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Momentos e Olhares

A vida é feita de momentos, alguns são apagados, levados pelas ondas da vida, outros ficam, perduram na nossa memória e fazem de nós o que somos, olhares, vivências, recordações e saudade! -Jorge Soares

Momentos e Olhares

A vida é feita de momentos, alguns são apagados, levados pelas ondas da vida, outros ficam, perduram na nossa memória e fazem de nós o que somos, olhares, vivências, recordações e saudade! -Jorge Soares

Londres: A Tower Bridge

Tower Bridge, Londres

 

Tower Bridge (em português: Ponte da Torre) é uma ponte-báscula construída sobre o rio Tâmisa, na cidade de Londres, capital do Reino Unido. Foi inaugurada em 1894, e atualmente é um dos pontos turísticos mais visitados da cidade, além de ser conhecida como uma das pontes mais famosas do mundo. É localizada ao lado da Torre de Londres.

 

No fim do século XIX, a parte leste de Londres (o East End) tinha crescido consideravelmente e uma nova travessia sobre o Tâmisa se mostrava fundamental para a cidade, haja vista que a estreita Ponte de Londres era usada diariamente por mais de 20 000 veículos. Um túnel já havia sido cavado entre as duas margens, mas só era próprio para o uso de pedestres. Um comitê foi formado em 1876 para decidir a forma da nova ponte e logo recebeu mais de 50 sugestões. A opção ganhadora foi a do arquiteto Horace Jones, com um projeto que consistia numa ponte cuja pista era levantada por duas básculas.

 

O projeto de Jones tinha um modus operandi demasiado medieval, onde as básculas seriam levantadas por correntes. O projeto foi revisado em conjunto com John Wolfe-Barry (cujo pai tinha sido arquiteto na construção do Parlamento, anos antes), e o mecanismo escolhido acabou por consistir num sistema hidráulico, sendo impulsionado por água pressurizada, que por sua vez seria bombeada por máquinas a vapor. Com a morte de Jones, Wolfe-Barry deu às torres um estilo mais aproximado ao Vitoriano Gótico. Elas se parecem com fortesescoceses da Idade Média, e suas básculas abrem como uma ponte levadiça de um castelo.

 

A construção da ponte começou em 1886, contando com a ajuda de mais de 400 operários. Uma forte estrutura de aço suporta as duas torres, que têm 65 metros de altura. Elas foram revestidas por granito (vindo da região de Cornwall) e pelas pedras de Portland (que também foram usadas em larga escala após o Grande Incêndio de Londres, em 1666) para corresponder à exigência de que a ponte ficasse parecida com a Torre de Londres. Devido ao tráfego sobre o Tâmisa, as torres foram construídas uma por vez, e até suas básculas foram construídas na posição vertical.

 

Uma dupla de passarelas (uma para ida e outra para volta) foi construída ligando as duas torres, com o objetivo de facilitar o tráfego de pedestres.

 

A ponte foi inaugurada em 1894, com a presença do então Príncipe de Gales, Eduardo VII.

 

Fonte: Wikipédia

Alentejo: Monsaraz

Monsaraz, Alentejo, Portugal

 

A vila de Monsaraz é uma das mais antigas povoações portuguesas, a Sul do Tejo. A sua ocupação data dos tempos pré-históricos, contando-se nos arredores cerca de centena e meia de monumentos megalíticos. O próprio monte onde foi construída a vila foi provavelmente um povoado pré-histórico fortificado, e no Arrabalde existe uma vasta necrópole rupestre pré-romana, de sepulturas antropomórficas cavadas na rocha viva.

 

O primitivo castro pré-histórico foi mais tarde romanizado e depois sucessivamente ocupado por visigodos, árabes, moçárabes e judeus e a seguir à reconquista foi cristianizado.

 

A palavra Xarez ou Xerez equivalia, durante o domínio muçulmano na Península, à forma arábica SARIS ou SHARISH. O equivalente em castelhano do vocábulo português xara é Jara. Assim Xarez ou Xerex apresenta os equivalentes arcaicos castelhanos de Jaraez ou Jarás que conduziram, por corrupção, às formas actuais de Jerez castelhano e do Xarez portuguesa.

