Domingo, 31 de Outubro de 2010

Mérida, a ponte Romana

 

Ponte Romana, Mérida

Mérida, Ponte Romana

Mérida, Ponte Romana

Mérida, a Ponte Romana

Mérida, Ponte Romana

Mérida, estátua da Loba

 

Durante muito tempo esta era a ponte por onde passava tudo o que vinha ou ia de Madrid para a fronteira portuguesa, agora está encerrada ao transito e só se passa a pé ..e é longa que se farta.

 

Ponte Romana de Mérida

Agosto de 2010

Jorge Soares


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Sábado, 30 de Outubro de 2010

De passeio por Mérida 4

Passear por Mérida, a Ponte Romana

Passear Por Mérida

Passear Por Mérida, A Nova Ponte

Passear por Mérida

Passear Por Mérida

 

De passeio por Mérida, as vistas desde a Ponte Romana.

 

Mérida, Espanha, Agosto de 2010

Jorge Soares


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Sexta-feira, 29 de Outubro de 2010

Rosas do Outono

Rosa Amarela

Rosa

Rosas do Outono

Rosas do Outono

Rosas do Outono

 

 

O outono vai avançado, mas a natureza não deixa de florir,  rosas do Outono, estas foram colhidas em Lisboa e em Mafra.

Outubro de 2010

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 17:10
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Me gusta cuando callas, porque estas como ausente

Me gusta cuando callas porque estas como ausente.. rosa

 

Gosto quando te calas porque estás como ausente,
e me ouves de longe, minha voz não te toca.
Parece que os olhos tivessem de ti voado
e parece que um beijo te fechara a boca.

Como todas as coisas estão cheias da minha alma
emerge das coisas, cheia da minha alma.
Borboleta de sonho, pareces com minha alma,
e te pareces com a palavra melancolia.

Gosto de ti quando calas e estás como distante.
E estás como que te queixando, borboleta em arrulho.
E me ouves de longe, e a minha voz não te alcança:
Deixa-me que me cale com o silêncio teu.

Deixa-me que te fale também com o teu silêncio
claro como uma lâmpada, simples como um anel.
És como a noite, calada e constelada.
Teu silêncio é de estrela, tão longinqüo e singelo.

Gosto de ti quando calas porque estás como ausente.
Distante e dolorosa como se tivesses morrido.
Uma palavra então, um sorriso bastam.
E eu estou alegre, alegre de que não seja verdade.

 

Pablo Neruda


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Quinta-feira, 28 de Outubro de 2010

Setúbal: Vistas desde o Rio Sado 2

Vistas do Rio Sado, Troia

Vistas do Rio sado, Praia do bico das lulas, Troia

Vistas do Rio Sado

Vistas do Rio Sado

Vistas do Rio sado

 

Vistas do Rio Sado, Troia e setúbal

Outubro de 2010

Jorge Soares


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Caminhos

Caminho

 

À porta da minha rua, passam-se passos passajados. É o tráfego das linhas na encruzilhada do peão. De vez em quando, oiço um desvio. É um criança que cresce no desvario do pião.

 

Ai, menino, quem me dera que fosses a certeza deste íngreme caminho!

 

Lídia Silva

 

Setúbal, Abril de 2010

Jorge Soares


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Quarta-feira, 27 de Outubro de 2010

Setúbal: Vistas desde o Rio Sado

Setúbal, vistas desde o rio Sado

Setúbal, vistas desde o rio Sado, Jardim da Beira mar

Setúbal, vistas desde o Rio Sado, jardim da Beira mar

Setúbal, vistas desde o rio Sado, o Évora

Setúbal, vistas desde o rio Sado, o Évora

Setúbal, vistas desde o rio Sado, Namora-se junto ao rio

 

Fim de tarde em Setúbal, vistas desde o Rio à chegada no Catamaram de Troia.

 

Outubro de 2010

Jorge Soares


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O Outono

Outono

 

Uma lâmina de ar

Atravessando as portas. Um arco,

Uma flecha cravada no Outono. E a canção

Que fala das pessoas. Do rosto e dos lábios das pessoas.

E um velho marinheiro, grave, rangendo o cachimbo como

Uma amarra. À espera do mar. Esperando o silêncio.

É outono. Uma mulher de botas atravessa-me a tristeza

Quando saio para a rua, molhado como um pássaro.

Vêm de muito longe as minhas palavras, quem sabe se

Da minha revolta última. Ou do teu nome que repito.

Hoje há soldados, eléctricos. Uma parede

Cumprimenta o sol. Procura-se viver.

