Domingo, 31 de Julho de 2011

Peçam um desejo

Peçam um desejo

 

Setúbal

Junho de 2011

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 10:55
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Sábado, 30 de Julho de 2011

Nas férias não abandone o seu blog

Não abandone o seu blog

 

Encontrei no É possivel ser feliz, gosto da imagem, e da mensagem... as minhas férias começaram oficialmente há umas horas atrás.... este ano vão ser 3 semanas, como de costume vou rumar a Norte.... a Sul está muito calor... e eu gosto de climas temperados... e de férias a acampar.

 

Tal como todos os anos, férias para mim implicam estar longe do computador, do telemóvel, do relógio, a única tecnologia permitida é a do carro que me vai levar a passear pelas Astúrias e pelos Picos da Europa e claro, a da máquina fotográfica, tudo o resto está banido.. férias são férias.

 

Mas eu não abandono os blogs, passei a ultima semana a pre-programar posts .. como costumo dizer, os blogs entram em automático..eu entro em relax....

 

Desejo a todos os que por aqui passarem umas óptimas férias a quem for de férias, bom trabalho a quem já foi ou vai mais tarde. Espero voltar com outro espírito, espero voltar a responder aos vossos comentários..e faço fé de voltar a comentar os muitos blogs que leio no reader e que merecem a minha atenção... espero....

 

E já sabem, nas férias não abandonem os vossos blogs.

 

 

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 17:59
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Não me pisem

Recados Gráficos, Não me pisem

 

Escola das Laranjeiras

Setúbal

Junho de 2011


publicado por Jorge Soares às 10:52
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Sexta-feira, 29 de Julho de 2011

O crepúsculo em Albarquel

Crepúsculo em Albarquel

Crepúsculo em Albarquel

Crepúsculo em Albarquel

Crepúsculo em Albarquel

A lua sobre o Sado

 

Detalhes de um fim de tarde de Verão no Parque Urbano de Albarquel

Setúbal, Julho de 2011

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 19:02
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Quinta-feira, 28 de Julho de 2011

O Veleiro

Veleiro em Setúbal

Veleiro

Veleiro em Setúbal

 

Fim de tarde em Setúbal

Julho de 2011

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 17:37
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Quarta-feira, 27 de Julho de 2011

Alentejo também é mar: Zambujeira do Mar

Zambujeira do Mar

Zambujeira do Mar

Zambujeira do Mar

Zambujeira do Mar

 

Zambujeira do Mar, Odemira, Alentejo

Julho de 2011

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 21:43
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A lua

A lua de Fernando Pessoa

 

A LUA (dizem os ingleses) 
É feita de queijo verde. 
Por mais que pense mil vezes 
Sempre uma idéia se perde.

 

E era essa, era,  era essa, 
Que haveria de salvar 
Minha alma da dor da pressa 
De... não sei se é desejar.

 

Sim, todos os meus reveses 
São de estar sentir pensando... 
A Lua (dizem os ingleses) 
É azul de quando em quando.

 

Fernando Pessoa

 

Parque Urbano de Albarquel, Setúbal

Julho de 2011

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 00:03
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Terça-feira, 26 de Julho de 2011

Alentejo também é mar: As escarpas e o mar das cegonhas

Mar Português

Mar do Alentejo

Mar do Alentejo

O Mar das Cegonhas

escarpas de Cabo Sardão

 

As escarpas e o mar das Cegonhas

Cabo Sardão, Odemira, Alentejo

Julho de 2011

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 17:12
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Sereno

Mundo sereno

 

Sereno Aguarda o Fim que Pouco Tarda

 

 

 

Sereno aguarda o fim que pouco tarda. 
Que é qualquer vida? Breves sóis e sono. 
            Quanto pensas emprega 
            Em não muito pensares. 

Ao nauta o mar obscuro é a rota clara. 
Tu, na confusa solidão da vida, 
            A ti mesmo te elege 
            (Não sabes de outro) o porto. 

