Quarta-feira, 10 de Setembro de 2014

Namorados da cidade

Amigas

 

 

Namorados da Cidade

 

Namorados de Lisboa 
à beira-Tejo assentados 
a dormir na Madragoa. 
Namorados de Lisboa 
num mirante deslumbrados 
à beira-verde acordados 
namorados de Lisboa! 

Ao domingo uma cerveja 
uma pevide salgada 
uma boca que se beija 
e que nos sabe a cereja 
a miséria adocicada 
à beira-parque plantada: 
namorados de Lisboa! 


Sempre sempre apaixonados 
mesmo que a tristeza doa 
namorados de Lisboa! 


Namorados de Lisboa 
na cadeira de um cinema 
onde as mãos andam à toa 
à procura de um poema. 
Namorados de Lisboa 
que o mistério não desvenda 
até que o escuro se acenda. 

Namorados de Lisboa 
a apertar num vão de escada 
o prazer que nos magoa 
e depois não sabe a nada. 
Namorados de Lisboa 
a morar num vão de escada 
namorados de Lisboa! 


Sempre sempre apaixonados 
Mesmo que a tristeza doa 
namorados de Lisboa! 

Ary dos Santos, in 'As Palavras das Cantigas'

 

Jardins do parque Eduardo sétimo

Lisboa

Julho de 2014

Jorge Soares


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Quarta-feira, 3 de Julho de 2013

Dia da Marinha no Tejo - Navios de outras guerras

Barco no Rio Tejo

 

Rio Tejo

Lisboa, Junho de 2013

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 20:52
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Terça-feira, 2 de Julho de 2013

Dia da Marinha no Tejo

Dia da Marinha

 

Coincidiu, era o dia da marinha quando fomos passera junto ao Tejo para os lados de belém, ancorado no rio estava um  dos nossos navios da marinha de guerra, à volta andavam algumas, poucas, velas.

 

Lisboa, Junho de 2013

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 22:39
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Segunda-feira, 1 de Julho de 2013

Torre de belém

Torre de Belém

 

Torre de Belém é um dos monumentos mais expressivos da cidade de Lisboa. Localiza-se na margem direita do rio Tejo, onde existiu outrora a praia de Belém. Inicialmente cercada pelas águas em todo o seu perímetro, progressivamente foi envolvida pela praia, até se incorporar hoje à terra firme.

 

O monumento se destaca pelo nacionalismo implícito, visto que é todo rodeado por decorações do Brasão de armas de Portugal, incluindo inscrições de cruzes da Ordem de Cristo nas janelas de baluarte; tais características remetem principalmente à arquitetura típica de uma época em que o país era uma potência global (a do início da Idade Moderna).

 

Classificada como Património Mundial pela UNESCO desde 1983, foi eleita como uma das Sete maravilhas de Portugal em 7 de julho de 2007.

 

Originalmente sob a invocação de São Vicente de Saragoça, padroeiro da cidade de Lisboa, designada no século XVI pelo nome de Baluarte de São Vicente a par de Belém e por Baluarte do Restelo, esta fortificação integrava o plano defensivo da barra do rio Tejo projetado à época deJoão II de Portugal (1481-95), integrado na margem direita do rio pelo Baluarte de Cascais e, na esquerda, pelo Baluarte da Caparica.


A estrutura só viria a ser iniciada em 1514, sob o reinado de Manuel I de Portugal (1495-1521), tendo como arquitecto Francisco de Arruda. Localizava-se sobre um afloramento rochoso nas águas do rio, fronteiro à antiga praia de Belém, e destinava-se a substituir a antiga nau artilhada, ancorada naquele trecho, de onde partiam as frotas para as Índias. As suas obras ficaram a cargo de Diogo Boitaca, que, à época, também dirigia as já adiantadas obras do vizinho Mosteiro dos Jerónimos.

 

Concluída em 1520, foi seu primeiro alcaide Gaspar de Paiva, nomeado para a função no ano seguinte.

 

Com a evolução dos meios de ataque e defesa, a estrutura foi, gradualmente, perdendo a sua função defensiva original. Ao longo dos séculos foi utilizada como registo aduaneiro, posto de sinalização telegráfico e farol. Os seus paióis foram utilizados como masmorras para presos políticos durante o reinado de Filipe II de Espanha (1580-1598), e, mais tarde, por João IV de Portugal (1640-1656). O Arcebispo de Braga e Primaz das Espanhas, D. Sebastião de Matos de Noronha (1586-1641), por coligação à Espanha e fazendo frente a D. João IV, foi preso e mandado recluso para a Torre de Belém.