Vive-se, de resto, em todas as ruas, nos bares e nos cinemas.

Há homens e mulheres que compram o jornal e amam-se

Como se, de repente, não houvesse mais nada senão

A imperiosa ordem de (se) amarem.

Há em mim uma ternura desmedida pelas palavras.

Não há palavras que descrevam a loucura, o medo, os sentidos. Não há um nome para a tua ausência. Há um muro

Que os meus olhos derrubam. Um estranho vinho

Que a minha boca recusa.

É outono A pouco e pouco despem-se as palavras.

 

Joaquim Pessoa

 

Jardim de Vanicelos, Setúbal

Outubro de 2010

Jorge Soares


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Terça-feira, 26 de Outubro de 2010

De passeio por Mérida 3

Ruínas Romanas, Mérida

Ruínas Romanas, Mérida

Ruínas Romanas, Mérida

Ruínas Romanas, Mérida

Ruínas romanas, Mérida

 

Fim de tarde em Mérida, Ruínas Romanas

Agosto de 2007

Jorge Soares


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A girafa e os palermas ...

A linguaruda do Zoo de Lisboa

 

 

Sonho de vida

 

Que a chuva seja um refresco
E o rio nunca transborde
Que os animais sejam mansos 
E os mortos do sono acorde.
Que o sol ilumine e não queime,
E o fogo seja só um clarão.
Que o mar não afogue ninguém.
E que as pessoas não se dividam em classes.
Que o amor seja sempre infinito
Que não exista religião 
E que o mundo se chame união.

 

Shana Junger

 

 

Mesmo ao lado havia um letreiro que dizia, "Por favor não dê comida aos animais".. mesmo ao lado das dezenas de pessoas, mães, pais, avós, tios, irmãos... que pegavam nas folhas que o Outono espalhava por ali e as davam às girafas que se esforçavam ao máximo por as agarrar por cima da cerca e do espaço que as separava da multidão. .. e assim se plantam os exemplos de futuro.

 

Girafas e palermas no Jardim Zoológico de Lisboa

Outubro de 2010

Jorge Soares


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Segunda-feira, 25 de Outubro de 2010

De passeio por Mérida 2

Mérida

Mérida

Mérida

Mérida

Mérida, calor

de passeio por mérida

 

Fim de tarde em Mérida, o calor nunca abranda.

 

Mérida, Espanha

Agosto de 2010

Jorge Soares


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A veia do poeta

A veia do poeta.. o voo das borboletas

 

 

Cansado do movimento
Que percorre a linha recta
Fui ficando mais atento 
Ao voo da borboleta 
Fui subindo em espiral 
Declarando-me estafeta
Entre o corpo do real 
E a veia do poeta

Mas ela não se detecta 
À vista desarmada
E o sangue que lá corre
Em torrente delicada 
É a lágrima perpétua
Sai da ponta da caneta
Vai ao fim da via láctea 
E cai no fundo da gaveta

Ai de quem nunca guardou
Um pouco da sua alma
Numa folha secreta
Ai de quem nunca guardou
Um pouco da sua alma
No fundo duma gaveta
Ai de quem nunca injectou
Um pouco da sua mágoa 
Na veia do poeta

 

Rui Veloso

 

 

Borboletas no jardim...

Setúbal, Outubro de 2008

Jorge Soares


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Domingo, 24 de Outubro de 2010

Passeio pela serra do Louro

Palmela, O castelo desde a Serra do Louro

Palmela desde a serra do Louro

Moinhos da Serra do Louro

Palmela desde a serra do Louro

Moinhos da serra do Louro

 

De passeio pelo caminho dos moinhos na Serra do Louro em Palmela

Palmela, Setúbal, Outubro de 2010

Jorge Soares


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Sábado, 23 de Outubro de 2010

De passeio por Mérida

Mérida

Mérida

Mérida

Mérida

Mérida

 

 

De passeio por Mérida

Agosto de 2010


publicado por Jorge Soares às 12:26
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Sexta-feira, 22 de Outubro de 2010

Parque das Nações

Parque das Nações

Parque das nações

Parque das nações

Parque das nações

 

Fim de tarde no Parque das nações

Lisboa, Agosto de 2010

Jorge Soares


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De niña a mujer

De niña a mujer

 

VERBO SER

Que vai ser quando crescer? 
Vivem perguntando em redor. Que é ser?
É ter um corpo, um jeito, um nome?
Tenho os três. E sou?
Tenho de mudar quando crescer? Usar outro nome, corpo e jeito?
Ou a gente só principia a ser quando cresce?
É terrível, ser? Dói? É bom? É triste?
Ser; pronunciado tão depressa, e cabe tantas coisas?
Repito: Ser, Ser, Ser.  
Que vou ser quando crescer? 
Sou obrigado a? Posso escolher?
Não dá para entender. Não vou ser.
Vou crescer assim mesmo. 
Sem ser Esquecer.