 

Monsaraz pode significar, portanto, Monte Xarez ou Monte Xaraz, cerro erguido no coração de uma terra à margem do Guadiana, antigamente povoada por um impenetrável brenhal de estevas ou xaras e que, pela excelência de condições estratégicas - posição de altura com cobertura defensiva de um grande e profundo rio - recomendava, naquele sítio inacessível, a fundação de um povoado. 


Em 1157, foi conquistada aos mouros por Geraldo Sem Pavor, mas em 1173 torna a cair em poder dos almôadas, na sequência da derrota de D. Afonso Henriques em Badajoz. D. Sancho II, auxiliado por cavaleiros dos Templários, conquista Monsaraz definitivamente em 1232 e faz a sua doação à Ordem do Templo.

 

O repovoamento cristão de Monsaraz e do seu termo só vem a ocorrer no tempo de D. Afonso III e foi obra do cavaleiro Martim Anes, que parece ter sido também primeiro Alcaide de Monsaraz. Em 1263, é já uma importante povoação fortificada e também sede de um concelho pericito e dotado com os mais amplos privilégios jurídicos: possui já a primeira carta de foral expedida por D. Afonso III.

 

Neste período de ocupação cristã de Monsaraz, o povoador Martim Anes começou a levantar a noca alcarçova e os cavaleiros das Ordens Militares e o clero secular deram inicio à construção dos templos primitivos de Santa Maria da Lagoa e de Santiago, da Ermida de Santa Catarina, no Arrabalde, do Hospital do Espírito Santo e da Albergaria. 


A economia era fundamentalmente agrícola e pastoril, verificando-se paralelamente um apreciável desenvolvimento das pequenas indústrias da olaria tosca, dos cobres martelados e dos chocalhos, e o artesanato grosseiro dos tecidos de lã e linho.

 

Em 1319, Monsaraz é erigida comenda da Ordem de Cristo e fica na dependência de Castro Marim e nesta altura começa a ser construído o edifício gótico do primitivo tribunal, decorado a fresco com o famoso painel alegórico à justiça terrena. É também nesta altura que data a torre de menagem (época dionisina).

 

Em 1412, por doação do condestável a seu neto D. Fernando, Monsaraz é integrada na sereníssima Casa de Bragança e passa, em matéria de tributação fiscal, a construir um dos mais preciosos e fartos vínculos da grande casa ducal portuguesa.

 

Em 1512, D. Manuel manda reformar o foral de Monsaraz e regula a vida pública do concelho e da vila por novo diploma jurídico e a confraria da Misericórdia de Monsaraz fica definitivamente instituída na Matriz de Santa Maria da Lagoa.

 

A grave crise demográfica de 1527, causada pela peste que alastrava em Portugal, faz com que, por ordem do Duque de Bragança, e como medida de fixação demográfica local, se esboce uma modesta reforma agrária, que se traduziu no parcelamento das terras comunais concelhias. A paisagem do minifundio nos arredores de Monsaraz resulta ainda da partilha quinhentista das terras comunais.

 

A sua posição de vila medieval acastelada, o impetuoso progresso das aldeias dos Reguengos, situadas numa planície de fácil acesso e enriquecida pelo esforço dos moradores, no que respeita ao artesanato Janeiro e da grande lavra das vinha, juntamente com a tradicional fidelidade do ideário montessarense aos princípios políticos do absolutismo, faz com que a transferência da sede do concelho se faça de Monsaraz para Reguengos de Monsaraz, em 1840.

 

Fonte Monsaraz.com

 

Caminha: O Forte da Ínsua

Forte da Ínsua, Caminha

 

O Forte da Ínsua localiza-se na freguesia de Moledo, no Concelho de Caminha, Distrito de Viana do Castelo, em Portugal. Ergue-se na Ínsua de Santo Isidro, ao Sul da foz do rio Minho, limite Norte do litoral português, a cerca de duzentos metros da costa.

