou, que nem a própria vida 
Mo consente. 
Mas a minha aguerrida 
Teimosia 
É quebrar dia a dia 
Um grilhão da corrente. 

Livre não sou, mas quero a liberdade. 
Trago-a dentro de mim como um destino. 
E vão lá desdizer o sonho do menino 
Que se afogou e flutua 
Entre nenúfares de serenidade 
Depois de ter a lua! 

Miguel Torga, in 'Cântico do Homem'

 

 

O cavalo ia em grande velocidade, e a luz do fim de tarde já era pouca... talvez o modo na máquina também não fosse o mais adequado... está tremida, eu sei... mas decidi que gosto na mesma...
Representação de o Casamento do Viriato pelos Fatias de Cá, Almourol, Vila Nova da Barquinha
Setembro de 2010
Jorge Soares

publicado por Jorge Soares às 16:39
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Tons... do Outono

Outono

 

Setúbal

Setembro de 2009

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 09:13
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Quinta-feira, 23 de Setembro de 2010

Galiza: Dias de Praia 2

Playa Montalvo

Os dias da Playa Montalvo

Playa Montalvo

Playa Montalvo

Playa Montalvo

 

Nas praias espanholas há sempre pessoas a andar, muitas pessoas a andar em passo rápido de um lado para o outro... e o facto de o dia ter prantado uma cara feia, não é impedimento para ninguém...

 

Playa Montalvo, Porto Novo, Galiza, Espanha

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 17:24
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Estando contigo me olvido de todo y de mí;

Una rosa em tu pelo parece unsa estrella en el cielo

 

Madrigal

 

Estando contigo me olvido de todo y de mí; 
parece que todo lo tengo teniéndote a ti, 
y no siento este mal que me agobia y que llevo conmigo. 
arruinando esta vida que tengo y no puedo vivir 
Eres luz que ilumina las noches de mi largo camino 
Y es por eso que frente al destino no quiero vivir. 

Una rosa en tu pelo parece una estrella en el cielo, 
y en el viento parece un acento tu voz musical. 
Y parece un destello de luz la medalla en tu cuello 
al menor movimiento de tu cuerpo al andar. 
Yo a tu lado no siento las horas que van con el tiempo, 
ni me acuerdo que llevo en mi pecho una herida mortal. 
Yo contigo no siento el sonar de la lluvia y el viento, 
porque llevo tu amor en mi pecho como un madrigal.

 

Popular Latinoamericana

 

Ouvir aqui

 

Praia de Albarquel, Setúbal

Agosto de 2010

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 08:00
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Quarta-feira, 22 de Setembro de 2010

Galiza: Dias de Praia

Praia Montalvo

Praia Montalvo

Praia Montalvo

Praia Montalvo

Praia Montalvo

 

No dia anterior o areal era um mar de gente, neste dia o sol tirou um dia de descanso... e a praia ficou mais desimpedida, própria para quem como eu gosta de passear de máquina na mão... à caça de momentos e olhares.

 

Praia Montalvo, Porto Novo, Galiza, espanha

Agosto de 2010

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 21:18
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Yo te convido a creerme cuando digo futuro.

Yo te convido a creerme cuando digo futuro

 

 

Te convido a creerme cuando digo futuro
si no crees mi palabra, cree el brillo de un gesto
Cree en mi cuerpo, cree en mis manos que se acaban. 
Te convido a creerme cuando digo futuro
si no crees en mis ojos, cree en la angustia de un
grito
cree en la tierra, cree en la lluvia, cree en la
savia.

Hay veinte mil nuevas semillas en el valle desde ayer.
Hay restos de desesperados, hay el hombre y la mujer.
Los fierros se fundieron ya
hay paciencia hay que dar más.

Hay un país en rocas y ruinas bajo otro país de pan
hay una madre que camina codo a codo con su clan.

Los fierros se fundieron ya
hay paciencia hay que dar más.

