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Momentos e Olhares

A vida é feita de momentos, alguns são apagados, levados pelas ondas da vida, outros ficam, perduram na nossa memória e fazem de nós o que somos, olhares, vivências, recordações e saudade! -Jorge Soares

Momentos e Olhares

A vida é feita de momentos, alguns são apagados, levados pelas ondas da vida, outros ficam, perduram na nossa memória e fazem de nós o que somos, olhares, vivências, recordações e saudade! -Jorge Soares

Pisco de peito Ruivo Erithacus rubecula

Pisco de Peito Ruivo

Pisco de Peito Ruivo

Pisco de peito Ruivo

 

O Pisco-de-peito-ruivo Erithacus rubecula é um pequeno Passeriforme da família Turdidae. Tem cerca de 14 cm de comprimento (mais ou menos como um Pardal), e pesa entre 15 e 20 gramas. É uma das aves portuguesas mais fáceis de identificar. Geralmente observa-se saltitando pelo chão (por vezes imobilizando-se com uma pequena "vénia"), ou poisado nos ramos baixos de uma árvore, adoptando sempre uma postura muito vertical. Tem no peito uma grande mancha cor-de-laranja bem demarcada, que se estende até à face. As restantes partes inferiores são de um branco sujo, e por cima é de um castanho uniforme. As aves jovens são malhadas de castanho por baixo, e não apresentam tons alaranjados. É impossível distinguir os machos das fêmeas com base na morfologia externa, embora os primeiros sejam, em média, ligeiramente mais corpulentos. As suas vocalizações são consideravelmente variadas. O canto é muito melodioso, variado, e por vezes um pouco melancólico. É muito vocal, e pode fazer-se ouvir durante quase todo o ano. Para além do canto propriamente dito, emite chamamentos que podem soar como tic-tic-tic-tic, ou szziiiii.

 

 

É uma ave tipicamente europeia, embora também ocorra no Médio Oriente e Norte de África. Em Portugal a sua distribuição é variável, conforme a altura do ano. No Outono/Inverno encontra-se por todo o lado, das montanhas às cidades, do norte ao sul, e do interior ao litoral. Na Primavera/Verão tem uma distribuição alargada a norte do Tejo, mas a sul é escasso, concentrando-se nas regiões mais húmidas e próximas do litoral. Encontra-se, por exemplo, nas Serras da Arrábida, Grândola e Monchique. Na Madeira e na maioria das ilhas do Açores está presente todo o ano. É uma ave muito abundante (uma das mais abundantes no país), sobretudo durante a época fria.

 

Retirado de Noudar

 

Mais imagens do Pisco do dia de natal

 

Alviães, Palmaz, Oliveira de Azemeis

Dezembro de 2010

O pisco do dia de natal

O pisco

 

O dia de natal acordou farrusco, como tinham estado os dias anteriores e estariam os seguintes, peguei na máquina e fui dar uma volta pelo quintal da minha mãe, ao passar pelo galinheiro, este bichinho saltou à minha frente e pousou no dióspireiro... e ficou por ali, eu andava à volta da árvore e ele ia saltando de poleiro em poleiro sempre para o lado contrário... é o pisco do dia de natal

 

Alviães, Palmaz, Oliveira de de Azeméis

Dezembro de 2010

Jorge Soares

O Pisco II

O pisco

 

 Há metafísica bastante em não pensar em nada.

O que penso eu do Mundo?

Sei lá o que penso do Mundo!

Se eu adoecesse pensaria nisso.

 

 

 

Que ideia tenho eu das coisas?

Que opinião tenho sobre as causas e os efeitos?

Que tenho eu meditado sobre Deus e a alma

E sobre a criação do Mundo?

Não sei. Para mim pensar nisso é fechar os olhos

E não pensar. É correr as cortinas

Da minha janela (mas ela não tem cortinas).

 

 

 

O mistério das coisas? Sei lá o que é mistério!

O único mistério é haver quem pense no mistério.

Quem está ao sol e fecha os olhos,

Começa a não saber o que é o Sol

E a pensar muitas coisas cheias de calor.

Mas abre os olhos e vê o Sol,

E já não pode pensar em nada,

Porque a luz do Sol vale mais que os pensamentos

De todos os filósofos e de todos os poetas.

A luz do Sol não sabe o que faz

E por isso não erra e é comum e boa.

 

 

Alberto Caeiro in O Guardadador de rebanhos

 

Gosto dos piscos, para além de um trinar melodioso, tem umas cores fantásticas e fotogénicas, passei muito tempo à espera que este decidisse aparecer em público.... lindo!

 

Alviães, Palmaz, Oliveira de Azemeis, Aveiro

Outubro de 2009

 

Jorge Soares

 

Oct 11, 2009, Câmara: SONY DSLR-A350, ISO: 100, Exposição: 1/1000 seg., Abertura: 5.6, Extensão focal: 200mm

Leve, breve, suave

O pisco

 

 

Leve, breve, suave

Um canto de ave

Sobe no ar com que principia

O dia.

Escuto e passou...

Parece que foi só porque escutei

Que parou.

 

Nunca, nunca, em nada,

Raie a madrugada,

Ou ‘splenda o dia, ou doire no declive,

Tive

Prazer a durar

Mais do que o nada, a perda, antes de eu o ir

Gozar.

 

Fernando Pessoa

 

O Pisco

Alviães, Oliveira de Azemeis, Aveiro, Outono de 2009

Jorge Soares

 

O pisco

O pisco 

 

O Pisco e o cuco

 

Desde Janeiro
Se alevanta o pisco
E enlevado canta
O degelo do inverno

Depois em Fevereiro
Pesquisa os valados
A acender fogueiras
De flores que estremece

E em Março sonha Outubros
De frutos maduros e novos
Olvidando sempre que o cuco
Na noite se oculta a trocar-lhe os ovos

 

Retirado da internet, não encontrei referência ao auto

 

Alviães, Palmaz, Oliveira de Azemeis, Aveiro

Outubro de 2009

Jorge Soares

 

Oct 11, 2009, Câmara: SONY , Modelo: DSLR-A350, ISO: 100, Exposição: 1/640 seg., Abertura: 7.1,Extensão focal: 200mm

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