Segunda-feira, 31 de Dezembro de 2012

365 Oportunidades para ser feliz

20013- 365 dias de novas oportunidades

 

 

Por favor, nunca desistam de ser felizes

 

Jorge Soares


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Domingo, 30 de Dezembro de 2012

Partilhar

Partilhar

 

A compreensão de outrem somente progredirá com a partilha de alegrias e sofrimentos.

Albert Einstein



Parque das nações, Lisboa

Janeiro de 2012

Jorge Soares


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Sábado, 29 de Dezembro de 2012

Renascer

Renascer

 

Aprendi com as Primaveras a me deixar cortar para poder voltar sempre inteira.

Cecília Meireles

 

 

Portalegre, Dezembro de 2011

Jorge Soares


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Sexta-feira, 28 de Dezembro de 2012

Beco das Lobas

Beco das Lobas

 

De mim, que tanto falam
Quero que reste o que calei
Que tanto rezam por mim
Quero que fique o que pequei
De mim, que tanto sabem
Quero que saibam que não sei...

 

Martha Medeiros


Beco das Lobas

Setúbal, Maio de 2012

Jorge Soares


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Quinta-feira, 27 de Dezembro de 2012

sem leme, sem vela, sem brisa...

Fantasmas

 

Fantasma


Para onde vais, assim calado,
de olhos hirtos, quieto e deitado,
as mãos imóveis de cada lado?

Tua longa barca desliza
por não sei que onda, límpida e lisa,
sem leme, sem vela, sem brisa...

Passas por mim na órbita imensa
de uma secreta indiferença,
que qualquer pergunta dispensa.

Desapareces do lado oposto
e, então, com súbito desgosto,
vejo que teu rosto é o meu rosto,

e que vais levando contigo,
pelo silêncioso perigo
dessa tua navegação,

minha voz na tua garganta,
e tanta cinza, tanta, tanta,
de mim, sobre o teu coração!

Cecília Meirelles


Sombras num dia de inverno

Portalegre, Dezembro de 2011

Jorge Soares



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Quarta-feira, 26 de Dezembro de 2012

na curvatura de teu braço a encontrar os céus.

A laurindinha

 

Brisa

 

Os teus olhos irônicos assaltam-me.

Ofereço-te flores

levo-te ao sol

afago-te as dores inúteis.

Encomendo-te a felicidade.

Abraço-te para definir o amor alheio a qualquer palavra inútil.

Durmo contigo numa noite escura

o teu coração se cala

abrindo janelas ao gesto  infindo.

Ensinas-me  que a vida é tecido raro

que é curta a distância entre o riso e o choro.

E o meu corpo,

um traço imprevisto

na curvatura de teu braço a encontrar os céus.

 

Rita Schultz 

 

Portalegre

Dezembro de 2011

Jorge Soares


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Terça-feira, 25 de Dezembro de 2012

A última pétala da última rosa

Uma pétala de rosa

 

hoje eu quero ouvir tuas palavras sobre luzes 
e sobre rosas.
quero ver teus olhos que me convidam a viajar pela magia do universo
não romperei o silêncio. 
não tocarei uma sinfonia. 
não abrirei a boca.
tu? tu nem ouvirás os meus passos.
mas a pétala da rosa ao cair pelos confins do infinito
resvalando no teu coração
ah, essa tu ouvirás!

Rita Schultz 


A última pétala da última rosa num dia de sol de Inverno

Setúbal, Dezembro de 2011

Jorge Soares


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Segunda-feira, 24 de Dezembro de 2012

É um presépio de lata

É um presépio de lata

 

Três estrelas de alumínio
A luzir num céu de querosene
Um bêbedo julgando-se césar
Faz um discurso solene

Sombras chinesas nas ruas
Esmeram-se aranhas nas teias
Impacientam-se gazuas
Corre o cavalo nas veias

Há uma luz branca na barraca
Lá dentro uma sagrada família
À porta um velho pneu com terra
Onde cresce uma buganvília

É o presépio de lata
Jingle bells, jingle bells,

Oiçam um choro de criança
Será branca negra ou mulata
Toquem as trompas da esperança
E assentem bem qual a data

A lua leva a boa nova
Aos arrabaldes mais distantes
Avisa os pastores sem tecto
Tristes reis magos errantes
E vem um sol de chapa fina
Subindo a anunciar o dia
Dois anjinhos de cartolina
Vão cantando aleluia