 

Sofreu várias reformas ao longo dos séculos, principalmente a do século XVIII que privilegiou as ameias, o varandim do baluarte, o nicho da Virgem, voltado para o rio, e o claustrim.

 

Classificada como Monumento Nacional por Decreto de 10 de Janeiro de 1907, é considerada como Património Mundial pela UNESCO desde 1983. Naquele mesmo ano integrou a XVII Exposição Europeia de Arte Ciência e Cultura.


Fonte Wikipédia


Lisboa, Junho de 2013

Jorge Soares


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Domingo, 30 de Junho de 2013

Mosteiro dos Jerónimos

Mosteiro dos Jerónimos

Mosteiro dos Jerónimos

 

Mosteiro dos Jerónimos

Lisboa, Junho de 2013

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 21:04
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Sexta-feira, 28 de Junho de 2013

Lá vai Lisboa

Lisboa

 

 

Algures junto ao rio em Belém

Lisboa, Junho de 2013

Jorge Soares


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Quinta-feira, 27 de Junho de 2013

É por ali que é o caminho

Padrão dos Descobrimentos

 

Padrão dos descobrimentos

Lisboa, Junho de 2013

Jorge Soares


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Quarta-feira, 5 de Junho de 2013

A Familia

Familia, Jardim Fernando Pessa

Familia

Familia

Familia

 

Grupo de Esculturas A familia, de Jorge Melício no jardim Fernando Pessa 

Lisboa, Maio de 2013

Jorge Soares


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Segunda-feira, 3 de Junho de 2013

Em boa companhia

Conversas

 

Jardim Fernando Pessa

Lisboa

Maio de 2013

Jorge Soares


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Quarta-feira, 30 de Janeiro de 2013

Lisboa Lisboa

Lisboa

Lisboa

Lisboa, Lisboa

 

Detalhes da Rua Augusta

Lisboa, Janeiro de 2012

Jorge Soares


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Sexta-feira, 16 de Novembro de 2012

Levantar voo sobre Lisboa 2

Lisboa e o Tejo

Lisboa e o Tejo desde o céu

O Tejo e a 25 de AbrilO Tejo

O Tejo e Almada desde o Céu

 

Lisboa, o Tejo, a Ponte 25 de Abril e Almada

Novembro de 2012

Jorge Soares


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Segunda-feira, 12 de Novembro de 2012

Levantar voo sobre Lisboa

Aeroporto de Lisboa

Aeroporto de Lisboa

Lisboa desde o céu

Levantar voo em Lisboa

Levantar voo em Lisboa

 

Normalmente quando vou de viagem levo a máquina comigo, nunca a tinha tirado no momento da descolagem ou aterragem, esta vez não consegui resistir ao por do sol sobre Lisboa e à luz mágica da nossa capital.

 

Tive sorte, o atraso no voo e o tempo de sul fizeram com que levantasse na hora em que a luz dourada iluminava os prédios da cidade e na direcção certa.

 

Levantando voo no Aeroporto de Lisboa

Outubro de 2012

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 17:39
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Quinta-feira, 24 de Maio de 2012

Ouvi o texto muito ao longe

Ouvi o texto muito ao longe

 

Ouvi o texto muito ao longe
era o teu corpo na demanda
não me parecia escrito hoje
mas hoje quis tarefa branda
a de curar a ferida ao sol
no claro-escuro da varanda.

E só depois
para já depois, ao certo
mas fiz ao corpo teu por perto
ouvindo o texto muito ao longe
escrevinhando o sol bate hoje
cartas de amor como o sol manda
vermelho caixa aço pintado
destinatário demasiado
na virtual ida ao deserto.
Escrevi ao corpo teu por perto
na quente pelo como o sol manda
real regresso do deserto
a tua pele muito ao de longe
era o meu texto na demanda
não me parecia escrito hoje.

Ouvi o texto muito ao longe
não me parecia escrito hoje.

Sérgio Godinho

 


 

Lisboa

Janeiro de 2012

Jorge Soares


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Quinta-feira, 23 de Fevereiro de 2012

A gaivota

a gaivota

 

A estátua a cavalo é a de Don José primeiro... mas eu queria mesmo era apanhar a gaivota a ver o pôr do sol... 

