Quarta-feira, 31 de Agosto de 2011

Londres: Tower Bridge 2

Londres, Tower Bridge

Londres, Tower Bridge 2

Londres, Tower Bridge

Londres, Tower Bridge

Londres, Tower Bridge

 

É bonita a ponte ... segundo os jornais do dia a seguir, este foi o dia mais quente do ano.. ou seja, o verão de Londres este ano foi à segunda feira ...e  eu estive lá :-)

 

Tower Bridge

Londres, Agosto de 2011

Jorge Soares


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E descobrir em sonhos uma razão maior para continuar a respirar…


Pôr do Sol em Monsaraz, Alentejo

 

Poema da insónia

 

Deitou-se, o corpo dorido sobre o tapete macio do quarto.

O sono fugira-lhe por entre os dedos, como uma memória tardia.

Por um segundo, desejou ser pássaro, gaivota ou simples rouxinol, sem mais palavras que o cantar trinado das manhãs.

Porque teria que ser tudo… tão complicado?

Porquê… tantos porquês?

 

Já dizia o célebre escritor romano Públio Siro “ Ninguém pode fugir ao amor e à morte “.

 

Fechou os olhos. Divagava.

 

Não queria fugir.

Nem ficar.

Não queria estar… nem deixar de estar.

 

Que angústia, a de querer nada ser, nada sentir, nada sofrer.

Simplesmente adormecer.

E descobrir em sonhos uma razão maior para continuar a respirar…

 

Rolando Palma 

 

Pôr do Sol em Monsaraz, Julho de 2011

Jorge Soares

 

 


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Terça-feira, 30 de Agosto de 2011

Londres:Tower Bridge

Londres, Tower Bridge

Londres, Tower Bridge

Londres, Tower Bridge

Londres, Tower Bridge

Londres, Tower Bridge

 

É curioso, não tinha dado pelo azul da ponte até que estive ao pé dela, mas é, azul.... e cheia de trânsito e de gente, ... e de sombras.... grrr.

 

Londres, Agosto de 2011

Jorge Soares

PS:tenho 625 fotografias de Londres.. preparam-se para a dose que por aí vem.


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O pranto da pedra

O Pranto da Pedra

 

Essa chuva, 
recorda-me o pranto da pedra
onde não há nada
que disfarce
a maciez do seu olfacto.

Ardósia salpicada
de lamentos
ébria de amor e mar revolto,

Faz-me lembrar
o odor da sua pele,
do lírio encharcado
em gotas de maresia salgada.

Essa chuva, 
recorda-me o pranto da pedra

 

Lagoa Azul 

 

Mata de Albergaria, Parque nacional da Peneda Gerês

Novembro de 2010

Jorge Soares

 

 


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Segunda-feira, 29 de Agosto de 2011

Alentejo: O Alqueva

Barragem do Alqueva, Aldeia da Luz, fim do caminho

Alqueva, Aldeia da Luz

Alqueva, Aldeia da Luz

Alqueva, Aldeia da Luz

Alqueva, Aldeia da Luz

 

O Alqueva nos arredores da nova Aldeia da Luz

Julho de 2011

Jorge Soares


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Gosto do Alentejo

Pôr do Sol em Monsaraz

 

Gosto do Alentejo  

 

Gosto menos dos campos felizes,

Exuberantes, sempre vestidos

De verdes macios…

Não recebo deles aquela inquietação

Que os campos mais tristes

Por vezes me dão!

Gosto mais do Alentejo,

Do meu!...

De Moura onde nasci,

A Beja, Santa Victória,

Onde nasceu o meu amor por ele!

Gosto do meu Alentejo – Tragédia!

Imenso, quente e nu!

Gosto da sua terra de barro

Da cor da carne viva!

Gosto de ouvir dizer

Chaparro, tarro, seara,

Almeara, restolho,

Palavras musicais

Fortes, gostosas,

Que o alentejano diz arrastando

 

Como se arrasta a saudade,

E a ansiedade da sua alma

De homem solitário,

Que tem pudor do riso

E orgulho no canto,

- Esse estranho pranto

Dos sonhos que tem sem se aperceber!...

Gosto do meu Alentejo

De Inverno frio, arrepiante,

Onde só um ventinho cante!

Gosto das suas tardes de Verão,

De calma sufocante,

Onde nem pássaros cantem

E só a cigarra cante!

Gosto da terra!

Da terra que se oferece

Ali, à luz do dia!

Dessa terra fecunda,

Como um ventre macio

Que por amor de Deus

 

Concebe o Pão – o nosso Pão,

Em toda a imensidão

Duma nudez sem pecado!

Gosto do meu Alentejo só,

Tragicamente mudo

Sob o olhar azul do céu!