 

Antecedentes

Esta pequena ilha foi primitivamente utilizada como local de culto. Em época cristã, nela se erguia uma pequena ermida sob a invocação de Nossa Senhora da Ínsua.

O primitivo forte

Posteriormente, sob o reinado de João I de Portugal (1385-1433), franciscanos da Galiza aí ergueram um mosteiro, em 1388 ou 1392. Alguns autores acreditam que remonte a esta época a primeira defesa do local, com a função de proteção da barra daquele rio e dos religiosos.

 

Mais tarde, o rei D. Manuel I (1495-1521), de passagem quando em peregrinação a Santiago de Compostela, teria reformado e ampliado essa defesa (1512), o mesmo providenciando D. Filipe I (1580-1598) durante a Dinastia Filipina. Não existem vestígios dessas alegadas estruturas.

 

Em região fronteiriça estratégica para o acesso a Caminha, a atual estrutura deve-se ao contexto da Guerra da Restauração da independência portuguesa, durante o reinado de João IV de Portugal (1640-1656), entre 1649 e 1652, por determinação de D. Diogo de Lima.

 

Reparada e reforçada nos séculos seguintes, veio a conhecer o abandono até que, em 1940, passou para a responsabilidade do Ministério das Finanças.

 

Atualmente em condições precárias de conservação, registrou a perda dos madeiramentos dos telhados e das telhas, dos azulejos seiscentistas, daspinturas e das imagens da capela. O remanescente pode ser visitado pelo público, sendo a travessia até à ínsula feita por pequenas embarcação locais.

Características

O forte apresenta planta no formato de um polígono quadrangular com baluartes nos vértices. Um revelim protege o portão de armas. Em torno do terraplano, ao abrigo das muralhas, encontram-se os depósitos e quartéis da tropa. Ao centro encontram-se as edificações de serviço: Casa de Comando e Quartel da Tropa, cozinha, paiol e capela. Um poço de água potável abastecia a guarnição, composta por um Governador (comandante) e doze praças, revezados semanalmente. Esse poço é notável por se situar no mar, sendo um dos três únicos existentes no mundo.

 

Fonte:Wikipédia

 

Eu nunca tinha ouvido falar da existência deste forte que fica mesmo na Foz do Rio Minho, desde a praia da Foz do Minho há barcos Táxi que levam os visitantes até à Ínsua.. não faço idea se o forte é visitável.

 

Jorge Soares

Farol do Cabo Sardão

Farol do Cabo Sardão

 

Farol do Cabo Sardão é um farol português que se localiza na Ponta do Cavaleiro no Cabo Sardão, freguesia de São Teotónio, na Vila de Odemira, distrito de Beja.Trata-se de uma torre quadrangular branca, em alvenaria, com edifício anexo encimada por lanterna cilíndrica vermelha, tem 17 metros de altura.

 

Proposto pela primeira vez em 1883, o Farol do Cabo Sardão entrou em funcionamento apenas a 15 de Abril de 1915.Em 1950, o farol foi electrificado com montagem de grupos electrogéneos. A fonte luminosa deixou de ser a gás de petróleo sendo substituída por uma lâmpada de 3000 watts.

 

Até aos anos cinquenta, o serviço de entrega e recepção de correio do farol era feito por uma estafeta, cujo vencimento era de 200$00 mensais, destinado a retribuir «16 viagens por mês, a pé, de mais de 20 quilómetros cada, e por péssimo caminho, parte dele quase intransitável no Inverno», viria pouco mais tarde a ser aumentada para 300$00.

 

O farol foi ligado à rede eléctrica de distribuição pública em 1984. A potência da fonte luminosa foi reduzida, sendo instalada uma lâmpada de 1000 watts.

 

O Farol foi construído com a torre do lado de terra, ao contrário de todos os outros faróis com estruturas e localizações similares. Possivelmente o construtor terá usado a planta rodada de 180º

 

Fonte Wikipédia

 

 

Abril de 2010

Jorge Soares

Cabo Verde:Cidade Velha

Cabo Verde, Cidade Velha, Santiago

 

A Cidade Velha localiza-se no concelho da Ribeira Grande de Santiago, a 15 quilômetros a oeste da Praia, na costa de Cabo Verde.

