Segunda-feira, 1 de Julho de 2013

Torre de belém

Torre de Belém

 

Torre de Belém é um dos monumentos mais expressivos da cidade de Lisboa. Localiza-se na margem direita do rio Tejo, onde existiu outrora a praia de Belém. Inicialmente cercada pelas águas em todo o seu perímetro, progressivamente foi envolvida pela praia, até se incorporar hoje à terra firme.

 

O monumento se destaca pelo nacionalismo implícito, visto que é todo rodeado por decorações do Brasão de armas de Portugal, incluindo inscrições de cruzes da Ordem de Cristo nas janelas de baluarte; tais características remetem principalmente à arquitetura típica de uma época em que o país era uma potência global (a do início da Idade Moderna).

 

Classificada como Património Mundial pela UNESCO desde 1983, foi eleita como uma das Sete maravilhas de Portugal em 7 de julho de 2007.

 

Originalmente sob a invocação de São Vicente de Saragoça, padroeiro da cidade de Lisboa, designada no século XVI pelo nome de Baluarte de São Vicente a par de Belém e por Baluarte do Restelo, esta fortificação integrava o plano defensivo da barra do rio Tejo projetado à época deJoão II de Portugal (1481-95), integrado na margem direita do rio pelo Baluarte de Cascais e, na esquerda, pelo Baluarte da Caparica.


A estrutura só viria a ser iniciada em 1514, sob o reinado de Manuel I de Portugal (1495-1521), tendo como arquitecto Francisco de Arruda. Localizava-se sobre um afloramento rochoso nas águas do rio, fronteiro à antiga praia de Belém, e destinava-se a substituir a antiga nau artilhada, ancorada naquele trecho, de onde partiam as frotas para as Índias. As suas obras ficaram a cargo de Diogo Boitaca, que, à época, também dirigia as já adiantadas obras do vizinho Mosteiro dos Jerónimos.

 

Concluída em 1520, foi seu primeiro alcaide Gaspar de Paiva, nomeado para a função no ano seguinte.

 

Com a evolução dos meios de ataque e defesa, a estrutura foi, gradualmente, perdendo a sua função defensiva original. Ao longo dos séculos foi utilizada como registo aduaneiro, posto de sinalização telegráfico e farol. Os seus paióis foram utilizados como masmorras para presos políticos durante o reinado de Filipe II de Espanha (1580-1598), e, mais tarde, por João IV de Portugal (1640-1656). O Arcebispo de Braga e Primaz das Espanhas, D. Sebastião de Matos de Noronha (1586-1641), por coligação à Espanha e fazendo frente a D. João IV, foi preso e mandado recluso para a Torre de Belém.

 

Sofreu várias reformas ao longo dos séculos, principalmente a do século XVIII que privilegiou as ameias, o varandim do baluarte, o nicho da Virgem, voltado para o rio, e o claustrim.

 

Classificada como Monumento Nacional por Decreto de 10 de Janeiro de 1907, é considerada como Património Mundial pela UNESCO desde 1983. Naquele mesmo ano integrou a XVII Exposição Europeia de Arte Ciência e Cultura.


Fonte Wikipédia


Lisboa, Junho de 2013

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 21:18
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Sexta-feira, 18 de Janeiro de 2013

Sortelha

Sortelha

 

 

Sortelha é uma freguesia portuguesa do concelho do Sabugal, com 43,27 km² de área e 579 habitantes (2001). Densidade: 13,4 hab/km². Está incluída no Programa das Aldeias Históricas.

História

Foi vila e sede de concelho entre 1288 e 1855. Era constituída pelas freguesias de Águas Belas, Urgueira, Bendada, Casteleiro, Malcata, Moita, Pena Lobo, Santo Estêvão, Sortelha e Valverdinho. Tinha, em 1801, 4.096 habitantes em 237 km². Após as reformas administrativas do início do liberalismo foram-lhe anexadas as freguesias de Lomba e Pousafoles do Bispo. Tinha, em 1849, 6.022 habitantes em 261 km².

 

É hoje uma das aldeias históricas de Portugal. Uma visita a Sortelha só nos pode fazer pensar que regressámos no tempo e parámos na história. Encontramos aqui uma das mais bonitas aldeias de Portugal, escondida e protegida nas imponentes muralhas do seu Castelo. As casas tradicionais, foram meticulosamente recuperadas e permitem ao visitante percorrer as suas ruas sinuosas e aventurar-se, qual conquistador, pelas muralhas do Castelo.

Castelo de Sortelha

A 760 metros de altitude, ergue-se o Castelo de Sortelha, mandado construir por D. Sancho I. Após ter sofrido vários tremores de terra, esta fortaleza foi restaurada nos reinados de D. Dinis, D. Fernando e D. Manuel. Sortelha ainda se conserva rodeada de fortes muralhas circulares, que se estendem pelos declives naturais. Destaca-se o recinto da cidadela no cimo de um penhasco mais elevado, com a torre de menagem quadrada ao centro. Daqui abarca-se um amplo horizonte em que se distingue a Serra da Malcata e a linha final da Serra da Estrela.

