Segunda-feira, 24 de Março de 2014

Crepúsculo, o rio, a cidade e a serra

Crepúsculo no Sado

Crepúsculo no Sado

Crepúsculo

 

 

Setúbal, Janeiro de 2014

Jorge Soares


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Domingo, 19 de Maio de 2013

Navegar é preciso

Navegar navegar

 

Navegar é preciso.
Viver não.

Fernando Pessoa


Fim de tarde no rio Sado

Setúbal, Maio de 2012

Jorge Soares


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Quinta-feira, 16 de Maio de 2013

Os barcos no Rio Sado

 

E vamos nós em um barco chamado esperança, num mar traiçoeiro chamado realidade, em busca de uma terra chamada sonho

Asaka


Os barcos no rio Sado num dia que prenuncia tempestades

Março de 2013

 

Jorge Soares


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Quarta-feira, 15 de Maio de 2013

Remar

Remar

 

E vamos nós em um barco chamado esperança, num mar traiçoeiro chamado realidade, em busca de uma terra chamada sonho

Asaka


Setúbal, Março de 2013

Jorge Soares


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Segunda-feira, 13 de Maio de 2013

... a leveza do vento e a força da tempestade

Rio

 

As palavras têm a leveza do vento e a força da tempestade.

Victor Hugo


Fim de tarde em Sevilha

Espanha, Março de 2013

Jorge Soares


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Terça-feira, 23 de Abril de 2013

este rio llamado Guadiana

Mértola

 

 

ESTE RÍO LLAMADO GUADIANA

Tu nombre, Guadiana, ¿dónde arraiga?
¿Qué es un río? ¿El agua que discurre?
¿El lecho sinuoso que la encauza?
¿El paisaje que exulta a sus costados
y, arrobado, en su espejo se retrata?

Pasa, incesante, el agua, mansa y verde.
Yo, ensimismado, pienso: Guadiana...
Mas no puedo fijar el bello nombre
al agua fugitiva, que se escapa;
porque el agua lo arrastra, fatalmente,
a la avidez del monstruo que le aguarda.

-Me quedaré perenne junto al río,
diciendo: Guadiana, Guadiana...
Y así llevará el agua, toda ella,
impuesto por mis férvidas palabras
en singular y lírico bautismo,
ese mágico nombre: Guadiana.

Alfonso Ramos. Valverde del Camino



Mértola, Alentejo

Março de 2013

Jorge Soares


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Sexta-feira, 5 de Abril de 2013

Sevilha, as margens do Guadalquivir

Sevilha

Junto ao rio

Sevilha

sevilha

Sevilha

 

Era dia de semana e estava de chuva, alé, disso é semana santa e altura de procissões, não há muita gente a aproveitar os espaços,  mas dá para perceber como a cidade está virada para o rio.

 

Sevilha, Março de 2013

Jorge Soares


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Quinta-feira, 7 de Março de 2013

Sinto no murmurar das águas

rio

 

Sinto no murmurar das águas 
deste rio da minha vida, 
onde navegávamos na mansidão do luar
e rejubilávamos na alegria da juventude,
as melodias da felicidade,
acariciadas pela brisa daquele tempo, 
de palmeiras verdes de esperança,
onde as brumas da incerteza não existiam!

E agora, contemplando o caudal deste rio
ressequido por este tempo que se faz presente
sufoco o choro de lágrimas da nostalgia,
que me aperta o peito, na dor feita saudade!
E aqui estou, sentado, nas areias que margeiam
este rio cansado, pelas mágoas do seu percurso,
esperando nova brisa que me sopre forças,
para continuar a navegar neste leito seco
e chegar ao remanso da minha tranquilidade!

Anseio por novos rios, num tempo
que se faça fértil e de águas calmas,
navegue por entre campos floridos,
ao som melodioso dos chilreios
de aves encantadas, 
de cores garridas da paixão,
ao encontro de um novo viver.

