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Momentos e Olhares

A vida é feita de momentos, alguns são apagados, levados pelas ondas da vida, outros ficam, perduram na nossa memória e fazem de nós o que somos, olhares, vivências, recordações e saudade! -Jorge Soares

Momentos e Olhares

A vida é feita de momentos, alguns são apagados, levados pelas ondas da vida, outros ficam, perduram na nossa memória e fazem de nós o que somos, olhares, vivências, recordações e saudade! -Jorge Soares

A solidão mora um pouco mais longe

Setúbal

 

Meus vizinhos

Moro em um lugar muito bonito
Meu vizinho da esquerda é a felicidade
O da direita se chama amor
Em frente mora a alegria

Não muito longe esta a paz
Esta não sai da minha casa
Eu gosto muito dela, ela me ama
Ontem ela me disse me sinto bem com você

O vizinho do fundo da outra rua
É a tristeza, quase não a vejo
Se ela quer falar comigo
A felicidade morre de ciúmes

A solidão mora um pouco mais longe
Já esteve rondando minha casa
Queria me conhecer, e ficar comigo
Não me encontrou,eu estava na casa da amizade

Ao lado do amor, mora o ódio
Este eu nunca vi, só ouço falar
O amor plantou uma árvore enorme
A beleza dela com suas copas
Impede-me de ver o ódio e sua casa

Meus amigos que vem em minha casa (minha vida)
Eu chamo estes meus vizinhos eles vem logo
Mas eu já digo o ódio e a tristeza não entram
Quero o amor na vida de vocês, felicidade
Paz, alegria, por favor, me queira em suas vidas

 

Fábio

 

Gosto de vaguear pelas ruas de Setúbal ao fim da tarde, a baixa e os bairros que a rodeiam são cheioas de pequenas ruas, becos, cantos e recantos onde ainda podemos ver vidas de outros tempos.

 

Setúbal, Abril de 2011

Jorge Soares

Choro em becos sem saída

O beco

Choro em becos sem saída

 

Pesa-me sobre meus ombros o que a vida me reservou
Ando por becos sem saída dor dolorida um choro um sentir
Entre goles de tristezas torno-me um embriagado vagante
Reservaram-me duas alegrias suas crias depois para sempre se apagou
As amarras da vida me prendem a becos onde não vejo a luz
Ergo meus verdes olhos para o céu não vejo o seu azul
Mas eu bem sei que lá tem alguém que nunca me desamparou
E nele que deposito minha fé seu reflexo em mim sempre reluz

 

Fábio

 

 

Algures na baixa de Setúbal, vou lá voltar.. porque não há desculpa para eu não saber como se chama o arco e o beco.

 

Setúbal, Abril de 2011

Jorge Soares

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