Sexta-feira, 25 de Outubro de 2013

Espinhos

Rosa

 

Há pessoas que choram por saber que as rosas têm espinho, 
Há outras que sorriem por saber que os espinhos têm rosas!

Machado de Assis


Setúbal, Outubro de 2013

Jorge Soares


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Terça-feira, 25 de Dezembro de 2012

A última pétala da última rosa

Uma pétala de rosa

 

hoje eu quero ouvir tuas palavras sobre luzes 
e sobre rosas.
quero ver teus olhos que me convidam a viajar pela magia do universo
não romperei o silêncio. 
não tocarei uma sinfonia. 
não abrirei a boca.
tu? tu nem ouvirás os meus passos.
mas a pétala da rosa ao cair pelos confins do infinito
resvalando no teu coração
ah, essa tu ouvirás!

Rita Schultz 


A última pétala da última rosa num dia de sol de Inverno

Setúbal, Dezembro de 2011

Jorge Soares


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Domingo, 18 de Março de 2012

Rosa Amarela

Rosa Amarela

 

Rosa Amarela com a luz do fim de tarde

 

Cacela Velha, Tavira, Algarve

Fevereiro de 2012

Jorge Soares

 


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Segunda-feira, 16 de Janeiro de 2012

Ausência

Rosa sem pétalas

 

Ausência

 

Por muito tempo achei que a ausência é falta. 
E lastimava, ignorante, a falta. 
Hoje não a lastimo. 
Não há falta na ausência. 
A ausência é um estar em mim. 
E sinto-a, branca, tão pegada, aconchegada nos meus 
                                                                            [braços, 
que rio e danço e invento exclamações alegres, 
porque a ausência, essa ausência assimilada, 
ninguém a rouba mais de mim. 

Carlos Drummond de Andrade, in 'O Corpo' 

 

Alviães, Oliveira de Azemeis
Dezmbro de 2011
Jorge Soares

 


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Sexta-feira, 13 de Janeiro de 2012

Não há rosa como ela

Não há rosa como ela

 

Tenho um vasinho de rosas à janela
Que ela trouxe consigo
Quando as vejo tão formosas,
Lembro-me dela
lembro-me dela ao postigo

Lembro-me dela ao postigo,
tão mimosa
E agora põe-se à janela
Os cabelos cor de trigo, não há rosa...
Não há rosa como ela

Não há rosa como ela na cidade
Nem nos campos donde vim
Agora põe-se à janela com vaidade
À noite à espera de mim

Lembro-me dela ao postigo
E agora põe-se à janela
É só isto que vos digo:
Não há rosa como ela

 


Baile  Popular

 

Ouvir

 
Não, esta rosa não é da minha janela, foi  colhida algures num quintal de Setúbal ... mas olhei paraa fotografia e lembrei-me desta musica dos Baile Popular...
Setúbal, Dezembro de 2011
Jorge Soares

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Segunda-feira, 9 de Janeiro de 2012

Rosa do inverno

Rosa de inverno

 

Saí por aí à procura
de uma rosa
que não fosse de Verão
nem de Primavera, 
que não cheirasse a Outono,
uma rosa que fosse apenas
uma quimera 
sem dono!

E porque tudo 
o que queremos fazer
fica feito... se o fizermos,
e porque tudo 
o que queremos dizer
fica dito... se o dissermos,
e ainda talvez 
porque tudo é eterno
se nós assim o quisermos...

Aqui fica uma Rosa,
aquela que vos trarei,
é uma Rosa de Inverno...
a única que eu encontrei! 

 

Retirado de O meu Sofá Amarelo 

 

"Colhida" a 24 de Dezembro no quintal da minha mãe, uma rosa de natal, uma rosa do inverno.

 

Alviães, Palmaz, Oliveira de Azemeis

Dezembro de 2011

Jorge Soares


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Quarta-feira, 21 de Dezembro de 2011

A última pétala das rosas do Outono

Pétalas de inverno

 

Pétala Dobrada para Trás da Rosa 


 

 

Pétala dobrada para trás da rosa que outros dizem de veludo. 
Apanho-te do chão e, de perto, contemplo-te de longe. 

Não há rosas no meu quintal: que vento te trouxe? 
Mas chego de longe de repente. Estive doente um momento. 
Nenhum vento te trouxe agora. 
Agora estás aqui. 
O que foste não és tu, se não toda a rosa estava aqui. 