 

Praça do Comércio, Terreiro do paço

Lisboa, Janeiro de 2012

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 00:03
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Quarta-feira, 22 de Fevereiro de 2012

Lisboa, O Tejo, o sol e a ponte 25 de Abril

Pôr do sol sobre a ponte 25 de Abril

Pôr do Sol em Lisboa, o Tejo e a Ponte 25 de Abril

Por do sol em Lisboa, Ponte 25 de Abril

Pôr do Sol em Lisboa, o Tejo e a Ponte 25 de Abril

O tejo, o Sol e a Ponte 25 de Abril

 

Pôr do sol em Lisboa, o Rio, o sol e a Ponte

Janeiro de 2012

Jorge Soares


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Domingo, 19 de Fevereiro de 2012

Perspectiva

Perspectiva

 

Os sentimentos permitem-me ter uma maior perspectiva do mundo.

Elin Casqueira

 

 

Terreiro do paço, Lisboa

Janeiro de 2012


publicado por Jorge Soares às 17:47
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Sexta-feira, 17 de Fevereiro de 2012

Fim de tarde em Lisboa

Rossio, Lisboa, portugal

Lisboa, Rossio, Portugal

Lisboa, estação do Rossio, Portugal

Lisboa, Restauradores, Portugal

Lisboa, elevador do Carmo

 

Fim de tarde em Lisboa

Janeior, 2012

Jorge Soares


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Sexta-feira, 10 de Fevereiro de 2012

O Eléctrico

O Eléctrico no terreiro do paço

O Eléctrico de Lisboa

O Eléctrico de Lisboa

Eléctrico no terreiro do Paço, Lisboa Os carris e o Eléctrico 

 

Eléctricos no Terreiro do Paço, Lisboa

janeiro de 2012

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 19:43
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Ding - dong, a vaca da Rua Augusta tem um chocalho!

A vaca da Rua Augusta tem um chocalho ....

 

Primeiro chegou-se lá a medo, que apesar de estar só com a cabeça de fora da montra, o bicho era grande..depois descobriu que o chocalho era real e fazia um barulho engraçado... depois foi o cabo dos trabalhos para a tirar dali e durante um bom bocado ouviu-se Ding-Dong Ding-Dong Ding-Dong Ding-Dong .. para gáudio dela, dos empregados da loja  e de quem por ali passava.

 

Rua Augusta, Lisboa

Janeiro de 2012

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 00:02
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Quinta-feira, 9 de Fevereiro de 2012

Arco Da Rua Augusta

Arco da Rua Augusta

 

O Arco da Rua Augusta ou Arco do Triunfo da Rua Augusta, é um arco situado na parte Norte da Praça do Comércio, sobre a Rua Augusta, emLisboa, Portugal.

 

A sua construção começou após o terramoto de 1755, mais concretamente em 1775, mas esta primeira versão (terá sido concluida?) viria a ser demolida em 1777 (após o inicio do reinado de D. Maria I e demissão do Marquês de Pombal). Em 1873 recomeça a edificação do arco segundo o projecto do arquitecto Veríssimo José da Costa que remonta a 1843/44, ficando as obras concluídas em 1875.

Topo do arco da Rua Augusta. A Glória coroando o Génio e o Valor

Na parte superior do arco podemos ver esculturas de Calmels, enquanto num plano inferior podemos ver esculturas de Vitor Bastos. As esculturas de Calmels representam a Glória, coroando o Génio e o Valor. As esculturas de Vitor Bastos representam Nuno Álvares Pereira, Viriato, Vasco da Gama e oMarquês de Pombal.

 

O texto inscrito no topo do arco remete-nos à grandiosidade portuguesa aquando dos descobrimentos e à descoberta de novos povos e culturas. VIRTVTIBVS MAIORVM VT SIT OMNIBVS DOCVMENTO.PPD “Às Virtudes dos Maiores, para que sirva a todos de ensinamento. Dedicado a expensas públicas”.

