Terça-feira, 25 de Março de 2014

... tudo quanto não consegui ser

Tempo

 

"O meu passado é tudo quanto não consegui ser. Nem as sensações de momentos idos me são saudosas: o que se sente exige o momento; passado este, há um virar de página e a história continua, mas não o texto.

 

Fernando Pessoa

Livro do Desassossego

 

Nas margens do Rio Sado

Setúbal, Janeiro de 2014

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 21:53
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Domingo, 9 de Março de 2014

Pescar num mar de prata

Pesca

 

 

Considerar a nossa maior angústia como um incidente sem importância, não só na vida do universo, mas da nossa mesma alma, é o princípio da sabedoria.

Fernando Pessoa

 

 

Setúbal, Fevereiro de 2014

Jorge Soares


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Quarta-feira, 12 de Junho de 2013

Navegar navegar

Navegar navegar

 

Continuando com as vistas do Sado

Parque Urbano de Albarquel

Junho de 2013

Jorge Soares


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Segunda-feira, 10 de Junho de 2013

Como eu gosto da minha cidade

Setúbal Junto ao Sado

Junto ao Sado

Junto ao Sado

Fim de tarde junto ao Sado

Setúbal

 

Gente que passeia num fim de cartde de fim de Primavera junto ao Sado

Parque Urbano de Albarquel

Setúbal, Junho de 2013

Jorge Soares


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Domingo, 19 de Maio de 2013

Navegar é preciso

Navegar navegar

 

Navegar é preciso.
Viver não.

Fernando Pessoa


Fim de tarde no rio Sado

Setúbal, Maio de 2012

Jorge Soares


publicado por Jorge Soares às 17:30
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Sexta-feira, 17 de Maio de 2013

Caminhar

Passeio

 

O que vale na vida não é o ponto de partida e sim a caminhada. Caminhando e semeando, no fim terás o que colher.

Cora Coralina


Setúbal, Março de 2013

Jorge Soares


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Sábado, 16 de Março de 2013

Envolto nos temporais

Dias de Tempestade

 

 

Quando cedo me levanto
Envolto nos temporais
Invade-me o desencanto
Não posso sair do cais

Eu gosto de navegar
Nas calmas aguas da Ria 
Impedido de ir pró mar
É aqui que passo o dia

Por aqui vou navegando
Só Deus sabe até quando
Remando na solidão

Em saudade que não esquece
Aos ceus rezando uma prece
Contida em minha oração

16MAR13
João Severino


Setúbal, Maio de 2012

Jorge Soares


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Quinta-feira, 28 de Fevereiro de 2013

Os dias do rio Sado

No rio Sado

Dias do Sado

Os dias do Sado

Os dias do Sado

Os dias do Sado

 

Nas margens do Rio sado

Setúbal

Fevereiro de 2013

Jorge Soares


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Sábado, 8 de Dezembro de 2012

As mudanças do tempo

Eu escrevi um poema triste


Eu escrevi um poema triste
E belo, apenas da sua tristeza.
Não vem de ti essa tristeza
Mas das mudanças do Tempo,
Que ora nos traz esperanças
Ora nos dá incerteza...
Nem importa, ao velho Tempo,
Que sejas fiel ou infiel...
Eu fico, junto à correnteza,
Olhando as horas tão breves...
E das cartas que me escreves
Faço barcos de papel!

 

Mário Quintana

 

Setúbal, Outubro de 2012

Jorge Soares


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Quarta-feira, 28 de Novembro de 2012

Nas margens do Sado

Fim de tarde à beira Sado

No sado

À beira Sado

Fim de tarde à BeiraSado

Fim de Trade nas margens do Sado

 

Fim de tarde nas margens do Sado

Setúbal

Outubro de 2012

Jorge Soares

 


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Quarta-feira, 1 de Agosto de 2012

Este azul que me pintou

Sado 

 

Este Azul que me pintou


Ai eu, venturosa, como vivo por aqui

Neste meu Sado que está longe!

   Tanto me falta, muito me faltou

   Este azul que me levou.

  

Ai eu, afortunada, como vivo em pacato desejo

Neste meu Sado que engana e não vejo!

   Tanto me falta, muito me faltou

   Este azul que me levou.