Gosto de ver bailar

O silêncio mais a escuridão

Nas noites sem Luar!

E, de dia…

O que impõe o Alentejo,

O que nele me seduz,

É ver o silêncio

Mais a solidão,

A gerar o pão

Em bebedeiras de luz!...

 

Maria José Travelho Rijo

Primavera de 1955

Retirado de aqui 

 

O Sol do fim de tarde por entre as ruínas do Castelo de Monsaraz

Julho de 2011

Jorge Soares

 

 


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Domingo, 28 de Agosto de 2011

Alentejo: Monsaraz

Monsaraz, Alentejo, Portugal

 

A vila de Monsaraz é uma das mais antigas povoações portuguesas, a Sul do Tejo. A sua ocupação data dos tempos pré-históricos, contando-se nos arredores cerca de centena e meia de monumentos megalíticos. O próprio monte onde foi construída a vila foi provavelmente um povoado pré-histórico fortificado, e no Arrabalde existe uma vasta necrópole rupestre pré-romana, de sepulturas antropomórficas cavadas na rocha viva.

 

O primitivo castro pré-histórico foi mais tarde romanizado e depois sucessivamente ocupado por visigodos, árabes, moçárabes e judeus e a seguir à reconquista foi cristianizado.

 

A palavra Xarez ou Xerez equivalia, durante o domínio muçulmano na Península, à forma arábica SARIS ou SHARISH. O equivalente em castelhano do vocábulo português xara é Jara. Assim Xarez ou Xerex apresenta os equivalentes arcaicos castelhanos de Jaraez ou Jarás que conduziram, por corrupção, às formas actuais de Jerez castelhano e do Xarez portuguesa.

 

Monsaraz pode significar, portanto, Monte Xarez ou Monte Xaraz, cerro erguido no coração de uma terra à margem do Guadiana, antigamente povoada por um impenetrável brenhal de estevas ou xaras e que, pela excelência de condições estratégicas - posição de altura com cobertura defensiva de um grande e profundo rio - recomendava, naquele sítio inacessível, a fundação de um povoado. 


Em 1157, foi conquistada aos mouros por Geraldo Sem Pavor, mas em 1173 torna a cair em poder dos almôadas, na sequência da derrota de D. Afonso Henriques em Badajoz. D. Sancho II, auxiliado por cavaleiros dos Templários, conquista Monsaraz definitivamente em 1232 e faz a sua doação à Ordem do Templo.

 

O repovoamento cristão de Monsaraz e do seu termo só vem a ocorrer no tempo de D. Afonso III e foi obra do cavaleiro Martim Anes, que parece ter sido também primeiro Alcaide de Monsaraz. Em 1263, é já uma importante povoação fortificada e também sede de um concelho pericito e dotado com os mais amplos privilégios jurídicos: possui já a primeira carta de foral expedida por D. Afonso III.

 

Neste período de ocupação cristã de Monsaraz, o povoador Martim Anes começou a levantar a noca alcarçova e os cavaleiros das Ordens Militares e o clero secular deram inicio à construção dos templos primitivos de Santa Maria da Lagoa e de Santiago, da Ermida de Santa Catarina, no Arrabalde, do Hospital do Espírito Santo e da Albergaria. 


A economia era fundamentalmente agrícola e pastoril, verificando-se paralelamente um apreciável desenvolvimento das pequenas indústrias da olaria tosca, dos cobres martelados e dos chocalhos, e o artesanato grosseiro dos tecidos de lã e linho.

 

Em 1319, Monsaraz é erigida comenda da Ordem de Cristo e fica na dependência de Castro Marim e nesta altura começa a ser construído o edifício gótico do primitivo tribunal, decorado a fresco com o famoso painel alegórico à justiça terrena. É também nesta altura que data a torre de menagem (época dionisina).

 

Em 1412, por doação do condestável a seu neto D. Fernando, Monsaraz é integrada na sereníssima Casa de Bragança e passa, em matéria de tributação fiscal, a construir um dos mais preciosos e fartos vínculos da grande casa ducal portuguesa.

 

Em 1512, D. Manuel manda reformar o foral de Monsaraz e regula a vida pública do concelho e da vila por novo diploma jurídico e a confraria da Misericórdia de Monsaraz fica definitivamente instituída na Matriz de Santa Maria da Lagoa.

 

A grave crise demográfica de 1527, causada pela peste que alastrava em Portugal, faz com que, por ordem do Duque de Bragança, e como medida de fixação demográfica local, se esboce uma modesta reforma agrária, que se traduziu no parcelamento das terras comunais concelhias. A paisagem do minifundio nos arredores de Monsaraz resulta ainda da partilha quinhentista das terras comunais.