Outros pontos de interesse

Além do Castelo, são notáveis: a igreja matriz do século XIV, dedicada à Virgem das Neves, com tecto mudéjar e talha barroca; um conjunto de sepulturas medievais escavadas na rocha, a torre de menagem, o pelourinho manuelino; e os afloramentos ciclópicos, conhecidos como "Pedra do Beijo" e "Cabeça da Velha", dois penedos graníticos com formas curiosas. Mas sobressaem, acima de tudo, as imponentes muralhas que circundam a antiga vila. Vale a pena visitar as lojas de artesanato e velharias.

 

Fonte : Memória Portuguesa 

 

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 10:59
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Domingo, 13 de Janeiro de 2013

Castelo do Sabugal

Castelo do Sabugal

 

Situada num pequeno planalto da Serra da Malcata e vigiando o caudal do Coa a seus pés, a vila beirã do Sabugal acolhe-se à sombra do seu esbelto e forte castelo medieval, vulgarmente designado por Castelo das Cinco Quinas devido à invulgar forma da sua torre de menagem pentagonal.

 

Embora sem certeza histórica, a fundação cristã da vila do Sabugal poderá ter ocorrido no século XII, após a derrotados Mouros; isto apesar de vestígios pré-históricos e troços de uma estrada militar romana indiciarem diversas e mais antigas ocupações humanas.

 

Esta região foi intensamente disputada pelos reis portugueses e de Castela, tendo D. Dinis tomado posse do Sabugal e das terras de Riba-Coa no ano de 1296, confirmada depois com a assinatura do Tratado de Alcanises em 1297. Assim,este monarca procede ao seu repovoamento e concede-lhe carta de foral, ao mesmo tempo que manda erguer mais forte e esbelto castelo.

 

No reinado de D. Manuel I, a fortaleza do Sabugal recebe novas e bem dimensionadas obras de beneficiação, estando esta iniciativa gravada com os seus símbolos reais nas pedras da porta principal do castelo. Pontualmente, o castelo do Sabugal serviu a sua função militar, mas também foi convertido em presídio. Um dos seus mais ilustres prisioneiros foi o intrépido e indomável poeta e cavaleiro Brás Garcia de Mascarenhas - homem de letras e de armas do século XVII, que ficou célebre pelas suas aventuras e pelo não menos famoso poema épico Viriato Trágico.

 

Um dos mais importantes feitos de armas aconteceu em abril de 1811, quando as tropas anglo-lusas aqui aquarteladas combateram e derrotaram o exército francês que retirava sob o comando de Massena. Desguarnecido e abandonado, as muralhas da sua extensa cerca foram sendo desmanteladas e a sua pedra reutilizada nas mais diversas construções davila beirã. A praça de armas do castelo serviu, a partir de 1846, de cemitério local. Esta depredação do monumento foisustida na década de 40 do presente século, graças à ação decisiva da Direção-Geral de Edifícios e Monumentos Nacionais (D.G.E.M.N.). Assim, a sua majestática imponência e inegável qualidade estética puderam perdurar até à atualidade.

 

A cerca de granito que envolvia a vila do Sabugal tinha uma configuração aproximadamente oval, embora no presente se encontre muito reduzida, conservando-se como ponto mais importante desta primeira defesa a Porta da Vila, localizada nas proximidades da Torre do Relógio.

 

Na zona mais elevada foi erguido o castelo, configurado com uma planta trapezoidal. Os altos panos de muralha granítica possuem largo adarve, a que se acede por quatro escadas internas. As muralhas são encimadas por largos merlões rasgados com troneiras cruzetadas, estando ainda reforçadas por três imponentes torreões angulares e um outro localizado no centro do pano de muralha virado a sudoeste, todas elas rematadas por ameias piramidais.

 

Altiva, imponente e graciosa implanta-se a invulgar torre de menagem do Castelo do Sabugal, também esta coroada por ameias piramidais. Com efeito, esta torre apresenta uma forma pentagonal, provavelmente uma simbólica alusão a esta vila e ao seu castelo serem, em definitivo, parte integrante do território nacional. O seu interior está dividido em vários pisos, revelando surpreendentes espaços góticos abobadados e ornamentados fechos onde se inscrevem escudos comas quinas nacionais. O compartimento superior é profusamente iluminado pelas portas que dão acesso a balcões misulados e com dispositivos de mata-cães. Entre a torre de menagem e o torreão do ângulo leste implanta-se um balcão ameado, vigiando a entrada principal da praça de armas.

 

Inferiormente, na zona exterior, corre a cerca da barbacã - dispositivo defensivo que une e reforça as muralhas do castelo, igualmente rematadas por maciços merlões com aberturas de troneiras cruzetadas. Apoiam as suas muralhas dois pequenos cubelos circulares, abrindo-se próximo de um deles um singelo portal de arco em ogiva.

 

Fonte Infopédia


publicado por Jorge Soares às 16:53
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Terça-feira, 22 de Maio de 2012

Castelo de Evoramonte

Evoramonte

 

Castelo de Évoramonte, também referido como Castelo de Évora Monte, localiza-se na freguesia de Evoramonte, concelho deEstremoz, distrito de Évora, no Alentejo, em Portugal.