 

Ai eu, bem-aventurada, em desassossego estou

Neste meu Sado do meu nascimento!

   Tanto me falta, muito me faltou

   Este azul que me levou.

 

   Tanto me ampara, muito me amparou

   Este azul que me pintou.

(na brincadeira com D. Sancho...) 
Setúbal, Julho de 2012
Jorge Soares

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Quinta-feira, 5 de Julho de 2012

... a solidão e o silêncio ....

Solidão

 

Há momentos infelizes em que a solidão e o silêncio se tornam meios de liberdade.

Paul Valéry

 

 

Fim de tarde de verão nas margens do Sado em Setúbal


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Sábado, 2 de Junho de 2012

O Homem Só

Setúbal, O Homem só

Setúbal, homem olha para o sado

o Homem Só

O Homem Só

O Homem só olha para o Sado

 

Fim de tarde em Setúbal, Ho homem, o rio, o céu ...

 

Setúbal, Maio de 2012

Jorge Soares


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Sexta-feira, 23 de Dezembro de 2011

A pálida Luz da Manhã de Inverno

Inverno

 

A pálida Luz da Manhã de Inverno 

 

A pálida luz da manhã de inverno, 
O cais e a razão 
Não dão mais 'sperança, nem menos 'sperança sequer, 
Ao meu coração. 
O que tem que ser 
Será, quer eu queira que seja ou que não. 

No rumor do cais, no bulício do rio 
Na rua a acordar 
Não há mais sossego, nem menos sossego sequer, 
Para o meu 'sperar. 
O que tem que não ser 
Algures será, se o pensei; tudo mais é sonhar. 

 

Fernando Pessoa 

Poesias inéditas

 

Chegou o inverno

O Sado e o céu em Setúbal

Jorge Soares


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Quinta-feira, 13 de Outubro de 2011

A Mais Bela Noite do Mundo

Crepúsculo em Setúbal

 

A Mais Bela Noite do Mundo

 

Hoje, 
será o fim! 

Hoje 
nem este falso silêncio 
dos meus gestos malogrados 
debruçando-se 
sobre os meus ombros nus 
e esmagados! 

Nem o luar, pano baço de cenário velho, 
escutando 
a minha prisão de viver 
a lição que me ditavam: 
- Menino! acende uma vela na tua vida, 
que o sol, a luz e o ar 
são perfumes de pecado. 
Tem braços longos e tentadores – o dia! 

- Menino! recolhe-te na sombra do meu regaço 
que teus pés 
são feitos de barro e cansaço! 

(Era esta a voz do papão 
pintado de belo 
na máscara de papelão). 

Eram inúteis e magoadas as noites da minha rua... 
Noites de lua 
que lembravam as grilhetas 
da minha vida parada. 

- Amanhã, 
terás os mestres, as aulas, os amigos e os livros 
e o espectáculo da morgue 
morando durante dias 
nos teus sentidos gorados. 

Amanhã, 
será o ultrapassar outra curva 
no teu caminho destinado. 

(Era esta a voz do papão 
que acendia a vela, tinha regaço de sombra 
e velava 
as noites da minha rua e a minha vida 
e pintava-se de belo 
na máscara de papelão). 

Hoje, 
será o fim! 

Hoje, 
nem a sombra do que há-de vir, 
nem os mestres, nem os amigos, nem os livros, 
nem a fragilidade dos meus pés 
feitos de barro e cansaço! 
Todas as minhas revoltas domadas, 
todos os meus gestos em meio 
e as minhas palavras sufocadas 
terão a sua hora de viver e amar! 

Hoje, 
nem o cadáver a sorrir na morgue, 
nem as mãos que ficaram angustiosas, 
arrepiadas 
no seu medo de findar! 

Hoje, 
será a mais bela noite do mundo! 

Fernando Namora, in 'Mar de Sargaços'

 

Se acham que tirar uma fotografia à noite sem tripé é dificil, tentem em cima de uma barcaça no rio. Esta foi à saída do barco em Setúbal, saí, olhei para o céu e não resisti, entre a ondulação do rio e as pessoas a sair do barco, a coisa não era lá muito estável... valeu que (ainda) tenho as mãos firmes.