É o presépio de lata
Jingle bells, jingle bells,

Nasceu enfim o menino
Foi posto aqui à falsa fé
A mãe deixou-o sozinho
E o pai não se sabe quem é

É o presépio de lata
Jingle bells, jingle bells


Rui Veloso


Ouvir no A Música Portuguesa 

 

Portalegre, Dezembro de 2012

Jorge Soares


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Sábado, 22 de Dezembro de 2012

Poema de natal

soldadinho

 

Poema de Natal

Para isso fomos feitos:
Para lembrar e ser lembrados
Para chorar e fazer chorar
Para enterrar os nossos mortos —
Por isso temos braços longos para os adeuses
Mãos para colher o que foi dado
Dedos para cavar a terra.
Assim será nossa vida:
Uma tarde sempre a esquecer
Uma estrela a se apagar na treva
Um caminho entre dois túmulos —
Por isso precisamos velar
Falar baixo, pisar leve, ver
A noite dormir em silêncio.
Não há muito o que dizer:
Uma canção sobre um berço
Um verso, talvez de amor
Uma prece por quem se vai —
Mas que essa hora não esqueça
E por ela os nossos corações
Se deixem, graves e simples.
Pois para isso fomos feitos:
Para a esperança no milagre
Para a participação da poesia
Para ver a face da morte —
De repente nunca mais esperaremos...
Hoje a noite é jovem; da morte, apenas
Nascemos, imensamente.


Vinicius de Moraes

Portalegre, Dezembro de 2011
Jorge Soares

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Sexta-feira, 21 de Dezembro de 2012

Recomeçar

Mar

 

Seja como as ondas do mar 
que mesmo quebrando contra os obstáculos,
encontram força para ...
recomeçar.

S. Bambarèn


Jorge Soares


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Quinta-feira, 20 de Dezembro de 2012

O cisne

O cisne

 

 

"A sombra é sempre negra nem que seja de um cisne branco"

Pablo Neruda

 

 

Jardim do Bonfim

Setúbal, Setembro de 2012


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Quarta-feira, 19 de Dezembro de 2012

O segredo da Felicidade

alegria

 

Saber encontrar a alegria na alegria dos outros, é o segredo da felicidade.

Georges Bernanos



Serra da Estrela, Dezembro de 2010

Jorge Soares


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Terça-feira, 18 de Dezembro de 2012

Borboleteando

Borboleta

 

Astúrias

Agosto de 2012

Jorge Soares


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Segunda-feira, 17 de Dezembro de 2012

Margarida

Margaridas

 

Pequenas margaridas apanhadas sobre um velho muro de pedra 

San Vicente de la Barquera

Cantábria, espanha

Agosto de 2012

Jorge Soares


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Domingo, 16 de Dezembro de 2012

A alegria das coisas

Janela

 

‎"A alegria não está nas coisas, está em nós."
- Johann Goethe


Santillana del Mar

Cantábria

Agosto de 2012

Jorge Soares


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Sábado, 15 de Dezembro de 2012

Brincar

Na neve

 

 

Nós não paramos de brincar porque envelhecemos, 
envelhecemos porque paramos de brincar.

Oliver Wendell Holmes


Serra da estrela

Dezembro de 2010

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 14:22
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Sexta-feira, 14 de Dezembro de 2012

Tudo é apenas um reflexo

Pato Mandarim

 

nada tem nexo, tudo é apenas um reflexo

 

Millôr Fernandes

 

Um pato Mandarim no Jardim do Bonfim0

 

Setúbal, Dezembro de 2012

Jorge Soares


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Quinta-feira, 13 de Dezembro de 2012

Um corneto pra ti .....

Cornetos

 

Num dia quente de verão

Santillana del MAr

Cantábria, Agosto de 2012

Jorge Soares


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Quarta-feira, 12 de Dezembro de 2012

Procura-se um amigo para gostar dos mesmos gostos

Cão

 

Procura-se um amigo para gostar dos mesmos gostos, que se comova quando
chamado de amigo. Que saiba conversar de coisas simples, de orvalhos, de
grandes chuvas e das recordações da infância.
Preciso de um amigo para não enlouquecer, para contar o que vi de belo e triste
durante o dia, dos anseios e das realizações, dos sonhos e da realidade.
Deve gostar de ruas desertas, de poças d´água e de caminhos molhados, de beira de estrada, de mato depois da chuva, de se deitar no capim. Preciso de um amigo que diga que vale a pena viver, não porque a vida é bela, mas porque já tenho um amigo. 
Preciso de um amigo para parar de chorar. Para não viver debruçado no passado em busca de memórias perdidas.
Que bata nos ombros sorrindo e chorando, mas que me chame de amigo, para que eu tenha a consciência de que ainda vivo"

Vinícius de Moraes



Setúbal, Janeiro de 2012

Jorge Soares


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Terça-feira, 11 de Dezembro de 2012

Do teu plácido e azul encanto,

Capela

 

Chove?... Nenhuma chuva cai...

