Sábado, 25 de Janeiro de 2014

É uma casa Húngara com certeza

Budapeste, Hungria

 

Parece uma casa de bonecas, na mesma avenida havia muitas do mesmo estilo, maiores, mais pequenas, a maioria era menos colorida, mas eram todas lindas.

 

Budapeste, Hungria

Dezembro de 2013

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 21:31
link do post | comentar | favorito
|
Segunda-feira, 13 de Janeiro de 2014

No Barreiro

Barreiro

Barreiro

Barreiro

Barreiro

Barreiro

 

Barreiro Dezembro de 2013

Jorge Soares

 


publicado por Jorge Soares às 21:43
link do post | comentar | favorito
|
Sábado, 14 de Abril de 2012

Guimarães: Praça de Santiago 2

Guimarães, praça de Santiago

Guimarães, Praça de santiago

Guimarães, Praça de Santiago

Guimarães, Praça de Santiago

Guimarães, Praça de Santiago

 

A Praça de Santiago, Guimarães

Abril de 2012

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 10:46
link do post | comentar | ver comentários (2) | favorito
|
Quinta-feira, 9 de Fevereiro de 2012

Rua Augusta

Rua Augusta, Lisboa

Rua Augusta, Lisboa

Rua Augusta

Rua Augusta, Lisboa

Rua Augusta, Arco do Triunfo da Rua Augusta

 

Rua Augusta e Arco do Triunfo

Lisboa, Janeiro de 2012

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 21:15
link do post | comentar | ver comentários (2) | favorito
|
Quinta-feira, 5 de Janeiro de 2012

Póvoa Dão

Póvoa Dão

Póvoa Dão

Póvoa Dão

Póvoa Dão

Póvoa Dão

 

Aldeia de Póvoa Dão, Viseu

Dezembro de 2011

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 21:39
link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
|
Quarta-feira, 31 de Agosto de 2011

Londres: Tower Bridge 2

Londres, Tower Bridge

Londres, Tower Bridge 2

Londres, Tower Bridge

Londres, Tower Bridge

Londres, Tower Bridge

 

É bonita a ponte ... segundo os jornais do dia a seguir, este foi o dia mais quente do ano.. ou seja, o verão de Londres este ano foi à segunda feira ...e  eu estive lá :-)

 

Tower Bridge

Londres, Agosto de 2011

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 21:22
link do post | comentar | ver comentários (4) | favorito
|
Terça-feira, 19 de Julho de 2011

Detalhes de Setúbal, Bairro Salgado

Rua das Alcaçarias, Bairro Salgado

Bairro Salgado, Setúbal

Bairro Salgado

Bairro Salgado, Setúbal

Porta, Bairro Salgado, Setúbal

 

Detalhes da minha cidade, Bairro Salgado

Setúbal, Maio de 2011

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 19:32
link do post | comentar | ver comentários (2) | favorito
|
Sábado, 11 de Junho de 2011

Setúbal, a Casa

 

A Casa

A Casa

A casa

A Casa A Casa 

A Casa

 

Desde que cheguei a Setúbal que esta casa me chamou a atenção, à primeira vista parece que foi deslocada de algum outro lugar e colocada ali, as janelas e portas em Ferradura dão-lhe um ar oriental, diferente de tudo o que a rodeia e muito original, imagino que a concha e a estátua femenina terão algum significado que evidentemente não consigo descortinar.

 

A Baixa de Setúbal está cheia de joias destas, na sua grande maioria estão em ruinas ou próximo disso, à espera que terminem de cair para que o espaço seja ocupado por mais um caixote de betão incaracteristico...