 

Erguido em um dos pontos mais elevados da serra de Ossa, no centro da povoação, do alto de seus muros domina-se uma grande extensão em derredor, até ao Castelo de Estremoz.

 

À época da Reconquista cristã da península Ibérica, a povoação foi conquistada aos mouros pelas forças portuguesas comandadas pelo lendário Geraldo Sem Pavor, por volta de 1160, ocasião em que o castelo terá tido início.

 

As suas defesas foram recuperadas por determinação de D. Afonso III (1248-1279), soberano que lhe outorgou o primeiro foral (1248), renovado em 1271. Estas tentativas de povoamento, entretanto, não parecem ter sido bem sucedidas, uma vez que seu sucessor, D. Dinis (1279-1325), ordenou a fortificação da vila (1306), dele nos tendo chegado a cerca e as portas.

Com a ascensão de D. João, Mestre de Avis ao trono, o Castelo de Évoramonte e seus domínios passaram para a posse do Condestável D. Nuno Álvares Pereira, vindo posteriormente a integrar os domínios da Casa de Bragança.

 

No início da Idade Moderna, Manuel I de Portugal (1495-1521) concedeu Foral Novo à vila (1516), iniciando-lhe nova etapa construtiva. Ficando a torre de menagem do antigo castelo destruída pelo terramoto de 1531, no ano seguinte, sob a direção do alcaide-mor, D. Teodósio de Bragança, é reedificado na forma de um Paço de inspiração renascentista italiana, com risco atribuído aos arquitetos Diogo e Francisco de Arruda.

 

A povoação e seu castelo perderam importância estratégica ao longo dos séculos. Aqui foi assinada a Convenção de Évora Monte (26 de Maio de 1834) encerrando as Guerras Liberais. Finalmente, a 24 de Outubro de 1855 o seu concelho foi definitivamente extinto, e o seu antigo termo repartido pelos concelhos vizinhos de Estremoz, Évora, Arraiolos e Redondo.

 

O castelo e a cerca da vila foram considerados como Monumento Nacional por Decreto publicado em 23 de Junho de 1910. Os trabalhos de consolidação e restauro iniciaram-se ao final da década de 1930 prosseguindo na de 1940. Novas campanhas de intervenções sucederam-se de 1971 a 1987, conferindo ao monumento o seu atual aspecto.

 

O castelo, em alvenaria de pedra e cantaria de granito, apresenta planta quadrangular, com torreões circulares nos vértices, misturando elementos do estilo gótico com o estilo renascentista de inspiração italiana. Internamente divide-se em três pavimentos, com tetos em abóbada, assentes em pilares de cantaria. Nos torreões mais largos na base do que no topo, rasgam-se viseiras. Os panos são ornados com nós esculpidos em pedra, típicos do estilo manuelino.

 

Fonte Wikipedia

 

Evoramonte, Alentejo

Março de 2012

Jorge Soares

 

PS:Gosta de boa música? carregue ali na barra lateral em First Class Rádio


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Segunda-feira, 30 de Abril de 2012

Guimarães, Campo da Ataca

Guimarães, campo da ataca

 

Campo da Ataca

 

"Segundo a tradição oral de muitas gerações, foi aqui neste lugar que teve início, em 24 de Junho de 1128, a Batalha de S. Mamede, na qual D. Afonso Henriques conquistou a chefia do Condado Portucalense e iniciou o processo político da independência de Portugal, ao afastar a tentativa de hegemonia galega que pretendia tomar conta do poder no nosso território. Pode, pois, dizer-se que aqui nasceu Portugal."

 

Prof. Doutor Diogo Freitas do Amaral


O arranjo deste campo foi feito, sob proposta do Prof. Doutor Freitas do Amaral, pela Câmara Municipal de Guimarães, por ocasião do II Congresso Histórico de Guimarães, dedicado ao Estudo de "D. Afonso Henriques e a sua Época". O campo foi inaugurado no dia 27 de Outubro de 1996, no encerramento do referido congresso, sendo as esculturas de Augusto Vasconcelos.

 

Fonte : EPBJC 

 

É verdade que já passaram quase 900 anos da batalha que se calhar nem foi ali, mas podiam pelo menos sinalizar correctamente o lugar... foi preciso o GPS e perguntar mais que uma vez para se lá chegar.

 

Campo da Ataca

Guimarães, Abril de 2012

Jorge Soares


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Quinta-feira, 5 de Abril de 2012

Évora, Palácio de Don Manuel

Palácio de Don Manuel

 

Palácio D. Manuel


Monumento Nacional datado do século XVI  é provavelmente o remanescente arquitectónico da conhecida Galeria das Damas do Palácio Real a par de S. Francisco


Na galeria (restos do grandioso imóvel quinhentista), trabalharam os Arrudas, Chanterene e Diogo de Torralva e nela subsistem elementos arquitectónicos do hibridismo peculiar do gótico-manuelino-mudejar e da renascença.


