Domingo, 5 de Maio de 2013

Castelo de Mértola

Castelo de Mértola

Castelo de Mértola

Castelo de Mértola

Castelo de Mértola

Castelo de Mértola

 

Castelo de Mértola

Alentejo

Março de 2013

Jorge Soares


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Domingo, 20 de Janeiro de 2013

Conhecer Portugal: Castelo de Sortelha

Sortelha

Sortelha

Sortelha

Castelo de Sortelha

Castelo de Sortelha

 

O Castelo de Sortelha

Sortelha, Sabugal

Dezembro de 2012

Jorge Soares


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Sábado, 19 de Janeiro de 2013

Castelo do Sabugal 2

Castelo do Sabugal

Castelo do Sabugal

Castelo do Sabugal

Castelo do Sabugal

 

Castelo do Sabugal

Dezembro de 2012

Jorge Soares


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Quinta-feira, 17 de Janeiro de 2013

Castelo das 5 Quinas - Sabugal

Castelo Do Sabugal

Castelo Do Sabugal

Castelo do Sabugal

Castelo do Sabugal

Castelo do Sabugal

 

Estava muito frio saimos para ver se encontravamos pinhas para ajudar a acender a salamandra, não encontramos nem uma... mas demos uma volta ao castelo e aproveitei para tirar umas fotografias... gosto desta iluminação  que dá vida aos muros...

 

Todas as fotografias foram com a máquina na mão... ainda não foi desta que o menino Jesus me deixou o tripé no sapatinho... a ver se este ano me porto melhor.

 

Sabugal

Dezembro de 2012

Jorge Soares


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Domingo, 13 de Janeiro de 2013

Castelo do Sabugal

Castelo do Sabugal

 

Situada num pequeno planalto da Serra da Malcata e vigiando o caudal do Coa a seus pés, a vila beirã do Sabugal acolhe-se à sombra do seu esbelto e forte castelo medieval, vulgarmente designado por Castelo das Cinco Quinas devido à invulgar forma da sua torre de menagem pentagonal.

 

Embora sem certeza histórica, a fundação cristã da vila do Sabugal poderá ter ocorrido no século XII, após a derrotados Mouros; isto apesar de vestígios pré-históricos e troços de uma estrada militar romana indiciarem diversas e mais antigas ocupações humanas.

 

Esta região foi intensamente disputada pelos reis portugueses e de Castela, tendo D. Dinis tomado posse do Sabugal e das terras de Riba-Coa no ano de 1296, confirmada depois com a assinatura do Tratado de Alcanises em 1297. Assim,este monarca procede ao seu repovoamento e concede-lhe carta de foral, ao mesmo tempo que manda erguer mais forte e esbelto castelo.

 

No reinado de D. Manuel I, a fortaleza do Sabugal recebe novas e bem dimensionadas obras de beneficiação, estando esta iniciativa gravada com os seus símbolos reais nas pedras da porta principal do castelo. Pontualmente, o castelo do Sabugal serviu a sua função militar, mas também foi convertido em presídio. Um dos seus mais ilustres prisioneiros foi o intrépido e indomável poeta e cavaleiro Brás Garcia de Mascarenhas - homem de letras e de armas do século XVII, que ficou célebre pelas suas aventuras e pelo não menos famoso poema épico Viriato Trágico.

 

Um dos mais importantes feitos de armas aconteceu em abril de 1811, quando as tropas anglo-lusas aqui aquarteladas combateram e derrotaram o exército francês que retirava sob o comando de Massena. Desguarnecido e abandonado, as muralhas da sua extensa cerca foram sendo desmanteladas e a sua pedra reutilizada nas mais diversas construções davila beirã. A praça de armas do castelo serviu, a partir de 1846, de cemitério local. Esta depredação do monumento foisustida na década de 40 do presente século, graças à ação decisiva da Direção-Geral de Edifícios e Monumentos Nacionais (D.G.E.M.N.). Assim, a sua majestática imponência e inegável qualidade estética puderam perdurar até à atualidade.

 

A cerca de granito que envolvia a vila do Sabugal tinha uma configuração aproximadamente oval, embora no presente se encontre muito reduzida, conservando-se como ponto mais importante desta primeira defesa a Porta da Vila, localizada nas proximidades da Torre do Relógio.

