Quinta-feira, 7 de Fevereiro de 2013

Sortelha

Sortelha

Sortelha

Sortelha

Sortelha

Sortelha

 

Sortelha

Dezembro de 2012

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 20:47
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Quarta-feira, 6 de Fevereiro de 2013

O bom caminho

Caminho

 

O bom do caminho 
é haver volta.
Para ida sem vinda, 
basta o tempo.


Mia Couto


A pedra das muralhas

Sortelha, Sabugal

Dezembro de 2012

Jorge Soares



publicado por Jorge Soares às 21:20
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Terça-feira, 29 de Janeiro de 2013

Eu gosto de gatos ....

O gato

 

Já aqui disse que gosto de gatos?.. pois é, eu gosto de gatos... e por norma eles gostam de mim.

 

Sortelha, Sabugal

Dezembro de 2012

Jorge Soares

 


publicado por Jorge Soares às 00:03
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Segunda-feira, 28 de Janeiro de 2013

A porta do tempo

Olhar para trás

 

Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas, que já tem a forma do nosso corpo, e esquecer os nossos caminhos, que nos levam sempre aos mesmos lugares. É o tempo da travessia: e, se não ousarmos fazê-la, teremos ficado, para sempre, à margem de nós mesmos.

Fernando Pessoa

 

Sortelha, Sabugal

Dezembro de 2012

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 09:20
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Quinta-feira, 24 de Janeiro de 2013

Conhecer Portugal - Sortelha 4

Sortelha

Sortelha

Sortelha

Sortelha

 

Sortelha, Sabugal

Dezembro de 2012

Jorge Soares


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Quarta-feira, 23 de Janeiro de 2013

Conhecer Portugal - Sortelha 3

Sortelha

Sortelha

Sortelha

Sortelha

Conhecer Portugal, Sortelha

 

Sortelha, Sabugal

Dezembro de 2012

Jorge Soares


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Terça-feira, 22 de Janeiro de 2013

Conhecer Portugal - o Sabugal desde a Torre de Menagem

Sabugal

Sabugal desde a torre de Menagem

Sabugal, desde a torre de menagem

Sabugal, desde a torre de menagem

 

É assim a vista desde o topo da torre de menagem do Castelo do Sabugal, os telhados, o casal de cegonhas que ou já migraram para terras mais quentes ou neste momento devem estar a tentar perceber o que será aquela coisa branca que teima em cair do céu e o rio Coa.. 

 

Sabugal

Dezembro de 2012

Jorge Soares


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Segunda-feira, 21 de Janeiro de 2013

Conhecer Portugal - Sabugal

Sabugal

Sabugal

Sabugal

Cegonhas no Sabugal

Sabugal

 

Sabugal

Dezembro de 2012

Jorge Soares


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O gato ao sol

O gato

 

Estava um frio de rachar, à volta havia imensa geada, mas ali batia o sol... e ele aproveitou.

 

Sabugal

Dezembro de 2012

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 13:26
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Domingo, 20 de Janeiro de 2013

Conhecer Portugal: Castelo de Sortelha

Sortelha

Sortelha

Sortelha

Castelo de Sortelha

Castelo de Sortelha

 

O Castelo de Sortelha

Sortelha, Sabugal

Dezembro de 2012

Jorge Soares


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Sábado, 19 de Janeiro de 2013

Castelo do Sabugal 2

Castelo do Sabugal

Castelo do Sabugal

Castelo do Sabugal

Castelo do Sabugal

 

Castelo do Sabugal

Dezembro de 2012

Jorge Soares


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Sexta-feira, 18 de Janeiro de 2013

Sortelha

Sortelha

 

 

Sortelha é uma freguesia portuguesa do concelho do Sabugal, com 43,27 km² de área e 579 habitantes (2001). Densidade: 13,4 hab/km². Está incluída no Programa das Aldeias Históricas.

História

Foi vila e sede de concelho entre 1288 e 1855. Era constituída pelas freguesias de Águas Belas, Urgueira, Bendada, Casteleiro, Malcata, Moita, Pena Lobo, Santo Estêvão, Sortelha e Valverdinho. Tinha, em 1801, 4.096 habitantes em 237 km². Após as reformas administrativas do início do liberalismo foram-lhe anexadas as freguesias de Lomba e Pousafoles do Bispo. Tinha, em 1849, 6.022 habitantes em 261 km².