 

Setúbal, Maio de 2011

Jorge Soares

PS:Obrigado ao amigo Virgílio pela correcção


publicado por Jorge Soares às 10:28
link do post | comentar | ver comentários (2) | favorito
|
Sábado, 30 de Abril de 2011

Setúbal, Largo José Afonso

Setúbal, Praça José Afonso

Auditório na Praça José Afonso, Setúbal

Auditório José Afonso, Setúbal

Setúbal, Praça José Afonso

Praça José Afonso, Setúbal

 

Largo José Afonso

Setúbal

Abril de 2011


publicado por Jorge Soares às 11:03
link do post | comentar | ver comentários (4) | favorito
|
Sábado, 16 de Abril de 2011

Igreja de Santa Maria da Graça

Igreja de Santa Maria da Graça, Setúbal

Santa Maria da Graça

Santa Maria da graça

Santa Maria da Graça, Setúbal

Santa Maria da Graça, Setúbal

 

Igreja de Santa Maria da Graça, edifício de origem medieval, século XIII, foi totalmente reconstruído no século XVI. Na fachada quinhentista salientam-se duas torres sineiras. No interior merecem destaque os bons exemplos de azulejaria e de talha dourada do século XVIII.

 

Setúbal

Abril de 2011

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 11:19
link do post | comentar | ver comentários (4) | favorito
|
Quinta-feira, 11 de Novembro de 2010

Casa da Albergaria

Casa da Albergaria

Casa da Albergaria

Casa  da Albergaria

Casa da Albergaria

Casa da Albergaria

 

 

"As Casas Abrigo do Parque Nacional da Peneda Gerês, foram construídas durante as campanhas de florestação do Estado Novo. São construções simples feitas com materiais tradicionais, estratégicamente implantadas em locais de fácil vigilância e grandiosa paisagem.
Adequadas, de raíz, à permanência no agreste espaço serrano, têm vindo a ser objecto de remodelações, com vista a proporcionar um acréscimo de conforto, numa perspectiva de utilização turística, de grande proximidade ao espaço natural e selvagem.
Inseridas no Turismo de Natureza, as Casas Abrigo e Retiro, são duas das modalidades das Casas de Natureza, diferenciando-as o facto de algumas terem luz eléctrica (Casas Abrigo) e outras não (Casas Retiro)". Retirado de aqui

 

Sei que algumas das casas podiam ser alugadas, eu cheguei a estar numa em Castro de Laboreiro e na do Gerês, esta está com aspecto de estar ao abandono, está bem no centro da mata de Albergaria, um dos locais mais importantes e mais sensíveis do parque.. não sei se fará muito sentido a sua utilização para fins turísticos, até porque é uma zona onde no verão não é possível circular.. mas é pena que esteja assim ao abandono.

 

Casa da Albergaria, Mata da Albergaria, Parque nacional da Peneda Gerês

Gerês, Amares

Novembro de 2010

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 17:21
link do post | comentar | ver comentários (4) | favorito
|
Sábado, 25 de Setembro de 2010

Castelo de Almourol - História

Castelo de Almourol

 

O Castelo de Almourol, no Ribatejo, localiza-se na Freguesia de Praia do Ribatejo, Concelho de Vila Nova da Barquinha, Distrito de Santarém, em Portugal.

Erguido num afloramento de granito a 18 m acima do nível das águas, numa pequena ilha de 310 m de comprimento por 75 m de largura, no médio curso do rio Tejo, um pouco abaixo da sua confluência com o rio Zêzere, à época da Reconquista integrava a chamada Linha do Tejo, actual Região de Turismo dos Templários. Constitui um dos exemplos mais representativos da arquitectura militar da época, evocando simultaneamente os primórdios do reino de Portugal e a Ordem dos Templários, associação que lhe reforça a aura de mistério e romantismo. Com a extinção da Ordem do Templo o castelo de Almourol passa a integrar o património da Ordem de Cristo (que foi a sucessora em Portugal da Ordem dos Templários).

 

Antecedentes e toponímia

Embora os autores não sejam unânimes acerca da primitiva ocupação humana deste sítio, acreditando-se que remonte um castro pré-histórico, a pesquisa arqueológica trouxe à luz testemunhos do período romano (moedas do século I a.C.) e do período medieval (medalhas). Alguns autores, ainda, identificam em alguns trechos na base das muralhas, exemplos do aparelho construtivo de tipo romano (ver Décimo Júnio Bruto Galaico).