 

Na zona mais elevada foi erguido o castelo, configurado com uma planta trapezoidal. Os altos panos de muralha granítica possuem largo adarve, a que se acede por quatro escadas internas. As muralhas são encimadas por largos merlões rasgados com troneiras cruzetadas, estando ainda reforçadas por três imponentes torreões angulares e um outro localizado no centro do pano de muralha virado a sudoeste, todas elas rematadas por ameias piramidais.

 

Altiva, imponente e graciosa implanta-se a invulgar torre de menagem do Castelo do Sabugal, também esta coroada por ameias piramidais. Com efeito, esta torre apresenta uma forma pentagonal, provavelmente uma simbólica alusão a esta vila e ao seu castelo serem, em definitivo, parte integrante do território nacional. O seu interior está dividido em vários pisos, revelando surpreendentes espaços góticos abobadados e ornamentados fechos onde se inscrevem escudos comas quinas nacionais. O compartimento superior é profusamente iluminado pelas portas que dão acesso a balcões misulados e com dispositivos de mata-cães. Entre a torre de menagem e o torreão do ângulo leste implanta-se um balcão ameado, vigiando a entrada principal da praça de armas.

 

Inferiormente, na zona exterior, corre a cerca da barbacã - dispositivo defensivo que une e reforça as muralhas do castelo, igualmente rematadas por maciços merlões com aberturas de troneiras cruzetadas. Apoiam as suas muralhas dois pequenos cubelos circulares, abrindo-se próximo de um deles um singelo portal de arco em ogiva.

 

Fonte Infopédia


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Terça-feira, 22 de Maio de 2012

Castelo de Evoramonte

Evoramonte

 

Castelo de Évoramonte, também referido como Castelo de Évora Monte, localiza-se na freguesia de Evoramonte, concelho deEstremoz, distrito de Évora, no Alentejo, em Portugal.

 

Erguido em um dos pontos mais elevados da serra de Ossa, no centro da povoação, do alto de seus muros domina-se uma grande extensão em derredor, até ao Castelo de Estremoz.

 

À época da Reconquista cristã da península Ibérica, a povoação foi conquistada aos mouros pelas forças portuguesas comandadas pelo lendário Geraldo Sem Pavor, por volta de 1160, ocasião em que o castelo terá tido início.

 

As suas defesas foram recuperadas por determinação de D. Afonso III (1248-1279), soberano que lhe outorgou o primeiro foral (1248), renovado em 1271. Estas tentativas de povoamento, entretanto, não parecem ter sido bem sucedidas, uma vez que seu sucessor, D. Dinis (1279-1325), ordenou a fortificação da vila (1306), dele nos tendo chegado a cerca e as portas.

Com a ascensão de D. João, Mestre de Avis ao trono, o Castelo de Évoramonte e seus domínios passaram para a posse do Condestável D. Nuno Álvares Pereira, vindo posteriormente a integrar os domínios da Casa de Bragança.

 

No início da Idade Moderna, Manuel I de Portugal (1495-1521) concedeu Foral Novo à vila (1516), iniciando-lhe nova etapa construtiva. Ficando a torre de menagem do antigo castelo destruída pelo terramoto de 1531, no ano seguinte, sob a direção do alcaide-mor, D. Teodósio de Bragança, é reedificado na forma de um Paço de inspiração renascentista italiana, com risco atribuído aos arquitetos Diogo e Francisco de Arruda.

 

A povoação e seu castelo perderam importância estratégica ao longo dos séculos. Aqui foi assinada a Convenção de Évora Monte (26 de Maio de 1834) encerrando as Guerras Liberais. Finalmente, a 24 de Outubro de 1855 o seu concelho foi definitivamente extinto, e o seu antigo termo repartido pelos concelhos vizinhos de Estremoz, Évora, Arraiolos e Redondo.

 

O castelo e a cerca da vila foram considerados como Monumento Nacional por Decreto publicado em 23 de Junho de 1910. Os trabalhos de consolidação e restauro iniciaram-se ao final da década de 1930 prosseguindo na de 1940. Novas campanhas de intervenções sucederam-se de 1971 a 1987, conferindo ao monumento o seu atual aspecto.