Carlos Drummond de Andrade

 

 

Não damos pelo tempo, ainda ontem dormias encima do meu peito a ouvir bater o meu coração.. e de repente, sem que apenas demos por nada.... já és alguém, com ideias, desejos, reivindicações, sonhos...  daqui a nada estás a fazer pela vida.. e não demos por nada... porque cá por dentro, continuas a ser aquela bebé doce e risonha que um dia como hoje apareceu nas nossas vidas e fez mudar o nosso mundo para sempre.

Setúbal, Outubro de 2010

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 14:02
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A cegonha - Voar

A cegonha

 

Eu queria ser astronauta .. o meu país não deixou !
Depois quis ir jogar á bola .. a minha mãe não deixou
!
Tive vontade de voltar á escola .. mas o doutor não
deixou !
Fechei os olhos e tentei dormir .. aquela dor não
deixou !


Oh meu anjo da guarda faz-me voltar a sonhar ..
Faz-me ser astronauta e voar !

O meu quarto é o meu mundo ... o ecrã é a janela !
Não choro em frente à minha mãe ... eu que gosto tanto
dela !
Mas esta dor não quer desaparecer ... Vai-me levar com
ela !


Acordar meter os pes no chão ... levantar pegar no que
tens mais à mão !
Voltar a rir .. Voltar a andar .. Voltar! Voltar!

voltarei ! voltarei !! voltarei .. voltarei !!
voltarei !! voltarei !!
voltarei!! .. voltarei !!


Acordar meter os pes no chao ... levantar pegar no que
tens mais à mão !
Voltar a rir .. Voltar a andar .. Voltarei!

 

Tim

 

Ouvir aqui

 

Barragem de Montargil, Junho de 2010

Jorge Soares


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Quinta-feira, 21 de Outubro de 2010

Descobrir o Outono na Serra do Louro

Figos da Serra do Louro

Olhar O Outono, folha de figueira

Cardos secos, na serra do Louro

Cardos secos, Outono na Serra do Louro

Musgo nas rochas, Serra do Louro

 

O Outono vai-se instalando,  aproveitamos o fim de semana para um pequeno passeio pela serra do Louro, de Palmela aos moinhos e de volta a Setúbal, pelo caminho paramos para apanhar figos e eu aproveitei para olhar.

 

Serra do Louro, Setúbal

Outubro de 2010

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 20:55
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Foi um sonho que eu tive:

Voando papagaio na Praia da Figueirinha

 

Brinquedo

Foi um sonho que eu tive:
Era uma grande estrela de papel,
Um cordel
E um menino de bibe.

O menino tinha lançado a estrela
Com ar de quem semeia uma ilusão;
E a estrela ia subindo, azul e amarela, 
Presa pelo cordel à sua mão.

Mas tão alto subiu
Que deixou de ser estrela de papel.
E o menino, ao vê-la assim, sorriu
E cortou-lhe o cordel.

Miguel Torga, Diário I, 1941

 

 

É giro quando os sonhos se cumprem... sonhos de meninos, que até podem ser graúdos...

 

Voando papagaio num fim de tarde na praia da Figueirinha

Setúbal, Outubro de 2010

Jorge Soares


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Quarta-feira, 20 de Outubro de 2010

A última libelinha do ano

Libelinha vermelha

 

Esta foi a última que vi este ano... o ano passado por esta altura num passeio pelo sopé da serra vi muitas, este fim de semana passei pelos mesmos lugares... nem uma... pró ano há mais.

 

Setúbal

Outubro de 2010


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Ó sino da minha aldeia

O sino

 

Ó sino da minha aldeia,
Dolente na tarde calma,
Cada tua badalada
Soa dentro da minha alma.


E é tão lento o teu soar,
Tão como triste da vida,
Que já a primeira pancada
Tem o som de repetida.


Por mais que me tanjas perto
Quando passo, sempre errante,
És para mim como um sonho,
Soas-me na alma distante.


A cada pancada tua,
Vibrante no céu aberto,
Sinto mais longe o passado,
Sinto a saudade mais perto.


Fernando Pessoa, "Cancioneiro"

 

Este é mesmo um sino da minha aldeia... está no portão da casa dos meus pais quase escondido pela enorme roseira que passa em arco por cima do portão... num fim de tarde de verão, ficou assim... a contraluz.