A 10 de junho de 2009 foi classificada como uma das Sete Maravilhas de Origem Portuguesa no Mundo, após um concurso de votação pública, no qual participaram 27 monumentos edificados por Portugal no mundo.

Devido à sua rica história, manifestada por um interessantíssimo património arquitetónico, a 26 de junho de 2009, a Cidade Velha foi considerada pela UNESCO, Património Mundial da Humanidade

 

Esta foi a primeira cidade construída pelos europeus nos trópicos e primeira capital do arquipélago de Cabo Verde, quando era chamada de Ribeira Grande. Mudou de nome para evitar ambiguidade com uma povoação de outra ilha.

A cidade nasceu e desenvolveu-se por conta do tráfico negreiro e foi capital até 1770, quando esta função foi transferida para a Praia de Santa Maria - atualmente Cidade da Praia.[3]

A Cidade Velha foi porto de parada de dois grandes navegadores: Vasco da Gama (1497), a caminho da Índia, e Cristóvão Colombo (1498), em sua terceira viagem para as Américas.

Em 2000, sob a coordenação do arquiteto Álvaro Siza, foi iniciado um trabalho de preparação do dossier de candidatura da cidade a Patrimônio Mundial da UNESCO. O dossier foi apresentado à UNESCO, em 31 de Janeiro de 2008.

 

Em 1520 foi erguido o primeiro pelourinho na ilha, que hoje é monumento numa praça.

Em Cidade Velha está a mais antiga igreja colonial do mundo, construída em 1495, a Igreja de Nossa Senhora do Rosário, no estilo manuelino (gótico português). A Rua Banana, que conduz à igreja, foi a primeira rua de urbanização portuguesa nos trópicos.

A Sé Catedral da cidade começou a ser construída em localização privilegiada, frente ao oceano, em 1555, e terminou em 1693, quando a cidade já tinha perdido muito de sua importância. Foi atacada e totalmente danificada por piratas em 1712, tendo ficado em ruínas, tal é hoje observável.

O Forte Real de São Filipe, que domina a cidade do alto de 120 metros, foi construído em 1590 para defender a colônia portuguesa dos ataques dos franceses e ingleses.

O Convento de São Francisco foi construído em meados do século XVII, tendo servido como local de culto e de formação. Foi atacado e parcialmente destruído por piratas em 1712.

 

Fonte Wikipédia

Sintra:Fonte da Mata de Alva

Sintra, Fonte da mata de Alva

Azulejos, fonte da mata de allva

Fonte da mata de Alva, Sintra

Azulejos portugueses, Fonte da mata de Alva, Sintra

Fonte da mata de Alva, inscrição 

 

Com origens que remontarão, pelo menos, ao último quartel do século XVIII, a Fonte de Mata-Alva ostenta, hoje, fácies revivalista resultante da reforma tardo-oitocentista patrocinada por Francis Cook, como o atesta, aliás, a lápide aposta no frontal sob a real pedra de armas de D. Maria I: Hunc Fontém /Condidit de nouo / Pro Bono Publico /Francisco / Uisconde de Monserrate /a. d. 1875. Na verdade, o prospecto do fontanário foi radicalmente alterado «para o bem público» por D. Francisco, por isso, daquela campanha de obras resultou um frontal antecedido por cúpula esférica que protege a bica e tanque de pedra.

A abóbada repousa em colunas com capitéis profusamente decorados e o frontal permanece ladeado por bancos de descanso encimados por pequenos painéis de azulejos policromos.

Ao centro, já sob a cúpula envolvendo as lápides e os azulejos de onde sobressai a bica, subsiste fresco geometrizante de nítida inspiração "neo-mourisca".

 
 
A Fonte fica numa curva  da estrada entre Sintra e o palácio de Monserrate .
 
Sintra, Outubro de 2009
Jorge Soares

 

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