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Momentos e Olhares

A vida é feita de momentos, alguns são apagados, levados pelas ondas da vida, outros ficam, perduram na nossa memória e fazem de nós o que somos, olhares, vivências, recordações e saudade! -Jorge Soares

Momentos e Olhares

A vida é feita de momentos, alguns são apagados, levados pelas ondas da vida, outros ficam, perduram na nossa memória e fazem de nós o que somos, olhares, vivências, recordações e saudade! -Jorge Soares

Outras Janeiras

Janeiro... renascer

 

Sobre tantos Janeiros de nós dois,
Cansou-se a velha lua de sonhar
E, em se indo deitar, surgiu, depois,
Um sol que só nasceu pr`a vir espreitar…

 

Se, em cantando as Janeiras, tu me dóis,
Se me dóis mais ainda ao não cantar,
Que fazer se, por ti, me nascem sóis
E, enquanto me doeres, eles vão voltar?

 

Não cantaste as Janeiras… que me importa
Se, amanhã, me vieres bater à porta
Por sentires o vazio de uma saudade?
Olho o céu de Janeiro e fico absorta;

 

Nem uma estrela brilha, viva ou morta,
E tudo o que promete é tempestade…

 

Maria João Brito de Sousa

 

Jardim de Vanicelos, Setúbal,

Janeiro de 2011

Jorge Soares

Outono é ..

Outono e, Setúbal

Dente de Leão

 

No Sábado de manhã fui até ao Jardim de Vanicelos com a D., o escorrega estava molhado, pelo que em lugar de uma hora a ajudar a subir e descer, fomos dar uma volta pelo Jardim. O Outono por aqui vai-se instalando muito lentamente, os plátanos continuam verdes, apesar de uma ou outra folha com ar mais outonal.. em contrapartida, depois das ultimas chuvas os dentes de leão deram um ar da sua graça.... por cá este Outono é assim... de dourado e amarelo vivo.

 

Setúbal

Outubro de 2010

Jorge Soares

A ultima rosa ....

Rosa

 

... daquele jardim

 

Restava uma, vermelha, pequenina, há algum tempo havia um enorme roseiral no Jardim de Vanicelos, nas ultimas obras levaram a ramada por onde elas cresciam, deixaram as plantas.. que pouco a pouco foram desaparecendo, este Sábado passei por lá, restava esta, uma rosa no mês de Novembro, temo que seja mesmo a ultima, não sei se na primavera restará alguma planta.

 

Setúbal, Novembro de 2008

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