A partir do século III, o sítio foi ocupado por outros grupos, nomeadamente os Alanos, os Visigodos e os Muçulmanos, estes últimos a partir do século VIII. No século XIII, a fortificação já existia, por eles denominada como Al-morolan (pedra alta).

Não se pode precisar a origem do seu nome, assim como se torna difícil clarificar o significado e a própria grafia do qual são conhecidas variações: Almoriol, Almorol, Almourel, Almuriel. Outros autores estabelecem ligação com o termo Moron, que Estrabão teria referido como cidade situada à beira Tejo, ou com o termo Muriella, que consta da descrição da delimitação do Bispado de Egitânia

 

Características

 

A construção, em cantaria de granito e alvenaria argamassada, é de planta irregular (orgânica), reflexo da irregularidade do terreno, e apresenta uma divisão demarcada em dois níveis, um exterior inferior e outro interior mais elevado.

  • primeiro nível acede-se através da entrada principal onde se encontram lápides que fazem referência à intervenção de Gualdim Pais e onde são mencionados o nome do obreiro e o ano em que a intervenção tomou lugar. Neste espaço as muralhas apresentam nove altas torres circulares (quatro eqüidistantes a oeste, e cinco a leste) encontrando-se aqui também a porta da traição e vestígios do que terá sido um poço.
  • Subindo alguns degraus e atravessando outra porta entra-se no segundo nível, a zona interior mais elevada onde se ergue a torre de Menagem quadrangular, elemento característico dos templários, erguida no século XII. Esta estrutura de três pisos apresenta já só as sapatas como elemento original (onde se apoiaria o vigamento de madeira) e uma cruz patesca acima da janela, símbolo adoptado pelos templários. Aqui os panos de muralhas coroadas por merlões e seteirasapresentam escadarias que fazem o acesso ao topo da muralha e ao caminho que o percorre, o adarve. A comunicação entre as diversas partes do castelo pode ser feita através de várias passagens de cantaria.

Pelo ilhote, outros caminhos foram construídos, permitindo não só o percurso pela vereda que abraça o castelo, como também a possibilidade de vislumbrar de várias perspectivas a paisagem envolvente.

Lendas

Várias histórias populares exacerbam o romantismo associado ao castelo templário, entre as quais:

  • Nos primeiros tempos da Reconquista, D. Ramiro, um cavaleiro cristão, regressava orgulhoso de combates contra os muçulmanos quando encontrou duas mouras, mãe e filha. Trazia a jovem uma bilha de água, que, assustada, deixou cair quando lhe pediu de beber rudemente o cavaleiro. Enfurecido, acabava de tirar a vida às duas mulheres quando surgiu um jovem mouro, filho e irmão das vítimas, logo aprisionado. D. Ramiro levou o cativo para o seu castelo, onde vivia com a própria esposa e filha, as quais o prisioneiro mouro logo planeou assassinar em represália. Entretanto, se à mãe passou a ministrar um veneno de acção lenta, acabou por se apaixonar pela filha, a quem o pai planeava casar com um cavaleiro de sua fé. Correspondido pela jovem, que entretanto tomara conhecimento dos planos do pai, os apaixonados deixaram o castelo e desapareceram para sempre. Reza a lenda que, nas noites de São João, o casal pode ser visto abraçado no alto da torre de menagem e, a seus pés, implorando perdão, o cruel D. Ramiro. (in: PINHO LEAL, Augusto Soares d’Azevedo Barbosa de. Portugal antigo e moderno: diccionário geographico, estatistico, chorographico, heráldico, archeológico, histórico, biographico e etymologico de todas as cidades, villas e freguezias de Portugal e de grande número de aldeias… (12 vols.). Lisboa: 1872 e segs.)

