Domingo, 7 de Setembro de 2014

Simples

flores

 

 

Não existe grandeza onde não há simplicidade, bondade e verdade.” 
Leon Tolstoi

 

As flores dos caminhos da minha infância

Alviães, Junho de 2014

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 18:31
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Domingo, 31 de Agosto de 2014

Joaninha voa voa

Joaninha

 

Felizmente ela não voou ficou por ali e deu-me tempo a trocar a lente e tudo.....

 

Algures em Alviães, Abril de 2014

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 21:51
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Domingo, 14 de Julho de 2013

Detalhes da Primavera 3

Detalhes da Primavera

Detalhes da Primavera

Detalhes da Primavera

 

Detalhes da Primavera no quintal da minha mãe

Alviães, Palmaz, Oliveira de Azeméis

Junho de 2013

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 17:25
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Sábado, 13 de Julho de 2013

Detalhes da Primavera 2

Detalhes da Primavera

Detalhes da Primavera

 

Ervas no quintal da minhã mãe

Alviães, Palmaz, Oliveira de Azemeis

Junho de 2013

Jorge Soares


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Sexta-feira, 12 de Julho de 2013

Detalhes da Primavera

Detalhes da Primavera

Detlahes da Primavera

Detalhes da Primavera

 

Detalhes da Primavera no quintal da minha mãe

Alviães, Palmaz, Oliveira de Azemeis

Junho de 2013

Jorge Soares


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Quinta-feira, 11 de Julho de 2013

Yellow

Yellow

Yellow

 

Yellow

Alviães, Junho de 2013

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 20:27
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Quarta-feira, 10 de Julho de 2013

Pink

Pink

Pink

 

Em Junho a Primavera já vai longa.. mas ainda resta muita cor para mostrar

 

Alviães

Junho de 2013

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 20:25
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Domingo, 23 de Outubro de 2011

.. há neste mundo ...

.... há neste mundo mais medo de coisas más que coisas más propriamente ditas ....

 

.... há neste mundo mais medo de coisas más que coisas más propriamente ditas ....

 

Mia Couto

 

Alviães, Oliveira de Azemeis

Agosto de 2011

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 16:28
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Sexta-feira, 23 de Setembro de 2011

De Volta ao quintal da minha mãe: Flores de verão

Flores de Verão

Flores de Verão

Flores de verão

Flores de Verão

Flores de Verão

 

Flores de verão, flores de Agosto.. flores do quintal da minha mãe

 

Alviães, Oliveira de Azeméis

Agosto de 2011

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 17:34
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Segunda-feira, 2 de Maio de 2011

Na minha rua há restos de vidas

Na minha rua

 

Na Minha Rua

 

Na minha rua há restos de vidas
Restos de famílias
De mães desaparecidas
E outras há que deram vida às vidas que por ali param
Vindas de passagem e de passagem lá ficaram
Na minha rua há restos de cartazes
Restos de eleições
Do 'SIM' ao aborto e outras frases
Que eu não votei mas fiz pressão para que outro alguém votasse
Minha consciência pssa a vida num impasse

Na minha rua há restos de mim por todo o lado
Espalhados pelo tempo e pelo espaço
Na minha rua há restos de mim por toda a parte
Rasgados e atirados pelo ar

Na minha rua há restos de namoros
De beijos e abraços
De zangas e desaforos
E eu não tive ninguém que se digna-se a odiar-me
No meu mau feitio de preguiça, humor e charme
Na minha rua há restos de noites 
Restos de garrafas, bebedeiras e açoites
Gemidos deifarçados pela fúria dos turistas
Á porta de boites tão baratas como ariscas

Na minha rua há restos de mim por todo o lado
Espalhados pelo tempo e pelo espaço
Na minha rua há pedaços de mim por toda a parte
Rasgados e atirados pelo ar

Na minha rua há restos de mim por todo o lado
Espalhados pelo tempo e pelo espaço
Na minha rua há pedaços de mim por toda a parte
Rasgados e atirados pelo ar

É tão bom saber que há vida assim
Faz tão bem ter histórias para contar
Eu quero ir poder então fugir
É bom para mim
É bom para quem tão bem me quer

 

Anaquim 

 

Num fim de tarde, algures em Alviães, Oliveira de Azemeis

Março de 2011

Jorge Soares

 

 


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Quarta-feira, 20 de Abril de 2011

A Porta

A Porta

 

Eu sou feita de madeira

Madeira, matéria morta

Mas não há coisa no mundo

Mais viva do que uma porta.