 

O crepúsculo do cair da noite sobre Setúbal e a margem do Rio Sado

Outubro de 2011

Jorge Soares


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Terça-feira, 26 de Abril de 2011

Os botes do Sado

Botes de pesca em Setúbal

Os botes, Setúbal

Botes de Pesca, Setúbal

Botes

Os botes, Setúbal

 

São dezenas de botes, dão um colorido diferente à doca, sempre os vi ali, botes a remos que imagino servirão para a pesca no estuário do Sado... mas que nunca vi fora da doca... vai d eaí... eu e os pescadores andamos com as horas trocadas.

 

Docapesca de Setúbal, Abril de 2011

Jorge Soares


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Sábado, 23 de Abril de 2011

Fim de tarde no Rio Sado

Barco no Sado

No rio Sado, canoagem

O Sado e o mar

Traineira no Sado desde Albarquel

Traineira no rio Sado

 

Fim de tarde no Rio Sado, vistas desde a praia de Albaruquel.

 

Setúbal, Abril de 2011

Jorge Soares


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Segunda-feira, 6 de Setembro de 2010

Setúbal:O Veleiro visto desde Albarquel

O barco No Sado desde Albarquel

O Barco no Rio Sado

O Veleiro no Sado

Veleiro no Sado com Troia ao Fundo

O veleiro

O veleiro desde Albarquel

 

 

Estava muito calor em Setúbal, já passava das 21 horas e ainda estavam mais de 30 graus, apetecia estar à beira mar e havia bastante gente na praia em  Albarquel.

 

Já havia muito pouca luz e estas fotografias foram tiradas com a máquina na mão, de aí o muito ruído e a falta de nitidez...

 

Veleiro desde a Praia de Albarquel

Agosto de 2010

Jorge Soares


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Quinta-feira, 12 de Agosto de 2010

Setúbal: Kite Surf em Troia

Kite surf em Troia

Kite surf no Sado

Kite surf em Troia

Kite surf em Troia

kite surf em Troia

Kite surf em Troia

 

Kite Surf entre o mar, o Sado e a Serra da Arrábida

Troia, Grândola, Setúbal

Julho de 2010

Jorge Soares


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Domingo, 23 de Maio de 2010

Setúbal vista desde o Rio

Setúbal desde o rio

Setúbal desde o rio

Setúbal desde o rio

Castelo de Palmela Visto desde o Rio Sado

 

Fim de tarde em Setúbal com a cidade vista desde o Rio.

 

Jorge Soares

Maio de 2010


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Domingo, 16 de Maio de 2010

Albarquel

Praia de Albarquel

Praia de Albarquel, vista da Comenda

Praia de Albarquel

Praia de Albarquel, vista do forte do Outão

Troia vista desde a Praia de Albarquel

Praia de Albarquel

 

O Sado, a serra  e o mar vistos desde a Praia de Albarquel

Setúbal, Maio de 2010

Jorge Soares


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Quinta-feira, 18 de Fevereiro de 2010

O Céu e o Sado

O céu e o Sado

O Céu a serra e o Sado

O Céu o e Sado em Setúbal

O Céu, a Arrábida e o mar 

 

Setúbal, Janeiro de 2010

Jorge Soares


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Domingo, 7 de Fevereiro de 2010

Dois anos de Blog:Rio Sado

Troia, Setúbal

Troia, Setúbal

Troia

Troia

Troia e o Sado, Setúbal 

Troia e o Sado

Setúbal

Novembro de 2008


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Quarta-feira, 20 de Janeiro de 2010

Ter [na ausência das marés]

Bruno mar, no sado

 

Tenho frio. Tendo um copo de vinho que se esvazia na gula dos dedos boquiabertos. Tenho sede. Embriago-me na tristeza liquefeita da vinha. Na ira da raiz. Esfrego as mãos nas parras que se despedaçam na terra. Tenho o enjoo encostado a mim. Que me atravessa em pontos determinados. No alvoroço das marés. Remo no silêncio sossegado da baixa-mar. No instante em que o horizonte é lugar no longe. No nada. Na efeméride calada. Tenho olhos de vidro. Escaqueirados no areal. Lá, onde os copos não existem e os vinhos não transportam alegrias de entoar.