 

  • Um senhor árabe de Almourol foi atraiçoado pelo cavaleiro cristão por quem a sua filha se apaixonou, e a quem esta revelou os segredos de entrada no castelo. O cavaleiro usou a informação para fazer uma emboscada e o emir e a sua filha preferiram lançar-se das muralhas ao rio a ficarem em cativeiro.
  • O heróico cavaleiro Palmeirim foi acometido por uma grande tempestade que forçou o navio em que viajava, da Inglaterra para Constantinopla, a arribar na costa portuguesa, fundeando no rio Douro. Desembarcando na cidade do Porto, o cavaleiro tomou ciência das aventuras de alguns cavaleiros que tinham travado combate com o gigante Almourol, que em seu castelo a meio do rio Tejo custodiava a bela princesa Misaguarda e suas damas. Em busca de aventuras, o Palmeirim se desloca para o sul, onde, à margem do Tejo avista à distância o Castelo de Almourol. Aproximando-se, vê o fim da luta entre dois cavaleiros numa praça junto do castelo, reconhecendo no vencedor o Cavaleiro Triste, com o qual já duelara. Em sinal de vitória, o Cavaleiro Triste junta o seu escudo ao de outros, que também já a haviam obtido. Neste escudo encontrava-se retratada a sua dama, a bela princesa Misaguarda, por quem o Palmeirim fica enamorado. Travando-se o combate entre o Palmeirim e o Cavaleiro Triste, cai a noite, encerrando a luta sem um vencedor. O Cavaleiro Triste é recolhido ao castelo para tratar de suas feridas, enquanto que o Palmeirim vai procurar auxílio em uma aldeia próxima. Nem um, nem outro, entretanto, alcançam o favor da princesa, que aconselha o primeiro a se retirar e desistir de novos combates por um ano, enquanto que o Palmeirim retoma o seu caminho para Constantinopla. Após esse feito, o gigante Almourol foi atacado e vencido por outro gigante, Dramusiando, sob a proteção do qual ficam, doravante, a bela princesa e sua corte. (in: MORAIS, Francisco de. Crónica de Palmeirim de Inglaterra (1567).)

Fonte Wikipédia


publicado por Jorge Soares às 18:00
link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
|

Castelo de Almourol

Castelo de Almourol

Castelo de Almourol

Castelo de Almourol

Castelo de Almourol

Castelo de Almourol

 

Castelo de Almourol

Vila Nova da Barquinha

Setembro de 2010


publicado por Jorge Soares às 12:19
link do post | comentar | ver comentários (4) | favorito
|
Domingo, 22 de Agosto de 2010

Detalhes de Verão: O futuro passa por aqui

Parque da ciência e tecnología

 

Parque das ciências e tecnologías

Valência, Espanha

Julho de 2009


publicado por Jorge Soares às 10:23
link do post | comentar | ver comentários (2) | favorito
|
Domingo, 11 de Julho de 2010

Setúbal: Largo de Jesus

Jacarandás no largo de Jesus, Setúbal

Largo de Jesus

Largo de Jesus, jacarandás e grafitis

Jacarandás no largo de Jesus

Largo de jesus

Largo de Jesus

 

Largo de Jesus

Setúbal

Junho de 2010

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 10:00
link do post | comentar | favorito
|
Sábado, 10 de Julho de 2010

Setúbal : Convento de Jesus 2

Setúbal, convento de Jesus

Convento de Jesus

Convento de Jesus

Convento de Jesus, Setúbal

Convento de Jesus

Convento de Jesus

 

Parece que finalmente toda esta zona terá obras, é incrível como um monumento como este, com a sua história, esteja numa praça que está convertida em pista de desportos radicais, sujeita a vandalismo constante a grafitis.. ao maior desleixo.

 

Convento de jesus

Setúbal

Junho de 2010

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 11:00
link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
|

Setúbal : Convento de Jesus

Convento de jesus

 

A Igreja do Antigo Convento de Jesus de Setúbal situa-se na bela cidade de Setúbal, região de Lisboa, e é um dos grandes tesouros da região, constituindo um dos principais monumentos do estilo Manuelino em Portugal, classificado como Monumento Nacional.