No paço - segundo alguns cronistas - Vasco da Gama foi investido pelo Venturoso, em 1497, no posto de comando da esquadra do descobrimento do caminho marítimo para a Índia. Nos seus salões mestre Gil Vicente representou sete dos seus Autos, dedicados às rainhas D. Maria de Castela e D. Catarina de Áustria.

 

Fonte Câmara Municipal de Évora


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Domingo, 25 de Março de 2012

Castro Marim: Igreja de Nossa senhora dos Mártires

Castro Marim, Algarve

Castro Marim, Igreja

Castro Marim, Igreja

Castro Marim

 

 

Igreja de Nossa senhora dos Mártires

Castro Marim, Algarve, Fevereiro de 2012

Jorge Soares


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Castro Marim:Igreja de Nossa Senhora dos Mártires

Igreja de Nossa senhora dos Mártires

 

Num mundo que encerrou para sempre a Idade Média fundamentalmente rural, o novo milénio iniciou-se sob o signo do desenvolvimento urbano. Este desenvolvimento criou-se em torno das cercas muralhadas dos castelos medievais e destas partem à conquista de terrenos circundantes. 

Castro Marim não fugiu à regra e tornou-se numa das vilas que se geraram em torno de um elemento gerador, o Castelo, alargando-se pelo vale que o separa do Cerro do Cabeço o­nde mais tarde se implantou o Forte de São Sebastião. 

Neste vale surgiu, no século XVI, uma Ermida denominada de Nossa Senhora dos Mártires, pela incapacidade da Matriz da vila, intra-muralhas, abrigar todos os fiéis. Esta Ermida foi visitada por diversas vezes, durante o século XVI, pela Ordem de Santiago, que tinha tido a sua sede no Castelo de Castro Marim entre 1319-1356, ano em que se trasladou para a vila de Tomar. 


Estas visitações descrevem a Ermida como tendo um único corpo, com capela-mor abobadada com coruchéu e um altar em alvenaria com tribuna o­nde assentava uma imagem de vulto de Nossa Senhora com o Menino, em pedra; no corpo da Ermida, de uma só nave, estavam três imagens pintadas de matiz, uma de S. Bartolomeu, uma de Sta.Catarina e outra de S. Sebastião; possuía o portal principal a poente e outro a sul, cada um com duas pias de água benta embutidas na parede de alvenaria; um adro, em redor da dita Ermida, o­nde se enterravam os defuntos.

Da Visitação de 1518 para a de 1534 foi esta Ermida acrescentada por um alpendre a poente, abrigando o portal principal, seguindo em toda a fachada sul. A Visitação de 1554 dá-lhe a localização da sacristia, que dantes não era focada, a sul com porta de verga recta. A Visitação de 1565 denuncia um aumento da altura das paredes, a substituição das madeiras dos tectos por novas, e o acrescento de um novo alpendre desde a fachada principal até à parede da sacristia. 
Após o terramoto de 1755, responsável pela destruição da Igreja Matriz de Santiago, foi esta Ermida tornada paroquial da vila, mandada construir pelo Lopo Mendes de Oliveira, Comendador da Ordem de Cristo e Alcaide deste Castelo.


Devido à sua pequenez foi mandada restaurar e ampliar entre os finais do século XVIII e inicio do século XIX, tendo as obras ficado concluídas em 1834, sob a responsabilidade do arquitecto João Lopes do Rosário.

Denuncia na sua arquitectura várias campanhas arquitectónicas de grande interesse: galilé renascentista; zimbório e abobada de lunetas da capela-mor barrocos; elementos neo-manuelinos na platibanda que sobrepõe a galilé. Possui planta longitudinal de nave única, coro-alto com balaustrada de barriga em madeira, transepto e capela-mor de dois tramos. 


Fachada principal a oeste, tripartida, com portal principal de verga recta sobrepujada por frontão de lanços com tímpano triangular, encimado por janelão rectangular e relógio circular com telhado em empena com cruz de ferro no topo. Na fachada sul, galilé com cinco vãos em arco de volta perfeita assentes em colunelos de capiteis neo-manuelinos, o­nde existe um painel de azulejos azuis e brancos evocando Nossa Senhora da Conceição.

 
É possuidora de vários exemplos de imaginária do século XVI e XVIII, em madeira, bem como retábulos no altar-mor e transepto em madeira marmoreada e polícroma. 

Reparte esta Matriz com o Castelo, a norte, e o Forte de São Sebastião, a sul, a moldura que compõe a imagem de Castro Marim, denunciando as linhas singelas de todo o casario que os envolve.

 

Fonte CM de Castro Marim 

 

Castro Marim, Algarve

Fevereiro de 2012

Jorge Soares


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Quinta-feira, 9 de Fevereiro de 2012

Arco Da Rua Augusta

Arco da Rua Augusta

 

O Arco da Rua Augusta ou Arco do Triunfo da Rua Augusta, é um arco situado na parte Norte da Praça do Comércio, sobre a Rua Augusta, emLisboa, Portugal.