 

Eu abro devagarinho

Pra passar o menininho

Eu abro bem com cuidado

Pra passar o namorado

 

Eu abro bem prazenteira

Pra passar a cozinheira

Eu abro de sopetão

Pra passar o capitão.

 

Só não abro pra essa gente

Que diz (a mim bem me importa . . .)

Que se uma pessoa é burra

É burra como uma porta.

 

Eu sou muito inteligente!

Eu fecho a frente da casa

Fecho a frente do quartel

Fecho tudo nesse mundo

Só vivo aberta no céu!

 

Vinicius de Morais

 

Uma velha Porta marcada pelo tempo e pela natureza

Alviães, Oliveira de Azemeis

Março de 2011

Jorge Soares


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Quinta-feira, 31 de Março de 2011

O Renascer da natureza

O renascer da natureza

Renascer da natureza

Renascer da natureza

Renascer da natureza

O renascer da natureza

 

A natureza que renasce numa Primavera suave e colorida

Alviães, Oliveira de Azeméis

Março de 2011


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Segunda-feira, 21 de Março de 2011

Detalhes da Primavera: Flores de ameixoeira

Flores de ameixoeira

Flor de ameixoeira

Flor de ameixoeira

Detalhes da Primavera, flor de ameixoeira

Flores de ameixoeira

 

Estas já tinham passado por aqui.. foi neste post, num dia sem sol e com algo de vento, afinal no dia a seguir estava sol.. a árvore continuava linda e carregada de flores.

 

Flores de Ameixoeira no quintal da minha mãe

Alviães, Oliveira de Azemeis

Março de 2011

Jorge Soares


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Domingo, 20 de Março de 2011

O renascer das pequenas coisas: Marmeleiro

Marmeleiro

Marmeleiro

Marmeleiro

Marmeleiro

Marmeleiro, renascer na Primavera

 

O despontar da Primavera, folhas de marmeleiro no quintal da minha mãe

Alviães, Oliveira de Azemeis

Março de 2011

Jorge Soares


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Sexta-feira, 18 de Março de 2011

Narcisos

Narcisos

Narcisos

Narcisos

Narcisos

 

Narcisos do quintal da minha mãe

Alviães, Oliveira de Azeméis

Março de 2011

Jorge Soares


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Quinta-feira, 17 de Março de 2011

Renova-te.

O renascer do marmeleiro

 

Renova-te.


Renasce em ti mesmo.
Multiplica os teus olhos, para verem mais.
Multiplica-se os teus braços para semeares tudo.
Destrói os olhos que tiverem visto.
Cria outros, para as visões novas.
Destrói os braços que tiverem semeado, 
Para se esquecerem de colher.
Sê sempre o mesmo.
Sempre outro. Mas sempre alto.
Sempre longe.
E dentro de tudo.

 

Cecília Meireles

 

Folhas de marmeleiro no inicio da Primavera.

Alviães, Oliveira de Azeméis

Março de 2011

Jorge Soares

 

6 de Mar de 2011, Câmara: SONY DSLR-A350, ISO: 100, Exp: 1/640 seg., Abert: 7.1, Ext. : 200mm, Flash: Não


publicado por Jorge Soares às 00:23
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Quarta-feira, 16 de Março de 2011

Flor de Macieira

Flor de macieira

Flor de macieira

Flor de macieira

Flor de Macieira

Macieira

 

Flor de Macieira

Alviães, Oliveira de Azemeis

Março de 2011

Jorge Soares


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Terça-feira, 15 de Março de 2011

O encanto da chegada da Primavera

Flor de ameixoeira

Flor de ameixoeira

Flor de ameixoeira

Flor de ameixoeira

Flor de Ameixoeira

 

A Primavera vai dando um ar da sua graça, flores de ameixoeira no quintal da minha mãe

Alviães, Oliveira de Azemeis

Março de 2011

Jorge Soares


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Sexta-feira, 11 de Março de 2011

Magnólia não tem rima

Magnólia

 

Magnólia

 

Magnolia não tem rima

-mas como uma pomba branca

-que se sonhasse flor

-vive aninhada na rama

-(verde escura , envernizada

da árvore onde foi criada)

-espalhando fino odor

com candura delicada

Magnólia não tem rima

-mas nem precisa rimar

-é formosa e surpreende

-cativa qualquer olhar

-parece que veio da China

-e mostra, sendo impostora,

-pureza duma menina

-compostura de senhora

Magnólia não tem rima

-deve ser filha dum cisne

-vogando em lago parado

-que a julgava um nenufar

-como ele tinha sonhado

-e deslizava a seu lado

-num silencio de mistério

-do seu branco imaculado

Magnólia não tem rima

-até que em noite sem lua

-a sua vida mudou

-cansada de não ter rima

-roubou da alma do cisne

-o sonho de liberdade

-que sempre tem qualquer ave

-e ganhando asas voou

Magnólia  já  tem rima!