Alberto Caeiro, in "Poemas Inconjuntos" 
Heterónimo de Fernando Pessoa

 

 

A última pétala de uma rosa do Outono

Setúbal

Dezembro de 2011

Jorge Soares


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Quinta-feira, 8 de Setembro de 2011

A cor da rosa

Uma rosa em Hide Park

 

Alvejava de neve outrora a rosa,
Nem como agora, doce recendia;
Baixo voava Amor sem tento um dia,
E na rama espinhosa
De sua flor virgínea se feria.
Do sangue divina! gota amorosa
Da ligeira ferida lhe corria,
E as flores da roseira onde caía
Tomavam do encarnado a cor lustrosa.
Agora formosa
A rúbida flor
Recorda de Amor
A chaga ditosa.

Para os braços da mãe voou chorando;
Um beijo lhe acalmou penas e ardores:
E tão doce o remédio achou das dores,
Que Amor só desejou de quando em quando
Que assim penando,
Com seus clamores
Novos favores
Fosse alcançando.

Súbito voa, pelos ares fende;
As rosas viu de sua dor trajadas,
E que só de suas glórias namoradas
Nada dissessem com razão se ofende:
A mão lhe estende,
E delicioso
Cheiro amoroso
Nelas recende.

Vós que as rosas gentis buscais, amantes,
Nos jardins do prazer,
E, em vez da flor, espinhos penetrantes
Só chegais acolher,
Resignados sofrei, sede constantes,
Que a desventura,
Que a mágoa e dor
Sempre em doçura
Converte Amor.

Almeida Garret

 

Uma rosa em Hide Park

Londres, Agosto de 2011

Jorge Soares


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Sexta-feira, 5 de Agosto de 2011

A Rosa

A Rosa

 

Revisitando o passado em tempo de férias

Uma rosa do quintal da minha mãe

Abril de 2009

Jorge Soares


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Sábado, 9 de Julho de 2011

Suave

Rosa suave

 

Suave é a bela como se música e madeira,
ágata, telas, trigo, pêssegos transparentes,
tivessem erigido a fugitiva estátua.
Para a onda dirige seu contrário frescor.

 

O mar molha polidos pés copiados
à forma recém-trabalhada na areia
e é agora seu fogo feminino de rosa
uma borbulha só que o sol e o mar combatem.

 

Ai, que nada te toque senão o sal do frio!
Que nem o amor destrua a primavera intacta.
Formosa, revérbero da indelével espuma,

 

deixa que teus quadris imponham na água
uma medida nova de cisne ou de nenúfar
e navegue tua estátua pelo cristal eterno.

 

Pablo Neruda


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Quarta-feira, 25 de Maio de 2011

Rosas laranja

Rosa

Rosa Laranja

Rosa amarela

Rosa laranja

Rosa Amarela

 

Rosas à sombra num quintal de Setúbal

Abril de 2011

Jorge Soares


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Sexta-feira, 6 de Maio de 2011

As cores das rosas no Alentejo

Rosa laranja

Botão de rosa

Rosa Vermelha

Rosa Pink

Rosa Pink

 

As Rosas do Jardim da Fonte Férrea

Odemira, Alentejo

Abril de 2011


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Quinta-feira, 17 de Fevereiro de 2011

Rosa Negra

Rosa Negra

 

"Rosa negra"


Rosa negra de saudade,
Como é triste o teu fado.
Repousas o teu olhar
Nessa imensidão de mar!

Pois teu radioso fulgor,
Não o queira apagar.
Brilhante é a maresia
Poisada nas tuas pétalas.
E assim disfarçada,
Mesmo não querendo és amada…

Pesar teu encoberto
Com pingos da tua lágrima
Gotejam livres,
Soltas nessa tua cor de mágoa.
E sorrio sempre a teu lado
Em nossas meditações,
Não anseia o teu destino
Derrotada nostalgia…

Salpico-te de vida,
Devolvo-te novo esplendor.
Por meus olhos vês o belo,
Do vil não tenciono saber.
A alegria que emanas
Ao permitires te contemplar…

Lindíssima rosa negra pois te sei
E decifro te na alma
Exultação dos sentidos.
Com vida inundada de cor
Que saudades do teu fado,
Pressinto em ti ver amor! …

 

Manuel

 

Deixado gentilmente aqui

 

 

Uma rosa do Quintal da minha mãe

Alviães, Oliveira de Azeméis

Agosto de 2010

Jorge Soares


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Terça-feira, 18 de Janeiro de 2011