José Carlos Moutinho

 

Algures nas Astúrias

Agosto de 2011

Jorge Soares


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Quinta-feira, 28 de Fevereiro de 2013

Os dias do rio Sado

No rio Sado

Dias do Sado

Os dias do Sado

Os dias do Sado

Os dias do Sado

 

Nas margens do Rio sado

Setúbal

Fevereiro de 2013

Jorge Soares


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Sexta-feira, 11 de Janeiro de 2013

Nas margens do Rio Caima 2

Nas margens do rio Caima

Nas margens do Rio Caima

Nas margens do Rio Caima

Nas margens do rio Caima

Nas margens do Rio Caima

 

Nas margens do rio Caima

Palmaz, Oliveira de Azemeis

Dezembro de 2012

Jorge Soares


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Terça-feira, 8 de Janeiro de 2013

Cogumelos

Cogumelos

Cogumelos

Cogumelos

Cogumelos

 

 Não sei qual o nome, ou se serão comestíveis daqueles que se podem comer muitas vezes ou só uma vez... sei que debaixo das mimosas e eucaliptos que povoam as margens do rio havia muitos destes.

 

Nas margens do Rio Caima.

Palmaz. Oliveira de Azemeis

Dezembro de 2012

Jorge Soares

 


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Segunda-feira, 3 de Dezembro de 2012

Passamos pelas coisas

Água

 

Passamos pelas coisas sem as ver,

gastos como animais envelhecidos;

se alguém chama por nós não respondemos,

se alguém nos pede amor não estremecemos:

como frutos de sombra sem sabor

vamos caindo ao chão apodrecidos.

 

Eugénio de Andrade

 

Jorge Soares

Abril de 2012


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Quarta-feira, 28 de Novembro de 2012

Nas margens do Sado

Fim de tarde à beira Sado

No sado

À beira Sado

Fim de tarde à BeiraSado

Fim de Trade nas margens do Sado

 

Fim de tarde nas margens do Sado

Setúbal

Outubro de 2012

Jorge Soares

 


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Quarta-feira, 24 de Outubro de 2012

Não se preocupe em tomar a decisão certa... Pois ela não existe..."

Gaivota

 

 Não se preocupe em tomar a decisão certa... Pois ela não existe..."

Fernão Capelo Gaivota


Uma gaivota observa o fim de tarde junto ao rio Sado

setúbal, Outubro de 2012

Jorge Soares


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Quarta-feira, 1 de Agosto de 2012

Este azul que me pintou

Sado 

 

Este Azul que me pintou


Ai eu, venturosa, como vivo por aqui

Neste meu Sado que está longe!

   Tanto me falta, muito me faltou

   Este azul que me levou.

  

Ai eu, afortunada, como vivo em pacato desejo

Neste meu Sado que engana e não vejo!

   Tanto me falta, muito me faltou

   Este azul que me levou.

 

Ai eu, bem-aventurada, em desassossego estou

Neste meu Sado do meu nascimento!

   Tanto me falta, muito me faltou

   Este azul que me levou.

 

   Tanto me ampara, muito me amparou

   Este azul que me pintou.

(na brincadeira com D. Sancho...) 
Setúbal, Julho de 2012
Jorge Soares

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Quarta-feira, 13 de Junho de 2012

Quem tem um amigo ...

Olhar o Sado

 

Quem tem um amigo, mesmo que um só, não importa onde se encontre, jamais sofrerá de solidão; poderá morrer de saudades, mas não estará só.

Amir Klink

 

Fim de tarde em Setúbal

 

Maio de 2012

Jorge Soares


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Sábado, 2 de Junho de 2012

O Homem Só

Setúbal, O Homem só

Setúbal, homem olha para o sado

o Homem Só

O Homem Só

O Homem só olha para o Sado

 

Fim de tarde em Setúbal, Ho homem, o rio, o céu ...

 

Setúbal, Maio de 2012

Jorge Soares


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Domingo, 5 de Fevereiro de 2012

Sei bem

Cais das colunas

 

Sei Bem que Nunca Serei Ninguém

 

Sim, sei bem 
Que nunca serei alguém. 
Sei de sobra 
Que nunca terei uma obra. 
Sei, enfim, 
Que nunca saberei de mim. 
Sim, mas agora, 
Enquanto dura esta hora, 
Este luar, estes ramos, 
Esta paz em que estamos, 
Deixem-me crer 
O que nunca poderei ser. 