 

A sua construção começou após o terramoto de 1755, mais concretamente em 1775, mas esta primeira versão (terá sido concluida?) viria a ser demolida em 1777 (após o inicio do reinado de D. Maria I e demissão do Marquês de Pombal). Em 1873 recomeça a edificação do arco segundo o projecto do arquitecto Veríssimo José da Costa que remonta a 1843/44, ficando as obras concluídas em 1875.

Topo do arco da Rua Augusta. A Glória coroando o Génio e o Valor

Na parte superior do arco podemos ver esculturas de Calmels, enquanto num plano inferior podemos ver esculturas de Vitor Bastos. As esculturas de Calmels representam a Glória, coroando o Génio e o Valor. As esculturas de Vitor Bastos representam Nuno Álvares Pereira, Viriato, Vasco da Gama e oMarquês de Pombal.

 

O texto inscrito no topo do arco remete-nos à grandiosidade portuguesa aquando dos descobrimentos e à descoberta de novos povos e culturas. VIRTVTIBVS MAIORVM VT SIT OMNIBVS DOCVMENTO.PPD “Às Virtudes dos Maiores, para que sirva a todos de ensinamento. Dedicado a expensas públicas”.

 

Fonte Wikipédia


publicado por Jorge Soares às 21:49
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Sábado, 17 de Setembro de 2011

Londres: Afinal o Big Ben não é o Big Ben, é a torre do Relógio

O Big Ben não é o Big Ben, é a Torre do relógio

 

Big Ben, ao contrário do que muitos pensam, não é o famoso relógio do Parlamento Britânico, nem tão pouco a sua torre. É o nome do sino, que pesa 13 toneladas e que foi instalado no Palácio de Westminster durante a gestão de sir Benjamin Hall, ministro de Obras Públicas da Inglaterra, em 1859. Por ser um sujeito alto e corpulento, Benjamim tinha o apelido de Big Ben. Todos os dias, a rádio BBC transmite as badaladas do sino. O sino foi fundido por George Mearsem 1858, media quase 3 metros de diâmetro e pesava 13, 5 toneladas.

 

O nome do relógio é Tower Clock, ou Clock Tower (Torre do Relógio), e é muito conhecido pela sua precisão e tamanho. 

 

A Actual Torre do Relógio foi construída como parte do projecto de Charles Barry para um novo palácio, depois de o antigo Palácio de Westminster ter sido em grande parte destruído por um incêndio na noite de 16 de Outubro de 1834.

 

O novo Parlamento foi construído ao estilo neo-gótico. Apesar de Barry ter sido o principal arquitecto do Palácio, foi  Augustus Pugin quem fez o prometo da Torre do Relógio, que se assemelha a trabalhos anteriores de  Pugin, incluindo um para Scarisbrick Hall. O projecto para a Torre do Relógio foi último de Pugin. A torre foi construida ao estilo de Pugin do Revival comemorado Gótico, tem 96,3 metros de altura (aproximadamente 16 andares)


A parte inferior da estrutura da Torre do Relógio é em alvenaria com areia colorida do revestimento de pedra calcária Anston. O restante da altura da torre é de ferro fundido moldado.


Apesar de ser uma das principais atracões turísticas do mundo, o interior da torre não está aberta a visitantes estrangeiros, ainda que para os residentes do Reino Unido seja possivel organizar visitas. A torre não tem elevador, pelo que é necessário subir os 334 degraus de calcário até ao topo.


Devido a mudanças nas condições do solo principalmente desde que se construiu a linha Jubilee do Metro, a torre inclinou-se levemente para noroeste, por cerca de 220 milímetros. Devido a efeitos térmicos oscila anualmente alguns milímetros a leste e oeste.

 

Fonte Wikipédia

 

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 14:40
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Sábado, 10 de Setembro de 2011

Londres: A Tower Bridge

Tower Bridge, Londres

 

Tower Bridge (em português: Ponte da Torre) é uma ponte-báscula construída sobre o rio Tâmisa, na cidade de Londres, capital do Reino Unido. Foi inaugurada em 1894, e atualmente é um dos pontos turísticos mais visitados da cidade, além de ser conhecida como uma das pontes mais famosas do mundo. É localizada ao lado da Torre de Londres.

 

No fim do século XIX, a parte leste de Londres (o East End) tinha crescido consideravelmente e uma nova travessia sobre o Tâmisa se mostrava fundamental para a cidade, haja vista que a estreita Ponte de Londres era usada diariamente por mais de 20 000 veículos. Um túnel já havia sido cavado entre as duas margens, mas só era próprio para o uso de pedestres. Um comitê foi formado em 1876 para decidir a forma da nova ponte e logo recebeu mais de 50 sugestões. A opção ganhadora foi a do arquiteto Horace Jones, com um projeto que consistia numa ponte cuja pista era levantada por duas básculas.