 

O castelo, em alvenaria de pedra e cantaria de granito, apresenta planta quadrangular, com torreões circulares nos vértices, misturando elementos do estilo gótico com o estilo renascentista de inspiração italiana. Internamente divide-se em três pavimentos, com tetos em abóbada, assentes em pilares de cantaria. Nos torreões mais largos na base do que no topo, rasgam-se viseiras. Os panos são ornados com nós esculpidos em pedra, típicos do estilo manuelino.

 

Fonte Wikipedia

 

Evoramonte, Alentejo

Março de 2012

Jorge Soares

 

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Domingo, 20 de Maio de 2012

Arraiolos, Igreja de Nossa Senhora do Castelo

Arraiolos

Arraiolos, castelo

Arraiolos, Alentejo

Arraiolos

arraiolos

 

Arraiolos, Igreja de Nossa Senhora do Castelo

Alentejo, Março de 2012

Jorge Soares

 

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Quarta-feira, 2 de Maio de 2012

Guimarães, Castelo 2

Paço dos duques, Guimarães

Guimarães

Guimarães, Castelo

Guimarães, Castelo

 

As vistas do castelo de Guimarães

Abril de 2012

Jorge Soares


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Terça-feira, 1 de Maio de 2012

Castelo de Guimarães

Guimarães, Castelo

Guimarães, Castelo

Guimarães, castelo

Castelo de Guimarães

Castelo de Guimarães

 

Castelo de Guimarães

Abril de 2012

Jorge Soares


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Terça-feira, 27 de Março de 2012

Castro Marim: Castelo

castro Marim

Castelo de Castro Marim

Bandeira de Portugal, Castro Marim, Castelo

Castro Marim, Castelo

Castro Marim

 

Castelo de Castro Marim

Algarve, Fevereiro de 2012

Jorge Soares


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Quarta-feira, 3 de Agosto de 2011

O castelo na areia

O castelo na Areia, Sesimbra

 

Revisitando o passado em tempo de férias.

Sesimbra, Janeiro de 2009

Jorge Soares


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Quarta-feira, 20 de Julho de 2011

Castelo de Penela

Castelo de Penela, Portugal

Castelo de Penela, Portugal

Castelo de Penela

Castelo de Penela

Castelo de Penela, Portugal

 

Castelo de Penela

Penela, Portugal

Jorge Soares


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Segunda-feira, 11 de Julho de 2011

Penela

Penela

Penela, Portugal

Penela, Portugal

Penela, Portugal

Penela, Portugal, O gato

 

Vila de Penela, Coimbra, Portugal

Junho de 2011

Jorge Soares


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Sábado, 25 de Setembro de 2010

Castelo de Almourol - História

Castelo de Almourol

 

O Castelo de Almourol, no Ribatejo, localiza-se na Freguesia de Praia do Ribatejo, Concelho de Vila Nova da Barquinha, Distrito de Santarém, em Portugal.

Erguido num afloramento de granito a 18 m acima do nível das águas, numa pequena ilha de 310 m de comprimento por 75 m de largura, no médio curso do rio Tejo, um pouco abaixo da sua confluência com o rio Zêzere, à época da Reconquista integrava a chamada Linha do Tejo, actual Região de Turismo dos Templários. Constitui um dos exemplos mais representativos da arquitectura militar da época, evocando simultaneamente os primórdios do reino de Portugal e a Ordem dos Templários, associação que lhe reforça a aura de mistério e romantismo. Com a extinção da Ordem do Templo o castelo de Almourol passa a integrar o património da Ordem de Cristo (que foi a sucessora em Portugal da Ordem dos Templários).

 

Antecedentes e toponímia

Embora os autores não sejam unânimes acerca da primitiva ocupação humana deste sítio, acreditando-se que remonte um castro pré-histórico, a pesquisa arqueológica trouxe à luz testemunhos do período romano (moedas do século I a.C.) e do período medieval (medalhas). Alguns autores, ainda, identificam em alguns trechos na base das muralhas, exemplos do aparelho construtivo de tipo romano (ver Décimo Júnio Bruto Galaico).