 

O edifício do Convento de Jesus foi fundado em 1490 pela ama do rei D. Manuel I, Justa Rodrigues Pereira. O Rei D. João II manda ampliar o projecto, entregando-o ao famoso arquitecto Diogo Boitaca em 1494, e em 1496 era já ocupado pelas Freiras Clarissas. A Igreja Gótica apresenta um interior sumptuoso, e foi o primeiro ensaio no País de uma “igreja salão”, conferindo uma unidade do espaço, com as três naves abobadadas à mesma altura, permitindo uma iluminação uniforme do interior.

 

A Igreja é famosa pelas suas belas colunas torsas feitas em brecha (uma pedra típica da Serra da Arrábida) que sustentam as abóbadas. No tecto estão presentes nervuras espiraladas que viriam a ser um dos grandes marcos do estilo Manuelino, e que aqui parecem ser dos primeiros exemplares onde foram utilizadas. Na capela-mor existia um belo retábulo renascentista, que agora se encontra na Galeria de Pintura Renascentista anexa à Igreja.

 

Este Monumento Nacional foi adquirindo um estado elevado de degradação e tem sido nos últimos anos alvo de um grande projecto de recuperação e restauro que tem sofrido muitas alterações, cortes orçamentais e contrariedades, embora alguns trabalhos de restauro tenham tido lugar mais recentemente. No Convento funciona também o Museu de Setúbal que alberga diferentes núcleos como a “Casa Bocage”, “Casa do Corpo Santo / Museu do Barroco” e o “Museu Sebastião da Gama”, apresentado colecções na área da arte, história, arqueologia, numismática e arte contemporânea.

 

Fonte Guia da cidade


publicado por Jorge Soares às 10:00
link do post | comentar | favorito
|
Quinta-feira, 22 de Abril de 2010

Farol do Cabo Sardão 2

Farol do Cabo Sardão

Farol do Cabo Sardão

Farol do Cabo Sardão

Farol do Cabo Sardão

Farol do Cabo Sardão

 

Farol do Cabo Sardão, Odemira, Alentejo

Portugal


publicado por Jorge Soares às 13:46
link do post | comentar | favorito
|
Quarta-feira, 7 de Abril de 2010

Farol do Cabo Sardão

Farol do Cabo Sardão

 

Farol do Cabo Sardão é um farol português que se localiza na Ponta do Cavaleiro no Cabo Sardão, freguesia de São Teotónio, na Vila de Odemira, distrito de Beja.Trata-se de uma torre quadrangular branca, em alvenaria, com edifício anexo encimada por lanterna cilíndrica vermelha, tem 17 metros de altura.

 

Proposto pela primeira vez em 1883, o Farol do Cabo Sardão entrou em funcionamento apenas a 15 de Abril de 1915.Em 1950, o farol foi electrificado com montagem de grupos electrogéneos. A fonte luminosa deixou de ser a gás de petróleo sendo substituída por uma lâmpada de 3000 watts.

 

Até aos anos cinquenta, o serviço de entrega e recepção de correio do farol era feito por uma estafeta, cujo vencimento era de 200$00 mensais, destinado a retribuir «16 viagens por mês, a pé, de mais de 20 quilómetros cada, e por péssimo caminho, parte dele quase intransitável no Inverno», viria pouco mais tarde a ser aumentada para 300$00.

 

O farol foi ligado à rede eléctrica de distribuição pública em 1984. A potência da fonte luminosa foi reduzida, sendo instalada uma lâmpada de 1000 watts.