Ricardo Reis, in "Odes" 

 

Cais das colunas, Lisboa

Janeior de 2012

Jorge Soares


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Sábado, 22 de Outubro de 2011

Rio ancorado

Fim de tarde em Troia

 

Quando já não havia outra tinta no mundo o poeta usou do seu próprio sangue.
Não dispondo de papel, ele escreveu no próprio corpo.
Assim, nasceu a voz, o rio em si mesmo ancorado.
Como o sangue: sem voz nem nascente.

--Mia Couto

 

Fim de tarde em Troia, Outubro de 2011

Jorge Soares


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Quinta-feira, 13 de Outubro de 2011

A Mais Bela Noite do Mundo

Crepúsculo em Setúbal

 

A Mais Bela Noite do Mundo

 

Hoje, 
será o fim! 

Hoje 
nem este falso silêncio 
dos meus gestos malogrados 
debruçando-se 
sobre os meus ombros nus 
e esmagados! 

Nem o luar, pano baço de cenário velho, 
escutando 
a minha prisão de viver 
a lição que me ditavam: 
- Menino! acende uma vela na tua vida, 
que o sol, a luz e o ar 
são perfumes de pecado. 
Tem braços longos e tentadores – o dia! 

- Menino! recolhe-te na sombra do meu regaço 
que teus pés 
são feitos de barro e cansaço! 

(Era esta a voz do papão 
pintado de belo 
na máscara de papelão). 

Eram inúteis e magoadas as noites da minha rua... 
Noites de lua 
que lembravam as grilhetas 
da minha vida parada. 

- Amanhã, 
terás os mestres, as aulas, os amigos e os livros 
e o espectáculo da morgue 
morando durante dias 
nos teus sentidos gorados. 

Amanhã, 
será o ultrapassar outra curva 
no teu caminho destinado. 

(Era esta a voz do papão 
que acendia a vela, tinha regaço de sombra 
e velava 
as noites da minha rua e a minha vida 
e pintava-se de belo 
na máscara de papelão). 

Hoje, 
será o fim! 

Hoje, 
nem a sombra do que há-de vir, 
nem os mestres, nem os amigos, nem os livros, 
nem a fragilidade dos meus pés 
feitos de barro e cansaço! 
Todas as minhas revoltas domadas, 
todos os meus gestos em meio 
e as minhas palavras sufocadas 
terão a sua hora de viver e amar! 

Hoje, 
nem o cadáver a sorrir na morgue, 
nem as mãos que ficaram angustiosas, 
arrepiadas 
no seu medo de findar! 

Hoje, 
será a mais bela noite do mundo! 

Fernando Namora, in 'Mar de Sargaços'

 

Se acham que tirar uma fotografia à noite sem tripé é dificil, tentem em cima de uma barcaça no rio. Esta foi à saída do barco em Setúbal, saí, olhei para o céu e não resisti, entre a ondulação do rio e as pessoas a sair do barco, a coisa não era lá muito estável... valeu que (ainda) tenho as mãos firmes.

 

O crepúsculo do cair da noite sobre Setúbal e a margem do Rio Sado

Outubro de 2011

Jorge Soares


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Terça-feira, 23 de Agosto de 2011

Surdo, subterrâneo rio de palavras

Fragas de São Simão

Surdo, Subterrâneo Rio

Surdo, subterrâneo rio de palavras
me corre lento pelo corpo todo;
amor sem margens onde a lua rompe
e nimba de luar o próprio lodo.

Correr do tempo ou só rumor do frio
onde o amor se perde e a razão de amar
--- surdo, subterrâneo, impiedoso rio,
para onde vais, sem eu poder ficar?

Eugénio de Andrade

 

Fragas de São Simão

Figueiró dos vinhos

Junho de 2011

Jorge Soares


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Sábado, 2 de Julho de 2011

.. se entre as pedras do meu leito saltitassem estas águas ...