Ricardo Reis, in "Odes" 
Heterónimo de Fernando Pessoa

 

Anoitecer no Parque Urbano de Albarquel

Setúbal, Julho de 2011

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 00:15
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Segunda-feira, 25 de Julho de 2011

A vida está cheia de pequenas coisas ....

Coisas, pequenas coisas

Coisas, pequenas coisas

Coisas, pequenas coisas

Coisas, Pequenas coisas

Coisas, pequenas coisas

 

... cheias de uma enorme beleza, uma pequena flor que nasceu entre os postes de madeira que servem de parede a um lago do jardim.

 

Jardim da Algodeia, Setúbal

Maio de 2011

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 17:14
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Coisa Amar

Coisa Amar

 

Coisa Amar

 

Contar-te longamente as perigosas
coisas do mar. Contar-te o amor ardente
e as ilhas que só há no verbo amar.
Contar-te longamente longamente.

Amor ardente. Amor ardente. E mar.
Contar-te longamente as misteriosas
maravilhas do verbo navegar.
E mar. Amar: as coisas perigosas.

Contar-te longamente que já foi
num tempo doce coisa amar. E mar.
Contar-te longamente como doi

desembarcar nas ilhas misteriosas.
Contar-te o mar ardente e o verbo amar.
E longamente as coisas perigosas.

 

Manuel Alegre

 

Setúbal, Junho de 2011

Jorge Soares


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Domingo, 24 de Julho de 2011

33

33 azul

 

Gosto do azul ..e do número..33

Algures na Baixa de Setúbal

Junho de 2011

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 10:31
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Sábado, 23 de Julho de 2011

Castanheira de Pêra

a lua em Castanheira de Pêra

Castanheira de pêra

Castanheira de pêra

Castanheira de pêra, Portugaç, Praia das Rocas

Castanheira de pêra, radical

 

Castanheira de pêra, Junho de 2011

Jorge Soares


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Serão sinónimos?

Correio ou cartas, perspectivas

 

Todas as cartas de amor são
Ridículas.
Não seriam cartas de amor se não fossem
Ridículas.

Também escrevi em meu tempo cartas de amor,
Como as outras,
Ridículas.

As cartas de amor, se há amor,
Têm de ser
Ridículas.

Mas, afinal,
Só as criaturas que nunca escreveram
Cartas de amor
É que são
Ridículas.

Quem me dera no tempo em que escrevia
Sem dar por isso
Cartas de amor
Ridículas.

A verdade é que hoje
As minhas memórias
Dessas cartas de amor
É que são
Ridículas.

(Todas as palavras esdrúxulas,
Como os sentimentos esdrúxulos,
São naturalmente
Ridículas.)


Álvaro de Campos, 21/10/1935

 

Algures na Baixa de Setúbal, há quem recena cartas e quem receba correio...

Setúbal, Maio de 2010

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 00:21
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Sexta-feira, 22 de Julho de 2011

Igreja de São Miguel, Penela

 

Igreja de São Miguel, Penela

Igreja de São Miguel, Penela

Igreja de São Miguel, Penela

Igreja de São Miguel, Penela 

 

Igreja de S. Miguel

Já o foral dado por D. Afonso Henriques em 1137 menciona uma igreja no interior da fortaleza, mas deste primitivo templo românico nada é visível uma vez que este foi alvo de sucessivas reformas.

 

Entre as mais importantes contam-se a reedificação de 1420, ordenada por D. Pedro, duque de Coimbra, grande devoto do Arcanjo S. Miguel; e a reforma da 2ª metade do séc. XVI, que conferiu ao interior da igreja o aspecto geral que ainda hoje ostenta - traça basilical de três naves. Estas são divididas em quatro tramos por duas arcadas de colunas de capitéis renascentistas e base octogonal.

 

Na capela-mor emoldurada por um arco triunfal e revestida de talha dourada, são de salientar os painéis laterais com pinturas representando S.Miguel com a típica agitação barroca patente nas vestes.

