Terça-feira, 31 de Janeiro de 2012

.... do plátano

Plátanos

Plátano

Plátano

Plátano

Plátano

 

Assim de repente alguém sabe como se chamam estes frutos(????) do plátano?

 

Setúbal

Janeiro de 2012

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 19:32
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Ao Sol

Margarida ao sol

Ao Sol

 

Eu só queria despir-nos

Como se tira habilmente

A seda aos pêssegos

E nus adormecermos

Sem saber quem somos

Sem jogos aos ombros

Que vêm de pequenos

Pelo faro pelos poros

Pelo sono dos cabelos

Pelo estalinho dos dedos

Eu só queria deixar-nos

Como o sol a bater

Na cal dos muros

E nus adormecermos

Sem contar os beijos

Sem dizer piropos

Como o cio dos frutos

Como a pele dos bichos

Como o íman dos olhos

Dos velhos sentados”

Joaquim Castro Caldas


Ouvir Por Tiago Bettencourt e Inês castelo Branco


 


publicado por Jorge Soares às 00:06
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Segunda-feira, 30 de Janeiro de 2012

Momentos ....

Passeio

O Cão

dia de pesca

Gente de Setúbal

Parque Urbano de Abarquel

 

... de um dia Domingo.

 

Parque Urbano de Albarquel

Setúbal, Janeiro de 2012

Jorge Soares

 


publicado por Jorge Soares às 19:19
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Domingo, 29 de Janeiro de 2012

Esquecido na praia

Perdido na praia

 

Ética

 

Vou falhando as pequenas coisas

que me são solicitadas.

Sentindo que as ciladas

se acumulam cada vez que falo.

Preferi hoje o silêncio.

A ausência de equívocos

não é partilhável.

No inegociável deste dia,

destituo-me de palavras.

O silêncio não se recomenda.

Deixa-nos demasiado sós,

visitados pelo pensamento.

 

 

Luís Quintais

in «Lamento», 1999 

 

Praia do Parque Urbano de Albarquel

Setúbal

Janeiro de 2012

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 23:06
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tempo de brincar

Tempo de brincar

Tempo de brincar

Tempo de brincar

Tempo de brincar

Tempo de brincar

 

O tempo para brincar nunca é suficiente nem nunca está demais

 

Setúbal, Janeiro de 2011


publicado por Jorge Soares às 19:13
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Sábado, 28 de Janeiro de 2012

Mar português, Praia do meco

Praia do meco

Ondas, Praia do meco

Ondas, Mar português

Mar Português, Praia do Meco

Mar português, Praia do meco

 

Eu gosto da praia no Inverno

 

Praia do Meco, Sesimbra

Janeior de 2012

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 11:50
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Sexta-feira, 27 de Janeiro de 2012

Gente de Setúbal

Gente de Setúbal

Gente de Setúbal

Gente de Setúbal

Gente de Setúbal

Gente de Setúbal

 

Parque Urbano de Albarquel

Setúbal

Janeiro de 2012

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 19:46
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Só nós dois é que sabemos

Só nós dois é que sabemos

 

Só nós dois é que sabemos
O quanto nos queremos bem
Só nós dois é que sabemos
Só nós dois e mais ninguém
Só nós dois avaliamos
Este amor, forte, profundo...
Quando o amor acontece
Não pede licença ao mundo.

Anda, abraça-me... beija-me
Encosta o teu peito ao meu
Esquece o que vai na rua
Vem ser minha, eu serei teu
Que falem não nos interessa
O mundo não nos importa
O nosso mundo começa
Cá dentro da nossa porta.