Hay cuatro niños ahora mismo sonriendo en una plaza
y en las trastienda de una bala un militar que no ha
dormido

Y aquella linda muchachita vuelve a recortar su saya
sí es importante desde un niño hasta el largo de un
vestido.

Los fierros se fundieron ya
hay paciencia hay que dar más.

Yo te convido a creerme cuando digo futuro.

 

Sílvio Rodrigues

 

Setúbal, Maio de 2010

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 17:15
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Pedra a pedra

No Castelo de Almourol

 

Pedra a pedra a estrada antiga 
sobe a colina, passa diante 
de musgosos muros e desce 
para nenhum sopé;

 

Do Poema Estrada de Fogo de Fiama Hasse Pais Brandão

 

Castelo de Almourol, Vila Nova da Barquinha,

Setembro de 2010

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 08:00
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Terça-feira, 21 de Setembro de 2010

O voo do Falcão

O voo do Falcão

O voo do Falcão

O Voo do Falcão

O Voo do Falcão

 

O Voo do Falcão, uma ave verdadeiramente rápida.

 

Centro de recuperação de aves do Aquário de o Grove, Galiza, Espanha

Agosto de 2010

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 20:55
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Namoro com vista para o Tejo

Namoro com vista para o tejo

 

O sol já se pôs.. mesmo ali por trás das casas que são as de Tancos, a água é a do Rio Tejo, não se vê na fotografia, mas do lado esquerdo ergue-se uma ilha  ... no seu centro, na parte mais alta há um castelo.. Almourol... poderá haver fins de tarde mais bonitos.. .. mas haverá lugar mais bonito para se dar larga a sonhos e promessas?

 

Almourol

Setembro de 2010

Jorge Soares


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Segunda-feira, 20 de Setembro de 2010

Coruja Branca

Coruja Branca

Coruja Branca

Coruja Branca

Coruja Branca

Coruja Branca

Coruja Branca

 

Coruja Branca

Centro de recuperação de aves do aquário de o Grove, Galiza, Espanha

Agosto de 2010

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 18:39
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Ver o outono

O outono

 

Quero apenas cinco coisas..
Primeiro é o amor sem fim
A segunda é ver o outono
A terceira é o grave inverno
Em quarto lugar o verão
A quinta coisa são teus olhos
Não quero dormir sem teus olhos.
Não quero ser... sem que me olhes.
Abro mão da primavera para
que continues me olhando.


Pablo Neruda

 

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 08:56
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Domingo, 19 de Setembro de 2010

Galiza: Monumento à família dos marinheiros

Monumento À Família  dos pescadores

Monumento à mulher que espera o marinheiro

Monumento À familia dos pescadores, Pedras negras;galiza

Monumento à mulher dos pescadores, Pedras Negras, Galiza

 

Mulher e criança olham para o mar, monumento à família que espera o marinheiro que está no mar, Pedras Negras, O Grove, Galiza, Espanha

Agosto de 2010

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 12:11
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Sábado, 18 de Setembro de 2010

Galiza: Praia de Portonovo

Portonovo, praia

Praia de Portonovo, Sanxenxo, Galiza

Praia de Portonovo, Sanxenxo, Galiza

Praia de Portonovo, Sanxenxo, Galiza

Praia de Portonovo, Sanxenxo, Galiza

 

Portonovo, Sanxenxo, Galiza

Agosto de 2010

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 12:26
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Sexta-feira, 17 de Setembro de 2010

Águias

A águia

Águia

Águia

Águia

Águia

 

Águias do centro de recuperação de aves do aquário de o Grove. A primeira fotografia é de uma águia americana, sendo que as restantes são de uma águia pesqueira.

 

Jorge Soares

Agosto de 2010


publicado por Jorge Soares às 17:11
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Para a posteridade

Crianças

Quando eles forem grandes não recordarão este momento, talvez um dia um deles abra uma gaveta e se encontre num rectângulo de papel... e sentirá saudades, porque só se vive uma vez e não há volta atrás.
Parque das Nações, Lisboa
Agosto de 2010
Jorge Soares

publicado por Jorge Soares às 08:52
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