 

É hoje uma das aldeias históricas de Portugal. Uma visita a Sortelha só nos pode fazer pensar que regressámos no tempo e parámos na história. Encontramos aqui uma das mais bonitas aldeias de Portugal, escondida e protegida nas imponentes muralhas do seu Castelo. As casas tradicionais, foram meticulosamente recuperadas e permitem ao visitante percorrer as suas ruas sinuosas e aventurar-se, qual conquistador, pelas muralhas do Castelo.

Castelo de Sortelha

A 760 metros de altitude, ergue-se o Castelo de Sortelha, mandado construir por D. Sancho I. Após ter sofrido vários tremores de terra, esta fortaleza foi restaurada nos reinados de D. Dinis, D. Fernando e D. Manuel. Sortelha ainda se conserva rodeada de fortes muralhas circulares, que se estendem pelos declives naturais. Destaca-se o recinto da cidadela no cimo de um penhasco mais elevado, com a torre de menagem quadrada ao centro. Daqui abarca-se um amplo horizonte em que se distingue a Serra da Malcata e a linha final da Serra da Estrela.

Outros pontos de interesse

Além do Castelo, são notáveis: a igreja matriz do século XIV, dedicada à Virgem das Neves, com tecto mudéjar e talha barroca; um conjunto de sepulturas medievais escavadas na rocha, a torre de menagem, o pelourinho manuelino; e os afloramentos ciclópicos, conhecidos como "Pedra do Beijo" e "Cabeça da Velha", dois penedos graníticos com formas curiosas. Mas sobressaem, acima de tudo, as imponentes muralhas que circundam a antiga vila. Vale a pena visitar as lojas de artesanato e velharias.

 

Fonte : Memória Portuguesa 

 

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 10:59
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Quarta-feira, 16 de Janeiro de 2013

Conhecer Portugal - Sortelha 2

Sortelha

Sortelha

Sortelha

Sortelha

Sortelha

 

Sortelha, Sabugal

Dezembro de 2012

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 20:32
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despida

Despido

 

Uma árvore despida
Perdida num recanto
De um paraíso perdido
Num mundo por inventar
Num mundo por colorir!

Seus braços parados
Sem força para balancear
Seus frutos há muito que
Partiram e a deixaram na
Solidão do ser, do querer.

O seu troco hirto
Mantém de pé um sonho
Perdido, há muito esquecido
Nos ramos sofridos,
Pela solidão da dor…
Uma árvore morre ..
Sempre de pé! !!!


Tulipa

Retirado de Jardins proibidos 

 

Uma velha árvore nas suas ropuagens de inverno

Sortelha, Sabugal

Dezembro de 2012

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 14:45
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Domingo, 13 de Janeiro de 2013

Castelo do Sabugal

Castelo do Sabugal

 

Situada num pequeno planalto da Serra da Malcata e vigiando o caudal do Coa a seus pés, a vila beirã do Sabugal acolhe-se à sombra do seu esbelto e forte castelo medieval, vulgarmente designado por Castelo das Cinco Quinas devido à invulgar forma da sua torre de menagem pentagonal.

 

Embora sem certeza histórica, a fundação cristã da vila do Sabugal poderá ter ocorrido no século XII, após a derrotados Mouros; isto apesar de vestígios pré-históricos e troços de uma estrada militar romana indiciarem diversas e mais antigas ocupações humanas.

 

Esta região foi intensamente disputada pelos reis portugueses e de Castela, tendo D. Dinis tomado posse do Sabugal e das terras de Riba-Coa no ano de 1296, confirmada depois com a assinatura do Tratado de Alcanises em 1297. Assim,este monarca procede ao seu repovoamento e concede-lhe carta de foral, ao mesmo tempo que manda erguer mais forte e esbelto castelo.