Só nós dois é que sabemos
O calor dos nossos beijos
Só nós dois é que sofremos
As torturas dos desejos
Vamos viver o presente
Tal-qual a vida nos dá
O que reserva o futuro
Só Deus sabe o que será

 

Ouvir

 



publicado por Jorge Soares às 00:06
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Quinta-feira, 26 de Janeiro de 2012

Gente de Lisboa

Gente

Lisboa

Gente de Lisboa

Lisboa

Lisboa

 

Lisboa

janeiro de 2011

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 21:20
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Sei que estou só

Sei que estou só

 


Sei que estou só e gelo entre as folhagens
Nenhuma gruta me pode proteger
Como um laço deslaça-se o meu ser
E nos meus olhos morrem as paisagens.

Desligo da minha alma a melodia
Que inventei no ar. Tombo das imagens
Como um pássaro morto das folhagens
Tombando se desfaz na terra fria.

Sophia de Mello Breyner Andresen

 

Ouvir pelo Tiago Bettenncourt

 

Cais das Colunas,
Lisboa, Janeiro de 2012
Jorge Soares

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Quarta-feira, 25 de Janeiro de 2012

Gosto da praia no Inverno

Praia do Meco, ondas

Praia do Meco

Praia do Meco

Praia do meco

Gosto da praia no Inverno

 

Praia do Meco numa tarde de Janeiro

Sesimbra, Janeiro de 2012

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 20:39
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Escrevi teu nome no vento

Cais das colunas

 

Escrevi teu nome no vento
Convencido que o escrevia
Na folha dum esquecimento
Que no vento se perdia

Ao vê-lo seguir envolto
Na poeira do caminho
Julguei meu coração solto
Dos elos do teu carinho

Em vez de ir longe levá-lo
Longe, onde o tempo o desfaça
Fica contente a gritá-lo
Onde passa e a quem passa

Pobre de mim, não pensava
Que tal e qual como eu
O vento se apaixonava
Por esse nome que é teu

E quando o vento se agita
Agita-se o meu tormento
Quero esquecer-te, acredita
Mas cada vez há mais vento 

 

Ouvir cantado pela carminho

 

 
A luz de Lisboa, o Tejo, barcos, gaivotas, tudo isto só pode ser fado....
Cais das Colunas,
Lisboa, Janeiro de 2012
Jorge Soares

publicado por Jorge Soares às 00:03
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Terça-feira, 24 de Janeiro de 2012

Janeiro, detalhes do renascer da natureza

A folha

Dente de Leão

Trevos

Flores

Flores

 

Parque Urbano de Albarquel

Setúbal, janeiro de 2012

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 21:22
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Um deste dias vou poder apaixonar-me outra vez

A guitarra

 

Um deste dias vou poder
apaixonar-me outra vez
sem me importar de saber
se vai durar um ano ou um mês

Correr e saltar num dia 
depois não dormir tranquilo
pensar que o amor é isto 
e descobrir que afinal é aquilo

Já não há canções de amor
como havia antigamente
já não há canções de amor

Um destes dias vou ser capaz
de encontrar a felicidade
avançar em marcha atrás
ir de verdade em verdade 

Dizer que o amor é aquilo
que ontem estava descoberto
e ver que no fim duma paixão
espreita sempre um deserto

Já não há canções de amor 
por não haver quem acredite 
já não há canções de amor 
por não haver quem acredite 

E vós almas tão ingénuas
cujo amor não tem saída
que buscais nas tolas canções 
o açúcar que adoça a vida

Não percebeis que é o engano
que prova que há uma chance 
acertar à primeira não é humano
é a essência do romance

Já não há canções de amor
como havia antigamente 
já não há conções de amor 
vou investigar o caso 
com o máximo rigor
tirar a limpo a verdade
que há nas canções de amor 
vou saber se ainda é possível
escrever canções de amor 

 

Rui Veloso

 

Ouvir:

 


Setúbal, Janeiro de 2011

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 00:14
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Segunda-feira, 23 de Janeiro de 2012

Eu gosto de Gatos

Gato

O gato

O Gato

O Gato

Eu gosto de gatos

 

Setúbal

Janeiro de 2012

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 21:15
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Cais das colunas

Pôr do Sol em Lisboa

 

Também já ali  estive assim, só, a tentar enganar a tristeza da solidão com a quietude do rio e a beleza do pôr do Sol, foram incontáveis as vezes que a caminho do quarto onde costumava morar, me sentei ali a ver o vai vem dos barcos e o voo das gaivotas. É sem dúvida o meu lugar preferido de Lisboa.