 

Vai-te, flutuante casa da memória. A minha ferida segue à bolina na doce espuma do desgosto. Enfeitada com vozes afónicas. Tenho a noite. Que é mais segura sem ti. De dia, sobram-me roncos dos barcos vazios. Esburacados. Rombos nas mãos que ainda tenho. Na sede da água que se foi com a maré… Outra vez a casa. A casa deles não vem com o mar. Tenho a memória dos pardais que trinavam no telhado. A ver aqueles barcos que já não podem naufragar.

 

Sou barca atracada na quietude do desabrigo. Tenho uma mansa planície de papoilas azuis no sangue. Ardo na língua do Sol. E o barco segue, como se a foz o não tivesse afogado. Como se as amarras detivessem o vendaval. O homem do barco a remos desligou o motor. E as barcas persistem no seu carregar. Não tenho. Mas as gaivotas caçam o equívoco da abundância…

 
Texto da Paola, retirado do blog Ponto de Admiração
 
Barco no rio Sado
Setúbal, Outubro de 2009
Jorge Soares
 
25 de Out de 2009,Câmara: SONY DSLR-A350,ISO: 100,Exposição: 1/250 seg.,Abertura: 13.0,Extensão focal: 60mm


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Segunda-feira, 14 de Dezembro de 2009

O Sado com as cores de um dia de Outono

 O Sado

Rio Sado

Rio Sado No Outono

Rio Sado

Rio Sado

 

O Rioo Sado com as cores de um dia de Outono

Setúbal, Outubro de 2009

Jorge Soares


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Quinta-feira, 3 de Dezembro de 2009

Setúbal:Gaivotas

Gaivota

Gavota

Gaivota

Gaivota

Gaivota

 

Gaivotas na doca dos pescadores

Setúbal

Novembro de 2009

Jorge Soares


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Segunda-feira, 30 de Novembro de 2009

Setúbal:O rio é mesmo azul!

O sado em Setúbal

Setúbal, o Sado e a Arrábida ao Fundo

Setúbal o Sado e a Serra

Setúbal, o Sado e Troia ao fundo

Rio Sado, a boia 

O Rio Sado, a cidade, a serra e Troia.... Setúbal é a cidade do rio azul.

 

Abril de 2009

Jorge Soares


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Quinta-feira, 26 de Novembro de 2009

Eu me ausento de ti ....

Setúbal

 

Eu me ausento de ti, meu pátrio Sado, 
Mansa corrente deleitos, amena, 
Em cuja praia o nome de Filena 
Mil vezes tenho escrito, e mil beijado: 

Nunca mais me verás entre o meu gado 
Soprando a namorada e branda avena, 
A cujo som descias mais serena, 
Mais vagarosa para o mar salgado: 

Devo enfim manejar por lei da sorte 
Cajados não, mortíferos alfanges 
Nos campos do colérico Mavorte; 

E talvez entre impávidas falanges 
Testemunhas farei da minha morte 
Remotas margens, que humedece o Ganjes. 

Bocage, in 'Rimas' 

 

Setúbal, MArço de 2009

 

Jorge Soares

Mar 22, 2009, Câmara: SONY DSLR-A350, ISO: 200, Exposição: 1/15 seg., Abertura: 11.0, Extensão focal: 150mm


publicado por Jorge Soares às 08:52
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Quinta-feira, 22 de Outubro de 2009

Outono em Setúbal

Vista do Jardim de Albarquel

Vista do Castelo de São Felipe

Inicio de Outono em Setúbal, folhas de carvalho

Outono em Setúbal, abelha

Flores do Outono

Canoagem no Sado, Setúbal 

Inicio de Outono em Setúbal, a cidade, o Sado e a serra da arrábida

Parque urbano de Albarquel

Outubro de 2009

Jorge Soares


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Quinta-feira, 15 de Outubro de 2009

O pescador

Pescador à beira Sado em Setúbal

Pescando à beira Sado

Pesca à beira Sado, Setúbal

Pescador em Setúbal

Pescador em Setúbal 

Sábado de neblina em Setúbal, pegamos nas bicicletas e vamos até à beira rio. Junto ao Sado o pescador solitário tenta roubar ao rio uma parte do seu tesouro... enquanto lá estive não picou nenhum.

 

Pescador à beira Sado

Setúbal, Setembro de 2009

Jorge Soares


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