-sonhou , ousou, viveu, amou !

-magnólia já rimou!

.

Maria José Rijo

.

LIVRO DAS FLORES

 

 

A Primavera que se anuncia

Algures em Alviães, Oliveira de Azemeis

Março de 2011

Jorge Soares


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Terça-feira, 11 de Janeiro de 2011

A última rosa

A ultima Rosa

A ultima rosa

A última Rosa

A última rosa do quintal da minha mãe

A última rosa

 

A Roseira é enorme, passa em arco por cima do Portão, já foi podada e não resta uma única folha, mas no dia de natal  resta uma flor, a última Rosa.

 

Alviães, Palmaz, Oliveira de Azemeis

Dezembro de 2010


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Quinta-feira, 6 de Janeiro de 2011

Pisco de peito Ruivo Erithacus rubecula

Pisco de Peito Ruivo

Pisco de Peito Ruivo

Pisco de peito Ruivo

 

O Pisco-de-peito-ruivo Erithacus rubecula é um pequeno Passeriforme da família Turdidae. Tem cerca de 14 cm de comprimento (mais ou menos como um Pardal), e pesa entre 15 e 20 gramas. É uma das aves portuguesas mais fáceis de identificar. Geralmente observa-se saltitando pelo chão (por vezes imobilizando-se com uma pequena "vénia"), ou poisado nos ramos baixos de uma árvore, adoptando sempre uma postura muito vertical. Tem no peito uma grande mancha cor-de-laranja bem demarcada, que se estende até à face. As restantes partes inferiores são de um branco sujo, e por cima é de um castanho uniforme. As aves jovens são malhadas de castanho por baixo, e não apresentam tons alaranjados. É impossível distinguir os machos das fêmeas com base na morfologia externa, embora os primeiros sejam, em média, ligeiramente mais corpulentos. As suas vocalizações são consideravelmente variadas. O canto é muito melodioso, variado, e por vezes um pouco melancólico. É muito vocal, e pode fazer-se ouvir durante quase todo o ano. Para além do canto propriamente dito, emite chamamentos que podem soar como tic-tic-tic-tic, ou szziiiii.

 

 

É uma ave tipicamente europeia, embora também ocorra no Médio Oriente e Norte de África. Em Portugal a sua distribuição é variável, conforme a altura do ano. No Outono/Inverno encontra-se por todo o lado, das montanhas às cidades, do norte ao sul, e do interior ao litoral. Na Primavera/Verão tem uma distribuição alargada a norte do Tejo, mas a sul é escasso, concentrando-se nas regiões mais húmidas e próximas do litoral. Encontra-se, por exemplo, nas Serras da Arrábida, Grândola e Monchique. Na Madeira e na maioria das ilhas do Açores está presente todo o ano. É uma ave muito abundante (uma das mais abundantes no país), sobretudo durante a época fria.

 

Retirado de Noudar

 

Mais imagens do Pisco do dia de natal

 

Alviães, Palmaz, Oliveira de Azemeis

Dezembro de 2010


publicado por Jorge Soares às 17:13
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Sábado, 1 de Janeiro de 2011

O pisco do dia de natal

O pisco

 

O dia de natal acordou farrusco, como tinham estado os dias anteriores e estariam os seguintes, peguei na máquina e fui dar uma volta pelo quintal da minha mãe, ao passar pelo galinheiro, este bichinho saltou à minha frente e pousou no dióspireiro... e ficou por ali, eu andava à volta da árvore e ele ia saltando de poleiro em poleiro sempre para o lado contrário... é o pisco do dia de natal

 

Alviães, Palmaz, Oliveira de de Azeméis

Dezembro de 2010

Jorge Soares


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Domingo, 12 de Dezembro de 2010

Recordando o Verão, as cores das rosas

Rosa vermelha, o quintal da minha mãe

Rosa Pink, do quintal da minha mãe

Rosa Branca

Rosa, Botão vermelho

Botão de rosa vermelho

 

Recordações do Verão, as rosas do quintal da minha mãe

Alviães, Palmaz, Oliveira de Azemeis

Junho de 2010

Jorge Soares


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Quarta-feira, 20 de Outubro de 2010

Ó sino da minha aldeia

O sino

 

Ó sino da minha aldeia,
Dolente na tarde calma,
Cada tua badalada
Soa dentro da minha alma.