 

A sua posição de vila medieval acastelada, o impetuoso progresso das aldeias dos Reguengos, situadas numa planície de fácil acesso e enriquecida pelo esforço dos moradores, no que respeita ao artesanato Janeiro e da grande lavra das vinha, juntamente com a tradicional fidelidade do ideário montessarense aos princípios políticos do absolutismo, faz com que a transferência da sede do concelho se faça de Monsaraz para Reguengos de Monsaraz, em 1840.

 

Fonte Monsaraz.com

 


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Sábado, 27 de Agosto de 2011

Alentejo, Monsaraz: Vistas desde o Castelo

Monsaraz, Alentejo, Portugal

Fim de tarde em Monsaraz

Fim de tarde em Monsaraz, Alentejo

Monsaraz, Alentejo

Monsaraz, Alentejo

Fim de tarde em Monsaraz, vistas desde as muralhas.

Alentejo, Julho de 2011

Jorge Soares


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Sexta-feira, 26 de Agosto de 2011

Alentejo, Detalhes de Monsaraz

Monsaraz

Janela, Monsaraz, Alentejo

Monsaraz, Alentejo

Monsaraz, Alentejo

Alentejo, Monsaraz

 

Fim de tarde em Monsaraz, Alentejo

Julho de 2011

Jorge Soares


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Monsaraz: Insónia Alentejana

Alentejo, Monsaraz

 

Insónia Alentejana

Pátria pequena, deixa-me dormir,
Um momento que seja,
No teu leito maior, térrea planura
Onde cabe o meu corpo e o meu tormento.
Nesta larga brancura
De restolhos, de cal e solidão,
E ao lado do sereno sofrimento
Dum sobreiro a sangrar,
Pode, talvez, um pobre coração
Bater e ao mesmo tempo descansar...

 

Miguel Torga

 

Monsaraz, Alentejo

Julho de 2011

Jorge Soares


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Quinta-feira, 25 de Agosto de 2011

Alentejo, Monsaraz : Olha o passarinho

Monsaraz, Alentejo

Monsaraz, Alentejo

Monsaraz, Alentejo

Monsaraz, Alentejo

 

Dei por eles ainda antes de entrar nas muralhas, eles e o fotógrafo, não sei por onde andariam os convidados, sei sim que os fui encontrando aqui e ali pelas ruelas.... andaram por ali de certeza mais de uma hora.... não lhes gabo a paciência, por algo não houve fotógrafo oficial no meu casamento.. mas  invejo o lucro do fotógrafo, centenas de cliks (€). No fim, na ingreme e perigosa escada de metal que levava ao cimo da muralha, já dava pena a expressão da pobre noiva... mas dizem que quem corre por gosto não cansa....

 

Eu detesto fotos de casamento, não seria capaz de fazer o trabalho ali do senhor... mas adoro apanhar estas cenas, pessoas que fazem pose para outros fotógrafos, estes a fazerem o seu trabalho.... gosto, pronto.

 

Fim de tarde em Monsaraz, Alentejo

Julho de 2011

Jorge Soares

 


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Alentejo: Terra da cor dos olhos de quem olha!

Sol e Sombra em Monsaraz

 

Alentejo

A lua que te ilumina,
Terra da cor dos olhos de quem olha!
A paz que se adivinha
Na tua solidão
Que nenhuma mesquinha
Condição
Pode compreender e povoar!
O mistério da tua imensidão
Onde o tempo caminha
Sem chegar!...

 

Miguel Torga

 

Sol e Sombra num fim de tarde em Monsaraz, Alentejo

Julho de 2011

Jorge Soares


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Quarta-feira, 24 de Agosto de 2011

Alentejo: Fim de tarde em Monsaraz

Alentejo, Monsaraz

Alentejo, Monsaraz e Alqueva

Alentejo, Monsaraz

Alentejo, Monsaraz

Alentejo, Monsaraz

 

Fim de tarde em Monsaraz, Alentejo

Julho de 2011

Jorge Soares


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Geração indiferente

Indiferença

 

Geração Indiferente

 

Sonhar nunca foi errado 
Desejar nunca foi pecado 
Amar nunca foi anormal 
Então, por que tentam desviar-me desse caminho de viver?

Mostram-me teorias 
Deslumbres de uma vida sedentária 
Demasiadamente vivem num marasmo 
Nostálgicos, por se privarem dos sentimentos.

Acreditam que trabalhar é mais excelente 
Que provar do surreal das fantasias 
Tornar-se cético é mais racional 
Que arriscar-se a perder a razão por instantes 
Pelo mover de uma paixão.

