Terça-feira, 10 de Dezembro de 2013

O amor no mar de prata

amor

Amor

Amor

Amor

Amor

 

Os dias do Outono na praia da Saúde

Setúbal, Novembro de 2013

Jorge Soares


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Segunda-feira, 9 de Dezembro de 2013

um carinho no momento preciso

Amor

 

No fim tu hás de ver que as coisas mais leves são as únicas
que o vento não conseguiu levar:
um estribilho antigo
um carinho no momento preciso
o folhear de um livro de poemas
o cheiro que tinha um dia o próprio vento...

 

Mario Quintana

 

Os dias do Outono em Setúbal

Praia da Saúde

Dezembro de 2013

 

Jorge Soares


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Domingo, 8 de Dezembro de 2013

Os dias do Outono em Setúbal 7

amor

 

Ter alguém é escolha, escolher permanecer com essa pessoa é uma decisão; e exige compromisso, entrega, honestidade e dedicação.

Amor é não enjoar de amar! Rosto bonito envelhece, maquilhagem sai com água, pele bonita enruga, cabelo bonito fica branco, corpo definido cai, mas o carácter fica!

Carolina Ribeiro


É assim o Outono em Setúbal, esta vez fomos tomar café à praida da Saúde, desde a esplanada frente ao rio a vista era esta, o sol da tarde converte o rio num mar de prata brilhante, e ficamos por ali, a ver a vida passar... devagar.

 

Parai da Saúde,

Setúbal, Dezembro de 2013

Jorge Soares


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Sexta-feira, 30 de Agosto de 2013

O amor fechado a cadeado

Cadeados nas margens do Rio Sena

Ponte das artes, Paris

 

Li algures que tudo começou quando Federico Moccia escreveu uma cena no seu livro "Quero-te muito", onde o casal protagonista coloca um cadeado na Ponte Milvio (Roma)  e atira as chaves ao rio  Tibre, como forma de selar o seu amor


A primeira imagem é de um dos muros que ladeiam o Rio Sena em Paris, a segunda é da Ponte das Artes, cujos varandins estão literalmente cobertos de cadeados de uma ponta à outra... milhares e milhares de juras de amor... e claro, muitas toneladas de metal que devem fazer as delicias dos vendedores de cadeados lá do sitio.


Se  todos os que colocaram um cadeado lançaram a chave ao rio... temos também um grave caso de poluição ... o pior é que a coisa está a alastrar, foi antes de ter passado pela ponte e por isso não os fotografei, mas eu vi um ou dois cadeados na Torre Eifel.


É a representação do amor fechado a cadeado... será que quando se chateiam eles vão tirar o cadeado?

 

Paris, Agosto de 2013

Jorge Soares



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Sábado, 22 de Junho de 2013

Açucar e canela

Açúcar e Canela

 

Só falta ali o nosso bombonzinho de chocolate... 

 

Belém, Lisboa, Junho de 2013

Jorge Soares


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Sexta-feira, 8 de Março de 2013

Para viver a dois, antes, é necessário ser um

Ser um


Enquanto não atravessarmos a dor de nossa própria solidão, continuaremos a nos buscar em outras metades. Para viver a dois, antes, é necessário ser um."


Fernando Pessoa


Tarde de inverno junto ao rio Sado

Jardim da Beira Mar, Setúbal

Fevereiro de 2013

Jorge Soares


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Quinta-feira, 14 de Fevereiro de 2013

Amor todos os dias

Amor todos os dias

 

Amor todos os dias! Sem flores, mas com passeios ao campo, para as ver, de vez em quando!
:)

Cris


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Terça-feira, 12 de Fevereiro de 2013

Sempre para sempre

Amor

 

Há amor amigo
Amor rebelde
Amor antigo
Amor de pele

Há amor tão longe
Amor distante
Amor de olhos
Amor de amante

Há amor de inverno
Amor de verão
Amor que rouba
Como um ladrão

Há amor passageiro
Amor não amado
Amor que aparece
Amor descartado

Há amor despido
Amor ausente
Amor de corpo
E sangue bem quente

Há amor adulto
Amor pensado
Amor sem insulto
Mas nunca tocado

Há amor secreto
De cheiro intenso
Amor tão próximo
Amor de incenso

Há amor que mata
Amor que mente
Amor que nada mas nada
Te faz contente me faz contente

Há amor tão fraco
Amor não assumido
Amor de quarto
Que faz sentido

Há amor eterno
Sem nunca talvez
Amor tão certo
Que acaba de vez

 

Donna Maria


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Setembro de 2012

Jorge Soares


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Quarta-feira, 26 de Dezembro de 2012

na curvatura de teu braço a encontrar os céus.

