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Momentos e Olhares

A vida é feita de momentos, alguns são apagados, levados pelas ondas da vida, outros ficam, perduram na nossa memória e fazem de nós o que somos, olhares, vivências, recordações e saudade! -Jorge Soares

Momentos e Olhares

A vida é feita de momentos, alguns são apagados, levados pelas ondas da vida, outros ficam, perduram na nossa memória e fazem de nós o que somos, olhares, vivências, recordações e saudade! -Jorge Soares

Ataque aéreo?

Ataque aéreo? 

 

Por vezes acontece, estava a focar o bichinho das pintas pretas e nem dei pela rápida aproximação do invasor aéreo, que parou na flor ao lado, mas assim de repente, parece um ataque aéreo fulminante

 

É nestas alturas que fico a pensar que deveria ter uma lente de macros..... já viram a fotografia que daria se estivessem os dois nitidos?

 

Bom fim de semana a todos

Portalegre

Julho de 2009

 

Jorge Soares

Num dia de calor no Alentejo ......

Fas ultimas flores do verão

O bichinho e as flores amarelas

As flores e o bichinho amarelo

As ultimas flores do Alentejo

O bichinho amarelo, Portalegre 

 

... debaixo das oliveiras já tudo é castanho e seco, não restam pastos só um pouco de verde pintalgado de amarelo, as ultimas flores antes que os mais de 30 graus terminem por secar mesmo tudo.

 

Parei a experimentar umas macros, de repente reparei nas pintas negras por entre o amarelo das pequenas flores... e aqui está ele.

 

Portalegre

Julho de 2009

Jorge Soares

Cata-vento

Catavento 

Vento do Sul,
moreno, ardente,
vens sobre minha carne,
trazendo-me semente
de brilhantes
olhares, encharcados
de flores de laranjeira.

Tornas vermelha a lua
e soluçantes
os álamos cativos, porém vens 
demasiado tarde!
Já enrolei a noite de meu conto
ali na estante!

Sem nenhum vento,
presta-me atenção!
gira, coração;
gira, coração.

Vento do Norte,
urso branco do vento!
Vens sobre minha carne
tiritante de auroras
boreais,
com teu manto de espectros
capitães,
e rindo-te, aos gritos
do Dante.
Oh! polidor de estrelas!
Porém vens
demasiado tarde.
Meu armário está musgoso
e lhe pedi a chave. 

Sem nenhum vento,
presta-me atenção!
gira, coração;
gira, coração.
Brisas, gnomos e ventos
de nenhuma parte.
Mosquitos da rosa
de pétalas pirâmides.
Alísios desmamados
entre as árvores rudes,
flautas entre a tormenta,
deixai-me!
Possui fortes cadeias
minha recordação,
e está cativa a ave
que desenha com trinos
a tarde.

As coisas que se vão não voltam nunca,
toda a gente bem sabe,
e em meio à clara multidão dos ventos
é inútil queixara-se.
Choupo, maestro da aura, não é certo?
É inútil queixar-se!
Sem nenhum vento,
presta-me atenção!
gira,coração;
gira, coração.


Federico Garcia Lorca
Granada 1.920

 

Portalegre, Julho de 2009

Jorge Soares

Jul 11, 2009, Câmara: SONY DSLR-A350, ISO: 100, Exposição: 1/160 seg., Abertura: 13.0, Extensão focal: 70mm

Portalegre:Capela do Calvário

Capela do Calvário, Portalegre

 

Alguns historiadores afirmam desconhecer a data da sua edificação, sendo-lhe atribuídos os séculos XVII, XVIII, como prováveis da construção da capela. É, portanto, uma incógnita que persiste.

Tem um altar com imagens aderentes e dois oratórios escavados nas esquinas que se dobram um pouco além da porta principal.

Colocado num ponto elevado, tem no adro um cruzeiro de pedra mármore, assente numa base quadrada, e sobre ela uma circunferência também em mármore, com caveiras esculpidas.

Na frontaria tem cruzes de azulejos, com inscrições referentes aos Passos da Paixão.

Em tempos, fazia-se uma procissão de Portalegre até ao calvário. Os penitentes que nela tomavam parte caminhavam de cara tapada e cada qual levava o peso que julgava capaz, para aliviar o seu pecado: madeiros aos ombros, pedras e correntes presas às pernas.

Numa daquelas procissões em Portalegre, reza a história, que um penitente entrou numa pequena casa quase ao pé do calvário e deu o seu fim a um menino de berço, porque a mãe o rejeitara e casara com outro. Tal procissão, terminou deste esse acontecimento.

Via Wikipédia
 
Portalegre, Julho de 2009
 
Jorge Soares
Jul 11, 2009, Câmara: SONY DSLR-A350, ISO: 100, Exposição: 1/250 seg., Abertura: 13.0, Extensão focal: 35mm

Igreja do Bonfim, Portalegre

Igreja do Bonfim, Portalegre

Igreja do Bonfim, Portalegre

 

Fachada principla, igreja do Bonfim, Portalegre

Janela, Igreja do Bonfim, Portalegre

Porta lateral, Igreja do Bonfim 

Ao fim de 16 anos de governo do Bispado portalegrense, D. Diogo Correia, 4º prelado da Diocese, foi habitar uma quinta perto da cidade de Portalegre, que por isso passou a chamar-se Quinta do Bispo.

Reza a tradição que foi nela que D. Diogo modelou a imagem representando Ecce Homo, que mandou colocar em determinado ponto da quinta. A imagem, feita de barro, por muito tempo conservou a cor natural. D. Diogo morreu na dita quinta a 9 de Outubro de 1614.

Em 1714, alguns devotos mandaram encarnar a imagem, e ao mesmo tempo construiu para ela um pequeno nicho, o qual mais tarde foi transformado na actual Igreja, que passou a ser protegida pela esposa de D. João V e passou a ter o título de Real Igreja do Bonfim, a qual encerra uma decoração de talha e pinturas de valor incalculável,

D. Álvaro Pires de Castro Noronha, Bispo de Portalegre, nomeado por D. João V, lançou a primeira pedra para a sua fundação, em 21 de Dezembro de 1721.

Tinha irmandade com 24 deputados, 12 clérigos, 12 seculares e Sua Majestade e Protectora.

Os paramentos eram ricos, brancos de tela de prata.

Tinham os seguintes altares: Senhora da Luz, Senhor do Bonfim e Senhora do Amparo.

Em 1852 a Igreja foi restaurada.

Foi outrora centro de romarias e actualmente realizam-se junto desta igreja as festas do Senhor do Bonfim no último domingo de Setembro. 

 

Fonte, Wikipédia

 

Portalegre, Julho de 2009

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