E é tão lento o teu soar,
Tão como triste da vida,
Que já a primeira pancada
Tem o som de repetida.


Por mais que me tanjas perto
Quando passo, sempre errante,
És para mim como um sonho,
Soas-me na alma distante.


A cada pancada tua,
Vibrante no céu aberto,
Sinto mais longe o passado,
Sinto a saudade mais perto.


Fernando Pessoa, "Cancioneiro"

 

Este é mesmo um sino da minha aldeia... está no portão da casa dos meus pais quase escondido pela enorme roseira que passa em arco por cima do portão... num fim de tarde de verão, ficou assim... a contraluz.

 

Alviães, Palmaz, Oliveira de Azeméis

Agosto de 2010

Jorge Soares


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Terça-feira, 7 de Setembro de 2010

É dificil

pôr do sol em Alviães

 

É dificil

 

Hoje acordei, e senti-me sozinho
Um barco sem vela, um corpo sem ritmo
Amanheci e vesti-me de preto
Um gesto cansado um olhar no deserto

Quando todos vão dormir
É mais fácil desistir
Quando a noite está a chegar
É difícil não chorar

Eu não quero ser
A luz que já não sou
Não quero ser primeiro
Sou o tempo que acabou
Eu não quero ser
As lágrimas que vês
Não quero ser primeiro
Sou um barco nas marés

Adormeci, sem te ter a meu lado
Um corpo sem alma, guitarra sem fado
Um sonho na noite e olhei-me ao espelho
Umas mãos de criança num rosto de velho

Quando todos vão dormir
É mais fácil desistir
Quando a noite está a chegar
É difícil não chorar

Eu não quero ser
A luz que já não sou
Não quero ser primeiro
Sou o tempo que acabou
Eu não quero ser
As lágrimas que vês
Não quero ser primeiro
Sou um barco nas marés

 

Pedro Abrunhosa

 

O Pôr do sol da minha infância... o tempo passa, tudo passa, a natureza continua ali...

Alviães, Palmaz, Oliveira de Azemeis, Aveiro

Agosto de 2010

Jorge Soares


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Sábado, 4 de Setembro de 2010

Ainda o quintal da minha mãe: Amarelo

Amarelo

Amarelo

Amarelo

Amarelo

 

Amarelo

Alviães,Palmaz,Oliveira de Azemeis, Aveiro

Agosto de 2010

Jorge Soares


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Sexta-feira, 3 de Setembro de 2010

Rosas de verão

Rosas de verão

Rosas vermelhas

Rosas

Rosa vermelha

 

Ainda do quintal da minha mãe, Rosas vermelhas de verão

Alviães, Palmaz, Oliveira de Azemeis, Aveiro

Julho de 2010

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 18:49
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Domingo, 29 de Agosto de 2010

Detalhes de Verão: Elas andam de flor em flor

Abelha de flor em Flor

 

Ainda no quintal da minha mãe, abelha na flor do trevo branco

Alviães, Palmaz, Oliveira de Azemeis, Aveiro

Julho de 2010

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 10:48
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Sábado, 28 de Agosto de 2010

Detalhes de Verão: As rosas do quintal da minha mãe

As Rosas do quintal da Minha mãe

 

As rosas do quintal da minha mãe, seja Primavera ou verão.

Alviães, Palmaz, Oliveira de Azemeis, Aveiro

Julho de 2010

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 10:44
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Quinta-feira, 29 de Julho de 2010

De volta ao quintal da minha mãe: Abelha no trevo branco

Abelha no trevo branco

Abelha na flor de trevo Branco

Abelha na flor de trevo Branco

Abelha na flor de Teevo Branco

Abelha na flor de trevo branco

 

Abelha em flor de trevo Branco

Alviães, Palmaz, Oliveira de Azemeis, Aveiro

Julho de 2010

 

Jorge Soares


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