A laurindinha

 

Brisa

 

Os teus olhos irônicos assaltam-me.

Ofereço-te flores

levo-te ao sol

afago-te as dores inúteis.

Encomendo-te a felicidade.

Abraço-te para definir o amor alheio a qualquer palavra inútil.

Durmo contigo numa noite escura

o teu coração se cala

abrindo janelas ao gesto  infindo.

Ensinas-me  que a vida é tecido raro

que é curta a distância entre o riso e o choro.

E o meu corpo,

um traço imprevisto

na curvatura de teu braço a encontrar os céus.

 

Rita Schultz 

 

Portalegre

Dezembro de 2011

Jorge Soares


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Quarta-feira, 15 de Agosto de 2012

Um punhado de areia

Castelos de areia 

 

O amor é como um punhado de areia na mão.
Com sabedoria, pode-se criar um reinado.
Mas se a mão fecha demais, escorre pelos dedos.
E se aberta demais, voa pelos ares.

(Desconhecido)


Galiza, Espanha

Agosto de 2010

Jorge Soares


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Terça-feira, 7 de Agosto de 2012

uma mãe é ....

Amor é 

 

“Uma mãe não é uma pessoa na que possa se apoiar, senão uma pessoa que faz que não precise se apoiar em ninguém.”

George Washington 

Parque Urbano de Albarquel

Junho de 2009

Jorge Soares


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Domingo, 5 de Agosto de 2012

... amando-a!

Ser feliz 

 

Só é possível ensinar uma criança a amar, amando-a.

Johann Goethe



Troia

Setembro de 2011

Jorge Soares


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Domingo, 22 de Julho de 2012

... e não deixem nada por dizer, nada por fazer

Irmãos

 

Aproveitem a vida e ajudem-se uns aos outros. Apreciem cada momento. Agradeçam e não deixem nada por dizer, nada por fazer

António Feio 

 

Praia Fluvial da Aldeia Ruíva

Proença a Nova

Julho de 2012

Jorge Soares


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Quinta-feira, 26 de Abril de 2012

....em suma, é a nós mesmos - que amamos ....

Rio Vizela no Pontido

 

Nunca amamos ninguém. Amamos, tão-somente, a ideia que fazemos de alguém. É a um conceito nosso - em suma, é a nós mesmos - que amamos. Isso é verdade em toda a escala do amor. No amor sexual buscamos um prazer nosso dado por intermédio de um corpo estranho. No amor diferente do sexual, buscamos um prazer nosso dado por intermédio de uma ideia nossa.

 

Fernando Pessoa

 

Cascata no Rio Vizela

Aldeia do Pontido

Fafe

Abril de 2012

Jorge Soares


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Quarta-feira, 18 de Abril de 2012

...floresceram comigo.

Apequena flor

 

Tu eras também uma pequena folha
que tremia no meu peito.
O vento da vida pôs-te ali.
A princípio não te vi: não soube
que ias comigo,
até que as tuas raízes
atravessaram o meu peito,
se uniram aos fios do meu sangue,
falaram pela minha boca,
floresceram comigo.

 

Pablo Neruda

 

 

Nas margens da barragem da queimadela, Aldeia do Pontido, Fafe

Abril de 2012

Jorge Soares


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Sexta-feira, 2 de Março de 2012

Esse sorriso que baila assim

No dia em que te vi

 

Esse sorriso que baila assim no meu pensamento
Entrou sem pedir licença no lado esquerdo do meu peito
Entrou invadindo, entrou dominando os meus sentimentos, meu comportamento
Vive em mim, como modo de vida
Montou acampamento como p'ra eternidade
Pr'a meu contentamento trouxe a esperança
Na minha alma a felicidade

No dia em que te vi
Com os meus olhos te beijei
Feliz eu me senti
Quando te encontrei
No dia em que te vi
Os beijos que te dei
Perdida eu vivi
Coisas que só eu sei

Esse sorriso que desfez o meu sofrimento
E satisfez o meu coração
Me ofuscou, me agarrou, me apanhou na emboscada
E meus olhos deitados em ti ficaram
O que sinto por ti está a tornar-se coisa séria
Quero estar preso a ti como as raízes à terra
E como um papagaio de papel colorido no céu azul
Quero contigo voar