A partir do século III, o sítio foi ocupado por outros grupos, nomeadamente os Alanos, os Visigodos e os Muçulmanos, estes últimos a partir do século VIII. No século XIII, a fortificação já existia, por eles denominada como Al-morolan (pedra alta).

Não se pode precisar a origem do seu nome, assim como se torna difícil clarificar o significado e a própria grafia do qual são conhecidas variações: Almoriol, Almorol, Almourel, Almuriel. Outros autores estabelecem ligação com o termo Moron, que Estrabão teria referido como cidade situada à beira Tejo, ou com o termo Muriella, que consta da descrição da delimitação do Bispado de Egitânia

 

Características

 

A construção, em cantaria de granito e alvenaria argamassada, é de planta irregular (orgânica), reflexo da irregularidade do terreno, e apresenta uma divisão demarcada em dois níveis, um exterior inferior e outro interior mais elevado.

  • primeiro nível acede-se através da entrada principal onde se encontram lápides que fazem referência à intervenção de Gualdim Pais e onde são mencionados o nome do obreiro e o ano em que a intervenção tomou lugar. Neste espaço as muralhas apresentam nove altas torres circulares (quatro eqüidistantes a oeste, e cinco a leste) encontrando-se aqui também a porta da traição e vestígios do que terá sido um poço.
  • Subindo alguns degraus e atravessando outra porta entra-se no segundo nível, a zona interior mais elevada onde se ergue a torre de Menagem quadrangular, elemento característico dos templários, erguida no século XII. Esta estrutura de três pisos apresenta já só as sapatas como elemento original (onde se apoiaria o vigamento de madeira) e uma cruz patesca acima da janela, símbolo adoptado pelos templários. Aqui os panos de muralhas coroadas por merlões e seteirasapresentam escadarias que fazem o acesso ao topo da muralha e ao caminho que o percorre, o adarve. A comunicação entre as diversas partes do castelo pode ser feita através de várias passagens de cantaria.

Pelo ilhote, outros caminhos foram construídos, permitindo não só o percurso pela vereda que abraça o castelo, como também a possibilidade de vislumbrar de várias perspectivas a paisagem envolvente.

Lendas

Várias histórias populares exacerbam o romantismo associado ao castelo templário, entre as quais:

  • Nos primeiros tempos da Reconquista, D. Ramiro, um cavaleiro cristão, regressava orgulhoso de combates contra os muçulmanos quando encontrou duas mouras, mãe e filha. Trazia a jovem uma bilha de água, que, assustada, deixou cair quando lhe pediu de beber rudemente o cavaleiro. Enfurecido, acabava de tirar a vida às duas mulheres quando surgiu um jovem mouro, filho e irmão das vítimas, logo aprisionado. D. Ramiro levou o cativo para o seu castelo, onde vivia com a própria esposa e filha, as quais o prisioneiro mouro logo planeou assassinar em represália. Entretanto, se à mãe passou a ministrar um veneno de acção lenta, acabou por se apaixonar pela filha, a quem o pai planeava casar com um cavaleiro de sua fé. Correspondido pela jovem, que entretanto tomara conhecimento dos planos do pai, os apaixonados deixaram o castelo e desapareceram para sempre. Reza a lenda que, nas noites de São João, o casal pode ser visto abraçado no alto da torre de menagem e, a seus pés, implorando perdão, o cruel D. Ramiro. (in: PINHO LEAL, Augusto Soares d’Azevedo Barbosa de. Portugal antigo e moderno: diccionário geographico, estatistico, chorographico, heráldico, archeológico, histórico, biographico e etymologico de todas as cidades, villas e freguezias de Portugal e de grande número de aldeias… (12 vols.). Lisboa: 1872 e segs.)