 

O projeto de Jones tinha um modus operandi demasiado medieval, onde as básculas seriam levantadas por correntes. O projeto foi revisado em conjunto com John Wolfe-Barry (cujo pai tinha sido arquiteto na construção do Parlamento, anos antes), e o mecanismo escolhido acabou por consistir num sistema hidráulico, sendo impulsionado por água pressurizada, que por sua vez seria bombeada por máquinas a vapor. Com a morte de Jones, Wolfe-Barry deu às torres um estilo mais aproximado ao Vitoriano Gótico. Elas se parecem com fortesescoceses da Idade Média, e suas básculas abrem como uma ponte levadiça de um castelo.

 

A construção da ponte começou em 1886, contando com a ajuda de mais de 400 operários. Uma forte estrutura de aço suporta as duas torres, que têm 65 metros de altura. Elas foram revestidas por granito (vindo da região de Cornwall) e pelas pedras de Portland (que também foram usadas em larga escala após o Grande Incêndio de Londres, em 1666) para corresponder à exigência de que a ponte ficasse parecida com a Torre de Londres. Devido ao tráfego sobre o Tâmisa, as torres foram construídas uma por vez, e até suas básculas foram construídas na posição vertical.

 

Uma dupla de passarelas (uma para ida e outra para volta) foi construída ligando as duas torres, com o objetivo de facilitar o tráfego de pedestres.

 

A ponte foi inaugurada em 1894, com a presença do então Príncipe de Gales, Eduardo VII.

 

Fonte: Wikipédia


publicado por Jorge Soares às 10:41
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Domingo, 28 de Agosto de 2011

Alentejo: Monsaraz

Monsaraz, Alentejo, Portugal

 

A vila de Monsaraz é uma das mais antigas povoações portuguesas, a Sul do Tejo. A sua ocupação data dos tempos pré-históricos, contando-se nos arredores cerca de centena e meia de monumentos megalíticos. O próprio monte onde foi construída a vila foi provavelmente um povoado pré-histórico fortificado, e no Arrabalde existe uma vasta necrópole rupestre pré-romana, de sepulturas antropomórficas cavadas na rocha viva.

 

O primitivo castro pré-histórico foi mais tarde romanizado e depois sucessivamente ocupado por visigodos, árabes, moçárabes e judeus e a seguir à reconquista foi cristianizado.

 

A palavra Xarez ou Xerez equivalia, durante o domínio muçulmano na Península, à forma arábica SARIS ou SHARISH. O equivalente em castelhano do vocábulo português xara é Jara. Assim Xarez ou Xerex apresenta os equivalentes arcaicos castelhanos de Jaraez ou Jarás que conduziram, por corrupção, às formas actuais de Jerez castelhano e do Xarez portuguesa.

 

Monsaraz pode significar, portanto, Monte Xarez ou Monte Xaraz, cerro erguido no coração de uma terra à margem do Guadiana, antigamente povoada por um impenetrável brenhal de estevas ou xaras e que, pela excelência de condições estratégicas - posição de altura com cobertura defensiva de um grande e profundo rio - recomendava, naquele sítio inacessível, a fundação de um povoado. 


Em 1157, foi conquistada aos mouros por Geraldo Sem Pavor, mas em 1173 torna a cair em poder dos almôadas, na sequência da derrota de D. Afonso Henriques em Badajoz. D. Sancho II, auxiliado por cavaleiros dos Templários, conquista Monsaraz definitivamente em 1232 e faz a sua doação à Ordem do Templo.

 

O repovoamento cristão de Monsaraz e do seu termo só vem a ocorrer no tempo de D. Afonso III e foi obra do cavaleiro Martim Anes, que parece ter sido também primeiro Alcaide de Monsaraz. Em 1263, é já uma importante povoação fortificada e também sede de um concelho pericito e dotado com os mais amplos privilégios jurídicos: possui já a primeira carta de foral expedida por D. Afonso III.

 

Neste período de ocupação cristã de Monsaraz, o povoador Martim Anes começou a levantar a noca alcarçova e os cavaleiros das Ordens Militares e o clero secular deram inicio à construção dos templos primitivos de Santa Maria da Lagoa e de Santiago, da Ermida de Santa Catarina, no Arrabalde, do Hospital do Espírito Santo e da Albergaria. 


A economia era fundamentalmente agrícola e pastoril, verificando-se paralelamente um apreciável desenvolvimento das pequenas indústrias da olaria tosca, dos cobres martelados e dos chocalhos, e o artesanato grosseiro dos tecidos de lã e linho.

 

Em 1319, Monsaraz é erigida comenda da Ordem de Cristo e fica na dependência de Castro Marim e nesta altura começa a ser construído o edifício gótico do primitivo tribunal, decorado a fresco com o famoso painel alegórico à justiça terrena. É também nesta altura que data a torre de menagem (época dionisina).

 

Em 1412, por doação do condestável a seu neto D. Fernando, Monsaraz é integrada na sereníssima Casa de Bragança e passa, em matéria de tributação fiscal, a construir um dos mais preciosos e fartos vínculos da grande casa ducal portuguesa.

 

Em 1512, D. Manuel manda reformar o foral de Monsaraz e regula a vida pública do concelho e da vila por novo diploma jurídico e a confraria da Misericórdia de Monsaraz fica definitivamente instituída na Matriz de Santa Maria da Lagoa.