No dia em que te vi
Com os meus olhos te beijei
Feliz eu me senti
Quando te encontrei
No dia em que te vi
Os beijos que te dei
Perdida eu vivi
Coisas que só eu sei

 

Mercado Negro e Liliana

 

Ouvir aqui

 


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Quinta-feira, 1 de Março de 2012

Compartilhar

O amor em conceitos

 

A melhor forma de não perder nada não é guardar: mas compartilhar

Eduardo Sá 
Fim de tarde em Cabanas, Tavira
Algarve, fevereiro de 2012
Jorge Soares

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Domingo, 19 de Fevereiro de 2012

Perspectiva

Perspectiva

 

Os sentimentos permitem-me ter uma maior perspectiva do mundo.

Elin Casqueira

 

 

Terreiro do paço, Lisboa

Janeiro de 2012


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Quinta-feira, 16 de Fevereiro de 2012

Só é possível ensinar uma criança a amar, amando-a.

Caminhos

 

Só é possível ensinar uma criança a amar, amando-a.

Johann Goethe

 

 

 

Setúbal, Janeiro de 2012

Jorge Soares

 


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Sexta-feira, 27 de Janeiro de 2012

Só nós dois é que sabemos

Só nós dois é que sabemos

 

Só nós dois é que sabemos
O quanto nos queremos bem
Só nós dois é que sabemos
Só nós dois e mais ninguém
Só nós dois avaliamos
Este amor, forte, profundo...
Quando o amor acontece
Não pede licença ao mundo.

Anda, abraça-me... beija-me
Encosta o teu peito ao meu
Esquece o que vai na rua
Vem ser minha, eu serei teu
Que falem não nos interessa
O mundo não nos importa
O nosso mundo começa
Cá dentro da nossa porta.

Só nós dois é que sabemos
O calor dos nossos beijos
Só nós dois é que sofremos
As torturas dos desejos
Vamos viver o presente
Tal-qual a vida nos dá
O que reserva o futuro
Só Deus sabe o que será

 

Ouvir

 



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Terça-feira, 24 de Janeiro de 2012

Um deste dias vou poder apaixonar-me outra vez

A guitarra

 

Um deste dias vou poder
apaixonar-me outra vez
sem me importar de saber
se vai durar um ano ou um mês

Correr e saltar num dia 
depois não dormir tranquilo
pensar que o amor é isto 
e descobrir que afinal é aquilo

Já não há canções de amor
como havia antigamente
já não há canções de amor

Um destes dias vou ser capaz
de encontrar a felicidade
avançar em marcha atrás
ir de verdade em verdade 

Dizer que o amor é aquilo
que ontem estava descoberto
e ver que no fim duma paixão
espreita sempre um deserto

Já não há canções de amor 
por não haver quem acredite 
já não há canções de amor 
por não haver quem acredite 

E vós almas tão ingénuas
cujo amor não tem saída
que buscais nas tolas canções 
o açúcar que adoça a vida

Não percebeis que é o engano
que prova que há uma chance 
acertar à primeira não é humano
é a essência do romance

Já não há canções de amor
como havia antigamente 
já não há conções de amor 
vou investigar o caso 
com o máximo rigor
tirar a limpo a verdade
que há nas canções de amor 
vou saber se ainda é possível
escrever canções de amor 

 

Rui Veloso

 

Ouvir:

 


Setúbal, Janeiro de 2011

Jorge Soares


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Terça-feira, 17 de Janeiro de 2012

Quando a luz dos olhos meus

Quando a luz dos olhos meus

Quando a luz dos olhos meus 
E a luz dos olhos teus 
Resolvem se encontrar 

Ai, que bom que isso é meu Deus 
Que frio que me dá o encontro desse olhar 

Mas se a luz dos olhos teus 
Resiste aos olhos meus 
Só pra me provocar 

Meu amor juro por Deus 
Me sinto incendiar 

 


 

Praia, Cabo verde

Fevereiro de 2010

Jorge Soares


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Quinta-feira, 10 de Novembro de 2011

o mundo está cheio de clichés

Cisnes no jardim do Bonfim

 

Diz-se que não há amor como o primeiro e é verdade. Há amores maiores, amores melhores, amores mais bem pensados e apaixonadamente vividos. Há amores mais duradouros. Quase todos. Mas não há amor como o primeiro. É o único que estraga o coração e que o deixa estragado. 