 

  • Um senhor árabe de Almourol foi atraiçoado pelo cavaleiro cristão por quem a sua filha se apaixonou, e a quem esta revelou os segredos de entrada no castelo. O cavaleiro usou a informação para fazer uma emboscada e o emir e a sua filha preferiram lançar-se das muralhas ao rio a ficarem em cativeiro.
  • O heróico cavaleiro Palmeirim foi acometido por uma grande tempestade que forçou o navio em que viajava, da Inglaterra para Constantinopla, a arribar na costa portuguesa, fundeando no rio Douro. Desembarcando na cidade do Porto, o cavaleiro tomou ciência das aventuras de alguns cavaleiros que tinham travado combate com o gigante Almourol, que em seu castelo a meio do rio Tejo custodiava a bela princesa Misaguarda e suas damas. Em busca de aventuras, o Palmeirim se desloca para o sul, onde, à margem do Tejo avista à distância o Castelo de Almourol. Aproximando-se, vê o fim da luta entre dois cavaleiros numa praça junto do castelo, reconhecendo no vencedor o Cavaleiro Triste, com o qual já duelara. Em sinal de vitória, o Cavaleiro Triste junta o seu escudo ao de outros, que também já a haviam obtido. Neste escudo encontrava-se retratada a sua dama, a bela princesa Misaguarda, por quem o Palmeirim fica enamorado. Travando-se o combate entre o Palmeirim e o Cavaleiro Triste, cai a noite, encerrando a luta sem um vencedor. O Cavaleiro Triste é recolhido ao castelo para tratar de suas feridas, enquanto que o Palmeirim vai procurar auxílio em uma aldeia próxima. Nem um, nem outro, entretanto, alcançam o favor da princesa, que aconselha o primeiro a se retirar e desistir de novos combates por um ano, enquanto que o Palmeirim retoma o seu caminho para Constantinopla. Após esse feito, o gigante Almourol foi atacado e vencido por outro gigante, Dramusiando, sob a proteção do qual ficam, doravante, a bela princesa e sua corte. (in: MORAIS, Francisco de. Crónica de Palmeirim de Inglaterra (1567).)

Fonte Wikipédia


publicado por Jorge Soares às 18:00
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Castelo de Almourol

Castelo de Almourol

Castelo de Almourol

Castelo de Almourol

Castelo de Almourol

Castelo de Almourol

 

Castelo de Almourol

Vila Nova da Barquinha

Setembro de 2010


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Quinta-feira, 5 de Agosto de 2010

Óbidos: Mercado Medieval II

castelo de óbidos

Castelo de Óbidos

Óbidos, Mercado Medieval

Mercado medieval de òbidos, rosto

Mercado Medieval de òbidos, crianças

 

Mercado Medieval de Óbidos

Julho de 2010

Jorge Soares


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Quinta-feira, 22 de Outubro de 2009

Outono em Setúbal

Vista do Jardim de Albarquel

Vista do Castelo de São Felipe

Inicio de Outono em Setúbal, folhas de carvalho

Outono em Setúbal, abelha

Flores do Outono

Canoagem no Sado, Setúbal 

Inicio de Outono em Setúbal, a cidade, o Sado e a serra da arrábida

Parque urbano de Albarquel

Outubro de 2009

Jorge Soares


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Domingo, 13 de Setembro de 2009

Óbidos:Santuário do Senhor da Pedra II

As Muralhas do castelo de òbidos desde o santuário do senhor da pedra

Senhor da Pedra

Senhor da pedra

Interior do santuário do senhor da pedra

As muralhas de òbidos ao fundo

 

Santuário do Senhor da Pedra, Óbidos, Caldas da Rainha

Julho de 2009


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Sexta-feira, 8 de Agosto de 2008

Palmela

Palmela

 

Continuando com as experiências, Palmela e o seu Castelo altaneiro desde o caminho dos moinhos, sobre o Vale dos Barris.

 

Palmela, Setúbal, Agosto de 2008


publicado por Jorge Soares às 09:20
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Castelo de Palmela desde Setúbal

Quartel

 

Das minhas experiências com nova máquina

 

Vista do Castelo de Palmela desde o Miradouro de São Sebastião em Setúbal

 

Agosto de 2008


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Domingo, 8 de Junho de 2008

Tomar, o Castelo Altaneiro

Tomar

 

Tomar, Março 2008

Jorge


publicado por Jorge Soares às 21:36
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Sábado, 12 de Abril de 2008

Tomar... e o seu Castelo Altaneiro

Tomar

 

Tomar

 

Tomar, Março de 2008

 

Jorge

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