 

No reinado de D. Manuel I, a fortaleza do Sabugal recebe novas e bem dimensionadas obras de beneficiação, estando esta iniciativa gravada com os seus símbolos reais nas pedras da porta principal do castelo. Pontualmente, o castelo do Sabugal serviu a sua função militar, mas também foi convertido em presídio. Um dos seus mais ilustres prisioneiros foi o intrépido e indomável poeta e cavaleiro Brás Garcia de Mascarenhas - homem de letras e de armas do século XVII, que ficou célebre pelas suas aventuras e pelo não menos famoso poema épico Viriato Trágico.

 

Um dos mais importantes feitos de armas aconteceu em abril de 1811, quando as tropas anglo-lusas aqui aquarteladas combateram e derrotaram o exército francês que retirava sob o comando de Massena. Desguarnecido e abandonado, as muralhas da sua extensa cerca foram sendo desmanteladas e a sua pedra reutilizada nas mais diversas construções davila beirã. A praça de armas do castelo serviu, a partir de 1846, de cemitério local. Esta depredação do monumento foisustida na década de 40 do presente século, graças à ação decisiva da Direção-Geral de Edifícios e Monumentos Nacionais (D.G.E.M.N.). Assim, a sua majestática imponência e inegável qualidade estética puderam perdurar até à atualidade.

 

A cerca de granito que envolvia a vila do Sabugal tinha uma configuração aproximadamente oval, embora no presente se encontre muito reduzida, conservando-se como ponto mais importante desta primeira defesa a Porta da Vila, localizada nas proximidades da Torre do Relógio.

 

Na zona mais elevada foi erguido o castelo, configurado com uma planta trapezoidal. Os altos panos de muralha granítica possuem largo adarve, a que se acede por quatro escadas internas. As muralhas são encimadas por largos merlões rasgados com troneiras cruzetadas, estando ainda reforçadas por três imponentes torreões angulares e um outro localizado no centro do pano de muralha virado a sudoeste, todas elas rematadas por ameias piramidais.

 

Altiva, imponente e graciosa implanta-se a invulgar torre de menagem do Castelo do Sabugal, também esta coroada por ameias piramidais. Com efeito, esta torre apresenta uma forma pentagonal, provavelmente uma simbólica alusão a esta vila e ao seu castelo serem, em definitivo, parte integrante do território nacional. O seu interior está dividido em vários pisos, revelando surpreendentes espaços góticos abobadados e ornamentados fechos onde se inscrevem escudos comas quinas nacionais. O compartimento superior é profusamente iluminado pelas portas que dão acesso a balcões misulados e com dispositivos de mata-cães. Entre a torre de menagem e o torreão do ângulo leste implanta-se um balcão ameado, vigiando a entrada principal da praça de armas.

 

Inferiormente, na zona exterior, corre a cerca da barbacã - dispositivo defensivo que une e reforça as muralhas do castelo, igualmente rematadas por maciços merlões com aberturas de troneiras cruzetadas. Apoiam as suas muralhas dois pequenos cubelos circulares, abrindo-se próximo de um deles um singelo portal de arco em ogiva.

 

Fonte Infopédia


publicado por Jorge Soares às 16:53
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Sábado, 12 de Janeiro de 2013

Sortelha - A porta

Sortelha

 

Verdade 

A porta da verdade estava aberta,
mas só deixava passar
meia pessoa de cada vez.

Assim não era possível atingir toda a verdade,
porque a meia pessoa que entrava
só trazia o perfil de meia verdade.
E sua segunda metade
voltava igualmente com meio perfil.
E os meios perfis não coincidiam.

Arrebentaram a porta. Derrubaram a porta.
Chegaram ao lugar luminoso
onde a verdade esplendia seus fogos.
Era dividida em metades
diferentes uma da outra.

Chegou-se a discutir qual a metade mais bela.
Nenhuma das duas era totalmente bela.
E carecia optar. Cada um optou conforme
seu capricho, sua ilusão, sua miopia.

 

Carlos Drummond de Andrade

 

Sortelha, Sabugal

Dezembro de 2012

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 19:44
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Quinta-feira, 10 de Janeiro de 2013

Sabugal

Sabugal

Sabugal

Sabugal

Sabugal

Sabugal

 

Sabugal

Dezembro de 2012

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 19:36
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Quarta-feira, 9 de Janeiro de 2013

Dias de Inverno

Dias de Inverno

 

Se não tivéssemos inverno, a primavera não seria tão agradável: se não experimentássemos algumas vezes o sabor da adversidade, a prosperidade não seria tão bem-vinda.