 

A grave crise demográfica de 1527, causada pela peste que alastrava em Portugal, faz com que, por ordem do Duque de Bragança, e como medida de fixação demográfica local, se esboce uma modesta reforma agrária, que se traduziu no parcelamento das terras comunais concelhias. A paisagem do minifundio nos arredores de Monsaraz resulta ainda da partilha quinhentista das terras comunais.

 

A sua posição de vila medieval acastelada, o impetuoso progresso das aldeias dos Reguengos, situadas numa planície de fácil acesso e enriquecida pelo esforço dos moradores, no que respeita ao artesanato Janeiro e da grande lavra das vinha, juntamente com a tradicional fidelidade do ideário montessarense aos princípios políticos do absolutismo, faz com que a transferência da sede do concelho se faça de Monsaraz para Reguengos de Monsaraz, em 1840.

 

Fonte Monsaraz.com

 


publicado por Jorge Soares às 11:34
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Segunda-feira, 4 de Outubro de 2010

Caminha: O Forte da Ínsua

Forte da Ínsua, Caminha

 

O Forte da Ínsua localiza-se na freguesia de Moledo, no Concelho de Caminha, Distrito de Viana do Castelo, em Portugal. Ergue-se na Ínsua de Santo Isidro, ao Sul da foz do rio Minho, limite Norte do litoral português, a cerca de duzentos metros da costa.

 

Antecedentes

Esta pequena ilha foi primitivamente utilizada como local de culto. Em época cristã, nela se erguia uma pequena ermida sob a invocação de Nossa Senhora da Ínsua.

O primitivo forte

Posteriormente, sob o reinado de João I de Portugal (1385-1433), franciscanos da Galiza aí ergueram um mosteiro, em 1388 ou 1392. Alguns autores acreditam que remonte a esta época a primeira defesa do local, com a função de proteção da barra daquele rio e dos religiosos.

 

Mais tarde, o rei D. Manuel I (1495-1521), de passagem quando em peregrinação a Santiago de Compostela, teria reformado e ampliado essa defesa (1512), o mesmo providenciando D. Filipe I (1580-1598) durante a Dinastia Filipina. Não existem vestígios dessas alegadas estruturas.

 

Em região fronteiriça estratégica para o acesso a Caminha, a atual estrutura deve-se ao contexto da Guerra da Restauração da independência portuguesa, durante o reinado de João IV de Portugal (1640-1656), entre 1649 e 1652, por determinação de D. Diogo de Lima.

 

Reparada e reforçada nos séculos seguintes, veio a conhecer o abandono até que, em 1940, passou para a responsabilidade do Ministério das Finanças.

 

Atualmente em condições precárias de conservação, registrou a perda dos madeiramentos dos telhados e das telhas, dos azulejos seiscentistas, daspinturas e das imagens da capela. O remanescente pode ser visitado pelo público, sendo a travessia até à ínsula feita por pequenas embarcação locais.

Características

O forte apresenta planta no formato de um polígono quadrangular com baluartes nos vértices. Um revelim protege o portão de armas. Em torno do terraplano, ao abrigo das muralhas, encontram-se os depósitos e quartéis da tropa. Ao centro encontram-se as edificações de serviço: Casa de Comando e Quartel da Tropa, cozinha, paiol e capela. Um poço de água potável abastecia a guarnição, composta por um Governador (comandante) e doze praças, revezados semanalmente. Esse poço é notável por se situar no mar, sendo um dos três únicos existentes no mundo.

 

Fonte:Wikipédia

 

Eu nunca tinha ouvido falar da existência deste forte que fica mesmo na Foz do Rio Minho, desde a praia da Foz do Minho há barcos Táxi que levam os visitantes até à Ínsua.. não faço idea se o forte é visitável.

 

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 19:08
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Quarta-feira, 7 de Abril de 2010

Farol do Cabo Sardão

Farol do Cabo Sardão

 

Farol do Cabo Sardão é um farol português que se localiza na Ponta do Cavaleiro no Cabo Sardão, freguesia de São Teotónio, na Vila de Odemira, distrito de Beja.Trata-se de uma torre quadrangular branca, em alvenaria, com edifício anexo encimada por lanterna cilíndrica vermelha, tem 17 metros de altura.

 

Proposto pela primeira vez em 1883, o Farol do Cabo Sardão entrou em funcionamento apenas a 15 de Abril de 1915.Em 1950, o farol foi electrificado com montagem de grupos electrogéneos. A fonte luminosa deixou de ser a gás de petróleo sendo substituída por uma lâmpada de 3000 watts.

 

Até aos anos cinquenta, o serviço de entrega e recepção de correio do farol era feito por uma estafeta, cujo vencimento era de 200$00 mensais, destinado a retribuir «16 viagens por mês, a pé, de mais de 20 quilómetros cada, e por péssimo caminho, parte dele quase intransitável no Inverno», viria pouco mais tarde a ser aumentada para 300$00.