 

Alviães, Palmaz, Oliveira de Azeméis

Agosto de 2010

Jorge Soares


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Terça-feira, 19 de Outubro de 2010

Festival Internacional de Jardins de Ponte de Lima

Festival de jardins de Ponte de Lima

Festival de Jardins de Ponte de LIma

Festival de jardins de Ponte de Lima

Festival de jardins de Ponte de LIma

Festival de jardins de Ponte de LIma

 

Ponte de Lima

Agosto de 2010

Jorge Soares


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Outono no lago

Outono no lago

 

As cores douradas dos plátanos à volta em conjunto com a luz do fim de tarde, transforma a cor verde da água do lago do Jardim do Bonfim, num dourado fantástico e irreal... a natureza é mesmo fantástica.

 

Jardim do Bonfim, Setúbal, Novembro de 2009

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 17:14
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Somos donos do nosso destino

Cada um cumpre o destino que lhe cumpre

 

Cada um cumpre o destino que lhe cumpre,

E deseja o destino que deseja; 
Nem cumpre o que deseja, 
Nem deseja o que cumpre. 
Como as pedras na orla dos canteiros 
O Fado nos dispõe, e ali ficamos; 
Que a Sorte nos fez postos 
Onde houvemos de sê-lo. 
Não tenhamos melhor conhecimento 
Do que nos coube que de que nos coube. 
Cumpramos o que somos. 
Nada mais nos é dado. 

Ricardo Reis, in "Odes"
Heterónimo de Fernando Pessoa

 

Somos o que vivemos...

 

Algures numa praia de Portugal

Outubro de 2010

Jorge Soares


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Segunda-feira, 18 de Outubro de 2010

Vila Praia de Âncora

Vila Praia de Âncora

Vila Praia de Âncora

Vila Praia de Âncora

Vila Praia de Âncora

Vila Praia de Âncora

 

Dia de Verão em Vila Praia de Âncora

Caminha, Viana do Castelo

Agosto de 2010

Jorge Soares


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Outono é ..

Outono e, Setúbal

Dente de Leão

 

No Sábado de manhã fui até ao Jardim de Vanicelos com a D., o escorrega estava molhado, pelo que em lugar de uma hora a ajudar a subir e descer, fomos dar uma volta pelo Jardim. O Outono por aqui vai-se instalando muito lentamente, os plátanos continuam verdes, apesar de uma ou outra folha com ar mais outonal.. em contrapartida, depois das ultimas chuvas os dentes de leão deram um ar da sua graça.... por cá este Outono é assim... de dourado e amarelo vivo.

 

Setúbal

Outubro de 2010

Jorge Soares


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Domingo, 17 de Outubro de 2010

Viver .. era isso, mais nada?

Viver.. por trás da porta

 

Viver

 

Mas era apenas isso, 
era isso, mais nada? 
Era só a batida 
numa porta fechada? 

E ninguém respondendo, 
nenhum gesto de abrir: 
era, sem fechadura, 
uma chave perdida? 

Isso, ou menos que isso 
uma noção de porta, 
o projecto de abri-la 
sem haver outro lado? 

O projecto de escuta 
à procura de som? 
O responder que oferta 
o dom de uma recusa? 

Como viver o mundo 
em termos de esperança? 
E que palavra é essa 
que a vida não alcança?

 

Carlos Drummond de Andrade, in 'As Impurezas do Branco'

 

A vida são muitas coisas, muitas escolhas, muitos caminhos cruzados, muitas oportunidades perdidas, muitas outras agarradas com ambas as mãos... mas no fim, tudo se resume a Somos o que vivemos.

 

Setúbal, Outubro de 2010

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 23:59
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Ainda as libelinhas de Ribeira de Nisa

Libelinhas

Libelinhas

Libelinhas

Libelinhas

Libelinha

 

 

Libelinhas apanhadas nas margens da Ribeira, em Ribeira de Nisa

Ribeira de Nisa, Portalegre, Agosto de 2010

Jorge Soares


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Sábado, 16 de Outubro de 2010

Setúbal desde a Arrábida

Setúbal desde a Arrábida

Setúbal desde a Arrábida

Setúbal desde a Arrábida

Setúbal desde a Arrábida

Setúbal desde a Arrábida

 

Fim de tarde em Setúbal. vista desde a serra da Arrábida

Setembro de 2010

Jorge Soares


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Sexta-feira, 15 de Outubro de 2010

Caminha a preto e branco

Caminha

Caminha

Caminha

Caminha

 

Caminha a Preto e Branco

Agosto de 2010

Jorge Soares


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