 

Na nave, que comporta retábulos de talha dourada dos sécs. XVII-XVIII já repintados, duas esculturas merecem atenção: a Virgem com o Menino atribuída ao escultor renascentista João de Ruão (séc. XVI) e uma Santa Ana do séc. XIV.

Na escada de acesso ao adro da igreja são visíveis dois medalhões rectangulares com bustos masculinos do séc. XVI, certamente provenientes das pilastras do arco da capela-mor.

 

O actual aspecto exterior é decorrente da intervenção de cerca de 1950, altura em que a torre foi acrescentada para a colocação do relógio, retirado de uma das torres defensivas.

 

Na sacristia encontra-se a tela retirada do altar-mor representando S. 

 

Fonte Penela 

 

Junho de 2011

Jorge Soares

 

 


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Quinta-feira, 21 de Julho de 2011

Experiências a Preto e Branco

Experiências a Preto e Branco

 

Continuo sem um tripé, um destes dias fomos tomar café à beira rio no Parque Urbano de Albarquel, eu fui a pé com o N., as miúdas cá de casa ficaram a arrumar a cozinha e depois foram lá ter de carro (escusam de pensar mal, normalmente quem arruma são os miúdos). Como sempre quando vou andar a pé levei a mochila com a máquina. Lá chegados era noite cerrada... decidi experimentar o preto e branco da máquina, sim, a maioria das reflex digital tem uma opção para tirar directamente a preto e branco.

 

Exceptuando os dois empregados, o café estava por nossa conta, pelo que deu para experimentar... e para perceber que mesmo a preto e branco, o tripé, ou um bom flash.. ou ambos, continua a ser necessário.

 

Esta foi sem flash, com a máquina na mão, em manual, com velocidade 1/3 seg. e Iso 100... mesmo assim está nítida... fala muito bem da minha firmeza de mãos ... bom, também significa que os milagres existem.

 

O que vemos na fotografia é o estranho objecto que segura as luzes do café ...  ficou giro.... bom, pelo menos eu gosto. 

 

Parque Urbano de Albarquel, Setúbal

Julho de 2011

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 23:52
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Eu gosto de água

A água no Rio Pêra

Poço Corga, Rio Pêra, Castanheira de pêra

Água

Água

Água, Rio Pêra

 

Eu gosto de água ...e de brincar com a velocidade da máquina .... 

 

 

Praia fluvial de Poço Corga, Rio Pêra

Castanheira de pêra

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 20:00
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Todas as portas

Portas para o passado

 

TODAS AS PORTAS

Há os vãos,
Os alçapões pesados
Dos desvãos
Há os trincos,
As fechaduras
Os degredos,
Os segredos,
Há de haver...

Há um vento que surrupia
Os chãos
Ao entrarem em oressas
Às madeiras frias...

Há correntes que
Formam retas,
Erguem-se tortas
Em curvas avessas
À direção inversa da janela...

Há a pressa
De antever
O que interessa....
Que a porta balança,
Range as dobras
E logo se fecha
(Coragem de querer saber,
Há de haver...)

Há a falta de luz
E a fraca luz amarela
Que conduz
À sensação do derredor...

Há o fitar exangue,
A visão entregue
Daquele que pouco vê
E enxerga a negra cor
(Vê bem o que não vê
E crê no que pode...)

Há a porta fechada,
Lacrada
De possíveis
Impossibilidades...

Há um queixo torto
No desleixo 
D’uma brecha entreaberta,
Displicente, quase entregue
À visão indisposta
Do que acontece porta afora...

Há os corpos
Muitos corpos
De carnes bem-dispostas...
Há os atos impostos
Por detrás
Das vidas decompostas
Ao longo das portas...

Toma-me o vai-e-vem
Dessas costas arcadas...
Há, sim, alegria,
E há, pois não, o desdém
Do atravessar dos batentes...

Ouço murros:
Uma porta batida
D'outro lado, ninguém...
(Uma outra bate também...)