 

Já não recordo a última vez que lá estive ou sequer lá passei, hoje fomos lá com os miúdos, havia uma enorme multidão, muitíssimos turistas e até um grupo de música brasileira... mas há coisas que não mudam, o voo as gaivotas, a serenidade do Tejo e pôr do sol magnifico.

 

Cais das Colunas, 

Lisboa, Janeiro de 2012

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 00:02
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Domingo, 22 de Janeiro de 2012

Quinta dos Lóridos, Soldados de Terracota

Soldados de Terracota

Soldados de Terracota, Quinta dos Lóridos

Soldados de Terracota

Soldados de Terracota, quinta dos Lóridos

Soldados de Terracota, Quinta dos Lóridos

 

Soldados de Terracota

Quinta do lóridos

Bombarral, Setembro de 2011

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 12:37
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Sábado, 21 de Janeiro de 2012

Janela da Alma

Janela da alma

 

Janela da alma que
reflecte os cacos
da vida estilhaçada que temos.
O vidro partido
cortou a garganta num grito inaudível
quando te quis revelar
o que não desejaste ouvir.

Sangue escorreu do golpe
que na minha pele fizeste incidir
depois de quebrares
o frágil equilíbrio do esplendor
que foi por essa janela te descobrir.

Tanto tempo volvido
e ao observar-te agora 
neste indiferente lugar
reparo que já não somos iguais!
O nosso fulgor se esbateu
e o amor se perdeu.

Eu tenho as cicatrizes
dos golpes que 
no meu espírito habitam,
mas tu tens a derrota
da lenta destruição 
em que te encontras agora.

Permanece a certeza
por essa janela
não me voltarei a deslumbrar,
mesmo que a vida se lembre
de se deter
para nos contemplar!…

Cristina Monteiro

 

Jardins de Monserrate

Sintra, Novembro de 2011

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 18:08
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Quinta dos Lóridos, Budas

Buda

Buda, quinta dos Lóridos

Quinta dos Lóridos

Quinta dos Lóridos

Quinta dos Lóridos, Buda

 

Quinta dos Lóridos,

Bombarral, setembro de 2011

Jorge Soares


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Sexta-feira, 20 de Janeiro de 2012

Pavão

Pavão, Jardim de Cascais

Pavão, Cascais

Pavão, Cascais

Pavão

Pavão

 

Pavão no Parque Marechal carmona

Cascais, Outubro de 2011

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 19:49
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O dinossauro

Dinossauros em Lisboa

 

A exposição era mesmo muito muito pobre.. pelo menos para quem no Verão esteve no Museu de história natural em Londres e no Museu do Jurássico nas Astúrias, o melhor era mesmo este exemplar, sobretudo quando temos por trás um pôr do sol fantástico

 

Lisboa

Novembro de 2011

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 00:03
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Quinta-feira, 19 de Janeiro de 2012

A vida nos bancos do Jardim

Jardim da Algodeia

O banco

Bancos

Bancos do Jardim da Algodeia

Bancos

Banco

 

Bancos do Jardim da Algodeia

 

Setúbal

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 21:29
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Laranja vivo

Flores

 

Reparei nesta flor no dia em que chegamos, um ponto de cor quente no meio das cores frias do inverno, o primeiro que pensei foi em  como é que ela conseguiu sobreviver e estar assim viçosa nesta altura....  no dia a seguir tudo estava branco e coberto de geada, tudo à volta estava gelado, mas ela continuava lá... um ponto laranja no meio de um mar de branco gelado.