Poço Corga

 

O Regato e O Moinho

 

Se eu soubesse dar às palavras
que tenho dentro de mim
o cantar deste regato
se entre as pedras do meu leito
saltitassem estas águas
que me fizeram criança
se fosse de menino este chão
que tenho dentro de mim
numa caixinha de esperança
e de sonho fosse o moinho
que mói o trigo da ilusão
não queria outro moinho

 

Adão Cruz

 

 

Poço Corga, Rio Pêra

Castanheira de Pêra

Junho de 2011

Jorge Soares


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Terça-feira, 26 de Abril de 2011

Os botes do Sado

Botes de pesca em Setúbal

Os botes, Setúbal

Botes de Pesca, Setúbal

Botes

Os botes, Setúbal

 

São dezenas de botes, dão um colorido diferente à doca, sempre os vi ali, botes a remos que imagino servirão para a pesca no estuário do Sado... mas que nunca vi fora da doca... vai d eaí... eu e os pescadores andamos com as horas trocadas.

 

Docapesca de Setúbal, Abril de 2011

Jorge Soares


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Sábado, 23 de Abril de 2011

Fim de tarde no Rio Sado

Barco no Sado

No rio Sado, canoagem

O Sado e o mar

Traineira no Sado desde Albarquel

Traineira no rio Sado

 

Fim de tarde no Rio Sado, vistas desde a praia de Albaruquel.

 

Setúbal, Abril de 2011

Jorge Soares


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Segunda-feira, 21 de Fevereiro de 2011

Inverno na Vasco da Gama II

Inverno em Lisboa

Inverno em Lisboa

Inverno no Tejo

Inverno na Vasco da Gama

 

Dia de Inverno no parque das Nações

Lisboa, Janeiro de 2011

Jorge Soares


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Quarta-feira, 15 de Dezembro de 2010

Nuvens correndo um rio

Nuvens correndo um rio

 

Nuvens correndo num rio
Quem sabe onde vão parar?
Fantasma do meu navio
Não corras, vai devagar!

Vais por caminhos de bruma
Que são caminhos de olvido.
Não queiras, ó meu navio,
Ser um navio perdido.

Sonhos içados ao vento
Querem estrelas varejar!
Velas do meu pensamento
Aonde me quereis levar?

Não corras, ó meu navio
Navega mais devagar,
Que nuvens correndo em rio,
Quem sabe onde vão parar?

Que este destino em que venho
É uma troça tão triste;
Um navio que não tenho
Num rio que não existe.

Natália Correia

 

Nuvens sobre o Tejo

Lisboa, Novembro de 2010

Jorge Soares

 

21 de Nov de 2010, Câmara: SONY DSLR-A350, ISO: 200, Exp.: 1/640 seg., Abertura: 10.0, Ext.: 26mm


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Sexta-feira, 3 de Dezembro de 2010

O céu de Lisboa e a Torre Vasco da gama

Torre Vasco da Gama

Torre Vasco da Gama

Torre Vasco da Gama

Torre Vasco da Gama

 

A Torre Vasco da Gama, o Tejo e o Céu de Lisboa num fim de tarde do Outono

Novembro de 2010

Jorge Soares


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Terça-feira, 16 de Novembro de 2010

Outono no Gerês, Mata da Albergaria

Mata da Albergaria, Gerês

Mata da albergaria, Gerês

Mata da Albergaria, Gerês

Mata da Albergaria, Outono no Gerês

Mata da Albergaria, Outono no Gerês

 

Mata da Albergaria, Parque nacional da Peneda Gerês

Gerês, Amares

Novembro de 2010

Jorge Soares


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Domingo, 3 de Outubro de 2010

Caminha : Foz do rio Minho

Caminha

Caminha

Caminha, Foz do Rio Minho

Caminha, foz do Rio Minho

Caminha, Foz do Rio Minho

 

Caminha, Foz do Rio Minho

Agosto de 2010

Jorge Soares


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Domingo, 26 de Setembro de 2010

O rio Tejo em Almourol

Rio Tejo em Almourol

Rio Tejo em Almourol

Rio Tejo em Almourol

Rio Tejo em Almourol

Rio Tejo em Almourol

Rio Tejo em Almourol

 

O Tejo desde as margens em frente ao castelo.

Almourol, Vila Nova da Barquinha

Setembro de 2010

Jorge Soares


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