 

O Farol foi construído com a torre do lado de terra, ao contrário de todos os outros faróis com estruturas e localizações similares. Possivelmente o construtor terá usado a planta rodada de 180º

 

Fonte Wikipédia

 

 

Abril de 2010

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 21:00
link do post | comentar | favorito
|
Quarta-feira, 24 de Fevereiro de 2010

Palácio do Buçaco

Palácio do Buçaco

Palácio do Buçaco

Palácio do Buçaco, detalhes

Palácio do Buçaco, o anjo

Palácio do Buçaco

 

 

Palácio do Buçaco

Luso, Dezembro de 2010

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 22:34
link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
|
Sexta-feira, 22 de Janeiro de 2010

Palácio do Buçaco:Jardim

Palacio do Bussaco, Jardins

Jardin do Palacio do Bussaco

Jardim do Palacio do Bussaco

Jardim do palacio do Buçaco

Jardim e Palacio do BuçacoJardim do Palácio do Buçaco num dia de inverno

 

Dezembro de 2009

 

Jorge Soares

 

 


publicado por Jorge Soares às 16:35
link do post | comentar | ver comentários (3) | favorito
|
Terça-feira, 24 de Novembro de 2009

Ao desconcerto do Mundo

Torre de vigia, Castelo do queijo, Porto 

Ao desconcerto do Mundo


Os bons vi sempre passar
No Mundo graves tormentos;
E pera mais me espantar,
Os maus vi sempre nadar
Em mar de contentamentos.
Cuidando alcançar assim
O bem tão mal ordenado,
Fui mau, mas fui castigado.
Assim que, só para mim,
Anda o Mundo concertado.

Luís de Camões

Castelo do queijo
Porto, Agosto de 2009

Jorge Soares
Aug 3, 2009, Câmara: SONY DSLR-A350, ISO: 100, Exposição: 1/125 seg., Abertura: 13.0, Extensão focal: 30mm

 


publicado por Jorge Soares às 08:00
link do post | comentar | ver comentários (2) | favorito
|
Domingo, 15 de Novembro de 2009

Oliveira de Azeméis

Câmara Municipal de Oliveira de Azemeis

Câmara municipal de Oliveira de Azemeis

Oliveira de Azemeis

Oliveira de Azemeis, Estatua a Ferreira de Castro 

 

Largo em frente à Câmara Municipal de Oliveira de Azemeis

Outubro de 2009


publicado por Jorge Soares às 12:51
link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
|
Domingo, 1 de Novembro de 2009

Sintra:Fonte da Mata de Alva

Sintra, Fonte da mata de Alva

Azulejos, fonte da mata de allva

Fonte da mata de Alva, Sintra

Azulejos portugueses, Fonte da mata de Alva, Sintra

Fonte da mata de Alva, inscrição 

 

Com origens que remontarão, pelo menos, ao último quartel do século XVIII, a Fonte de Mata-Alva ostenta, hoje, fácies revivalista resultante da reforma tardo-oitocentista patrocinada por Francis Cook, como o atesta, aliás, a lápide aposta no frontal sob a real pedra de armas de D. Maria I: Hunc Fontém /Condidit de nouo / Pro Bono Publico /Francisco / Uisconde de Monserrate /a. d. 1875. Na verdade, o prospecto do fontanário foi radicalmente alterado «para o bem público» por D. Francisco, por isso, daquela campanha de obras resultou um frontal antecedido por cúpula esférica que protege a bica e tanque de pedra.

A abóbada repousa em colunas com capitéis profusamente decorados e o frontal permanece ladeado por bancos de descanso encimados por pequenos painéis de azulejos policromos.

Ao centro, já sob a cúpula envolvendo as lápides e os azulejos de onde sobressai a bica, subsiste fresco geometrizante de nítida inspiração "neo-mourisca".

 
Fonte Câmara Municipal de Sintra
 
A Fonte fica numa curva  da estrada entre Sintra e o palácio de Monserrate .
 
Sintra, Outubro de 2009
Jorge Soares

 


publicado por Jorge Soares às 16:56
link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
|
Sexta-feira, 16 de Outubro de 2009

O castelo do queijo

Porto, Castelo do queijo

Porto, Castelo do queijo

Porto castelo do queijo

Castelo do queijo

Porto Castelo do queijo

 No penedo do Queijo, outrora local sagrado para povos celtas que aí celebravam seus cultos, existiu primitivamente um forte, edificado no século XV.