Percebo raivas, mágoas
Fendendo portas recentes
Fincando-se nos batentes,
Nos horizontes das soleiras...
Saraivadas de emoções minhas,
Represadas, aos montes...

Há a porta de ontem
De aquém
E aquela de
Além de além-nada
Essa está estancada
Com há de ser
Esperando o tempo
Enferrujá-la...

Há de abrir-se,
Por fim, uma porta festejada...
Descoberta do suor
Do meu transpor
De tantas e tantas portas...

Essa... mais do que tudo,
Mais do que nada
Ah, mesmo por ser arrombada,
Essa porta há de haver...


Gê Muniz 

 

Algures na baixa de Setúbal

Junho de 2011

Jorge Soares

 

 


publicado por Jorge Soares às 00:03
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Quarta-feira, 20 de Julho de 2011

Castelo de Penela

Castelo de Penela, Portugal

Castelo de Penela, Portugal

Castelo de Penela

Castelo de Penela

Castelo de Penela, Portugal

 

Castelo de Penela

Penela, Portugal

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 19:20
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Aquele que olha de fora através de uma janela aberta ....

Janelas da minha cidade

 

As Janelas

Aquele que olha de fora através de uma janela aberta, não vê nunca tantas coisas quanto aquele que olha uma janela fechada. Não há objeto mais profundo, mais misterioso, mais fecundo, mais tenebroso, mais radiante do que uma janela iluminada por uma candeia. O que se pode ver à luz do sol é sempre menos interessante do que o que se passa por detrás de uma vidraça.Neste buraco negro ou luminoso vive a vida, sonha a vida, sofre a vida.

Para além do ondular dos telhados, avisto uma mulher madura, já com rugas, pobre, sempre debruçada sobre alguma coisa, e que nunca sai. Com seu rosto, com sua roupa, com seu gesto, com quase nada, refiz a história desta mulher, ou melhor, sua lenda e, por vezes, a conto a mim mesmo chorando.

Houvesse sido um pobre velho homem, teria refeito a sua com igual facilidade.

E me deito, feliz por ter vivido e sofrido em outros que não eu mesmo.

Vocês talvez me digam: "Tem certeza de que esta lenda é a verdadeira?" Que importa o que possa ser a realidade situada fora de mim, se ela me ajudou a viver, a sentir que sou e o que sou?

 

Charles Baudelaire

 

Uma Janela da minha Cidade

Setúbal, Maio de 2011

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 00:06
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Terça-feira, 19 de Julho de 2011

Detalhes de Setúbal, Bairro Salgado

Rua das Alcaçarias, Bairro Salgado

Bairro Salgado, Setúbal

Bairro Salgado

Bairro Salgado, Setúbal

Porta, Bairro Salgado, Setúbal

 

Detalhes da minha cidade, Bairro Salgado

Setúbal, Maio de 2011

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 19:32
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Grito em silêncio

Gritos em Silêncio

 

Grito em silêncio

Vivo em silêncio
Escondendo o que sinto...
Guardo cá dentro ,surdamente,
Um imenso sentimento...
Sofro de boca selada,
Gritando calada ao infinito...
Sozinha,
Onde ninguém me consegue ouvir!
Espero em vão uma resposta .
Quando poderei quebrar o silêncio ?
Gritar ao vento o que sinto e o que penso...
Ser EU
E deixar que dos sons
nasçam gritos na minha boca!
Gritar que amo
Amo a vida e a liberdade...!
Gritar...
O grito sem saudade!

Rafaela


Retirado de Poesia sem Rosto

 

 

Flor seca de Agave Americana,

Setúbal, Maio de 2011

Jorge Soares 


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Segunda-feira, 18 de Julho de 2011

Gritos mudos

Gritos mudos, Agave Americana

Gritos Mudos

Gritos mudos, agave americana

Gritos Mudos, Agave Americana

 

Uma flor de Agave Americana já morta.