 

Chove?... Nenhuma chuva cai...

Então onde é que eu sinto um dia

Em que o ruído da chuva atrai

A minha inútil agonia?

 

Onde é que chove, que eu o ouço?

Onde é que é triste, ó claro céu?

Eu quero sorrir-te, e não posso,

Ó céu azul, chamar-te meu...

 

E o escuro ruído da chuva

É constante em meu pensamento.

Meu ser é a invisível curva

Traçada pelo som do vento...

 

E eis que ante o sol e o azul do dia,

Como se a hora me estorvasse,

Eu sofro... E a luz e a sua alegria

Cai aos meus pés como um disfarce.

 

Ah, na minha alma sempre chove.

Há sempre escuro dentro em mim.

Se escuto, alguém dentro em mim ouve

A chuva, como a voz de um fim ...

 

Quando é que eu serei da tua cor,

Do teu plácido e azul encanto,

Ó claro dia exterior,

Ó céu mais útil que o meu pranto?

 

Fernando Pessoa

 

Algures nas Astúrias

Agosto de 2012

Jorge Soares


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Segunda-feira, 10 de Dezembro de 2012

Borboleta

Abeleza da natureza

 

É triste pensar que a natureza fala e que o género humano não a ouve.

Victor Hugo


Algures nas Astúrias

Agosto de 2012

Jorge Soares


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Domingo, 9 de Dezembro de 2012

O vento da vida pôs-te ali

Folha

 

Tu eras também uma pequena folha 
que tremia no meu peito. 
O vento da vida pôs-te ali. 
A princípio não te vi: não soube 
que ias comigo, 
até que as tuas raízes 
atravessaram o meu peito, 
se uniram aos fios do meu sangue, 
falaram pela minha boca, 
floresceram comigo.


Pablo Neruda


Uma folha de plátano num banco de jardim

Setúbal, Outubro de 2012

Jorge Soares




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Não sei caminhos de cor.

Caminhos

 

Por Todos os Caminhos do Mundo

 

A minha poesia é assim como uma vida que vagueia 
                                                    pelo mundo, 

por todos os caminhos do mundo, 
desencontrados como os ponteiros de um relógio velho, 
que ora tem um mar de espuma, calmo, como o luar 
                                                    num jardim nocturno, 

ora um deserto que o simum veio modificar, 
ora a miragem de se estar perto do oásis, 
ora os pés cansados, sem forças para além. 

Que ninguém me peça esse andar certo de quem sabe 
                                                    o rumo e a hora de o atingir, 
a tranquilidade de quem tem na mão o profetizado 
de que a tempestade não lhe abalará o palácio, 
a doçura de quem nada tem a regatear, 
o clamor dos que nasceram com o sangue a crepitar. 

Na minha vida nem sempre a bússola se atrai ao mesmo 
norte. 
Que ninguém me peça nada. Nada. 
Deixai-me com o meu dia que nem sempre é dia, 
com a minha noite que nem sempre é noite 
como a alma quer. 

Não sei caminhos de cor. 

Fernando Namora, in 'Mar de Sargaços'

 

Mérida, Agosto de 2010

Jorge Soares


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Sábado, 8 de Dezembro de 2012

As mudanças do tempo

Eu escrevi um poema triste


Eu escrevi um poema triste
E belo, apenas da sua tristeza.
Não vem de ti essa tristeza
Mas das mudanças do Tempo,
Que ora nos traz esperanças
Ora nos dá incerteza...
Nem importa, ao velho Tempo,
Que sejas fiel ou infiel...
Eu fico, junto à correnteza,
Olhando as horas tão breves...
E das cartas que me escreves
Faço barcos de papel!

 

Mário Quintana

 

Setúbal, Outubro de 2012

Jorge Soares


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Sexta-feira, 7 de Dezembro de 2012

O meu querido inverno

Meu querido inverno

 

A pálida luz da manhã de inverno

 

A pálida luz da manhã de inverno,  
O cais e a razão   
Não dão mais esperança, nem menos esperança sequer,   
Ao meu coração.  
O que tem que ser   
Será, quer eu queira que seja ou que não.  