 

O Forte do Queijo

 

Em ruínas em meados do século XVII, serviu como alicerce para esta pequena fortificação marítima, erguida às custas da Câmara Municipal da cidade do Porto durante a Guerra da Restauração da independência portuguesa, com traça do engenheiro militar francês Miguel de L´Ècole, tendo a obra sido dirigida por Fernando César de Carvalhais Negreiros (capitão da Armada Real). Sobre a sua periodização e as razões para a sua construção, aponta-se:

Não se sabe ao certo o ano em que foi fundado este Castelo de S. Francisco Xavier do Queijo; é de presumir o tenha sido pelos anos de 1661 ou 1662, estando as nossas costas ameaçadas pela armada da Galiza (Henrique Duarte de Sousa e Reis. Apontamentos para a História do Governo Militar do Porto até ao séc. XIX.)

Essas datas constam, a primeira, de um auto onde se define o local escolhido para a construção do forte, e, a segunda, de um ofício cujo texto permite depreender que, por essa altura, já as suas obras iam adiantadas.

No início do século XVIII, entretanto, em 1717, a Câmara do Porto requereu a sua desativação a D. João V (1706-1750), justificando que o castelo chamado do Queijo era inútil e supérfluo e que apenas servia para fazer uma grande despesa ao Cofre desta Cidade, no pagamento dos oficiais que se criaram para a assistência do dito Castelo, onde nunca residem, aproveitando-se da conveniência do soldo. O parecer do Conselho de Guerra do soberano, entretanto, indeferiu este requerimento em 1720.

No contexto das Guerras Liberais, durante o cerco do Porto esteve ocupado pelas forças conservadoras de D. Miguel (1828-1834), apesar do bombardeio combinado da artilharia das baterias da Luz e dos navios da esquadra liberal de D. Pedro (1826), que bastante castigaram a sua estrutura. Depois da jornada do Lordelo foi abandonado e saqueado pela população.

Entregue à guarda da Companhia de Veteranos (1839), durante a revolta da Maria da Fonte (1846), tendo sido ocupado pelas tropas da Junta do Porto, foi alvejado pela fragata Íris, fiel ao governo de Maria II de Portugal (1826-1828, 1834-1853). Em 1890, ficou entregue à Guarda Fiscal que a conservou até 1910.

 

Via Wikipédia

 

Porto, Agosto de 2009

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 18:18
link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
|
Domingo, 13 de Setembro de 2009

Óbidos:Santuário do Senhor da Pedra II

As Muralhas do castelo de òbidos desde o santuário do senhor da pedra

Senhor da Pedra

Senhor da pedra

Interior do santuário do senhor da pedra

As muralhas de òbidos ao fundo

 

Santuário do Senhor da Pedra, Óbidos, Caldas da Rainha

Julho de 2009


publicado por Jorge Soares às 19:47
link do post | comentar | favorito
|
Sábado, 12 de Setembro de 2009

Óbidos:Santuário do Senhor da Pedra

O senhor da Pedra, Obidos

Igreja do Senhor da Pedra, Óbidos

Igreja do senhor da Pedra, Óbidos

Igreja do senhor da Pedra

Igreja do senhor da Pedra

 

 Situado fora do burgo medieval, algumas centenas de metros para norte é uma verdadeira curiosidade arquitectónica, devido à sua planta quase circular. Foi iniciado em 1740, tendo as obras sido interrompidas por morte do arquitecto, capitão Rodrigo Franco. O templo manteve-se com os seus torreões inacabados, onde, deveriam ter sido colocados carrilhões, à semelhança dos do Convento de Mafra.