Variação sobre Rosas

Rosa silvestre

 

Como as rosas selvagens, que nascem
em qualquer canto, o amor também pode nascer
de onde menos esperamos. O seu campo
é infinito: alma e corpo. E, para além deles,
o mundo das sensações, onde se entra sem
bater à porta, como se esta porta estivesse sempre
aberta para quem quiser entrar.
Tu, que me ensinas o que é o
amor, colheste essas rosas selvagens: a sua
púrpura brilha no teu rosto. O seu perfume
corre-te pelo peito, derrama no estuário
do ventre, sobe até aos cabelos que se soltam
por entre a brisa dos murmúrios. Roubo aos teus
lábios as suas pétalas.
E se essas rosas não murcham, com
o tempo, é porque o amor as alimenta.

Nuno Júdice

 

Rosa silvestre algures no sopé da serra da Arrábida

Setúbal

Maio de 2010

Jorge Soares


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Terça-feira, 11 de Janeiro de 2011

A última rosa

A ultima Rosa

A ultima rosa

A última Rosa

A última rosa do quintal da minha mãe

A última rosa

 

A Roseira é enorme, passa em arco por cima do Portão, já foi podada e não resta uma única folha, mas no dia de natal  resta uma flor, a última Rosa.

 

Alviães, Palmaz, Oliveira de Azemeis

Dezembro de 2010


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Sexta-feira, 26 de Novembro de 2010

Gritos Mudos

Gritos mudos

 

Gritos mudos

 

 

Neons vazios num excesso de consumo

Derramam cores pelas pedras do passeio

A cidade passa por nós adormecida

Esgotam-se as drogas p'ra sarar a grande ferida

 

Gritos mudos chamando a atenção

P'ra vida que se joga sem nenhuma razão

 

E o coração aperta-se e o estômago sobe à boca

Aquecem-nos os ouvidos com uma canção rouca

E o perigo é grande e a tensão enorme

Afinam-se os nervos até que tudo acorde

 

Gritos mudos chamando a atenção

P'ra vida que se joga sem nenhuma razão

 

E a noite avança, e esgotam-se as forças

Secam como o vinho que enchia as taças

E pára-se o carro num baldio qualquer

E juntam-se as bocas até morrer

 

Gritos mudos chamando a atenção

P'ra vida que se joga com toda a razão

 

Xutos e pontapés

 

Ouvir aqui

 

No dia internacional contra a violência familiar, não deixemos que ninguém sofra em silêncio e solidão, denuncie!

 

Uma rosa do Outono

Setúbal, Outubro de 2010

Jorge Soares


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Sexta-feira, 29 de Outubro de 2010

Rosas do Outono

Rosa Amarela

Rosa

Rosas do Outono

Rosas do Outono

Rosas do Outono

 

 

O outono vai avançado, mas a natureza não deixa de florir,  rosas do Outono, estas foram colhidas em Lisboa e em Mafra.

Outubro de 2010

Jorge Soares


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Sexta-feira, 3 de Setembro de 2010

Rosas de verão

Rosas de verão

Rosas vermelhas

Rosas

Rosa vermelha

 

Ainda do quintal da minha mãe, Rosas vermelhas de verão

Alviães, Palmaz, Oliveira de Azemeis, Aveiro

Julho de 2010

Jorge Soares


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Sábado, 28 de Agosto de 2010

Detalhes de Verão: As rosas do quintal da minha mãe

As Rosas do quintal da Minha mãe

 

As rosas do quintal da minha mãe, seja Primavera ou verão.

Alviães, Palmaz, Oliveira de Azemeis, Aveiro

Julho de 2010

Jorge Soares


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Segunda-feira, 12 de Julho de 2010

Rosa Amarela

Rosa Amarela

Rosa Amarela

 

Roubada num quintal de Porto Covo

Junho de 2010

Jorge Soares


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Sexta-feira, 4 de Junho de 2010

São rosas .. vermelhas

Rosas vermelhas

Botão de rosa

 

Já bem no sopé da serra da Arrábida, por baixo das ruínas de um velho aqueduto, por entre silvas e flores silvestres, estavam elas, as rosas... belas

 

Bom fim de semana

 

Setúbal, Maio de 2010

Jorge Soares


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Quarta-feira, 26 de Maio de 2010

Rosa Pink

Rosa cor de Rosa

Pink rosa

Pink cor de rosa

Pink rosa

Botão de rosa cor de rosa

 

Algures num quintal em Setúbal num dia nublado, rosas cor de rosa.