 

Fonte Wikipédia


publicado por Jorge Soares às 21:49
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Rua Augusta

Rua Augusta, Lisboa

Rua Augusta, Lisboa

Rua Augusta

Rua Augusta, Lisboa

Rua Augusta, Arco do Triunfo da Rua Augusta

 

Rua Augusta e Arco do Triunfo

Lisboa, Janeiro de 2012

Jorge Soares


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Uma Vaca na Rua Augusta

Uma Vaca na Rua Augusta

 

Rua Augusta

Lisboa, Janeiro de 2012

Jorge Soares


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Quarta-feira, 8 de Fevereiro de 2012

A Luz de Lisboa

A Luz de Lisboa

 

Quando Lisboa escurece 
E devagar adormece 
Acorda a luz que me guia 
Olho a cidade e parece 
Que é de tarde que amanhece 
Que em Lisboa é sempre dia 

Cidade sobrevivente 
de um futuro sempre ausente 
de um passado agreste e mudo 
Quanto mais te enches de gente 
Mais te tornas transparente 
Mais te redimes de tudo 

Acordas-me adormecendo 
E dos Sonhos que vais tendo 
Faço a minha realidade 
E é de noite que eu acendo 
A luz do dia que aprendo 
Com a tua claridade

Manuela de Freitas

 

Ouvir cantado pelo Camané

 

 
Cais das Colunas, Lisboa
Janeiro de 2012
Jorge Soares

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Terça-feira, 7 de Fevereiro de 2012

Terreiro do paço

Terreiro do Paço

Terreiro do Paço

Terreiro do Paço

Terreiro do paço

Terreiro do paço

Cais das colunas

 

Fim de tarde em Lisboa

Terreiro do paço, Lisboa

Janeiro de 2012

Jorge Soares


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Domingo, 5 de Fevereiro de 2012

Sei bem

Cais das colunas

 

Sei Bem que Nunca Serei Ninguém

 

Sim, sei bem 
Que nunca serei alguém. 
Sei de sobra 
Que nunca terei uma obra. 
Sei, enfim, 
Que nunca saberei de mim. 
Sim, mas agora, 
Enquanto dura esta hora, 
Este luar, estes ramos, 
Esta paz em que estamos, 
Deixem-me crer 
O que nunca poderei ser. 

Ricardo Reis, in "Odes" 

 

Cais das colunas, Lisboa

Janeior de 2012

Jorge Soares


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Sexta-feira, 3 de Fevereiro de 2012

Lá Vai Lisboa II

Lá vai Lisboa

 

Um Eléctrico na Rua da Conceição, Fim de tarde em Lisboa

Janeiro de 2012

Jorge Soares


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Quinta-feira, 2 de Fevereiro de 2012

Lá vai Lisboa

Eléctrico em Lisboa

 

Lisboa de agora e de sempre... quanto tempo demorará a crise a privarnos de imagens como esta?

 

Eléctrico na baixa Pombalina

Janeiro de 2012

Jorge Soares


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Quinta-feira, 26 de Janeiro de 2012

Gente de Lisboa

Gente

Lisboa

Gente de Lisboa

Lisboa

Lisboa

 

Lisboa

janeiro de 2011

Jorge Soares


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Quarta-feira, 25 de Janeiro de 2012

Escrevi teu nome no vento

Cais das colunas

 

Escrevi teu nome no vento
Convencido que o escrevia
Na folha dum esquecimento
Que no vento se perdia

Ao vê-lo seguir envolto
Na poeira do caminho
Julguei meu coração solto
Dos elos do teu carinho

Em vez de ir longe levá-lo
Longe, onde o tempo o desfaça
Fica contente a gritá-lo
Onde passa e a quem passa

Pobre de mim, não pensava
Que tal e qual como eu
O vento se apaixonava
Por esse nome que é teu

E quando o vento se agita
Agita-se o meu tormento
Quero esquecer-te, acredita
Mas cada vez há mais vento 

 

Ouvir cantado pela carminho

 

 
A luz de Lisboa, o Tejo, barcos, gaivotas, tudo isto só pode ser fado....
Cais das Colunas,
Lisboa, Janeiro de 2012
Jorge Soares

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Segunda-feira, 23 de Janeiro de 2012

Cais das colunas

Pôr do Sol em Lisboa

 

Também já ali  estive assim, só, a tentar enganar a tristeza da solidão com a quietude do rio e a beleza do pôr do Sol, foram incontáveis as vezes que a caminho do quarto onde costumava morar, me sentei ali a ver o vai vem dos barcos e o voo das gaivotas. É sem dúvida o meu lugar preferido de Lisboa.

 

Já não recordo a última vez que lá estive ou sequer lá passei, hoje fomos lá com os miúdos, havia uma enorme multidão, muitíssimos turistas e até um grupo de música brasileira... mas há coisas que não mudam, o voo as gaivotas, a serenidade do Tejo e pôr do sol magnifico.

 

Cais das Colunas, 

Lisboa, Janeiro de 2012

Jorge Soares


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