 

Póvoa Dão, Viseu

Dezembro de 2011

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 00:15
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Quarta-feira, 18 de Janeiro de 2012

Momentos

Momentos doces

Momentos

Momentos

Momentos

Momentos

Momentos

 

Jorge Soares


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Iluminar o caminho

Candeeiro

 

E assim, depois de muito esperar, num dia como outro qualquer, decidi triunfar...
Decidi não esperar as oportunidades e sim, eu mesmo buscá-las.
Decidi ver cada problema como uma oportunidade de encontrar uma solução.
Decidi ver cada deserto como uma possibilidade de encontrar um oásis.
Decidi ver cada noite como um mistério a resolver.
Decidi ver cada dia como uma nova oportunidade de ser feliz.
Naquele dia descobri que meu único rival não era mais que minhas próprias limitações e que enfrentá-las era a única e melhor forma de as superar.
Naquele dia, descobri que eu não era o melhor e que talvez eu nunca tivesse sido.
Deixei de me importar com quem ganha ou perde.
Agora me importa simplesmente saber melhor o que fazer.
Aprendi que o difícil não é chegar lá em cima, e sim deixar de subir.
Aprendi que o melhor triunfo é poder chamar alguém de"amigo".
Descobri que o amor é mais que um simples estado de enamoramento, "o amor é uma filosofia de vida". 
Naquele dia, deixei de ser um reflexo dos meus escassos triunfos passados e passei a ser uma tênue luz no presente. 
Aprendi que de nada serve ser luz se não iluminar o caminho dos demais.
Naquele dia, decidi trocar tantas coisas...
Naquele dia, aprendi que os sonhos existem para tornar-se realidade.
E desde aquele dia já não durmo para descansar... simplesmente durmo para sonhar.

 

Walt Disney

 

 

 

Viseu, Dezembro de 2011

Jorge Soares


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Terça-feira, 17 de Janeiro de 2012

O Cisne zangado

O cisne zangado

O Cisne Zangado

O Cisne zangado

O Cisne Zangado

O Cisne

O Cisne

 

O Cisne zangado

Jardim do Bonfim

Setúbal, Novembro de 2011

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 21:18
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Quando a luz dos olhos meus

Quando a luz dos olhos meus

Quando a luz dos olhos meus 
E a luz dos olhos teus 
Resolvem se encontrar 

Ai, que bom que isso é meu Deus 
Que frio que me dá o encontro desse olhar 

Mas se a luz dos olhos teus 
Resiste aos olhos meus 
Só pra me provocar 

Meu amor juro por Deus 
Me sinto incendiar 

 


 

Praia, Cabo verde

Fevereiro de 2010

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 00:03
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Segunda-feira, 16 de Janeiro de 2012

Flores do Inverno

Flores de inverno

Flores de inverno

Flores de Inverno

Flores do Inverno

Flores do Inverno

 

Jardim da Algodeia, Setúbal

Dezembro de 2011

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 20:58
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Ausência

Rosa sem pétalas

 

Ausência

 

Por muito tempo achei que a ausência é falta. 
E lastimava, ignorante, a falta. 
Hoje não a lastimo. 
Não há falta na ausência. 
A ausência é um estar em mim. 
E sinto-a, branca, tão pegada, aconchegada nos meus 
                                                                            [braços, 
que rio e danço e invento exclamações alegres, 
porque a ausência, essa ausência assimilada, 
ninguém a rouba mais de mim. 

Carlos Drummond de Andrade, in 'O Corpo' 

 

Alviães, Oliveira de Azemeis
Dezmbro de 2011
Jorge Soares

 


publicado por Jorge Soares às 00:35
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Domingo, 15 de Janeiro de 2012

Quinta dos Lóridos, Buda 2

Quinta dos Lórido; buda

Quinta dos Lóridos, Buda

Quinta dos Lóridos, Buda

Quinta dos Lóridos, Buda

Quinta dos Lóridos

 

Quinta dos Lóridos

Bombarral

Setembro de 2011

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 17:51
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