 

Maio de 2010

Jorge Soares


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Sexta-feira, 21 de Maio de 2010

Rosas bravas

Rosa Brava

Rosa Brava

Rosas Bravas

 

Mais umas imagens dos meus passeios pelo sopé da serra, nas bermas dos caminhos, por netre as silvas ou no meio das sebes, rosas bravas.

 

Setúbal, Maio de 2010

Jorge Soares


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Quinta-feira, 8 de Abril de 2010

Quando uma rosa Morre

Quando uma rosa morre

 

Quando uma rosa morre
Outra cresce em seu lugar
Para onde o rio corre
Não é sempre o mesmo mar.

O sentido é um desvio
E a verdade um acidente
Não é sempre o mesmo rio
Não é sempre a dor que sente.

Quando uma rosa morre
Outra lua se anuncia
Não é sempre a mesma luz
Nem o mesmo fim do dia.

O sentido é um desvio
E a verdade um acidente
Não é sempre o mesmo rio
Não é sempre a dor que sente.

Quando uma rosa morre...

 

Rádio Macau

 

Outubro de 2009

Jorge Soares

 

 


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Quinta-feira, 11 de Março de 2010

Detalhes de um fim de tarde de Janeiro

Rosa suave

Rosa de Janeiro

Flores de Janeiro

Detalhes

Rosa vermelha 

 

Num dos raros dias de Sol do Mês de Janeiro, detalhes do fim de tarde

 

Setúbal, Janeiro de 2010

Jorge Soares


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Domingo, 17 de Janeiro de 2010

As cores suaves do inverno

Flores de inverno

Rosas no inverno

Rosas de inverno

Rosas de Inverno

Cores do Inverno, Marmelo 

O sol no Inverno tem um brilho envergonhado, dá um tom suave às cores e um encanto diferente, num dos poucos dia de sol no mês de Dezembro, num passeio pelo sopé da serra, por entre as silvas e o mato, podemos encontrar tesouros, a natureza é fantástica.

 

Setúbal, Dezembro de 2009

Jorge Soares


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Terça-feira, 8 de Dezembro de 2009

Gotas de chuva

Rosa molhada

Rosa

Gotas de chuva na rosa 

Rosas no intervalo entre aguaceiros, rosas roubadas de um quintal.

 

Setúbal, Novembro de 2009

Jorge Soares


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Segunda-feira, 7 de Dezembro de 2009

(Quase) visivel

Uma rosa

 

A Invisibilidade de Deus

dizem que em sua boca se realiza a flor 

outros afirmam: 

                   a sua invisibilidade é aparente 

mas nunca toquei deus nesta escama de peixe 

onde podemos compreender todos os oceanos 

nunca tive a visão de sua bondosa mão 

 

o certo 

é que por vezes morremos magros até ao osso 

sem amparo e sem deus 

apenas um rosto muito belo surge etéreo 

na vasta insónia que nos isolou do mundo 

e sorri 

dizendo que nos amou algumas vezes 

mas não é o rosto de deus 

nem o teu nem aquele outro 

que durante anos permaneceu ausente 

e o tempo revelou não ser o meu 

 

Al Berto, in 'Sete Poemas do Regresso de Lázaro'

 

Rosa no quintal da vizinha e por detrás da rede

Alviães, Palmaz, Oliveira de Azemeis, Aveiro

Outubro de 2009


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Sábado, 5 de Dezembro de 2009

Gotas de chuva

Rosa do Outono

 

Comigo me desavim

minha senhora
de mim

sem ser dor ou ser cansaço
nem o corpo que disfarço

Comigo me desavim
minha senhora
de mim

nunca dizendo comigo
o amigo nos meus braços

Comigo me desavim
minha senhora
de mim

recusando o que é desfeito
no interior do meu peito

Minha Senhora de Mim,
Editorial Futura, 1974 - Lisboa, Portugal
 
Setúbal, Novembro de 2009
Jorge Soares
 
Nov 22, 2009, Câmara: SONY DSLR-A350, ISO: 100, Exposição: 1/1000 seg., Abertura: 5.6, Extensão focal: 70mm

 


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Domingo, 29 de Novembro de 2009

Rosas do Outono II

Rosas do Outono

Rosas do Outono

Rosas do Outono

Rosa do Outono

Pétala 

As rosas do Quintal da minha mãe

Alviães,Palmaz, Oliveira de Azemeis, Aveiro

Outubro de 2009

Jorge Soares


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