Setúbal, Maio de 2011

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 22:01
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acordam-me as manhãs dos dias sem poemas

Pombas em Setúbal

 

Na percepção de um mito

 

acordam-me as manhãs dos dias sem poemas

em que

não me permito sair

da epiderme

 

camuflagem em que me  envolvo

de que  me alimento

migalhas de pássaro incerto

 

na face efígie e fugidia do tempo

eis que, por magia,

(ou metáfora, quem sabe?)

dedilho vagarosa um  terço

rolando, entre os nós dos dedos,

um colar de pérolas e sargaço

 

evoco os deuses

as divindades da  primavera

 

em metamorfose vegetal

refloresço no verbo

 

no direito pleno da palavra

 

- poderia dizer-tas, uma a uma, de um dicionário inteiro

(e todas seriam verdadeiras)

melificas audazes

ternas

 

podia falar-te

de amor, de desejo, de paixão...

de dor desamor cansaço -,

 

opto pelo silêncio

 

apenas

 

na percepção de um mito

tomo meu o teu rosto

num manso afago

 

os olhos descontidos nos olhos

à enormidade do momento

a luz a fulgir das íris

das pupilas

 

e

deixo

 

que te atrevas e

me ensines a novidade tenra dos teus lábios

esculpidos

de um Deus antigo, pelo  recorte das águas.

 

Mel de Carvalho 

 

Setúbal, Maio de 2011

Jorge Soares

 

 


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Domingo, 17 de Julho de 2011

Alentejo também é mar: Windsurf em São Torpes

Windsurf em São Torpes

Windsurf em São Torpes

Windsurf em São Torpes

WindSurf em São Torpes

WindSurf em São Torpes

 

Windsurf na Praia de São Torpes

Sines, Alentejo

Abril de 2011

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 18:28
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Sábado, 16 de Julho de 2011

Dias de Praia, São Torpes

Surf na Praia de São torpes, Portugal

Praia de São torpes, Portugal

Praia de São Torpes, Portugal

Alentejo Também é mar, São Torpes

Prai de São Torpes, Portugal

 

Praia de São Torpes, Sines, Alentejo

Abril de 2011

Jorge Soares


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Sexta-feira, 15 de Julho de 2011

Retratos de Família no Cabo Sardão

Cegonhas no Cabo Sardão, Portugal, ninhos

ninho de cegonhas no cabo sardão, crias

Cegonhas no cabo sardão, ninhos com crias

Ninhos com cegonhas no cabo sardão, crias

Ninhos de cegonhas com crias, Cabo Sardão

 

Tinha estado lá em Abril, alguns dos ninhos tinham ovos, em Julho as crias já estão grandes e as familias passaram a numerosas.

 

As Cegonhas do Cabo Sardão, Julho de 2011

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 23:30
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Eu vejo

Pequenas coisas

 

Percepção

 

Eu vejo
com olhos cansados
a fome nos ossos,
nos ossos do ofício
dos desamparados...
Eu ouço
com ouvidos alerta
o som das barrigas,
o choro silente
de quem erra e acerta,
do ser diferente,
que é gente somente!
Eu provo
o sabor da injustiça,
o gosto-desgosto
das dificuldades...
e engulo mentiras,
sabendo verdades!
Eu toco
no que guardo de pura,
no meu eu escondido
e o percebo um amigo
em eterna procura...
Eu sinto
que o buscar incessante
pelo que não entendo,
pelo que não está perto,
me transforma no errante
mais lúcido e certo!


Íris Galvão.

Maio de 2011

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 00:23
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Quinta-feira, 14 de Julho de 2011

Coisas, pequenas coisas

A vida é feita de pequenas coisas

A vida é feita de pequenas coisas

Coisas, pequenas coisas

Coisas, Pequenas e belas coisas

Flores

 

Detalhes de uma Primavera que já passou e deixou saudades.

Setúbal, Maio de 2011

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 21:20
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Percepção

Penela

 

"O mundo está cheio de coisas mágicas que pacientemente esperam que a nossa percepção fique mais aguçada."

A utor -Russell , Bertrand

 

Penela

Junho de 2011

Jorge Soares


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