Anne Bradstreet

 

Dias de inverno no Sabugal

Dezembro de 2012

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 23:11
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Segunda-feira, 7 de Janeiro de 2013

A ver o mundo

A olhar para o mundo

 

O meu olhar é nítido como um girassol.
Tenho o costume de andar pelas estradas
Olhando para a direita e para a esquerda,
E de vez em quando olhando para trás…
E o que vejo a cada momento
É aquilo que nunca antes eu tinha visto,
E eu sei dar por isso muito bem…
Sei ter o pasmo essencial
Que tem uma criança se, ao nascer,
Reparasse que nascera deveras…
Sinto-me nascido a cada momento
Para a eterna novidade do Mundo…
Creio no mundo como num malmequer,
Porque o vejo.
Mas não penso nele
Porque pensar é não compreender…
O Mundo não se fez para pensarmos nele
(Pensar é estar doente dos olhos)
Mas para olharmos para ele e estarmos de acordo…
Eu não tenho filosofia; tenho sentidos…
Se falo na Natureza não é porque saiba o que ela é,
Mas porque a amo, e amo-a por isso
Porque quem ama nunca sabe o que ama
Nem sabe por que ama, nem o que é amar…
Amar é a eterna inocência,
E a única inocência não pensar…
Alberto Caeiro, em “O Guardador de Rebanhos”

 

Sotelha, Sabugal

Dezembro de 2012

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 10:48
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Quarta-feira, 2 de Janeiro de 2013

Aqui podia viver uma família

Sabugal, aqui podia viver uma família

 

Podia... mas de certeza que se arranjava algo melhor.. com tantas casas vazias ali à volta....

 

A frase estava mesmo lá escrita, o resto da casa não aparentava muito melhor estado de conservação.

 

Sabugal, Dezembro de 2012

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 19:00
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Um dia

 

 Um dia


Um dia gastos, voltaremos
A viver livres como os animais
E mesmo tão cansados floriremos
Irmãos vivos do mar e dos pinhais.



O vento levará os mil cansaços
Dos gestos agitados irreais
E há-de voltar aos nossos membros lassos
A leve rapidez dos animais.



Só então poderemos caminhar
Através do mistério que se embala
No verde dos pinhais na voz do mar
E em nós germinará a sua fala.



Shofia de Mello Breyner Andresen



Junto ao Castelo uma árvore iluminada
Sabugal
Dezembro de 2012

publicado por Jorge Soares às 08:22
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Terça-feira, 1 de Janeiro de 2013

A arte de ser feliz

Árvore

 

A arte de ser feliz


Houve um tempo em que minha janela se abria
sobre uma cidade que parecia ser feita de giz.
Perto da janela havia um pequeno jardim quase seco.
Era uma época de estiagem, de terra esfarelada,
e o jardim parecia morto.
Mas todas as manhãs vinha um pobre com um balde,
e, em silêncio, ia atirando com a mão umas gotas de água sobre as plantas.
Não era uma rega: era uma espécie de aspersão ritual, para que o jardim não morresse.
E eu olhava para as plantas, para o homem, para as gotas de água que caíam de seus dedos magros e meu coração ficava completamente feliz.
Às vezes abro a janela e encontro o jasmineiro em flor.
Outras vezes encontro nuvens espessas.
Avisto crianças que vão para a escola.
Pardais que pulam pelo muro.
Gatos que abrem e fecham os olhos, sonhando com pardais.
Borboletas brancas, duas a duas, como refletidas no espelho do ar.
Marimbondos que sempre me parecem personagens de Lope de Vega.
Ás vezes, um galo canta.
Às vezes, um avião passa.
Tudo está certo, no seu lugar, cumprindo o seu destino.
E eu me sinto completamente feliz.
Mas, quando falo dessas pequenas felicidades certas,
que estão diante de cada janela, uns dizem que essas coisas não existem,
outros que só existem diante das minhas janelas, e outros,
finalmente, que é preciso aprender a olhar, para poder vê-las assim.

 

Cecília Meireles


Sortelha, Sabugal 

Dezembro de 2012

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 14:52
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