Miguel Esteves Cardoso, in 'Os Meus Problemas'

 

Eu sei, esta imagem é um cliché, mas a verdade é que não consegui resistir... são os cisnes que se amam para a vida toda?

 

Jardim do Bonfim

Setúbal, Outubro de 2011

Jorge Soares

 


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Segunda-feira, 17 de Outubro de 2011

Tu…, és vislumbre do que outrora fui.

Menina sentada na calçada

 

Tu…, és 
vislumbre 
do que outrora fui.

Arrebatas a alma
lavada
em água de rosas
banhada na fonte 
donde bebes 
inspiração para sempre.

Flores jubilam 
florescem
orvalhadas por gotículas
quando salpicas alegria 
nas horas 
em que te divertes.

 

Lagoa Azul 

 

Óbidos

Setembro de 2011

Jorge Soares


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Sexta-feira, 14 de Outubro de 2011

A menina dança?

a menina de amarelo

 

Sim, e também encanta!

 

"Saber encontrar a alegria na alegria dos outros, é o segredo da felicidade."

 

Georges Bernanos

 

 

Fim de tarde em Troia, Setúbal

Outubro de 2011

Jorge Soares


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Terça-feira, 11 de Outubro de 2011

As palavras fazem sentido

As palavras fazem sentido

 

«As palavras fazem

sentido (o tempo que levei até descobrir isto!),

um sentido justo,

feito de mais palavras.

(A impossibilidade de falar

e de ficar calado

não pode parar de falar,

escrevi eu ou outro).

 

Volto a casa.

ao princípio,

provavelmente um pouco mais velho.

As mesmas árvores,

mais velhas

a lembrança delas

passando sem tempo nos meus olhos,

como uma ideia feita ou um sentimento.

 

Entre o que regressa

e o que partiu um dia

ficaram palavras;

 

talvez (quem sabe?)

algum sentido.

Agora, como um intruso, subo as

escadas e abro a porta; e entro, vivo,

para fora de alguma coisa morta.

Senta-te aqui, fala comigo,

faz sentido

e totalidade à minha volta!»

 

Manuel António Pina in Poesia Reunida

 

Fim de tarde em Troia,Troia, Setúbal

Setembro de 2011

Jorge Soares


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Sexta-feira, 2 de Setembro de 2011

E à força de sorrir, de me encantar ...

Encantamento

 

Encantamento

 

Quantas vezes, ficava a olhar, a olhar 
A tua dôce e angelica Figura, 
Esquecido, embebido num luar, 
Num enlêvo perfeito e graça pura! 

E à força de sorrir, de me encantar, 
Deante de ti, mimosa Creatura, 
Suavemente sentia-me apagar... 
E eu era sombra apenas e ternura. 

Que inocencia! que aurora! que alegria! 
Tua figura de Anjo radiava! 
Sob os teus pés a terra florescia, 

E até meu proprio espirito cantava! 
Nessas horas divinas, quem diria 
A sorte que já Deus te destinava! 

Teixeira de Pascoaes, in 'Elegias'

 

Praia da Roca, Castanheira de Pêra

Junho de 2011

Jorge Soares


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Sábado, 20 de Agosto de 2011

Ternura

Ternura

 

Abril de 2011

Jorge Soares


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Segunda-feira, 25 de Julho de 2011

Coisa Amar

Coisa Amar

 

Coisa Amar

 

Contar-te longamente as perigosas
coisas do mar. Contar-te o amor ardente
e as ilhas que só há no verbo amar.
Contar-te longamente longamente.

Amor ardente. Amor ardente. E mar.
Contar-te longamente as misteriosas
maravilhas do verbo navegar.
E mar. Amar: as coisas perigosas.

Contar-te longamente que já foi
num tempo doce coisa amar. E mar.
Contar-te longamente como doi

desembarcar nas ilhas misteriosas.
Contar-te o mar ardente e o verbo amar.
E longamente as coisas perigosas.

 

Manuel Alegre

 

Setúbal, Junho de 2011

Jorge Soares


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Segunda-feira, 27 de Junho de 2011

.... esquivando-nos do sofrimento, perdemos também a felicidade!

Todos diferentes todos iguais

 

“A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca, e que, esquivando-nos do sofrimento, perdemos também a felicidade.” 

 

Carlos Drummond de Andrade

 

Eu gosto de Pessoas.

Setúbal, Maio de 2011

Jorge Soares


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