 

O farol foi ligado à rede eléctrica de distribuição pública em 1984. A potência da fonte luminosa foi reduzida, sendo instalada uma lâmpada de 1000 watts.

 

O Farol foi construído com a torre do lado de terra, ao contrário de todos os outros faróis com estruturas e localizações similares. Possivelmente o construtor terá usado a planta rodada de 180º

 

Fonte Wikipédia

 

 

Abril de 2010

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 21:00
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Domingo, 14 de Fevereiro de 2010

Cabo Verde:Cidade Velha

Cabo Verde, Cidade Velha, Santiago

 

A Cidade Velha localiza-se no concelho da Ribeira Grande de Santiago, a 15 quilômetros a oeste da Praia, na costa de Cabo Verde.

A 10 de junho de 2009 foi classificada como uma das Sete Maravilhas de Origem Portuguesa no Mundo, após um concurso de votação pública, no qual participaram 27 monumentos edificados por Portugal no mundo.

Devido à sua rica história, manifestada por um interessantíssimo património arquitetónico, a 26 de junho de 2009, a Cidade Velha foi considerada pela UNESCO, Património Mundial da Humanidade

 

Esta foi a primeira cidade construída pelos europeus nos trópicos e primeira capital do arquipélago de Cabo Verde, quando era chamada de Ribeira Grande. Mudou de nome para evitar ambiguidade com uma povoação de outra ilha.

A cidade nasceu e desenvolveu-se por conta do tráfico negreiro e foi capital até 1770, quando esta função foi transferida para a Praia de Santa Maria - atualmente Cidade da Praia.[3]

A Cidade Velha foi porto de parada de dois grandes navegadores: Vasco da Gama (1497), a caminho da Índia, e Cristóvão Colombo (1498), em sua terceira viagem para as Américas.

Em 2000, sob a coordenação do arquiteto Álvaro Siza, foi iniciado um trabalho de preparação do dossier de candidatura da cidade a Patrimônio Mundial da UNESCO. O dossier foi apresentado à UNESCO, em 31 de Janeiro de 2008.

 

Em 1520 foi erguido o primeiro pelourinho na ilha, que hoje é monumento numa praça.

Em Cidade Velha está a mais antiga igreja colonial do mundo, construída em 1495, a Igreja de Nossa Senhora do Rosário, no estilo manuelino (gótico português). A Rua Banana, que conduz à igreja, foi a primeira rua de urbanização portuguesa nos trópicos.

A Sé Catedral da cidade começou a ser construída em localização privilegiada, frente ao oceano, em 1555, e terminou em 1693, quando a cidade já tinha perdido muito de sua importância. Foi atacada e totalmente danificada por piratas em 1712, tendo ficado em ruínas, tal é hoje observável.

O Forte Real de São Filipe, que domina a cidade do alto de 120 metros, foi construído em 1590 para defender a colônia portuguesa dos ataques dos franceses e ingleses.

O Convento de São Francisco foi construído em meados do século XVII, tendo servido como local de culto e de formação. Foi atacado e parcialmente destruído por piratas em 1712.

 

Fonte Wikipédia


publicado por Jorge Soares às 21:15
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Cabo Verde:Cidade Velha 2

Cidade Velha

Cidade Velha, Cabo Verde

Cabo Vefrde, Cidade Velha, ruinas

Cidade Velha, Santiago, Cabo Verde

Cidade Velha, Ilha de Santiago, Cabo Verde

 

Cidade Velha, Santiago, Cabo Verde

Fevereiro de 2010

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 21:09
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Domingo, 1 de Novembro de 2009

Sintra:Fonte da Mata de Alva

Sintra, Fonte da mata de Alva

Azulejos, fonte da mata de allva

Fonte da mata de Alva, Sintra

Azulejos portugueses, Fonte da mata de Alva, Sintra

Fonte da mata de Alva, inscrição 

 

Com origens que remontarão, pelo menos, ao último quartel do século XVIII, a Fonte de Mata-Alva ostenta, hoje, fácies revivalista resultante da reforma tardo-oitocentista patrocinada por Francis Cook, como o atesta, aliás, a lápide aposta no frontal sob a real pedra de armas de D. Maria I: Hunc Fontém /Condidit de nouo / Pro Bono Publico /Francisco / Uisconde de Monserrate /a. d. 1875. Na verdade, o prospecto do fontanário foi radicalmente alterado «para o bem público» por D. Francisco, por isso, daquela campanha de obras resultou um frontal antecedido por cúpula esférica que protege a bica e tanque de pedra.

A abóbada repousa em colunas com capitéis profusamente decorados e o frontal permanece ladeado por bancos de descanso encimados por pequenos painéis de azulejos policromos.

Ao centro, já sob a cúpula envolvendo as lápides e os azulejos de onde sobressai a bica, subsiste fresco geometrizante de nítida inspiração "neo-mourisca".

 
Fonte Câmara Municipal de Sintra
 
A Fonte fica numa curva  da estrada entre Sintra e o palácio de Monserrate .
 
Sintra, Outubro de 2009
Jorge Soares

 


publicado por Jorge Soares às 16:56
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