Que a excelência do amor 
Flua livremente entre esta Geração Indiferente 
E que sua plenitude invada o mais profundo dos abismos da alma 
Mostre a todos os meros mortais 
Que viver não é apenas construir, esculpir em pedras 
Mas aprender a ser um monumento de luz, 
Resplandecendo um espírito puro 
Tal beleza singela, angelical.

 

Pensadora 

 

Algures no centro de Londres, Agosto de 2011

Jorge Soares


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Terça-feira, 23 de Agosto de 2011

Telheiro, Monsaraz

Fonte, Telheiro, Monsaraz, Alentejo

Telheiro, Monsaraz, Alentejo

Telheiro, Monsaraz, Alentejo

Telheiro, Monsaraz, Alentejo

Telheiro, Monsaraz, Alentejo, Chaminé

Telheiro, Monsaraz, Alentejo

Julho de 2011

Jorge Soares


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Surdo, subterrâneo rio de palavras

Fragas de São Simão

Surdo, Subterrâneo Rio

Surdo, subterrâneo rio de palavras
me corre lento pelo corpo todo;
amor sem margens onde a lua rompe
e nimba de luar o próprio lodo.

Correr do tempo ou só rumor do frio
onde o amor se perde e a razão de amar
--- surdo, subterrâneo, impiedoso rio,
para onde vais, sem eu poder ficar?

Eugénio de Andrade

 

Fragas de São Simão

Figueiró dos vinhos

Junho de 2011

Jorge Soares


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Segunda-feira, 22 de Agosto de 2011

Reguengos de Monsaraz, Igreja de Santo António

Reguengos de Monsaraz

Reguengos de Monsaraz

Reguengos de monsaraz

Igreja de Santo António, Reguengos de Monsaraz

 

O exterior é marcado por grandes arcobotantes e pela torre sineira, o que a torna num dos melhores exemplos de igrejas neogóticas em Portugal.

 

Esta igreja teve as suas raízes históricas no ano de 1887, com a determinação da Junta da Paróquia de Reguengos de edificar um templo em terrenos dos Novos Paços do Concelho.

 

Dedicada a Sto António, foi encomendado o projecto ao Arquitecto António José Dias da Silva (autor da Praça de Touros do Campo Pequeno, em Lisboa) resultando o edifício com características do espírito romântico da época gótico-manuelina.

 

Igreja de Santo António, Reguengos de Monsaraz

 

Fonte CM de Reguengos de Monsaraz

Julho de 2011

Jorge Soares


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Domingo, 21 de Agosto de 2011

A Lição

A lição

 

Lições de vidas de outras tempos.

Vila Nova de Milfontes, Abril de 2011

Jorge Soares


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Sábado, 20 de Agosto de 2011

Ternura

Ternura

 

Abril de 2011

Jorge Soares


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Sexta-feira, 19 de Agosto de 2011

Rosto

Luisa Tody

 

Busto de Luisa Tody

Setúbal

Junho de 2011

Jorge Soares


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Quinta-feira, 18 de Agosto de 2011

Sabotagem

Erro de sistema

 

Algures numa parede de Setúbal

Maio de 2011

Jorge Soares


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Quarta-feira, 17 de Agosto de 2011

Silêncio

Silêncio

 

Lisboa, Parque das nações

Janeiro de 2011

Jorge Soares


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Terça-feira, 16 de Agosto de 2011

A ponte é uma passagem

A ponte

 

Ponte Vasco da Gama, Parque das nações, Lisboa

Janeiro de 2011

Jorge Soares


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Segunda-feira, 15 de Agosto de 2011

À espera

À espera

 

Castanheira de pêra, Junho de 2011

Jorge Soares


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Domingo, 14 de Agosto de 2011

Urbanidades

Urbanidades

 

Parque das nações Lisboa

Janeiro de 2011

Jorge Soares


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Sábado, 13 de Agosto de 2011

Vazio

Vazio

 

Bar do Parque Urbano de Albarquel

Setúbal

Julho de 2011


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Sexta-feira, 12 de Agosto de 2011

A vida

A vida

 

Praça do Bocage, Setúbal

Dezembro de 2009

Jorge Soares


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Quinta-feira, 11 de Agosto de 2011

O Poço

O Poço

 

Quinta da Regaleira, Sintra

Setembro de 2011

Jorge Soares


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Quarta-feira, 10 de Agosto de 2011

De Partida

De partida

 

Revisitando o passado em tempo de férias

Valência, Agosto de 2011

Jorge Soares


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Terça-feira, 9 de Agosto de 2011

A bicicleta

A bicicleta

 

Revisitando o passado em tempo de férias

Valência, Agosto de 2009

Jorge Soares


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