No rumor do cais, no bulício do rio   
Na rua a acordar   
Não há mais sossego, nem menos sossego sequer,   
Para o meu 'sperar.   
O que tem que não ser   
Algures será, se o pensei; tudo mais é sonhar.  

 

Fernando Pessoa

 

Ando preguiçoso, nos últimos dois meses a máquina não saiu do aconchego da sua mochila uma única vez.. e já me faltam as imagens do inverno para colocar aqui... o que vale é que há sempre os outros invernos.

 

As últimas folhas num castanheiro

Póvoa Dão, Viseu.

Dezembro de 2012

Jorge Soares


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Quinta-feira, 6 de Dezembro de 2012

Pilotos

Pilotos

 

ÚLTIMO POEMA DO MARINHEIRO


O marinheiro encontrou o seu caminho no mar. 
Mas uma noite, de repente, 
o mar foi vazando, vazando, 
até que secou completamente. 

Seu barco, solitário 
sobre o fundo do abismo, 
torna-se uma coisa grotesca e sem sentido. 

Estrangeiro entre os homens da terra, 
caminha o marinheiro por estradas inúteis, 
levando nos olhos um mistério verde 
e na boca o amargor de tanto sal. 

Contudo, nas noites de muito vento, 
debruça-se na murada do tempo 
e, enquanto espera o retorno do mar, 
inaugura caminhos de cinza e de nada.

 

Thiago de Mello

 

Nas margens do Sado

Setúbal, Outubro de 2012

Jorge Soares


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Quarta-feira, 5 de Dezembro de 2012

Quero o meu primeiro beijo

Quero o meu primeiro beijo

 

O primeiro beijo


Recebi o teu bilhete
Para ir ter ao jardim
A tua caixa de segredos
Queres abri-la para mim

E tu não vais fraquejar
Ninguém vai saber de nada
Juro não me vou gabar
A minha boca é sagrada

De estar mesmo atrás de ti
Ver-te da minha carteira
Sei de cor o teu cabelo
Sei o shampoo a que cheira

Já não como já não durmo
E eu caia se te minto
Haverá gente informada
Se é amor isto que eu sinto

Quero o meu primeiro beijo
Não quero ficar impune
E dizer-te cara a cara
Muito mais é o que nos une
Que aquilo que nos separa

Promete lá outro encontro
Foi tão fugaz que nem deu
Para ver como era o fogo
Que a tua boca prometeu

Pensava que a tua lingua
Sabia a flor do jasmim
Sabe a chiclete de mentol
E eu gosto dela assim

Quero o meu primeiro beijo
Não quero ficar impune
E dizer-te cara a cara
Muito mais é o que nos une
Que aquilo que nos separa


Rui Veloso

 

Ouvir aqui

 

Parque Urbano de Albarquel

Setúbal, Outubro de 2012

Jorge Soares


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Terça-feira, 4 de Dezembro de 2012

De criança poeta e louco ...

De criança poeta e louco, todos temos um pouco

 

..... todos temos um pouco

 

Eles eram 3, a mais pequena andava por ali e imagino que o papagaio fosse seu, mas não me recordo de a ver pegar na corda, vi sim uma mãe muito divertida talvez a reviver momentos de outros tempos, ser criança é a coisa mais bonita que existe... e voltar a ser criança nem que seja por breves momentos é sempre uma enorme alegria.

 

Parque Urbano de Albarquel

Setúbal

Outubro de 2012

Jorge Soares

 

PS: Eu sei a focagem não era bem a que ficou... mas adoro esta fotografia na mesma


publicado por Jorge Soares às 23:02
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Distorsão

Distorsão

 

Apenas em águas tranquilas as coisas se refletem sem distorção. Apenas  uma mente tranquila terá a percepção adequada do mundo.

Hans Margolius


publicado por Jorge Soares às 13:02
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Segunda-feira, 3 de Dezembro de 2012

Passamos pelas coisas

Água

 

Passamos pelas coisas sem as ver,

gastos como animais envelhecidos;

se alguém chama por nós não respondemos,

se alguém nos pede amor não estremecemos:

como frutos de sombra sem sabor

vamos caindo ao chão apodrecidos.

 

Eugénio de Andrade

 

Jorge Soares

Abril de 2012


publicado por Jorge Soares às 17:00
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