 

Óbidos, Caldas da Rainha

Julho de 2009

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 18:54
link do post | comentar | ver comentários (4) | favorito
|
Terça-feira, 8 de Setembro de 2009

Valência:Museu da ciência 2

Museo da ciência, Valência Espanha

O refelexo do ADN

O pendulo de Foucault

Os reflexos no pendulo

O adn visto de cima 

Museu da Ciência, cidade das artes e das ciências, Valência, Espanha

Agosto de 2009

Jorge Freitas Soares


publicado por Jorge Soares às 18:51
link do post | comentar | favorito
|
Segunda-feira, 7 de Setembro de 2009

Valência:Museu da ciência

Museu da ciencia , Valencia, Espanha

Museu da ciencia, Valência, Espnaha

Museu da Ciencia

Museo de las ciencias, ciudade de las artes, Valencia, España

Museu da ciencia, entrada norte

 

Museu da ciência, cidade das artes e das ciências, Valência, Espanha

Agosto de 2009

 

Jorge Soares

 


publicado por Jorge Soares às 19:18
link do post | comentar | favorito
|
Quinta-feira, 3 de Setembro de 2009

Valência:L'Hemisféric 2

O sol e o L'hemisferic

L' hemisferic, Valência

L' hemisferic e o palacio das artes, Valência, cidade das artes e das ciências

O pôr do Sol, l hemisferic

Fantástico 

Valência, cidade das artes e das ciências,

Agosto de 2009

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 18:32
link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
|
Related Posts with Thumbnails

Direitos de Autor
Nenhuma parte deste site pode ser reproduzida sem a prévia permissão do autor. Todas as fotografias estão protegidas pelo Decreto-Lei n.º 63/85, de 14 de Março.
Uma vez que a maioria das fotografias foram feitas em locais públicos mas sem autorização dos intervenientes, se por qualquer motivo não desejarem que sejam divulgadas neste blog entrem em contacto comigo e serão retiradas de imediato.

 

.pesquisar

 

Também estou aqui: 

Olhares

Picasa Jorge Freitas Soares

Picasa Momentos e olhares



First Class Radio 

.mais sobre mim

.arquivos

. Dezembro 2016

. Janeiro 2016

. Novembro 2015

. Outubro 2015

. Setembro 2015

. Agosto 2015

. Outubro 2014

. Setembro 2014

. Agosto 2014

. Junho 2014

. Maio 2014

. Abril 2014

. Março 2014

. Fevereiro 2014

. Janeiro 2014

. Dezembro 2013

. Novembro 2013

. Outubro 2013

. Setembro 2013

. Agosto 2013

. Julho 2013

. Junho 2013

. Maio 2013

. Abril 2013

. Março 2013

. Fevereiro 2013

. Janeiro 2013

. Dezembro 2012

. Novembro 2012

. Outubro 2012

. Setembro 2012

. Agosto 2012

. Julho 2012

. Junho 2012

. Maio 2012

. Abril 2012

. Março 2012

. Fevereiro 2012

. Janeiro 2012

. Dezembro 2011

. Novembro 2011

. Outubro 2011

. Setembro 2011

. Agosto 2011

. Julho 2011

. Junho 2011

. Maio 2011

. Abril 2011

. Março 2011

. Fevereiro 2011

. Janeiro 2011

. Dezembro 2010

. Novembro 2010

. Outubro 2010

. Setembro 2010

. Agosto 2010

. Julho 2010

. Junho 2010

. Maio 2010

. Abril 2010

. Março 2010

. Fevereiro 2010

. Janeiro 2010

. Dezembro 2009

. Novembro 2009

. Outubro 2009

. Setembro 2009

. Agosto 2009

. Julho 2009

. Junho 2009

. Maio 2009

. Abril 2009

. Março 2009

. Fevereiro 2009

. Janeiro 2009

. Dezembro 2008

. Novembro 2008

. Outubro 2008

. Setembro 2008

. Agosto 2008

. Julho 2008

. Junho 2008

. Maio 2008

. Abril 2008

. Março 2008

. Fevereiro 2008

. Janeiro 2008

.tags

. todas as tags

.links

.Quem cá vem



.mais comentados

blogs SAPO

.subscrever feeds